<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Incêndios &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/incendios/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 13:33:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Incêndios &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Incêndios florestais e ondas de calor extremos acendem alerta global entre cientistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendios-florestais-e-ondas-de-calor-extremos-acendem-alerta-global-entre-cientistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Calor Extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90568</guid>

					<description><![CDATA[O avanço simultâneo de incêndios florestais em larga escala e de ondas de calor severas tem preocupado cientistas e organizações ambientais em diferentes partes do mundo. Pesquisadores alertam que os primeiros meses de 2026 já apresentam indicadores climáticos considerados extremos, reforçando sinais de agravamento da crise climática global. Dados analisados por especialistas mostram que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço simultâneo de incêndios florestais em larga escala e de ondas de calor severas tem preocupado cientistas e organizações ambientais em diferentes partes do mundo. Pesquisadores alertam que os primeiros meses de 2026 já apresentam indicadores climáticos considerados extremos, reforçando sinais de agravamento da crise climática global.</p>
<p>Dados analisados por especialistas mostram que a extensão de áreas atingidas pelo fogo alcançou níveis históricos neste ano. Levantamentos internacionais indicam que mais de 160 milhões de hectares já foram consumidos pelas queimadas entre janeiro e maio, configurando o maior volume registrado em mais de uma década.</p>
<p>Além do aumento das queimadas, cientistas observam temperaturas oceânicas persistentemente elevadas, redução da cobertura de gelo no Ártico e sucessivas ondas de calor em vários continentes. Segundo pesquisadores, esses fatores demonstram que o planeta segue em trajetória de aquecimento acelerado, impulsionada principalmente pela emissão de gases de efeito estufa oriundos da queima de combustíveis fósseis.</p>
<p>Nos últimos meses, países do hemisfério sul enfrentaram episódios extremos de calor e incêndios florestais. Regiões da Austrália registraram temperaturas próximas de 50°C, enquanto áreas da Patagônia argentina, do Chile e da África do Sul sofreram com incêndios de grandes proporções, causando mortes, destruição ambiental e evacuações de moradores.</p>
<p>Especialistas destacam que fenômenos naturais como El Niño e La Niña influenciam as condições climáticas globais, mas ressaltam que os efeitos atuais vêm sendo intensificados pelas mudanças climáticas provocadas pela ação humana. Pesquisadores afirmam que o aquecimento global aumenta a frequência, a duração e a intensidade dos eventos extremos, incluindo secas severas, incêndios florestais e ondas de calor prolongadas.</p>
<p>O cenário também traz impactos diretos para a saúde pública. Relatórios científicos internacionais apontam que o calor extremo já provoca centenas de milhares de mortes por ano em todo o mundo. Estudos divulgados recentemente indicam ainda que a fumaça gerada pelos incêndios florestais tem agravado problemas respiratórios e cardiovasculares em diversas populações.</p>
<p>No Brasil, pesquisadores alertam para o avanço de períodos de seca intensa e para o aumento de focos de incêndio em biomas como Amazônia e Pantanal. Estudos recentes apontam que o país enfrenta crescimento significativo de áreas submetidas à seca extrema, criando condições favoráveis para a propagação do fogo em regiões de vegetação nativa.</p>
<p>Cientistas também avaliam que a tendência é de agravamento dos eventos extremos ao longo dos próximos anos caso não haja redução consistente das emissões globais de gases poluentes. Organizações internacionais e centros de pesquisa defendem a adoção urgente de políticas voltadas à transição energética, preservação ambiental e adaptação das cidades aos impactos climáticos já em curso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90568</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Incêndio em Hong Kong deixa 55 mortos e centenas de desaparecidos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendio-em-hong-kong-deixa-55-mortos-e-centenas-de-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:54:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Desaparecidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hong Kong]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87024</guid>

