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	<title>Identidade &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Candidatos do CNU poderão usar documento digital para identificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 22:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mais de 2,11 milhões de inscritos no Concurso Nacional Unificado (CNU) deverão apresentar um documento de identidade válido, original e com foto no dia das provas, que acontecem no próximo domingo (18) em 228 cidades em todo o Brasil. Cópias impressas ou fotografias do documento não serão aceitas em nenhuma circunstância. No entanto, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais de 2,11 milhões de inscritos no Concurso Nacional Unificado (CNU) deverão apresentar um documento de identidade válido, original e com foto no dia das provas, que acontecem no próximo domingo (18) em 228 cidades em todo o Brasil. Cópias impressas ou fotografias do documento não serão aceitas em nenhuma circunstância.</p>
<p>No entanto, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), que coordena o concurso, autoriza o uso de documentos digitais, como o e-Título, a CNH Digital e o RG Digital. Esses documentos devem ser apresentados nos respectivos aplicativos oficiais ou pela Carteira de Documentos Digitais do portal Gov.br.</p>
<p>O MGI orienta que os candidatos baixem o aplicativo Gov.br antecipadamente e garantam que o celular esteja carregado e funcionando corretamente no dia da prova. Mesmo sem conexão com a internet, o aplicativo poderá ser acessado se já estiver instalado.</p>
<h4><strong>Concurso Unificado</strong></h4>
<p>O CNU, apelidado de &#8220;Enem dos Concursos,&#8221; centraliza os processos seletivos para a contratação de 6.640 servidores para 21 órgãos públicos federais. As provas serão aplicadas em dois turnos, e os portões serão fechados pontualmente de acordo com o horário de Brasília.</p>
<p>Os locais de prova já estão disponíveis para consulta no Cartão de Confirmação de Inscrição, que pode ser acessado no site Gov.br. Embora não seja obrigatório levar o cartão no dia da prova, o MGI recomenda que os candidatos o levem para facilitar a localização de sua sala e horário.</p>
<p>Os resultados finais serão divulgados em 21 de novembro, e a convocação para posse dos aprovados começará em janeiro de 2025.</p>
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		<title>Sancionada lei que torna o CPF único registro de identificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 18:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadão]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a Lei nº 14.534/23, que estabelece o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) como único número do registro geral em todo o país, de forma a ser usado para identificar o cidadão nos bancos de dados dos serviços públicos. Com a entrada em vigor da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-14.534-de-11-de-janeiro-de-2023-457335009" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 14.534/23</a>, que estabelece o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) como único número do registro geral em todo o país, de forma a ser usado para identificar o cidadão nos bancos de dados dos serviços públicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com a entrada em vigor da nova lei, o CPF deverá constar nos cadastros e documentos de órgãos públicos, do registro civil ou dos conselhos profissionais, como é o caso de certidões de nascimento, casamento e óbito, bem como em documentos de identificação, registros de programas como PIS e Pasep, identificações relativas a INSS, título de eleitor, certificado militar, cartões de saúde, carteira de trabalho, Carteira Nacional de Habilitação, entre outros.</p>
<p>A lei entrou em vigor a partir da publicação no <em>Diário Oficial da União</em>, mas estipula alguns prazos para a adaptação de órgãos e entidades: 12 meses para adequarem sistemas e procedimentos de atendimento aos cidadãos; e de 24 meses para que tenham a interoperabilidade entre os cadastros e as bases de dados.</p>
<p>Entre os pontos vetados pela Presidência está o que tratava de excepcionalidades e de algumas atribuições voltadas a entes federativos, sob a justificativa de que tais situações poderiam acabar por “cercear o acesso a informações e aos serviços de saúde, caso somente este fosse exigido como documento de identificação do cidadão, uma vez que há casos em que estrangeiros e nacionais não possuem o número de Cadastro de Pessoa Física”.</p>
<p>Foi também vetado o trecho que determinava à Receita Federal a atualização semestral de sua base de dados com alguns dos “batimentos eletrônicos” feitos pelo Tribunal Superior Eleitoral – procedimento que seria adotado para evitar duplicidade de CPF para uma mesma pessoa.</p>
<p>Tendo por base manifestação do Ministério da Fazenda, a Presidência argumentou que a proposição contraria o interesse público, uma vez que a Receita Federal, por força de convênio de intercâmbio de informações junto ao TST, “recebe dados do Cadastro Eleitoral com periodicidade mensal, e possui acesso online à base do TSE”. E, em contrapartida, disponibiliza acesso online à base CPF para o TSE.</p>
<p>“Nesse sentido, a medida representaria um retrocesso ao definir o prazo de 6 (seis) meses para o TSE encaminhar dados do Cadastro Eleitoral à RFB, pois além de não alcançar o objetivo a que se propõe, prejudicaria o trabalho de qualificação de dados ora realizado pela RFB”, justificou a Presidência.</p>
<p>Por fim, também foi vetado o trecho que estipulava prazo de 90 dias para o Executivo regulamentar a nova lei. “<em>A proposição legislativa incorre em vício de inconstitucionalidade, tendo em vista que assinala prazo para o Poder Executivo regular o disposto nesta proposição, o que viola o princípio da separação dos poderes</em>”, justificou a Presidência.</p>
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