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	<title>Idosos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Jan 2026 14:02:26 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Idosos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Primeira Vara Especializada em Pessoas Idosas completa um ano e vira referência nacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/primeira-vara-especializada-em-pessoas-idosas-completa-um-ano-e-vira-referencia-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
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		<category><![CDATA[um ano]]></category>
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					<description><![CDATA[Perto de completar seu primeiro ano de funcionamento, a 1ª Vara Especializada em Pessoas Idosas (Vepi), criada em janeiro do ano passado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), consolidou-se como referência no tratamento de demandas cíveis que envolvem a população idosa e exigem atenção diferenciada, sensibilidade social e respostas céleres. Entre janeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Perto de completar seu primeiro ano de funcionamento, a 1ª Vara Especializada em Pessoas Idosas (Vepi), criada em janeiro do ano passado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), consolidou-se como referência no tratamento de demandas cíveis que envolvem a população idosa e exigem atenção diferenciada, sensibilidade social e respostas céleres.</p>
<p>Entre janeiro e 30 de novembro de 2025, a Vara registrou números expressivos: foram 1.522 sentenças, 3.410 decisões e 9.012 despachos, totalizando 13.944 atos decisórios. No mesmo período, 655 novos processos foram distribuídos após a criação da unidade e 1.229 ações tiveram baixa, demonstrando a efetividade do modelo adotado.</p>
<h3>Atuação integrada e foco no cuidado</h3>
<p>Desde sua instalação, a Vepi tem como marca a aproximação do Judiciário com outros poderes e instituições públicas, entendida como essencial para garantir uma prestação jurisdicional efetiva. O juiz Carlos Eduardo Pimentel das Neves Reis, que atua na Vara desde o início, destaca que a especialização só funciona plenamente quando há cooperação institucional.</p>
<p>“Varas especializadas precisam de ação conjunta. É fundamental a aproximação entre o Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública e os demais poderes”, afirmou o magistrado. Segundo ele, essa rede inclui desde Clínicas da Família até Cras, Creas, abrigos e casas de envelhecimento saudável mantidas pelo município. “De nada adianta o juiz determinar o acolhimento de um idoso se não houver um local adequado para recebê-lo”, completou.</p>
<h3>Diálogo institucional gera resultados concretos</h3>
<p>Um dos marcos desse primeiro ano foi a reunião realizada em agosto de 2025, que reuniu o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, a presidente da Coordenadoria Judiciária de Articulação das Varas da Infância, da Juventude e do Idoso (Cevij), desembargadora Daniela Brandão Ferreira, além de magistrados e secretários municipais.</p>
<p>A articulação entre Judiciário e Executivo não ficou restrita ao encontro e já apresenta resultados práticos, como o reajuste no valor pago pela prefeitura às instituições de acolhimento, que passou de R$ 1.746,00 para R$ 2.618,00 por idoso.</p>
<p>“Conseguir aproximar esse diálogo e manter as portas abertas com os secretários é fundamental”, ressaltou o juiz Carlos Eduardo. Ele cita como exemplo recente uma operação para fechamento de um abrigo clandestino de idosos, realizada com urgência após contato direto com o secretário municipal de Envelhecimento Saudável, Felipe Michel, e respaldada por ordem judicial.</p>
<h3>Modelo que inspira o país</h3>
<p>Ao unir especialização, atendimento humanizado e atuação integrada, a 1ª Vara Especializada em Pessoas Idosas do Rio de Janeiro se firma como modelo para outros tribunais brasileiros, reforçando o papel do Judiciário na proteção dos direitos da população idosa e na construção de políticas públicas mais eficazes e sensíveis às demandas do envelhecimento.</p>
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		<title>Vigilância Sanitária fecha abrigo clandestino e resgata idosos em situação degradante no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vigilancia-sanitaria-fecha-abrigo-clandestino-e-resgata-idosos-em-situacao-degradante-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 13:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Abrigo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fechamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete idosos foram resgatados em condições consideradas degradantes em um abrigo clandestino que operava irregularmente em Paciência, na zona oeste do Rio de Janeiro. A ação, realizada nesta quarta-feira (26), foi conduzida pela Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti) em parceria com o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, que interditou o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete idosos foram resgatados em condições consideradas degradantes em um abrigo clandestino que operava irregularmente em Paciência, na zona oeste do Rio de Janeiro. A ação, realizada nesta quarta-feira (26), foi conduzida pela Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti) em parceria com o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, que interditou o local imediatamente.</p>