					<description><![CDATA[Hong Kong enfrenta um dos episódios mais devastadores de sua história recente após o incêndio que atingiu o complexo residencial Wang Fuk Court, no distrito de Tai Po, e que já deixou pelo menos 55 mortos e quase 300 pessoas desaparecidas. O fogo, considerado o mais mortal dos últimos 77 anos na cidade, mobilizou equipes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hong Kong enfrenta um dos episódios mais devastadores de sua história recente após o incêndio que atingiu o complexo residencial Wang Fuk Court, no distrito de Tai Po, e que já deixou pelo menos 55 mortos e quase 300 pessoas desaparecidas. O fogo, considerado o mais mortal dos últimos 77 anos na cidade, mobilizou equipes de resgate por mais de 24 horas, em meio a calor extremo e fumaça densa que dificultavam o acesso aos andares superiores.</p>
<p>As investigações preliminares apontam para falhas graves de segurança. A polícia considera que uma empresa de construção atuou de forma “extremamente negligente”, utilizando materiais inseguros no conjunto habitacional. Nesta quinta-feira (27), agentes revistaram o escritório da Prestige Construction and Engineering Company Limited, responsável pela manutenção do complexo. Computadores, celulares, documentos de licitação e listas de funcionários foram apreendidos.</p>
<p>O líder do governo de Hong Kong, John Lee, anunciou a criação de um fundo de US$ 38,6 milhões para auxiliar os moradores afetados. A tragédia reacendeu o debate sobre as condições de moradia na cidade, marcada por uma crônica escassez de habitações acessíveis — apenas os oito blocos do Wang Fuk Court abrigam mais de 4.600 pessoas.</p>
<p>Moradores em busca de familiares permanecem à espera de informações. Entre eles, uma mulher de 52 anos, identificada apenas como Ng, procurava pela filha e pelo ex-marido. “Eles ainda não saíram”, disse, segurando a foto de formatura da jovem.</p>
<p>Como resposta imediata, o Departamento de Desenvolvimento discute substituir os tradicionais andaimes de bambu por estruturas metálicas, consideradas mais seguras. A medida ganhou força diante das suspeitas envolvendo práticas de construção inadequadas.</p>
<p>A superintendente da polícia Eileen Chung afirmou que há indícios suficientes de que a negligência da empresa permitiu que o fogo se alastrasse rapidamente, provocando “vítimas em grande escala”. O caso também repercutiu em Pequim: o presidente Xi Jinping pediu esforços totais para controlar o incêndio e minimizar perdas humanas.</p>
<p>A tragédia lança um novo desafio à administração de Hong Kong, que tenta reforçar sua imagem de estabilidade desde os protestos pró-democracia de 2019.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87024</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Cabelos brancos e grisalhos: matizadores podem ajudar a manter o brilho prateado; saiba como</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cabelos-brancos-e-grisalhos-matizadores-podem-ajudar-a-manter-o-brilho-prateado-saiba-como/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desaparecidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hong Kong]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87021</guid>

					<description><![CDATA[Assumir os cabelos brancos ou grisalhos tem se tornado uma escolha cada vez mais comum, associada à liberdade e ao cuidado consciente com os fios. No entanto, manter o brilho e o tom prateado exige atenção especial. Com o tempo, fatores como poluição, exposição solar e uso de calor provocam a oxidação da fibra capilar, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Assumir os cabelos brancos ou grisalhos tem se tornado uma escolha cada vez mais comum, associada à liberdade e ao cuidado consciente com os fios. No entanto, manter o brilho e o tom prateado exige atenção especial. Com o tempo, fatores como poluição, exposição solar e uso de calor provocam a oxidação da fibra capilar, deixando o cabelo amarelado e sem vida. É nesse ponto que entra o </span><a href="https://www.salonline.com.br/mascara-matizadora" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">matizador</span></a><span style="font-weight: 400;">, produto formulado para devolver o equilíbrio de cor e preservar a aparência saudável dos fios descoloridos ou naturalmente brancos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo, conhecido por quem tem cabelos loiros, também é eficaz para quem tem fios grisalhos. Os matizadores atuam de forma suave, neutralizando os reflexos indesejados e realçando o tom frio característico dos brancos. A aplicação regular ajuda a manter o aspecto luminoso e evita a aparência envelhecida que o amarelado costuma causar.</span></p>
