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	<title>IDH &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Famílias no semiárido nordestino precisam de até R$ 4.996 por mês para viver com dignidade, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo conduzido pelo Instituto IDH, em parceria com o Anker Research Institute e o Cebrap, revelou que famílias de quatro pessoas precisam de uma renda mensal entre R$ 1.986 e R$ 4.996 para garantir uma vida digna em regiões do semiárido brasileiro. A pesquisa, que avaliou dez zonas específicas nos estados da Paraíba, Pernambuco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo conduzido pelo Instituto IDH, em parceria com o Anker Research Institute e o Cebrap, revelou que famílias de quatro pessoas precisam de uma renda mensal entre R$ 1.986 e R$ 4.996 para garantir uma vida digna em regiões do semiárido brasileiro. A pesquisa, que avaliou dez zonas específicas nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, leva em conta custos com alimentação saudável, moradia, saúde, educação, lazer e reserva para emergências.</p>
<p>Os valores estimados estão significativamente acima do salário mínimo atual e da linha de pobreza oficial, fixada em R$ 872. A análise também diferencia entre salário digno, voltado para trabalhadores assalariados do campo, e renda digna, voltada a pequenos produtores rurais. Em ambos os casos, a renda real das famílias costuma estar abaixo do necessário.</p>
<p>O estudo ainda alerta para os impactos das mudanças climáticas e da degradação ambiental, como a desertificação, que já ameaça 13% do território semiárido. Segundo Grazielle Cardoso, da Fundação IDH, a ausência de cadeias produtivas sustentáveis impede a geração de renda adequada no campo, o que agrava a vulnerabilidade social e econômica dessas populações.</p>
<p>A pesquisa reforça a urgência de políticas públicas estruturantes que garantam condições mínimas de vida digna para comunidades historicamente marginalizadas pela falta de acesso a direitos básicos e pela precariedade das estruturas produtivas no meio rural.</p>
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		<title>IDH do Brasil aumenta em 2022, mas país desce duas posições no ranking da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 23:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização das Nações Unidas]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do avanço no IDH, o Brasil desceu duas posições no ranking global da ONU, agora ocupando a 89ª colocação entre 193 países. Em 2020, o país estava na 84ª posição, registrando um IDH de 0,758. O índice ainda não recuperou os níveis pré-pandêmicos de 2019, quando atingiu 0,764. O IDH, que avalia indicadores como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do avanço no IDH, o Brasil desceu duas posições no ranking global da ONU, agora ocupando a 89ª colocação entre 193 países. Em 2020, o país estava na 84ª posição, registrando um IDH de 0,758. O índice ainda não recuperou os níveis pré-pandêmicos de 2019, quando atingiu 0,764.</p>
<p>O IDH, que avalia indicadores como educação, saúde, renda e expectativa de vida, é uma medida importante do bem-estar da população. Seu valor varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior é o desenvolvimento humano do país.</p>
<p>Desde 1990, o IDH do Brasil cresceu 22,6%, com quedas apenas em 2015, 2020 e 2021. Contudo, os dados do Pnud mostram que, desde o início da pandemia, a disparidade entre os IDHs de países ricos e pobres vem aumentando, revertendo a tendência de aproximação observada desde 1990.</p>
<p>Impacto da pandemia e políticas públicas<br />
Maitê Gauto, gerente de Programas, Incidências e Campanhas da Oxfam Brasil, destacou que o país enfrentou dificuldades econômicas desde 2015, agravadas pela pandemia. O aumento da fome, atingindo cerca de 33 milhões de pessoas, é um dos reflexos dessa situação.</p>
<p>Mesmo com políticas como o Auxílio Emergencial e o Bolsa Família, o país não conseguiu retomar o IDH anterior à pandemia. O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) ressaltou a redução de verbas nas políticas sociais até 2022, refletindo negativamente nas condições de vida da população.</p>
<p>Comparação regional e internacional<br />
No cenário latino-americano e caribenho, o Brasil ficou na 17ª posição, atrás de países como México, Equador, Cuba e Peru. Chile, Argentina e Uruguai lideram a lista nessa região.</p>
<p>Globalmente, a liderança do ranking pertence a Suíça, Noruega e Islândia, enquanto Somália e Sudão do Sul ocupam as últimas posições. A lista completa pode ser consultada no site da ONU.</p>
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