<p>A residência, que se apresentava como Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), não possuía qualquer autorização legal para funcionar. Durante a operação, os agentes não encontraram equipe responsável pelos cuidados básicos dos residentes. Os policiais relataram que os idosos estavam completamente sozinhos e expostos a um cenário de abandono: ambientes sujos, estrutura precária e alimentos armazenados de forma inadequada e insalubre.</p>
<p>Os responsáveis pelo espaço não estavam presentes no momento da fiscalização, mas já foram identificados. Eles deverão responder por exercício irregular da atividade e por colocar em risco a saúde e a integridade de pessoas idosas — um crime previsto na legislação que protege a população da terceira idade.</p>
<p>Após o resgate, as vítimas foram encaminhadas para avaliação médica. A depender dos laudos, elas serão transferidas para outras instituições devidamente regularizadas ou entregues aos familiares.</p>
<p>De acordo com o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, o local configurava-se como um estabelecimento clandestino, sem documentação mínima, sem licença de funcionamento e com graves falhas estruturais e sanitárias. O órgão reforçou que operações como essa são essenciais para coibir o funcionamento de abrigos ilegais e garantir a proteção da população idosa, frequentemente vulnerável a situações de negligência e exploração.</p>
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		<title>Idosos conectados: acesso à internet quase quadruplica em oito anos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/idosos-conectados-acesso-a-internet-quase-quadruplica-em-oito-anos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em termos proporcionais, o uso da internet por pessoas com 60 anos ou mais passou de 44,8% em 2016 para 69,8% em 2024. Ainda assim, os idosos seguem como o grupo etário que menos utiliza a rede.</p>
<p>Para o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, o crescimento reflete uma maior inserção digital da terceira idade diante da digitalização dos serviços. “A internet tem feito cada vez mais parte do cotidiano da sociedade. Muitos serviços são acessados online, a comunicação ocorre pela internet e, muitas vezes, é até uma necessidade profissional”, explica.</p>
<p>A pesquisa foi realizada no último trimestre de 2024 e ouviu brasileiros sobre seus hábitos nos 90 dias anteriores à entrevista. O levantamento mostra que 87,9% dos idosos conectados acessam a internet todos os dias.</p>
<table class="aligncenter" style="width: 55.7934%; height: 343px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 99.8165%;" colspan="2"><strong>Evolução do acesso à internet (percentual da população com 10 anos ou mais)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2016</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">66,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2017</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">71,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2018</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">76,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2019</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">79,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2020*</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;"> –</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2021</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">84,7%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2022</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">87,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2023</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">88%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2024</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">89,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10px;"><em>*Por causa da pandemia de covid-19, a pesquisa não foi realizada em 2020</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Internet para quase todos</strong></p>
<p>Em 2024, 168 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais usaram a internet, o que representa 89,1% da população nesta faixa etária. Desse total, 95,2% acessam a rede diariamente — apenas 0,6% usam menos de uma vez por semana.</p>
<p>O celular continua sendo o principal meio de conexão, usado por 98,8% dos internautas. Já o uso de computadores caiu significativamente: de 63,2% em 2016 para 33,4% em 2024. Por outro lado, o uso de televisores para acessar a rede disparou, passando de 11,3% para 53,5% no mesmo período.</p>
<p><strong>Conexão nas casas e nas zonas rurais</strong></p>
<p>Dos 80 milhões de domicílios brasileiros, 93,6% (74,9 milhões) têm acesso à internet — avanço considerável em relação aos 70,9% registrados em 2016. A grande maioria dessas conexões (99,9%) é feita por meio de banda larga, seja fixa ou móvel.</p>
<p>A pesquisa também mostra desigualdades regionais. Nas áreas urbanas, 94,7% das casas estão conectadas, contra 84,8% das áreas rurais. Apesar disso, o uso da internet cresceu de forma acelerada no campo, aproximando-se da realidade urbana.</p>
<p>Fontes do IBGE ressaltam que o acesso à rede por moradores da zona rural pode ocorrer fora de casa, como em locais de trabalho ou espaços públicos com conexão.</p>
<p><strong>Dispositivos inteligentes em alta</strong></p>
<p>O estudo também captou o crescimento da chamada “internet das coisas”. Dispositivos como câmeras, lâmpadas, caixas de som, ar-condicionado e geladeiras conectadas à internet estão presentes em 18,1% dos domicílios em 2024 — avanço em relação aos 14,3% de 2022. Nas cidades, esse percentual chega a 19,1%; no campo, é de 8,8%.</p>
