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	<title>IBGE &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>IBGE &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Segurança leva famílias a adiar compra de celular para crianças, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
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					<description><![CDATA[A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os dados revelam que, em 2025, a parcela de brasileiros entre 10 e 13 anos que possuíam celular caiu para 55,2%. O índice representa uma redução de 1,5 ponto percentual em relação ao ano anterior e marca a primeira queda registrada desde o início da série histórica, iniciada em 2016.</p>
<p>Entre as crianças dessa faixa etária que ainda não têm aparelho próprio, a principal justificativa apresentada pelos responsáveis foi a preocupação com privacidade e segurança. Esse motivo foi citado por 32% dos entrevistados, percentual 7,8 pontos percentuais superior ao observado em 2024. Na comparação com 2022, esse indicador praticamente dobrou.</p>
<p>O cenário é diferente do observado há três anos. Em 2022, o alto custo do celular liderava as justificativas para que crianças de 10 a 13 anos não tivessem o equipamento. Na sequência apareciam a avaliação de que o aparelho não era necessário e o fato de a criança utilizar o telefone de outra pessoa. Naquele período, questões relacionadas à segurança ocupavam apenas a quarta posição entre os motivos mais mencionados.</p>
<p>O analista do IBGE Gustavo Fontes destaca ainda que o grupo de 10 a 13 anos foi o único que registrou queda na posse de celular em 2025. Nas outras faixas etárias, o crescimento se manteve, fazendo com que esse uso alcançasse 89,8% da população em geral.</p>
<p>&#8220;A gente tem visto cada vez mais uma preocupação com a segurança das crianças, com a exposição delas nas redes sociais, por exemplo. A gente teve também em 2025 uma restrição ao uso de celulares nas escolas&#8221;, avalia Fontes.</p>
<p>A pesquisa também identificou uma pequena redução no acesso à internet entre crianças de 10 a 13 anos, independentemente do dispositivo utilizado. O percentual passou de 84,9% para 84,4% entre 2024 e 2025. Entre aquelas que continuam sem acesso à rede, a justificativa mais frequente é a falta de necessidade. Em seguida, aparece novamente a preocupação com privacidade e segurança.</p>
<p>Assim como ocorreu na posse de celulares, essa diminuição foi exclusiva da faixa de 10 a 13 anos. Entre adolescentes de 14 a 19 anos, o acesso à internet permaneceu estável, enquanto, na população como um todo, o índice avançou de 89,2% para 90,5%.</p>
<p>Outro destaque do levantamento foi o crescimento do uso de tecnologia entre os brasileiros com mais de 60 anos. Em 2025, 74,5% dos idosos utilizavam a internet, resultado 4,4 pontos percentuais superior ao registrado em 2024 e mais de 29 pontos acima do observado em 2019. A proporção de pessoas dessa faixa etária que possuem celular também aumentou, passando de 78,3% para 80,3% em um ano.</p>
<p>Entre os idosos que ainda permanecem desconectados, a principal dificuldade apontada é a falta de conhecimento para utilizar tanto a internet quanto o aparelho celular.</p>
<p>Mas, como destaca o analista Gustavo Fontes, é cada vez mais difícil viver fora da rede. &#8220;A internet está cada vez mais inserida no cotidiano. Muitos serviços hoje são feitos pela internet, então existe um certo estímulo para os idosos buscarem utilizá-la.&#8221;</p>
<p>O levantamento mostra que a ampliação do acesso acompanha a maior oferta de serviços digitais. Em 2025, 74,2% dos usuários da internet utilizaram a rede para acessar bancos ou outras instituições financeiras, crescimento de 14,4 pontos percentuais em relação a 2022. Já o uso de serviços públicos online passou de 33,2% para 41,1% no mesmo período.</p>
<p>Pela primeira vez, mais da metade das pessoas conectadas informou realizar compras ou encomendar produtos e serviços pela internet. O percentual subiu de 47,9% para 52,7%.</p>
<p>Entre as atividades mais comuns realizadas na internet, conversar por chamadas de voz ou vídeo lidera o ranking, sendo prática de 95,3% dos usuários. Em seguida aparecem o envio de mensagens de texto, voz e imagens por aplicativos, mencionado por 90,2%, e o consumo de vídeos, incluindo programas, filmes e séries, hábito registrado por 89,3% da população conectada.</p>
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		<title>Brasil registra menor índice de analfabetismo da última década, mas ainda soma 8,4 milhões de pessoas sem alfabetização</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-registra-menor-indice-de-analfabetismo-da-ultima-decada-mas-ainda-soma-84-milhoes-de-pessoas-sem-alfabetizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Exoressi Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de analfabetismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil alcançou em 2025 o menor índice de analfabetismo desde o início da série histórica atual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Educação), iniciada em 2016. Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,4 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais ainda não sabem ler [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil alcançou em 2025 o menor índice de analfabetismo desde o início da série histórica atual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Educação), iniciada em 2016. Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,4 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais ainda não sabem ler nem escrever um bilhete simples, número que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 4,9%.</p>
