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	<title>Idoso &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Canetas emagrecedoras exigem cautela entre idosos, alerta Sociedade Brasileira de Geriatria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 14:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso das chamadas canetas emagrecedoras por pessoas idosas deve ser feito com extremo cuidado e acompanhamento médico rigoroso, sob risco de acelerar o declínio funcional e comprometer a autonomia. O alerta foi feito nesta terça-feira (6) pelo presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva, em entrevista à Agência Brasil. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso das chamadas canetas emagrecedoras por pessoas idosas deve ser feito com extremo cuidado e acompanhamento médico rigoroso, sob risco de acelerar o declínio funcional e comprometer a autonomia. O alerta foi feito nesta terça-feira (6) pelo presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Leonardo Oliva, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Segundo o geriatra, sem orientação adequada, indivíduos com 60 anos ou mais ficam mais suscetíveis aos efeitos adversos desses medicamentos, que incluem náuseas, vômitos, redução do apetite e dificuldade na ingestão de alimentos e líquidos. “Isso pode levar à desidratação e a distúrbios eletrolíticos potencialmente graves. A médio prazo, há também o risco de desnutrição”, afirmou.</p>
<p>Um dos pontos de maior preocupação, de acordo com Oliva, é a perda de massa muscular associada ao emagrecimento induzido pelas medicações. “Cerca de um terço do peso perdido com o uso dessas drogas corresponde à massa magra. Não existe emagrecimento apenas de gordura: o corpo perde músculo também”, explicou.</p>
<p>Na população idosa, essa perda pode resultar em diminuição da capacidade funcional, ou seja, da habilidade de realizar atividades básicas do dia a dia. “É algo muito significativo e, em muitos casos, essa perda muscular pode não ser totalmente recuperada”, advertiu.</p>
<p>O diretor-científico da SBGG, Ivan Aprahamian, reforçou que a combinação entre menor apetite, náuseas e rápida perda de peso pode precipitar síndromes geriátricas importantes, como a sarcopenia e a fragilidade física, aumentando o risco de quedas, internações e perda de independência.</p>
<figure id="attachment_87762" aria-describedby="caption-attachment-87762" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87762" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Musculacao-pode-ajudar-a-reduzir-perda-de-massa-muscular-ao-emagrecer-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Musculação Pode Ajudar A Reduzir Perda De Massa Muscular Ao Emagrecer - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Musculacao-pode-ajudar-a-reduzir-perda-de-massa-muscular-ao-emagrecer-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Musculacao-pode-ajudar-a-reduzir-perda-de-massa-muscular-ao-emagrecer-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Musculacao-pode-ajudar-a-reduzir-perda-de-massa-muscular-ao-emagrecer-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Musculacao-pode-ajudar-a-reduzir-perda-de-massa-muscular-ao-emagrecer-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87762" class="wp-caption-text">Musculação pode ajudar a reduzir perda de massa muscular ao emagrecer &#8211; José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Tratamento médico, não solução estética</h3>
<p>Leonardo Oliva enfatizou que as canetas emagrecedoras são indicadas para o tratamento de condições clínicas específicas, como obesidade, diabetes tipo 2 e apneia do sono, e não para fins estéticos. “Há pessoas usando essas medicações para perder dois ou três quilos ou gordura localizada. Não há indicação médica para isso”, destacou.</p>
<p>Para o presidente da SBGG, apesar dos riscos, os medicamentos representam um avanço importante da medicina quando bem indicados. “São uma inovação fantástica, especialmente no tratamento da obesidade, que é uma doença crônica, grave e de difícil controle. O problema é o uso indiscriminado”, afirmou.</p>
<p>Ele reforçou que, no caso dos idosos, o tratamento da obesidade deve envolver acompanhamento médico constante, orientação nutricional e suporte de fisioterapeutas ou educadores físicos. A prática regular de exercícios, especialmente musculação, é considerada essencial para minimizar a perda de massa muscular durante o processo de emagrecimento.</p>
<p>Outro ponto ressaltado foi a necessidade de evitar a perda de peso rápida. “Quanto mais acelerado o emagrecimento, maior tende a ser a perda associada de músculo”, alertou Oliva. Segundo ele, a alimentação adequada, com ingestão suficiente de proteínas, vitaminas e minerais, é fundamental para preservar a saúde global.</p>
<h3>Envelhecimento, genética e busca por saúde</h3>