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		<item>
		<title>Casos de síndrome respiratória seguem elevados entre idosos e crianças no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casos-de-sindrome-respiratoria-seguem-elevados-entre-idosos-e-criancas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 23:38:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
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		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) continuam elevados no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, conforme alerta o Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (5) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A análise, que corresponde à semana epidemiológica de 25 a 31 de maio, aponta que os principais agentes associados à alta de casos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) continuam elevados no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, conforme alerta o Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (5) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A análise, que corresponde à semana epidemiológica de 25 a 31 de maio, aponta que os principais agentes associados à alta de casos e óbitos são a Influenza A e o vírus sincicial respiratório (VSR).</p>
<p>Segundo o levantamento, a mortalidade por SRAG nas últimas oito semanas foi semelhante entre crianças e idosos. Entre os mais velhos, predominam os óbitos relacionados à Influenza A, enquanto nas crianças destacam-se tanto a incidência quanto as mortes provocadas por rinovírus e também pela Influenza A.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, embora a maior parte do país registre elevação nos casos de SRAG em crianças, alguns estados das regiões Centro-Sul e Norte, além do Ceará, já apresentam sinais de estabilização ou mesmo de interrupção dessa tendência. No entanto, ela adverte que os índices da doença seguem altos nessas áreas e reforça a necessidade da vacinação contra o vírus Influenza A, especialmente para as populações mais vulneráveis, como idosos, crianças, pessoas com comorbidades e gestantes.</p>
<p>Portella explica que, entre as crianças de até 4 anos, o aumento de casos de SRAG é impulsionado principalmente pelo VSR, mas também há contribuição expressiva do rinovírus e da Influenza A, especialmente entre adolescentes de até 14 anos. Já nos idosos a partir de 65 anos, adultos e jovens com mais de 15 anos, a Influenza A é o principal fator associado ao crescimento das hospitalizações por síndrome respiratória.</p>
<p>O boletim também revela que 25 das 27 unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento a longo prazo. São eles: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.</p>
<p>Além disso, 15 das 27 capitais brasileiras estão com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, também com sinal de crescimento a longo prazo: Aracaju, Belo Horizonte, Boa Vista, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Porto Alegre, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo.</p>
<p>Diante desse cenário, especialistas reforçam a necessidade de intensificar a vacinação e as medidas de prevenção, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis da população.</p>
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		<item>
		<title>LGBTQIA+ reivindicam saúde especializada para envelhecer com dignidade e orgulho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lgbtqia-reivindicam-saude-especializada-para-envelhecer-com-dignidade-e-orgulho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 20:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbtqia+]]></category>
		<category><![CDATA[Mês do Orgulho LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No Mês do Orgulho LGBTQIA+, ativistas e especialistas alertam: o envelhecimento da população brasileira, embora crescente, não ocorre de forma igualitária. Para pessoas LGBTQIA+, a terceira idade chega marcada por vulnerabilidades específicas, mas também com orgulho de quem resistiu a múltiplas formas de opressão. “Envelhecer não é morrer, é viver cada dia mais”, afirma Dora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Mês do Orgulho LGBTQIA+, ativistas e especialistas alertam: o envelhecimento da população brasileira, embora crescente, não ocorre de forma igualitária. Para pessoas LGBTQIA+, a terceira idade chega marcada por vulnerabilidades específicas, mas também com orgulho de quem resistiu a múltiplas formas de opressão.</p>
<p>“Envelhecer não é morrer, é viver cada dia mais”, afirma Dora Cudignola, 72 anos, presidente da EternamenteSOU, associação criada em São Paulo para acolher idosos LGBTQIA+. Dora, que se define como uma “idosa lésbica e atrevida”, defende a criação de instituições de longa permanência específicas para essa população, com acolhimento digno e comunitário.</p>
<p>Apesar de avanços, o sistema de saúde ainda não está preparado para as demandas da velhice LGBTQIA+. “Muitos profissionais não sabem como lidar com a nossa identidade. O atendimento precisa ser qualificado e respeitoso”, reforça Dora.</p>
<p>Em carta aberta divulgada recentemente, o gerontólogo Diego Felix Miguel, presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia em São Paulo, destacou a urgência de políticas públicas que garantam segurança, cuidado e dignidade para idosos LGBTQIA+. “Muitas dessas pessoas, ao dependerem de cuidados em instituições, são forçadas a esconder quem são, retornando para o armário”, lamenta.</p>