<h3><b>Por que os fios brancos tendem a amarelar</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O amarelamento dos cabelos brancos é resultado da combinação entre fatores externos e mudanças naturais na estrutura capilar. Com o envelhecimento, há redução na produção de melanina — pigmento que dá cor ao fio —, o que deixa o cabelo mais poroso e vulnerável à oxidação. Essa porosidade faz com que resíduos de poluição, cloro e produtos cosméticos se depositem com mais facilidade, alterando a tonalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A radiação solar também é uma das principais vilãs, pois degrada as proteínas e acelera o processo de oxidação. Além disso, o uso de secadores e chapinhas, quando feito sem proteção térmica, contribui para a perda de brilho e o surgimento do tom amarelado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar esses efeitos, especialistas em cuidados capilares recomendam proteger os fios antes da exposição ao sol e optar por shampoos suaves, livres de sulfatos fortes. Essas medidas ajudam a manter a integridade da fibra capilar e prolongam o resultado da matização.</span></p>
<h3><b>Como funcionam os matizadores para cabelos brancos e grisalhos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os matizadores são produtos ricos em pigmentos violeta, azul ou prata, responsáveis por neutralizar tons amarelados e realçar nuances acinzentadas ou prateadas. Quando aplicados corretamente, eles equilibram o reflexo da luz sobre o fio, devolvendo brilho e vitalidade sem alterar a cor natural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As versões em shampoo são as mais práticas e podem ser usadas uma ou duas vezes por semana, dependendo do grau de amarelamento. Já as máscaras matizadoras oferecem efeito mais intenso, combinando pigmentos com ativos hidratantes, como óleos vegetais, pantenol e manteiga de karité, que ajudam a restaurar a maciez e a maleabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de aplicação varia entre três e dez minutos, e o ideal é seguir as instruções do fabricante para evitar que o cabelo fique arroxeado ou acinzentado demais. O uso de luvas durante a aplicação também é indicado, já que os pigmentos podem manchar a pele temporariamente.</span></p>
<h3><b>Cuidados complementares para realçar o brilho prateado</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A matização é apenas uma etapa do cuidado com os fios brancos e grisalhos. A hidratação contínua é fundamental, pois a ausência de melanina deixa o cabelo mais seco e sujeito à quebra. Máscaras nutritivas com óleos de argan, abacate ou macadâmia ajudam a devolver a elasticidade e o movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra recomendação importante é o uso de produtos com filtro UV, que formam uma barreira contra a oxidação causada pelo sol. Evitar lavagens diárias também contribui para a preservação do brilho, já que o excesso de shampoo pode retirar a proteção natural dos fios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, substituir escovas metálicas por opções de cerdas naturais e preferir o enxágue com água fria ajudam a fechar as cutículas e aumentar o reflexo da luz — um dos segredos para o brilho prateado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem utiliza colorações para uniformizar o tom dos grisalhos, a matização também pode ser feita, desde que os produtos sejam compatíveis com a química. Nesse caso, é importante respeitar o intervalo entre os processos e priorizar o uso de cosméticos com propriedades restauradoras.</span></p>
<h3><b>Brilho natural e cuidado contínuo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Manter os cabelos brancos ou grisalhos com aspecto saudável e brilhante é uma questão de constância e atenção aos detalhes. O uso de matizadores é uma estratégia simples e eficaz para preservar a cor, reduzir o amarelado e destacar o tom prateado natural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma rotina que combina matização, hidratação e proteção solar, é possível transformar o que antes era sinônimo de preocupação em um traço de personalidade. Cabelos brancos bem cuidados refletem não apenas luz, mas também confiança e autenticidade — um brilho que vai muito além da cor.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87021</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estiagem prolongada ameaça início das chuvas em São Paulo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estiagem-prolongada-ameaca-inicio-das-chuvas-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 14:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86177</guid>

					<description><![CDATA[O estado de São Paulo enfrenta uma estiagem mais longa do que o habitual, o que pode atrasar a chegada do período chuvoso e aumentar os riscos de incêndios em áreas de vegetação. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prorrogou até 31 de outubro a suspensão das queimadas controladas, incluindo aquelas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo enfrenta uma estiagem mais longa do que o habitual, o que pode atrasar a chegada do período chuvoso e aumentar os riscos de incêndios em áreas de vegetação. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prorrogou até 31 de outubro a suspensão das queimadas controladas, incluindo aquelas em canaviais, lavouras agrícolas e para o controle de pragas.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil, no último domingo (5), diversas regiões do estado atingiram o nível roxo — considerado de emergência máxima para queimadas. De acordo com o técnico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lizandro Gemiacki, o período de seca tem se estendido além do esperado. “O período chuvoso está começando uns cinco a dez dias mais tarde, já próximo ao fim da primavera”, explica.</p>
