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	<title>ICMbio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Amazônia registra recorde de queimadas em 17 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 14:06:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Amazônia enfrentou, em 2024, o maior número de queimadas e incêndios florestais em 17 anos. Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam 137.538 focos de calor até dezembro, superando em 43% os registros de 2023, quando ocorreram 98.646 focos. O Pará, principal estado amazônico, lidera o ranking, com 54.561 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia enfrentou, em 2024, o maior número de queimadas e incêndios florestais em 17 anos. Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam 137.538 focos de calor até dezembro, superando em 43% os registros de 2023, quando ocorreram 98.646 focos. O Pará, principal estado amazônico, lidera o ranking, com 54.561 focos de calor, especialmente nas regiões de São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso.</p>
<p>O período mais crítico foi entre julho e novembro, quando os focos ultrapassaram a média histórica, com destaque para setembro, que registrou 41.463 focos — 28% acima da média para o mês. A situação se agrava devido ao desmatamento ilegal e às condições climáticas extremas, com estiagens prolongadas e altas temperaturas.</p>
<h3>Impactos no Pará e na Qualidade do Ar</h3>
<figure id="attachment_80730" aria-describedby="caption-attachment-80730" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80730" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C566&#038;ssl=1" alt="Amazônia Tem O Maior Número De Queimadas E Incêndios Em 17 Anos. - Expresso Carioca" width="754" height="566" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-Amazonia-tem-o-maior-numero-de-queimadas-e-incendios-em-17-anos.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80730" class="wp-caption-text">Amazônia tem o maior número de queimadas e incêndios em 17 anos. &#8211; Foto: Agência Santarém.</figcaption></figure>
<p>O estado do Pará viveu momentos críticos, com densa fumaça cobrindo cidades como Santarém, onde foi decretada situação de emergência ambiental. Em novembro, a qualidade do ar em Santarém ultrapassou em 42,8 vezes o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais de 6.200 atendimentos relacionados a problemas respiratórios foram registrados entre setembro e novembro.</p>
<p>Francisco Sakaguchi, agricultor de Tomé-Açu, relatou perdas significativas na região: &#8220;Nunca vi meu lago secar ou o açaizeiro morrer pela seca. Este ano, chegamos a ter 150 dias sem chuvas, com umidade relativa abaixo de 50% — algo inédito aqui.&#8221;</p>
<h3>Combate às Queimadas e Atuação das Brigadas</h3>
<p>O combate às queimadas no Pará mobilizou equipes estaduais e federais. A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) reforçou o efetivo com 40 bombeiros adicionais, totalizando 120 profissionais, além de helicópteros e viaturas. No entanto, a secretaria destacou que 70% do território paraense está sob jurisdição federal, exigindo maior articulação entre os governos.</p>
<p>Brigadistas voluntários, como Daniel Gutierrez, do distrito de Alter do Chão, têm enfrentado cenários cada vez mais desafiadores. &#8220;A fumaça foi muito pior este ano. Nunca tinha visto algo assim em dez anos aqui&#8221;, afirmou Gutierrez, que também destacou a necessidade de aprimorar as investigações, dado que a maioria dos focos é causada por ação humana.</p>
<h3>Condições Climáticas e Uso Controlado do Fogo</h3>
<figure id="attachment_80731" aria-describedby="caption-attachment-80731" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80731" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C424&#038;ssl=1" alt="O Pará, Que Tem Como Bioma Predominante A Amazônia, Lidera Em Número De Focos De Calor. - Expresso Carioca" width="754" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/14-O-Para-que-tem-como-bioma-predominante-a-Amazonia-lidera-em-numero-de-focos-de-calor.-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80731" class="wp-caption-text">O Pará, que tem como bioma predominante a Amazônia, lidera em número de focos de calor. &#8211; Foto: Agência Santarém.</figcaption></figure>
<p>Alexandre Tetto, engenheiro florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), explica que as condições climáticas de 2024 contribuíram para a propagação do fogo. &#8220;Altas temperaturas, baixa umidade, estiagens prolongadas e ventos fortes criam um cenário ideal para os incêndios.&#8221;</p>
<p>Embora o fogo seja utilizado de forma controlada para manejo agrícola, ele também é frequentemente empregado de forma ilegal para desmatamento. Tetto ressalta que o impacto na Amazônia é maior devido à fragilidade do bioma, que não possui adaptações naturais ao fogo, ao contrário do Cerrado.</p>
<h3>Respostas do Governo</h3>