<p>Dados preliminares de sua pesquisa indicam baixa capacitação de profissionais em instituições de longa permanência, muitas delas vinculadas a valores religiosos que reforçam preconceitos. Além do tratamento discriminatório, há a possibilidade de agressões vindas de familiares ou de outros residentes.</p>
<p>O geriatra Milton Crenitte, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP e apoiador da EternamenteSOU, lembra que a atual geração LGBTQIA+ idosa resistiu à ditadura, à epidemia de HIV e a uma vida de exclusão. Ele alerta que solidão e isolamento social, muito comuns nesse grupo, impactam diretamente na saúde, aumentando riscos de demência, doenças crônicas e até morte precoce.</p>
<p>“Solidão mata. A comunidade LGBTQIA+ envelhece mais isolada e com mais medo: de morrer sozinha, de ser discriminada no fim da vida”, explica Crenitte.</p>
<p>Cada letra da sigla LGBTQIA+ também enfrenta desafios específicos. Pessoas trans, por exemplo, envelhecem marcadas pela exclusão histórica do acesso à saúde, educação e emprego. Mulheres lésbicas realizam menos exames preventivos, como mamografia e papanicolau, e homens gays sofrem com a pressão estética e, muitas vezes, recorrem a procedimentos de risco para manter padrões de beleza.</p>
<p>Bruna Benevides, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), denuncia que a negligência médica aos corpos trans atravessa toda a vida. “Na velhice, esse abandono se transforma em dores físicas, doenças não tratadas e saúde mental devastada. Envelhecemos de forma altamente precária, muitas vezes sem documentos retificados e sem acesso pleno à saúde”, afirma.</p>
<p>A Antra reivindica políticas de saúde transespecíficas e formação adequada dos profissionais, com foco não só técnico, mas também humanitário. “Ainda somos vistos como patologia, não como sujeitos de direitos com trajetória e futuro”, denuncia Bruna.</p>
<p>Para especialistas, envelhecer com dignidade é um direito humano fundamental. “Só teremos um futuro digno para todos se o envelhecimento for, para todas as pessoas, um processo com direitos e qualidade”, conclui Crenitte.</p>
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		<item>
		<title>Rio inicia vacinação contra nova cepa da covid-19 para idosos a partir de 70 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-inicia-vacinacao-contra-nova-cepa-da-covid-19-para-idosos-a-partir-de-70-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 18:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[70 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) começou nesta segunda-feira (2) a vacinar idosos a partir de 70 anos contra a variante JN.1 da covid-19. Este é o segundo grupo etário autorizado a receber o novo imunizante, que, segundo as autoridades sanitárias, é seguro, eficaz contra a cepa em circulação e essencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) começou nesta segunda-feira (2) a vacinar idosos a partir de 70 anos contra a variante JN.1 da covid-19. Este é o segundo grupo etário autorizado a receber o novo imunizante, que, segundo as autoridades sanitárias, é seguro, eficaz contra a cepa em circulação e essencial para reduzir riscos de hospitalizações e mortes.</p>
<p>O avanço da campanha seguirá de forma escalonada, à medida que novas remessas de vacinas forem enviadas pelo Ministério da Saúde. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, o Rio apresenta um cenário epidemiológico “muito confortável”, com 98% da população vacinada contra a doença. “Precisamos manter essa cobertura. Já iniciamos também a vacinação domiciliar para pessoas acamadas. Qualquer paciente que não consiga sair da cama pode acessar sua equipe de saúde da família, pelo site da prefeitura, e agendar a aplicação em casa”, informou Soranz. A meta da SMS é imunizar cerca de 200 mil pessoas com 70 anos ou mais na capital fluminense.</p>
<p>Antes deste grupo, o município já havia iniciado a vacinação de idosos residentes em Instituições de Longa Permanência (ILPIs) e da população acima de 80 anos. O imunizante está disponível nas 240 unidades da Atenção Primária à Saúde — entre centros municipais de saúde e clínicas da família — e em dois polos de referência: o Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, aberto diariamente das 8h às 22h, e a unidade de Campo Grande, no ParkShoppingCampoGrande, que funciona de acordo com o horário do centro comercial.</p>
<p>A SMS também reforça a importância de atualizar a caderneta de vacinação com as demais campanhas sazonais. Estão disponíveis as vacinas contra influenza, febre amarela e sarampo. A vacinação contra a gripe contempla todas as pessoas a partir de seis meses de idade, enquanto os imunizantes contra sarampo e febre amarela são recomendados conforme o histórico vacinal e a avaliação individual de risco. A recomendação se dá após o registro de casos recentes dessas doenças em cidades e estados vizinhos.</p>
<p>A prefeitura mantém atualizadas as informações sobre o calendário e locais de vacinação no portal oficial, incentivando a população a manter a proteção em dia e evitar a disseminação de doenças imunopreveníveis.</p>