<h3>Clima em transformação</h3>
<p>Meteorologistas apontam que as causas do prolongamento da estiagem são complexas e multifatoriais, envolvendo tanto fenômenos naturais quanto mudanças climáticas. Entre os elementos que influenciam o quadro estão os gases de efeito estufa, eventos como El Niño e La Niña, o aquecimento do Oceano Atlântico e oscilações climáticas nas regiões antártica, ártica e do Pacífico.</p>
<p>Esses fatores atuam em conjunto e podem potencializar períodos de seca. “As coisas funcionam em ondas. Quando duas se somam, os efeitos se amplificam. No ano passado, por exemplo, o El Niño contribuiu para um longo período seco na região central do Brasil”, afirma Gemiacki.</p>
<h3>Risco de queimadas</h3>
<p>A suspensão das queimadas controladas não impede, contudo, a ocorrência de incêndios ilegais. A fiscalização, segundo especialistas, deve ser reforçada, já que no período seco o fogo se espalha com rapidez e pode sair do controle.</p>
<p>“No período seco, os incêndios perdem o controle facilmente. É preciso intensificar a fiscalização e aplicar punições a quem comete o crime”, alerta o técnico do Inmet.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86177</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Incêndios e seca batem recordes na Amazônia e Pantanal em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendios-e-seca-batem-recordes-na-amazonia-e-pantanal-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 20:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79678</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil vivenciou, em 2022, uma das piores crises ambientais em décadas, com incêndios e secas severas que atingiram a Amazônia e o Pantanal, superando recordes históricos. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), alguns estados da Amazônia Legal registraram mais de 80% dos focos de incêndios ocorridos no país nas últimas 24 horas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vivenciou, em 2022, uma das piores crises ambientais em décadas, com incêndios e secas severas que atingiram a Amazônia e o Pantanal, superando recordes históricos. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), alguns estados da Amazônia Legal registraram mais de 80% dos focos de incêndios ocorridos no país nas últimas 24 horas. Os estados mais afetados incluem Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia.</p>
<p>Até o dia 22 de setembro, o Amazonas já contabilizava 6.054 focos de incêndio no mês, totalizando 21.289 desde o início do ano, superando o recorde anterior de 2022, quando foram registrados 21.217 focos. No Acre, foram registrados mais de 3 mil focos de incêndio apenas no início de setembro, levando o Ministério Público local a tomar medidas emergenciais para conter a devastação.</p>
<p><strong>Ação Urgente para Combate ao Fogo</strong></p>
<p>O Ministério Público do Acre apresentou uma ação civil pública exigindo que o estado implemente uma série de medidas emergenciais, incluindo a proibição do uso do fogo na agricultura, aparelhamento das equipes de combate a incêndios, locação emergencial de maquinário e convocação de novos bombeiros. Essas ações visam combater a crise ambiental que já afeta terras indígenas e diversas áreas protegidas.</p>
<p>Em Mato Grosso, brigadistas combateram mais de 50 focos de incêndio apenas no dia 22 de setembro. O estado, que abriga três importantes biomas – Amazônia, Cerrado e Pantanal – passa por uma situação crítica, com o fogo atingindo áreas de grande relevância ecológica.</p>
<p><strong>Rios em Situação Crítica</strong></p>
<p>Além dos incêndios, os rios na Amazônia e no Pantanal enfrentam secas extremas. O Rio Paraguai, em Cáceres, Mato Grosso, atingiu 35 cm de profundidade, o menor nível dos últimos dois anos. Outros rios, como o Rio Negro em Manaus, chegaram a 14,5 metros, reafirmando o cenário de estiagem. O Rio Solimões, em Manacapuru, e o Rio Javari, em Tabatinga, também registraram níveis mínimos históricos.</p>
<p>O coordenador do Sistema de Alerta Hidrológico do Serviço Geológico Brasileiro (SGB), Artur Matos, destacou a gravidade da situação: “Manacapuru e Manaus têm grandes chances de atingir mínima histórica. Humaitá, no Amazonas, já está em seca extrema”.</p>
<p><strong>Impacto no Pantanal</strong></p>