<p>O geriatra também chamou atenção para a necessidade de conscientização dos idosos sobre as mudanças naturais do corpo ao longo do envelhecimento. “O organismo não é o mesmo dos 20 anos. Existe uma tendência genética ao acúmulo de gordura com a idade, associada à própria evolução da espécie”, explicou.</p>
<p>Apesar disso, Oliva ressaltou que o combate à obesidade deve estar sempre associado à promoção da saúde, e não apenas à redução do número na balança. “Não é só uma questão de peso. É sobre viver melhor, com mais saúde física, mental e emocional”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, dietas restritivas exigem acompanhamento psicológico, já que o impacto emocional de comer menos do que o corpo demanda pode ser significativo, especialmente em pessoas mais velhas.</p>
<h3>Alerta contra mercado ilegal</h3>
<p>Outro cuidado considerado indispensável pela SBGG é a compra dos medicamentos apenas com receita médica e em farmácias legalizadas. Oliva alertou para a existência de produtos falsificados e de procedência duvidosa no mercado ilegal. “Isso torna o uso ainda mais perigoso”, disse.</p>
<p>Os riscos, segundo ele, vão desde a incerteza sobre a substância aplicada até problemas de contaminação por bactérias, fungos ou outras substâncias nocivas. “Comprar medicação no mercado paralelo é colocar a saúde em risco de forma muito grave”, enfatizou.</p>
<p>Por fim, Oliva reforçou o papel da prescrição médica como ferramenta de proteção. “A exigência de receita não é burocracia. Significa que a medicação só deve ser usada após avaliação médica adequada, com acompanhamento dos possíveis efeitos adversos”, concluiu.</p>
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		<title>Aumento Alarmante nas Denúncias de Violência Contra Idosos em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 23:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Disque 100]]></category>
		<category><![CDATA[exploração de idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Recentemente, um vídeo viralizou nas redes sociais e na mídia, mostrando uma mulher tentando obter um empréstimo em nome de um idoso falecido que ela levava em uma cadeira de rodas. Esse incidente, embora excepcional, trouxe à tona a indignação tanto local quanto internacionalmente. A mulher, Érika de Souza Vieira Nunes, foi presa sob a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, um vídeo viralizou nas redes sociais e na mídia, mostrando uma mulher tentando obter um empréstimo em nome de um idoso falecido que ela levava em uma cadeira de rodas. Esse incidente, embora excepcional, trouxe à tona a indignação tanto local quanto internacionalmente. A mulher, Érika de Souza Vieira Nunes, foi presa sob a acusação de tentativa de fraude, mas o episódio ressalta a vulnerabilidade dos idosos.</p>
<p>Independente do desfecho desse caso, suspeitas como essas destacam um aumento preocupante na exploração e abuso contra os idosos no Brasil. Nos primeiros três meses de 2024, a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) registrou um total de 42.995 denúncias de violações contra pessoas com 60 anos ou mais. Esse número representa um aumento significativo em relação aos mesmos períodos dos anos anteriores: 33.546 em 2023 e 19.764 em 2022. Entre os abusos relatados este ano, estão maus tratos (12,20%), violência patrimonial (5,72%), negligência (17,51%), exposição a riscos à saúde (14,68%) e tortura psicológica (12,89%).</p>
<p>Os motivos que levam familiares a cometerem abusos ou exploração contra os idosos variam, mas incluem fatores como exaustão dos cuidadores, falta de preparo, desconhecimento da legislação e condições socioeconômicas precárias. Para Sandra Rabello, especialista em gerontologia, é fundamental compreender que a violência contra os idosos possui dimensões coletivas, que começam com a exclusão e a invisibilidade.</p>
<p>&#8220;É necessário um olhar mais atento da sociedade e ações concretas dos órgãos públicos para fiscalizar o cuidado dos idosos&#8221;, destaca Sandra. Ela ressalta a importância de identificar sinais de abuso e de encorajar as vítimas a denunciarem casos de exploração.</p>
<p>Fatima Henriette de Miranda e Silva, presidente da Comissão de Atendimento à Pessoa Idosa da OAB-RJ, concorda que a prevenção da violência contra os idosos requer investimentos em educação, conscientização e assistência social. Ela enfatiza a importância de campanhas e políticas públicas que envolvam toda a sociedade.</p>
<p>Em casos de violência, é crucial denunciar imediatamente às autoridades competentes, como delegacias especializadas em proteção do idoso, Ministério Público ou Disque 100. O Disque 100 funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, e pode ser acessado gratuitamente de qualquer aparelho telefônico. Além disso, as denúncias podem ser feitas online no site da Ouvidoria ou pelo WhatsApp e Telegram.</p>
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