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		<title>Rio retoma vacinação contra covid com dose atualizada para nova variante</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-retoma-vacinacao-contra-covid-com-dose-atualizada-para-nova-variante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 11:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dia D contra Gripe]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) inicia nesta quarta-feira (7) a aplicação da nova vacina contra a covid-19, atualizada para proteger contra a subvariante JN.1. O primeiro grupo a ser imunizado será o de idosos que vivem em instituições de longa permanência. A cidade recebeu um total de 20.700 doses da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) inicia nesta quarta-feira (7) a aplicação da nova vacina contra a covid-19, atualizada para proteger contra a subvariante JN.1. O primeiro grupo a ser imunizado será o de idosos que vivem em instituições de longa permanência. A cidade recebeu um total de 20.700 doses da vacina.</p>
<p>A imunização é destinada a pessoas que já tenham tomado a dose anterior há pelo menos um ano. Segundo a secretaria, o novo imunizante reduz significativamente os riscos de hospitalização e morte associados à variante JN.1, atualmente a cepa dominante.</p>
<p>Além disso, a capital fluminense também recebeu 13.040 doses da vacina Pfizer Baby, voltada para crianças de 6 meses a 4 anos de idade.</p>
<p>Com a chegada de mais lotes, outros grupos prioritários devem ser incluídos na campanha nas próximas semanas. As doses serão disponibilizadas em 240 salas de vacinação espalhadas por clínicas da família, centros municipais de saúde e nos dois polos do Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo e no Park Shopping Campo Grande.</p>
<h4><strong>Dia D contra a gripe será no sábado</strong></h4>
<p>No próximo sábado (10), entre 8h e 17h, será realizado o Dia D de vacinação contra a gripe em toda a cidade. A mobilização contará com atendimento em unidades de atenção primária e em centenas de pontos extras, como praças, igrejas, escolas, centros comerciais e associações de moradores. Mais de 500 mil doses da vacina contra a influenza estarão disponíveis.</p>
<figure id="attachment_83413" aria-describedby="caption-attachment-83413" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83413" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07-Daniel-Soranz-secretario-municipal-de-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C308&#038;ssl=1" alt="Daniel Soranz, Secretário Municipal De Saúde - Expresso Carioca" width="463" height="308" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07-Daniel-Soranz-secretario-municipal-de-saude-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07-Daniel-Soranz-secretario-municipal-de-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07-Daniel-Soranz-secretario-municipal-de-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-83413" class="wp-caption-text">Rio Retoma Vacinação Contra Covid Com Dose Atualizada Para Nova Variante &#8211; Foto: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Toda a população a partir dos 6 meses de idade poderá se vacinar, com exceção de quem tem histórico de alergia grave a doses anteriores. A vacinação é anual, e quem se imunizou no ano passado deve tomar nova dose este ano. Para quem já recebeu o imunizante anteriormente, a aplicação é de dose única.</p>
<p>Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a mobilização é essencial antes do inverno, quando há aumento de casos. “O pico da doença ocorre nos meses de julho e agosto, no inverno. Então é importante que a população esteja imunizada antes desse período. O ideal é que as pessoas busquem se vacinar o mais rápido possível, para estar protegidas. É uma vacina muito segura e, para facilitar o acesso, disponibilizamos centenas de pontos de vacinação em toda a cidade. Muitas unidades estão com programações lúdicas e culturais para tornar o Dia D uma grande festa da saúde, como o carioca gosta e merece. No último Dia D, em 2024, foram vacinadas 208 mil pessoa,s e a expectativa é superar essa marca em 2025, no próximo sábado”.</p>
<p>A meta da campanha de 2025 é vacinar cerca de 3 milhões de pessoas. Até o momento, mais de 700 mil já se imunizaram contra a gripe na cidade.</p>
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		<title>Voa Brasil viabiliza mais de 35 mil passagens aéreas para aposentados em oito meses</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/voa-brasil-viabiliza-mais-de-35-mil-passagens-aereas-para-aposentados-em-oito-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 22:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Economina]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de Portos e Aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[ministro Silvio Costa Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Passagens Aereas]]></category>
		<category><![CDATA[Voa Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Criado em julho de 2024 para incentivar aposentados a viajarem de avião, o programa federal Voa Brasil já possibilitou a reserva de 35.419 passagens aéreas com valor de até R$ 200 por trecho (ida ou volta). O número equivale à lotação de aproximadamente 270 aviões com capacidade para 131 passageiros cada, em apenas oito meses [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criado em julho de 2024 para incentivar aposentados a viajarem de avião, o programa federal Voa Brasil já possibilitou a reserva de 35.419 passagens aéreas com valor de até R$ 200 por trecho (ida ou volta). O número equivale à lotação de aproximadamente 270 aviões com capacidade para 131 passageiros cada, em apenas oito meses de funcionamento.</p>