<p>No Pantanal, a situação também é alarmante. O Rio Madeira, em Porto Velho, atingiu a menor cota desde 1967, com 35 cm. O Rio Acre, que corta Rio Branco, registrou 1,31 metro, próximo do nível mínimo histórico. Em Ladário, Mato Grosso do Sul, o nível do rio chegou a -38 cm, a décima mínima histórica registrada.</p>
<p>A seca intensa e prolongada, que passou de uma média de 80 dias de estiagem na década de 1990 para cerca de 100 dias consecutivos nas últimas décadas, afeta severamente a fauna, a flora e as comunidades que dependem dos rios e da floresta para sua subsistência.</p>
<p>A combinação de queimadas e seca extrema revela a gravidade da crise climática no Brasil, com impactos devastadores nos ecossistemas da Amazônia e do Pantanal.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79678</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil enfrenta &#8220;Terrorismo Climático&#8221;, afirma ministra Marina Silva</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-enfrenta-terrorismo-climatico-afirma-ministra-marina-silva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2024 17:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[terrorismo climático]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79552</guid>

					<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, declarou neste sábado (14), em São Carlos, São Paulo, que o Brasil está vivendo um &#8220;terrorismo climático&#8221;. Ela denunciou que pessoas estão aproveitando as altas temperaturas e a baixa umidade para incendiar florestas e áreas produtivas, prejudicando a saúde da população e causando destruição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, declarou neste sábado (14), em São Carlos, São Paulo, que o Brasil está vivendo um &#8220;terrorismo climático&#8221;. Ela denunciou que pessoas estão aproveitando as altas temperaturas e a baixa umidade para incendiar florestas e áreas produtivas, prejudicando a saúde da população e causando destruição à biodiversidade. “Apesar da proibição nacional do uso do fogo, estamos presenciando atos que configuram terrorismo climático”, afirmou Marina Silva durante uma entrevista.</p>
<p>A ministra destacou que é essencial que os agentes públicos continuem mobilizados para combater esses crimes, sugerindo que há uma intenção deliberada por trás das queimadas. Segundo Marina, apenas dois estados brasileiros não estão sofrendo com a seca, o que torna o cenário ainda mais preocupante. Ela defendeu penas mais severas para os responsáveis, que atualmente variam de um a quatro anos de prisão.</p>
<p><strong>Incêndios Intencionais e Seus Impactos Devastadores</strong></p>
<p>Marina Silva chamou atenção para os impactos devastadores das queimadas, especialmente em um período marcado por uma das maiores secas da história do Brasil e da América Latina. Ela ressaltou que esses atos criminosos estão agravando as crises ambientais, afetando a saúde pública e os sistemas produtivos do país. A ministra comparou o uso do fogo, sob tais condições, a &#8220;acionar um barril de pólvora&#8221;, alertando sobre a gravidade da situação.</p>
<p>Até o momento, 17 pessoas foram presas e 50 inquéritos estão em andamento para investigar os responsáveis pelos incêndios criminosos. Marina Silva acredita que há indivíduos por trás desses atos, incentivando e coordenando as queimadas, o que pode ser revelado por meio de investigações e ações de inteligência da Polícia Federal (PF). Ela chegou a comparar os incêndios ao ataque contra as instituições brasileiras ocorrido em 8 de janeiro de 2023, enfatizando a necessidade de uma ação rápida e eficiente.</p>
<p><strong>Perdas Econômicas e Destruição Ambiental</strong></p>
<p>A ministra alertou sobre os prejuízos econômicos, que já somam R$ 2 bilhões somente em São Paulo, afetando principalmente os agricultores de cana-de-açúcar. Até agora, 900 mil hectares de áreas agrícolas foram queimados, juntamente com 1,4 milhão de hectares de pastagens e 1 milhão de hectares de florestas.</p>
<p>Marina destacou ainda que o avanço das mudanças climáticas está afetando diretamente a capacidade das florestas úmidas de se protegerem do fogo, com 32% dos incêndios sendo intencionais. Esses atos, segundo ela, têm como objetivo degradar a própria floresta, um alerta que reforça a gravidade do cenário ambiental atual.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79552</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Bombeiros do Rio combatem 460 incêndios em um único dia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bombeiros-do-rio-combatem-460-incendios-em-um-unico-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2024 06:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79508</guid>

