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	<title>Ilha do Marajó &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Agroindústria impulsiona bioativos com energia limpa na Ilha do Marajó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 16:14:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na Ilha das Cinzas, no Pará, uma nova agroindústria se ergue entre as palafitas e o verde da floresta amazônica. Inaugurada no último sábado (24), a iniciativa promete transformar a economia local, beneficiando frutos nativos com energia limpa e aumentando em até 60% a renda de cerca de 450 famílias extrativistas da região. Liderada pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Ilha das Cinzas, no Pará, uma nova agroindústria se ergue entre as palafitas e o verde da floresta amazônica. Inaugurada no último sábado (24), a iniciativa promete transformar a economia local, beneficiando frutos nativos com energia limpa e aumentando em até 60% a renda de cerca de 450 famílias extrativistas da região.</p>
<p>Liderada pela Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (Ataic), fundada há 24 anos pelos irmãos Josi e Francisco Malheiros, a agroindústria é a primeira instalada em uma área de várzea e também a primeira operada integralmente com energia solar, armazenada em baterias de última geração (BESS). O sistema elimina a necessidade de geradores a diesel e alimenta os equipamentos que transformam sementes e frutos como murumuru, ucuuba e patauá em óleos e manteigas de alto valor agregado para a indústria de cosméticos.</p>
<figure id="attachment_83897" aria-describedby="caption-attachment-83897" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83897" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Josi Malheiros Defende A Necessidade De Se Pensar Em Mais Programas De Desenvolvimento - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Josi-Malheiros-defende-a-necessidade-de-se-pensar-em-mais-programas-de-desenvolvimento-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83897" class="wp-caption-text">Josi Malheiros defende a necessidade de se pensar em mais programas de desenvolvimento para as comunidades de várzea &#8211; Foto: Anderson Águia/Natura/WEG</figcaption></figure>
<p>&#8220;Antes, vendíamos madeira por um valor irrisório. Hoje, vendemos sementes para produzir óleo, e a renda das famílias aumentou&#8221;, conta Josi, cofundadora da Ataic. A parceria com a Natura, iniciada em 2015, potencializou a atividade: as remessas anuais saltaram de 5 toneladas para cerca de 420 toneladas de bioativos.</p>
<p>Além de gerar renda, o projeto trouxe qualidade de vida: sistemas de tratamento de água e esgoto, energia solar para o cotidiano e a possibilidade de conservar alimentos e mecanizar atividades antes feitas manualmente. &#8220;Antes, as mulheres carregavam barris de água por metros. Hoje, temos bombas, máquinas de lavar, batedeiras de açaí&#8221;, celebra Francisco Malheiros, atual presidente da Ataic.</p>
<p>A agroindústria é resultado de uma parceria entre a Ataic, a Natura, a Weg — que doou o sistema de energia — e a W-energy, responsável pela instalação dos painéis fotovoltaicos. O projeto superou desafios logísticos: placas solares e baterias foram transportadas em uma complexa rota fluvial até a remota Ilha das Cinzas, onde agora sustentam integralmente a operação industrial.</p>
<figure id="attachment_83896" aria-describedby="caption-attachment-83896" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83896" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C260&#038;ssl=1" alt="Agroindústria Na Ilha De Marajó Pode Aumentar Renda Das Famílias Extrativistas Em Cerca De 60% - Expresso Carioca" width="463" height="260" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/31-Agroindustria-na-Ilha-de-Marajo-pode-aumentar-renda-das-familias-extrativistas-em-cerca-de-60-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83896" class="wp-caption-text">Agroindústria na Ilha de Marajó pode aumentar renda das famílias extrativistas em cerca de 60% &#8211; Foto: Anderson Águia/Natura/WEG</figcaption></figure>
<p>&#8220;Aqui, o sistema solar não é apoio, é a base. Só em casos extremos o gerador a diesel seria acionado&#8221;, explica Daniel Godinho, diretor da Weg. A inovação reforça o modelo de desenvolvimento sustentável que preserva a floresta e promove a autonomia das comunidades.</p>
<p>A iniciativa também inspira políticas públicas. O secretário de Economia Verde do Ministério do Desenvolvimento, Rodrigo Rollemberg, presente na inauguração, anunciou um projeto de R$ 104 milhões, em parceria com o Fundo Amazônia, para mapear e fortalecer cadeias produtivas como a do babaçu, cupuaçu, açaí e castanha-do-brasil em outros estados amazônicos.</p>
<p>&#8220;Vocês podem levar daqui não só um modelo de agroindústria, mas um modelo de moradia e bem-estar em territórios isolados&#8221;, afirmou Francisco Malheiros. O sonho, agora, é expandir a rede de famílias atendidas, dobrar a produção e consolidar a Ilha das Cinzas como referência em bioeconomia sustentável e energia limpa na Amazônia.</p>
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