<p>De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, o objetivo do programa de ampliar o acesso ao transporte aéreo sem subsídios públicos está sendo plenamente cumprido. &#8220;Estamos permitindo que grupos como os aposentados do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] encontrem passagens mais acessíveis, e isso tem sido um grande sucesso&#8221;, afirmou o ministro Sílvio Costa Filho.</p>
<figure id="attachment_82720" aria-describedby="caption-attachment-82720" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-82720" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-ministro-de-Portos-e-Aeroportos-MPor-Silvio-Costa-Filho-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="O Ministro De Portos E Aeroportos (MPor), Sílvio Costa Filho - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-ministro-de-Portos-e-Aeroportos-MPor-Silvio-Costa-Filho-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-ministro-de-Portos-e-Aeroportos-MPor-Silvio-Costa-Filho-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-ministro-de-Portos-e-Aeroportos-MPor-Silvio-Costa-Filho-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/02-O-ministro-de-Portos-e-Aeroportos-MPor-Silvio-Costa-Filho-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82720" class="wp-caption-text">O ministro de Portos e Aeroportos (MPor), Sílvio Costa Filho. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil &#8211; Antônio Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3><strong>São Paulo lidera destinos mais procurados</strong></h3>
<p>São Paulo se destaca como o destino mais requisitado pelos beneficiários do programa, com 10.261 bilhetes reservados, representando quase 30% do total. Outras cidades com alta demanda incluem Rio de Janeiro (3.050), Recife (2.745), Fortaleza (2.453) e Brasília (2.268). Entre os 20 principais destinos, apenas três não são capitais: Campinas (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Porto Seguro (BA).</p>
<p>Ao longo de fevereiro e março de 2025, Recife superou o Rio de Janeiro e se tornou o segundo destino mais procurado pelos beneficiários. No total, as passagens emitidas cobrem 82 municípios brasileiros.</p>
<h3><strong>Alta taxa de conversão</strong></h3>
<p>Um dos destaques do programa é a elevada taxa de conversão de acessos em reservas confirmadas. Segundo Tomé Barros Franca, secretário nacional de Aviação Civil, cerca de 150 mil aposentados acessaram o sistema, resultando na emissão de 35 mil passagens, o que representa uma taxa de conversão de 24%. Para efeito de comparação, nos sites das companhias aéreas, essa taxa varia entre 1% e 3%.</p>
<h3><strong>Funcionamento do Voa Brasil</strong></h3>
<p>O Voa Brasil é um programa de inclusão social da aviação civil e não utiliza recursos públicos. As passagens são oferecidas por companhias aéreas parceiras que disponibilizam assentos ociosos em voos de baixa demanda, garantindo preços acessíveis aos beneficiários.</p>
<p>O governo projetou, inicialmente, a oferta de três milhões de passagens para um público-alvo de 23,3 milhões de aposentados. Além disso, há planos para ampliar o programa a outros grupos, incluindo estudantes, na segunda fase da iniciativa, que deve ser anunciada em breve.</p>
<p>Para participar, o aposentado do INSS deve acessar o site do programa e possuir um cadastro nível ouro ou prata no portal gov.br, garantindo a validação de seus dados. Cada beneficiário tem direito a dois bilhetes por ano, mas precisa atender ao critério de não ter viajado de avião nos 12 meses anteriores. No momento da reserva, é possível escolher data, origem e destino, conforme a disponibilidade de voos.</p>
<p>Com o avanço do programa e a expansão prevista para novas categorias, o Voa Brasil se consolida como uma alternativa acessível para milhões de brasileiros explorarem o transporte aéreo.</p>
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		<title>Efeitos da Fumaça na Saúde: Preocupações crescem com a qualidade do ar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/efeitos-da-fumaca-na-saude-preocupacoes-crescem-com-a-qualidade-do-ar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Clima seco]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[danos à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[fuligem]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça no ar]]></category>
		<category><![CDATA[Hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento de fuligem e fumaça no ar, combinado com o clima seco que atinge grande parte do Brasil, tem gerado graves problemas respiratórios, afetando principalmente crianças e idosos. A presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Margareth Dalcolmo, alerta para os riscos à saúde causados pela baixa qualidade do ar. “Nós, especialistas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento de fuligem e fumaça no ar, combinado com o clima seco que atinge grande parte do Brasil, tem gerado graves problemas respiratórios, afetando principalmente crianças e idosos. A presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Margareth Dalcolmo, alerta para os riscos à saúde causados pela baixa qualidade do ar.</p>
<p>“Nós, especialistas, estamos profundamente preocupados com os danos, muitas vezes agudos, que a má qualidade do ar provoca no sistema respiratório. Esses fatores estão gerando rinites, asma, bronquite aguda e alergias respiratórias, afetando gravemente crianças e, principalmente, idosos, que são os mais vulneráveis&#8221;, afirmou Margareth em entrevista à **Rádio Nacional**.</p>
<p><strong>A gravidade das substâncias no ar</strong></p>