<p>O governo federal mobilizou 1.700 profissionais, 11 aeronaves e mais de 300 viaturas no combate aos incêndios em 2024. Em setembro, uma medida provisória destinou R$ 514 milhões para ações emergenciais. Além disso, políticas como a instalação do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo e o pacto com governadores visam reduzir o desmatamento e melhorar o monitoramento.</p>
<p>Apesar dos esforços, os desafios permanecem. A situação de 2024 serve como alerta para a urgência de medidas mais rigorosas e integradas no combate ao desmatamento e às queimadas, fundamentais para preservar a Amazônia e mitigar seus impactos socioambientais.</p>
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		<title>Plataforma do ICMBio Disponibiliza Informações sobre Espécies em Risco de Extinção</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/plataforma-do-icmbio-disponibiliza-informacoes-sobre-especies-em-risco-de-extincao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 13:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies em Risco de Extinção]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) introduziu uma nova plataforma chamada SALVE, que centraliza informações sobre quase 15 mil espécies analisadas quanto ao risco de extinção. A proposta do SALVE é simplificar a administração do processo de avaliação das espécies ameaçadas e contribuir para a disseminação de conhecimento e a formulação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) introduziu uma nova plataforma chamada SALVE, que centraliza informações sobre quase 15 mil espécies analisadas quanto ao risco de extinção. A proposta do SALVE é simplificar a administração do processo de avaliação das espécies ameaçadas e contribuir para a disseminação de conhecimento e a formulação de políticas públicas em âmbito nacional.</p>
<p>Rodrigo Jorge, responsável pela Coordenação de Avaliação das Espécies da Fauna em Risco de Extinção do ICMBIO, enfatiza a importância de ter uma plataforma que oferece tal detalhamento e organização de dados, os quais serão revisados em ciclos decenais.</p>
<p>Outro aspecto notável do SALVE é a transparência, uma vez que o sistema pode ser acessado por qualquer pessoa interessada em consultar as informações, conforme explica Rodrigo Jorge.</p>
<p>A plataforma possibilita a realização de consultas usando recortes previamente configurados, como a categoria de espécies em perigo crítico, e também permite associações com diversos filtros. Os usuários podem buscar pela espécie desejada, seja pelo nome comum ou científico, e acessar detalhes como grupo, categoria de risco, última avaliação, estados, bioma, classificação taxonômica, distribuição, história natural, entre outros. Além disso, os dados estão disponíveis para download.</p>
<p>Entre as espécies avaliadas no SALVE, mais de cinco mil e quinhentas têm perfis publicados, sendo que mais de 1200 delas se encontram em categorias de ameaça. A plataforma está acessível por meio do endereço: salve.icmbio.gov.br.</p>
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		<title>Plataforma exibe espécies em risco de extinção em todo o país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/plataforma-exibe-especies-em-risco-de-extincao-em-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 17:47:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Avaliar populações de animais nos mais diversos biomas brasileiros e conhecer as possíveis ameaças:  queimadas, desmatamentos, destruição de habitat, caças e matanças deliberadas. Nesta quarta-feira (2), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) divulgou a evolução de estudos e a publicação de uma plataforma na internet que apresenta a situação de quase 15 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Avaliar populações de animais nos mais diversos biomas brasileiros e conhecer as possíveis ameaças:  queimadas, desmatamentos, destruição de <em>habitat</em>, caças e matanças deliberadas. Nesta quarta-feira (2), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) divulgou a evolução de estudos e a publicação de uma plataforma na internet que apresenta a situação de quase 15 mil espécies no país. Trata-se do Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade, conhecido como Salve.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Qualquer pessoa pode fazer pesquisa na plataforma, pelo nome popular ou científico do animal. Para o coordenador da Coordenação de Avaliação do Risco de Extinção das Espécies da Fauna (Cofau) e analista ambiental do ICMBio, Rodrigo Jorge, a iniciativa vai contribuir para a conservação das espécies ameaçadas.</p>
<p>“Precisamos avançar na realização de análises para estimar a tendência da biodiversidade no Brasil”, afirma. Ele explica que houve um aumento do número de espécies ameaçadas, mas o universo de espécies avaliadas também cresceu.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>O pesquisador Rodrigo Jorge explica que, a partir das avaliações feitas pelos cientistas, a perda e a degradação de <em>habitat</em> da fauna são algumas das principais ameaças. Segundo ele, há uma relação direta com o aumento do desmatamento nos últimos anos.</p>