					<description><![CDATA[O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro combateu 460 focos de incêndio na quinta-feira (12), estabelecendo um recorde anual para um único dia. Desde o início de 2024, a corporação já respondeu a mais de 16 mil ocorrências, refletindo um aumento de 85% em comparação com o mesmo período de 2023. O Rio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro combateu 460 focos de incêndio na quinta-feira (12), estabelecendo um recorde anual para um único dia. Desde o início de 2024, a corporação já respondeu a mais de 16 mil ocorrências, refletindo um aumento de 85% em comparação com o mesmo período de 2023. O Rio de Janeiro, São Gonçalo e Duque de Caxias são os municípios mais afetados.</p>
<p>Além de áreas urbanas, parques importantes, como o Parque Estadual da Pedra Branca e o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, também têm sido impactados. A situação é agravada pela seca e ventos fortes, o que dificulta o controle das chamas.</p>
<p>Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que 2024 já é o ano com o maior número de focos de queimadas no estado desde 2017, e o número de incêndios pode continuar a crescer em setembro e outubro, meses historicamente mais críticos.</p>
<p><strong>Investigações e Respostas Governamentais</strong></p>
<p>Segundo o Corpo de Bombeiros, 95% dos incêndios são causados por ações humanas, seja de forma acidental ou criminosa. Investigações estão em andamento em todo o país, e prisões já foram realizadas em estados como São Paulo e Goiás.</p>
<p>Em resposta à crise, o governo do Rio anunciou a criação de um gabinete de crise para enfrentar os incêndios. No entanto, o antigo secretário de Defesa Civil, Leandro Monteiro, demitido no início do mês, lamentou o corte de R$ 90 milhões que seriam destinados a viaturas e equipamentos de combate a incêndios. O governador Cláudio Castro minimizou o impacto, afirmando que o Corpo de Bombeiros possui recursos suficientes, com mais de R$ 1 bilhão investidos em sua gestão.</p>
<p><strong>Impactos na Qualidade do Ar</strong></p>
<p>O aumento das queimadas tem afetado a qualidade do ar no estado. Segundo boletim do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), apenas 16 das 57 estações de monitoramento registraram boa qualidade do ar na quinta-feira, uma queda em relação aos dias anteriores. Com a piora da qualidade do ar, a população, especialmente crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios, está mais suscetível a sintomas como tosse seca e ardor nos olhos e garganta.</p>
<p>O Ministério da Saúde recomenda aumentar a ingestão de líquidos, evitar atividades ao ar livre e utilizar máscaras para reduzir a exposição às partículas presentes na atmosfera.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79508</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Setor agropecuário responsável por mais de 80% dos incêndios em São Paulo, aponta Ipam</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-agropecuario-responsavel-por-mais-de-80-dos-incendios-em-sao-paulo-aponta-ipam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 12:19:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[focos de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Ipam]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79172</guid>

					<description><![CDATA[Entre os dias 22 e 24 de agosto, o estado de São Paulo registrou 2,6 mil focos de calor, dos quais 81,29% estavam localizados em áreas dedicadas à agropecuária, conforme levantamento divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Para realizar o monitoramento e avaliar a extensão dos incêndios, o Ipam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 22 e 24 de agosto, o estado de São Paulo registrou 2,6 mil focos de calor, dos quais 81,29% estavam localizados em áreas dedicadas à agropecuária, conforme levantamento divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).</p>
<p>Para realizar o monitoramento e avaliar a extensão dos incêndios, o Ipam utilizou imagens de satélites e dados de 2023 fornecidos pela Rede MapBiomas, da qual é membro. A análise revelou que 1,2 mil focos de calor (44,45%) ocorreram em perímetros de cultivo de cana-de-açúcar, enquanto 524 focos (19,99%) foram identificados em “mosaicos de usos”, áreas onde não é possível distinguir entre pastagem e cultivo agrícola. Além disso, 247 focos (9,42%) estavam em áreas de pastagem e 195 (7,43%) em regiões de silvicultura, soja, citrus, café e outras culturas.</p>
<p>Na zona de vegetação nativa, foram detectados 440 focos de calor, representando 16,77% do total, com as formações florestais respondendo por 13,57% desses focos.</p>
<p>Cinco municípios concentraram 13,31% dos focos de calor registrados no período: Pitangueiras (3,36%), Altinópolis (3,28%), Sertãozinho (2,4%), Olímpia (2,17%) e Cajuru (2,1%). Todas estão localizadas próximas a Ribeirão Preto, exceto Olímpia, que integra a Região Metropolitana de São José do Rio Preto.</p>