<p>A pneumologista destacou que a variedade de substâncias nocivas no ar torna difícil medir os impactos imediatos e futuros na saúde. Ela explica que a fumaça de incêndios contém gases tóxicos e partículas finas que prejudicam os alvéolos pulmonares, além de liberar compostos como monóxido de carbono e dióxido de enxofre. Esses poluentes podem agravar doenças preexistentes, como asma e enfisema pulmonar, levando a complicações severas.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, por exemplo, já foram registrados níveis de poluição superiores aos encontrados em Cubatão, famosa pela poluição industrial. “Estamos ultrapassando 300 microgramas de substâncias poluentes, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um limite de 45 microgramas, em três a quatro dias por ano. Isso é muito preocupante”, ressaltou a médica.</p>
<p><strong>Cuidados necessários e desafios no tratamento</strong></p>
<p>Margareth Dalcolmo sugere algumas precauções para minimizar os efeitos nocivos da fumaça. Ficar em casa, ventilar o ambiente com cuidado para evitar a entrada de poluentes, e aumentar a ingestão de água são medidas essenciais. Ela destacou que o Ministério da Saúde está preparando novas diretrizes para orientar a população sobre como se proteger.</p>
<p>A médica também alertou para o impacto nos sistemas de saúde, com aumento de casos de doenças respiratórias sobrecarregando emergências e clínicas. Ela recomendou que pessoas com desconforto respiratório procurem ajuda médica, especialmente se já possuem condições preexistentes.</p>
<p><strong>Uso de máscaras</strong></p>
<p>Sobre o uso de máscaras, Margareth Dalcolmo foi cautelosa, indicando que as máscaras cirúrgicas e de tecido oferecem proteção limitada. Máscaras mais eficientes, como as do tipo N95, são mais caras e menos acessíveis.</p>
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		<item>
		<title>Violências contra idosos podem ter diferentes facetas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/violencias-contra-idosos-podem-ter-diferentes-facetas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 15:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Negligência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra pessoa idosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Solta o som! Vamos dançar! O cuidador de idosos busca animar o grupo. Eles estão no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, em Brasília, uma instituição de longa permanência de idosos na capital federal, conveniada ao sistema público de proteção de pessoas acima dos 60 anos de idade em situação de vulnerabilidade. Lá, em outros lares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Solta o som! Vamos dançar!<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O cuidador de idosos busca animar o grupo. Eles estão no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, em Brasília, uma instituição de longa permanência de idosos na capital federal, conveniada ao sistema público de proteção de pessoas acima dos 60 anos de idade em situação de vulnerabilidade. Lá, em outros lares de acolhimento e nas ruas brasileiras, há histórias de diferentes tipos de violências invisibilizadas. Nesta quinta-feira (15), é Dia Mundial de Conscientização sobre a Violência contra a Pessoa Idosa.</p>
<p>O som é o pagode, que anima Maria*, de 75 anos. “Eu gosto de dançar, de ouvir. Só não sei cantar”. Ela, que nasceu em uma cidade do interior nordestino, foi empregada doméstica até se aposentar e morava em região periférica da capital federal. “Eu fiquei viúva muito jovem. Eu trabalhava em casa de família”.</p>
<p>Antes de ser acolhida no Lar dos Velhinhos, vivia sozinha e contava com apoio de amigos. “Um dia, uma pessoa ficou preocupada comigo porque achou que eu não estava vivendo bem, porque não fazia as três refeições. Foi assim que esse amigo me inscreveu no Lar e me acolheram há três anos nesse lugar maravilhoso”.</p>
<p>O sorriso de Maria diminui quando cita que o único filho não a visita.</p>
<blockquote><p>“Ele ganha pouco também. Ficou com minhas coisas. Mas meu filho não quer nem saber de mim”.</p></blockquote>
<p>O psicólogo do Lar dos Velhinhos Leonardo Tavares afirma que os idosos chegam às casas em diferentes situações de vulnerabilidade e que é preciso uma atenção individualizada a cada demanda. “Cada pessoa que chega aqui é como um universo. São muitas histórias e nosso papel é garantir a individualidade de cada idoso”. O Lar tem hoje 92 idosos acolhidos. “Diante da necessidade e do crescimento populacional, há no Distrito Federal cinco espaços, o que ainda é pouco”, considera. O Lar faz permanente <a href="https://institutointegridade.apoiar.co/" target="_blank" rel="noopener">campanha para doações</a> tanto financeiras, de roupas, móveis e agasalhos.</p>
<h2>Abandono e negligência</h2>
<p>Histórias de abandono e negligência fazem parte do caminho de violência a que estão submetidos os idosos. Segundo dados coletados pela Ouvidoria do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, nos primeiros cinco meses de 2023, pelo caminho de denúncias do Disque 100 (incluindo telefone, e-mail e redes sociais), o Brasil contabilizou 37.441 casos de negligência, 19.987 de abandono, 129.501 de violência física, 120.351 de violência psicológica e 15.211 de violência financeira. Houve um aumento em todos eles se comparados aos números do mesmo período do ano passado.</p>
<p>IMG</p>