<figure id="attachment_61222" aria-describedby="caption-attachment-61222" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Boto-Vermelho-integra-plataforma-que-mostra-riscos-de-extincao-de-especies-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-61222" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Boto-Vermelho-integra-plataforma-que-mostra-riscos-de-extincao-de-especies-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C470&#038;ssl=1" alt="Boto Vermelho Integra Plataforma Que Mostra Riscos De Extinção De Espécies - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="470" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Boto-Vermelho-integra-plataforma-que-mostra-riscos-de-extincao-de-especies-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Boto-Vermelho-integra-plataforma-que-mostra-riscos-de-extincao-de-especies-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Boto-Vermelho-integra-plataforma-que-mostra-riscos-de-extincao-de-especies-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C468&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-61222" class="wp-caption-text">Boto Vermelho integra plataforma que mostra riscos de extinção de espécies &#8211; Foto &#8211; Diogo Lagroteria/ICMBio</figcaption></figure>
<p>“Fica evidente a necessidade urgente de reverter essa tendência. Por isso, a postura da atual gestão de priorizar o combate ao desmatamento traz boas perspectivas para a conservação da biodiversidade”, opina.</p>
<p>As pesquisas do ICMBio contaram com apoio do Projeto Pró-Espécies: Todos contra a Extinção, e com a participação de especialistas da comunidade científica.</p>
<p>Como aponta a entidade, a iniciativa tem o objetivo de facilitar a gestão do processo de avaliação do risco de extinção e tornar essas informações mais acessíveis para a geração de conhecimento e implementação de políticas públicas voltadas à conservação da biodiversidade.</p>
<h2>Catalogação</h2>
<p>Dentro das quase 15 mil espécies avaliadas, já estão publicadas e disponíveis as fichas completas de 5.513 espécies. Segundo o ICMBio, a expectativa é que &#8211; até o final deste ano &#8211; sejam concluídos os trabalhos para a publicação de nova atualização da lista de espécies ameaçadas da fauna brasileira e disponibilização das fichas das espécies.</p>
<p>“O Brasil é reconhecido mundialmente por abrigar a maior biodiversidade do planeta, e a partir da atualização e disponibilização desses dados será possível reforçar a implementação de ações que promovam a conservação da nossa fauna”, diz Rodrigo.</p>
<p>O ICMBio exemplifica que as informações disponíveis na plataforma podem ser utilizadas para processos de licenciamento ambiental. Acentua que “análises realizadas a partir dos registros de ocorrência de espécies disponibilizados no Salve permitirão verificar áreas de concentração de espécies ameaçadas”.</p>
<p>Segundo o instituto, o desenvolvimento da plataforma teve início em 2016 com profissionais do instituto. Esse processo de avaliação do risco de extinção das espécies da fauna brasileira foi conduzido pelos 13 centros nacionais de pesquisa e conservação (CNPC) do órgão.</p>
<p>Mais de 1,5 mil profissionais participam das avaliações. Os trabalhos seguiram o método de categorias e critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e os resultados são publicados somente após a validação das informações.</p>
<p><a href="https://salve.icmbio.gov.br/#/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça a plataforma</strong></a></p>
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		<title>ICMBio é autorizado a chamar 160 servidores aprovados em concurso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/icmbio-e-autorizado-a-chamar-160-servidores-aprovados-em-concurso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 15:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto, publicado nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União, autorizando a nomeação de 160 servidores para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aprovados no concurso público de 2022, mas que não foram classificados dentro do número de vagas disponíveis na época. Serão chamados 110 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.617-de-24-de-julho-de-2023-498372677" target="_blank" rel="noopener">decreto, publicado nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União</a>, autorizando a nomeação de 160 servidores para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aprovados no concurso público de 2022, mas que não foram classificados dentro do número de vagas disponíveis na época. Serão chamados 110 analistas e 50 técnicos ambientais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O resultado do concurso público foi homologado em 7 de junho de 2022 e teve a sua validade prorrogada até 2024. Desde a última nomeação, em março deste ano, ainda há 181 candidatos aprovados no cadastro reserva. Todos na Região Norte e no Maranhão.</p>
<p>O decreto condiciona as nomeações à verificação da disponibilidade de vagas e adequação orçamentária, com demonstração de origem de recursos.</p>