<p>Na sexta-feira (23), São Paulo contabilizou mais focos de calor do que todos os estados da Amazônia juntos, destacando-se como uma situação crítica na unidade federativa, conforme ressaltado pelo Ipam.</p>
<p>Além disso, na mesma sexta-feira, especialistas do Ipam observaram o surgimento de colunas de fumaça a cada 90 minutos, entre 10h30 e 12h, por meio de imagens capturadas por um satélite geoestacionário que atualiza a cada 10 minutos. O satélite responsável pelo monitoramento das manhãs e finais de tarde registrou um aumento expressivo, de 25 para 1.886 focos em todo o estado.</p>
<p>Ane Alencar, diretora de Ciência do Ipam, descreveu o cenário como atípico. &#8220;É como se tivéssemos um &#8216;Dia do Fogo&#8217; exclusivo para a realidade paulista, evidenciado pela cortina de fumaça que surge simultaneamente a oeste&#8221;, afirmou, fazendo referência ao episódio de agosto de 2019, quando fazendeiros do Pará provocaram incêndios em diversas áreas da Amazônia, atingindo unidades de conservação e terras indígenas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79172</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Incêndios atingem vastas áreas em parques de Minas Gerais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/incendios-atingem-vastas-areas-em-parques-de-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 00:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brigadistas]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional da Serra do Cipó]]></category>
		<category><![CDATA[unidades de conservação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79021</guid>

					<description><![CDATA[Vários incêndios de grandes proporções têm devastado unidades de conservação em Minas Gerais nos últimos dias, afetando milhares de hectares. No Parque Nacional da Serra do Cipó, localizado em Santana do Riacho, a cerca de 120 km de Belo Horizonte, o fogo começou no domingo (28) e já destruiu mais de 6 mil hectares, de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários incêndios de grandes proporções têm devastado unidades de conservação em Minas Gerais nos últimos dias, afetando milhares de hectares. No Parque Nacional da Serra do Cipó, localizado em Santana do Riacho, a cerca de 120 km de Belo Horizonte, o fogo começou no domingo (28) e já destruiu mais de 6 mil hectares, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Deste total, 5.879 hectares foram queimados na Área de Proteção Ambiental (APA) Morro da Pedreira, 478 hectares no próprio Parque Nacional da Serra do Cipó, e 49 hectares onde o incêndio se propagou da APA em direção ao parque.</p>
<p>Brigadistas do ICMBio, voluntários e o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMG) conseguiram controlar as chamas na noite de terça-feira (20). No momento, as equipes estão focadas no monitoramento, extinção de pequenos focos e vigilância, pois ainda há áreas com alto risco de reignição. A operação envolve 51 brigadistas, com apoio de dois aviões air-tractor e um helicóptero, fornecidos pela força-tarefa Previncêndio.</p>
<p>Os incêndios foram inicialmente detectados próximo ao km 120 da Rodovia MG-010 e se alastraram rapidamente pela Serra do Espinhaço, atingindo diversas unidades de conservação geridas pelo Núcleo de Gestão Integrada Cipó-Pedreira, incluindo a APA Morro da Pedreira e o Parque Nacional da Serra do Cipó.</p>
<p>Em comunicado nas redes sociais, o tenente Henrique Barcellos, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, afirmou que, até o momento, não há necessidade de evacuação nas áreas próximas ao incêndio, mas alertou para a importância de seguir as orientações dos bombeiros e, em caso de emergência, acionar o número 193.</p>
<p>Por questões de segurança, o ICMBio fechou todas as portarias do Parque Nacional da Serra do Cipó, suspendendo a visitação ao local para concentrar esforços no combate ao fogo. O instituto destacou que o período de estiagem, marcado por altas temperaturas e baixa umidade, contribui para a rápida propagação das chamas, e o uso de fogo nessa época do ano é estritamente proibido. A Polícia Civil está investigando as causas do incêndio, com suspeitas de que tenha sido provocado por ação humana.</p>
<p>Enquanto isso, na Serra da Moeda, as operações de combate ao fogo estão no terceiro dia consecutivo. Equipes realizaram inspeções na região e enfrentaram focos de incêndio próximos a residências, contando com a participação de mais de 30 pessoas, entre militares e brigadistas, além de um avião utilizado para conter as chamas.</p>