<p>O secretário nacional dos Direitos Humanos da Pessoa Idosa, Alexandre da Silva, avalia que os números vinham sendo subnotificados e que a maior quantidade de denúncias pode significar maior confiabilidade nas instituições de que vai haver alguma providência. “Um dos nossos focos neste mês alusivo ao enfrentamento da violência contra o idoso (Junho Violeta) é a maior divulgação do Disque 100”. Ele reconhece que alguns grupos, por diferentes vulnerabilidades sociais, podem estar mais expostos à violência.</p>
<p>Ele diz que os dados têm mostrado que a idade na qual ocorre a violência está começando desde os 60 anos de idade. “A gente entende que vários cenários podem ser causadores dessa violência, não só o âmbito familiar, mas também das instituições. A nossa prioridade é tirar essa pessoa idosa da cena da violência”.</p>
<h2>Pandemia e violência dentro de casa</h2>
<p>O secretário contextualiza que o período da pandemia expôs dificuldades extremas para os idosos. “Nós temos, infelizmente ainda, a constatação de que boa parte dessa violência ocorre dentro de casa”.</p>
<p>O médico-gerontólogo Alexandre Kalache, um dos principais pesquisadores brasileiros sobre o assunto, avalia que a pandemia expôs diferentes violências contra os idosos.</p>
<blockquote><p>“A pandemia nos prestou, de uma forma perversa, o flagrante que o país precisa dar saltos gigantescos para que a gente combata o idadismo, o preconceito contra o idoso. No Brasil, o velho é sempre o outro”.</p></blockquote>
<p>O pesquisador é presidente do Centro Internacional da Longevidade (International Longevity Centre, ILC Brazil) e co-diretor do Age Friendly Institute, baseado em Boston (Estados Unidos). “A avaliação que eu faço sobre as políticas para o enfrentamento da violência, da negligência e abandono é que nós temos hoje uma oportunidade histórica para retomar aquilo que vinha sendo feito e que infelizmente sofreu um lapso”. Para ele, nos últimos anos, não houve reais políticas públicas de proteção a esse grupo da sociedade.</p>
<p>Ele leva em conta que o Brasil será um dos três países que mais rapidamente irá envelhecer até o ano de 2050. China e Tailândia estão entre as nações que precisam também se organizar para proporcionar dignidade a uma faixa etária que não para de crescer. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que pessoas com 60 anos ou mais chegaram a 31,23 milhões de pessoas.</p>
<p>“Realmente nós perdemos muito tempo. Como você pode justificar que um país que tem 3% da população mundial seja responsável por 11% das mortes pela covid-19. Houve muito desleixo porque as principais vítimas da pandemia eram pessoas idosas”, afirmou Kalache.</p>
<p>Além disso, as vítimas principais estavam entre as populações mais carentes. “Ribeirinhas, favelados, população negra e indígenas, quilombolas… A vulnerabilidade no Brasil é da desigualdade social. Você se torna um idoso entre aspas, não por ter cumprido um determinado número de anos, mas por você ter comorbidades”.</p>
<p>O secretário Alexandre da Silva entende que as soluções passam por ações educativas.</p>
<blockquote><p>“É necessário entender que muitas vezes essa violência começa pequenininha, com um apelido, com o uso indevido do dinheiro da pessoa idosa. Mas envolve também ações físicas, psicológicas, sexuais, e o aumento das violências patrimoniais”.</p></blockquote>
<p>Ele diz que o governo vai apresentar uma série de ações para minimizar as violências, e fortalecer as parcerias com estados e municípios.</p>
<p>“O importante é que o idoso nunca se cale. Ele nunca deve consentir com nenhum tipo de violência”. Para isso, segundo orienta o secretário, é possível a todos os cidadãos encontrarem algum órgão com um serviço de saúde ou um espaço socioassistencial, como os Cras e Creas, que são os centros de referência de assistência social.</p>
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<p>O pesquisador Alexandre Kalache lembra que quando era diretor na Organização Mundial da Saúde do Departamento de Envelhecimento, houve um estudo em 12 países, incluindo o Brasil, e que a tônica principal era a observação da violência institucional nessas nações. “Eu me lembro de uma senhora na Jamaica que disse não ter coragem de fazer perguntas para uma enfermeira. No Canadá, outra idosa citou momento de um constrangimento. Um outro senhor, nesse mesmo estudo, me disse que um grito dói mais do que um tapa na cara”.</p>
<p>Constrangimento que outro idoso, Gabriel Ximenes, de 82 anos, que vive de um salário  mínimo de aposentadoria e de vigiar carros em Brasília, sentiu quando foi  pedir um empréstimo em um banco. Entre as dívidas, precisa tentar pagar a conta d´água da casinha de dois cômodos que mora em Águas Lindas de Goiás (GO), a 40 quilômetros de onde vigia carros. “Me falaram que eu não conseguiria por causa da idade”. Foi embora e, por isso, precisa trabalhar de domingo a domingo. A esposa e o filho esperam diariamente pelas moedas que recolhe.</p>
<p>Para o secretário Alexandre da Silva, não cabe somente ao idoso chamar atenção pelos constrangimentos, preconceitos ou outras violências por quais passa. “Esse apoio é um dever não só da vítima, mas de toda a sociedade”, afirma Alexandre da Silva</p>
<p>No Lar dos Velhinhos, Maria* lamenta a falta de visitas, mas descobriu novos amigos. “Eu não paro de falar. Por mim, dançaria todos os dias. Claro que tenho saudades. Mas o nosso momento é também aproveitar a vida, né?”.</p>
<p><em>* O nome da entrevistada e algumas informações do Lar dos Velhinhos não foram mencionados para garantir a privacidade da idosa.</em></p>
</div>
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