<p>O ICMBio foi criado pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11516.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 11.516, de 28 de agosto de 2007</a>, e é ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). É responsável por gerir e fiscalizar as unidades de conservação federal (UC).</p>
<p>Atualmente, o órgão conta com 4.635 servidores, sendo 4.493 em exercício, segundo o Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União. Um levantamento do Portal Brasileiro de Dados Abertos, realizado em abril de 2022, aponta um deficit de 1,5 mil cargos em todo o país, com destaque para a Amazônia.</p>
</div>
</div>
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		<title>BNDES avalia concessão ambiental com pagamento para conservação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bndes-avalia-concessao-ambiental-com-pagamento-para-conservacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 23:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá realizar estudos para avaliar a viabilidade de um novo modelo de concessão ambiental baseado na remuneração para conservação e recuperação de florestas públicas. A ideia é utilizar o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e o mercado de créditos de carbono para tornar a preservação uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá realizar estudos para avaliar a viabilidade de um novo modelo de concessão ambiental baseado na remuneração para conservação e recuperação de florestas públicas. A ideia é utilizar o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e o mercado de créditos de carbono para tornar a preservação uma atividade lucrativa, levando investimentos aos territórios e garantindo alternativa de renda para quem protege o meio ambiente na Amazônia e em outros biomas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para a realização dos estudos, a instituição financeira assinou hoje (13) um contrato com o Consórcio PSA e Créditos de Carbono, liderado pela Tauil e Chequer Sociedade de Advogados e composto pela empresa Biofílica Ambipar Environmental Investments. O consórcio foi selecionado em um processo público que contou com quatro participantes.</p>
<p>Segundo o BNDES, as concessões ambientais existentes costumam se basear na exploração turística ou no manejo sustentável de produtos florestais. Os estudos irão avaliar um modelo diferente, que deverá apresentar soluções técnicas e jurídicas levando em conta o arcabouço legal existente no Brasil. &#8220;Ele está alinhado à missão ambiental do planejamento estratégico do BNDES, que consiste em apoiar o desenvolvimento dos mercados de carbono e pagamentos de serviços ambientais&#8221;, informa a instituição.</p>
<p>Com cada vez mais visibilidade na pauta ambiental internacional, o PSA é um mecanismo que vem sendo usado em diversos países para remunerar empreendedores, produtores rurais, agricultores familiares, assentados, comunidades tradicionais e povos indígenas pelos serviços de conservação que beneficiam toda a sociedade, que vão desde a preservação de florestas nativas até a restauração de áreas degradadas. Na prática, trata-se de um incentivo para as boas práticas no campo, contribuindo também para o combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>Existem diversos arranjos de PSA no mundo, que podem envolver captação de recursos financeiros do setor privado, de organismos públicos nacionais e internacionais ou do terceiro setor. Os pagamentos também podem se dar de diferentes formas, não necessariamente através de transferência monetária direta.</p>
<p>Uma possibilidade é a remuneração com créditos de carbono. São certificados concedidos a pessoas, empresas ou instituições responsáveis por ações que contribuem para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa. Eles podem ser vendidos, por exemplo, para empresas que não conseguem cumprir as metas fixadas nos tratados internacionais para redução das suas emissões. O mercado de carbono é considerado fundamental para o sucesso do Acordo de Paris, negociado no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU) para frear as ameaças decorrentes das alterações climáticas. O Brasil se comprometeu a restaurar 12 milhões de hectares de áreas degradadas e florestas até 2030.</p>
<h2>Primeira etapa</h2>
<p>Segundo o BNDES, a contratação dos estudos é a primeira etapa para a estruturação de futuros projetos de concessão de ativos ambientais e se insere no âmbito de um Acordo de Cooperação Técnica firmado em abril deste ano com o Ministério do Meio Ambiente, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O prazo para conclusão dos trabalhos do consórcio é dezembro deste ano, com a apresentação dos resultados prevista para o início de 2023.</p>
<p>&#8220;Caso os estudos preliminares indiquem a viabilidade do modelo, poderão ser estruturados projetos de concessão para proteção, conservação e restauração de florestas públicas federais, contribuindo para a redução do desmatamento, a promoção de desenvolvimento local sustentável e o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil nas Convenções do Clima&#8221;, acrescenta o BNDES.</p>
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