<p>Outro incêndio de grande magnitude está sendo combatido no Parque Estadual Serra do Brigadeiro, na Zona da Mata. Desde domingo (18), o Corpo de Bombeiros de Viçosa tem enfrentado o fogo que avança em direção ao parque. Um posto de comando foi instalado no município de Araponga, mobilizando 35 pessoas, incluindo bombeiros e policiais. As operações enfrentam dificuldades devido aos fortes ventos, altas temperaturas e a topografia desafiadora do terreno, com o transporte das equipes sendo realizado por aeronaves.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79021</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Marina Silva alerta sobre crise no Pantanal: &#8220;Uma das piores situações&#8221;</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/marina-silva-alerta-sobre-crise-no-pantanal-uma-das-piores-situacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 13:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77740</guid>

					<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente e das Mudanças do Clima, Marina Silva, expressou grande preocupação nesta segunda-feira (24), afirmando que os incêndios no Pantanal estão sendo agravados tanto por ações criminosas quanto por extremos climáticos. “Estamos enfrentando uma das piores situações já vistas no Pantanal. Toda a bacia do Paraguai está sofrendo com uma severa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e das Mudanças do Clima, Marina Silva, expressou grande preocupação nesta segunda-feira (24), afirmando que os incêndios no Pantanal estão sendo agravados tanto por ações criminosas quanto por extremos climáticos.</p>
<blockquote><p>“Estamos enfrentando uma das piores situações já vistas no Pantanal. Toda a bacia do Paraguai está sofrendo com uma severa escassez hídrica”, declarou a ministra.</p></blockquote>
<p>Após uma reunião de crise com outros ministros, incluindo Simone Tebet (Planejamento) e Waldez Góes (Desenvolvimento Regional), além de representantes da Defesa e da Justiça, Marina Silva explicou que o fenômeno climático entre El Niño e La Niña, associado à estiagem, resultou em uma grande quantidade de matéria orgânica altamente inflamável, contribuindo para incêndios fora do comum.</p>
<p>Desde outubro do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente tem planejado ações para mitigar os impactos dos incêndios.</p>
<blockquote><p>“Pela primeira vez, implementamos um plano de combate a incêndios no Pantanal. Nós baseamos nossas políticas públicas em evidências. Já sabíamos que este ano seria severo”, afirmou Marina Silva.</p></blockquote>
<p>Diante da gravidade da situação, a ministra anunciou a declaração de emergência em relação ao fogo e a contratação de brigadistas. Atualmente, há 175 brigadistas do Ibama, 40 do ICMBio, 53 combatentes da Marinha e bombeiros locais atuando na região. Adicionalmente, haverá um reforço de 50 brigadistas do Ibama e 60 da Força Nacional, com mais mobilizações conforme necessário.</p>
<h4><strong>Seca extrema e ação humana</strong></h4>
<p>Marina Silva destacou que a seca na região representa um &#8220;novo normal&#8221;, com a pior estiagem dos últimos 70 anos. “O que estamos vendo é um agravamento de um problema climático, semelhante às chuvas intensas no Rio Grande do Sul. Sabíamos que haveria seca envolvendo a Amazônia e o Pantanal. Não há incêndios causados por raios neste período; o que está acontecendo é devido à ação humana”, lamentou a ministra.</p>
<p>Mais de 80% dos incêndios estão ocorrendo em propriedades particulares. “Temos responsabilidade sobre as unidades de conservação federal, mas neste momento estamos atuando em 20 incêndios”, disse Marina Silva.</p>
<p>Simone Tebet enfatizou a importância da ação do governo de Mato Grosso do Sul ao decretar emergência ambiental. “Isso nos permite criar créditos extraordinários. Não faltará recurso ou orçamento para resolver a situação. No entanto, não há orçamento que resolva o problema de consciência da população”, afirmou.</p>
<p>Marina Silva também destacou a necessidade de aprovação pelo Congresso da Lei do Manejo Integrado do Fogo, que até agora não foi aprovada.</p>
<h4><strong>Proibição do uso do fogo</strong></h4>
<p>A ministra mencionou um pacto com os governos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além dos estados da Amazônia, para a proibição do uso do fogo em pastagens até o final do ano.</p>
<blockquote><p>“Os governos estaduais já decretaram a proibição definitiva do fogo. Qualquer uso do fogo para renovação de pastagem ou qualquer atividade será considerado um delito”, alertou.</p></blockquote>
<p>Ela também relacionou o desmatamento aos incêndios, citando Corumbá (MS) como o município que mais desmatou e, consequentemente, onde há mais incêndios.</p>
<p>Simone Tebet destacou a atenção especial às situações de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com foco particular em Corumbá, que enfrenta mais de 50% dos incêndios no estado. Ela elogiou a decisão dos governos estaduais de proibir o manejo controlado do fogo até o final do ano, ressaltando que até os fogos controlados anteriormente permitidos no Pantanal estão terminantemente proibidos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77740</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