<p>O resultado representa um avanço em relação ao ano anterior. Em 2024, a taxa nacional era de 5,3%, o que significa que cerca de 592 mil pessoas deixaram a condição de analfabetismo ao longo de um ano. A redução também consolida uma tendência observada nos últimos anos, refletindo a ampliação do acesso à educação e o aumento da escolarização das gerações mais jovens.</p>
<p>Na comparação com 2016, quando o índice nacional era de 6,7%, a queda acumulada foi de 1,8 ponto percentual. O desempenho coloca o país pela primeira vez abaixo da marca de 5% de analfabetismo desde o início da série histórica utilizada pelo IBGE.</p>
<p>Apesar do avanço, os dados revelam que o problema continua concentrado em grupos específicos da população. As pessoas com 60 anos ou mais representam a maior parcela dos brasileiros analfabetos. Em 2025, havia aproximadamente 4,8 milhões de idosos nessa condição, o equivalente a 58% de todos os analfabetos do país. Entre os integrantes dessa faixa etária, a taxa de analfabetismo chegou a 14,9%.</p>
<p>As desigualdades regionais também permanecem evidentes. O Nordeste concentra 57,4% dos analfabetos brasileiros, reunindo cerca de 4,8 milhões de pessoas. A região apresenta os maiores índices do país, mantendo um cenário historicamente mais desafiador quando comparado às demais regiões brasileiras.</p>
<p>O levantamento mostra ainda diferenças relacionadas à raça e cor da população. Entre os idosos, a taxa de analfabetismo entre pessoas pretas e pardas alcança 20,6%, percentual significativamente superior ao observado entre pessoas brancas da mesma faixa etária, que registram índice de 7,3%. Os números refletem desigualdades históricas no acesso à educação ao longo das últimas décadas.</p>
<p>Quando analisados os grupos mais jovens, os indicadores são mais favoráveis. A taxa de analfabetismo diminui progressivamente conforme a idade reduz, demonstrando os efeitos da expansão da educação básica e das políticas de alfabetização implementadas nas últimas décadas. Entre a população de 15 a 59 anos, o índice caiu para 2,6%, evidenciando uma realidade bastante diferente da observada entre os idosos.</p>
<p>Os dados também apontam uma pequena diferença entre homens e mulheres. Entre os brasileiros com 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo ficou em 5,2% para os homens e 4,6% para as mulheres. Ambos os grupos registraram redução de 0,4 ponto percentual em relação ao ano anterior.</p>
<p>Embora os indicadores mostrem evolução consistente, o país ainda está distante de eliminar completamente o analfabetismo. Especialistas destacam que o principal desafio atual está na alfabetização de adultos e idosos, público que concentra a maior parte das pessoas que não tiveram acesso à educação básica durante a infância e juventude.</p>
<p>A pesquisa divulgada pelo IBGE reforça que o Brasil segue avançando nos indicadores educacionais, mas evidencia a necessidade de políticas específicas voltadas à população mais velha e às regiões com maiores índices de exclusão educacional. Enquanto o número de analfabetos continua diminuindo, milhões de brasileiros ainda enfrentam limitações no acesso pleno à leitura e à escrita, um dos direitos fundamentais para a participação social e econômica.</p>
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		<title>Desemprego sobe para 5,8% no trimestre até abril, mas segue abaixo do índice registrado há um ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-sobe-para-58-no-trimestre-ate-abril-mas-segue-abaixo-do-indice-registrado-ha-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior, encerrado em janeiro, quando a taxa estava em 5,4%. Apesar da elevação recente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior, encerrado em janeiro, quando a taxa estava em 5,4%.</p>
<p>Apesar da elevação recente, o resultado ainda mostra melhora em relação ao mesmo período do ano passado. No trimestre encerrado em abril de 2025, o desemprego atingia 6,6%, percentual superior ao registrado atualmente.</p>
<p>Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), levantamento utilizado pelo IBGE para acompanhar o comportamento do mercado de trabalho no país. Segundo o instituto, cerca de 6,3 milhões de brasileiros estavam desempregados no período analisado.</p>
<p>Na comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 8% no contingente de pessoas sem ocupação, o que representa aproximadamente 471 mil brasileiros a mais em busca de emprego. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, porém, o número de desempregados caiu 11,3%, equivalente a 809 mil pessoas a menos fora do mercado de trabalho.</p>
<p>O levantamento também mostrou redução no nível de ocupação da população. O indicador, que mede a proporção de pessoas empregadas em idade de trabalhar, ficou em 58,4%, abaixo dos 58,7% registrados no trimestre anterior.</p>
<p>Mesmo com a oscilação na taxa de desemprego, o rendimento médio dos trabalhadores continuou em alta. O salário médio habitual alcançou R$ 3.732, mantendo o maior patamar da série histórica da pesquisa.</p>
<p>A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e trabalhadores desalentados, permaneceu em 13,8%. O número ficou estável na comparação trimestral, mas apresentou queda de 1,7 ponto percentual em relação ao ano passado.</p>
<p>Segundo o IBGE, a população subutilizada foi estimada em 15,7 milhões de pessoas. O volume ficou praticamente estável frente ao trimestre anterior, mas registrou redução de 11,1% na comparação anual, o equivalente a cerca de 2 milhões de pessoas a menos nessa condição.</p>
<p>Analistas do mercado de trabalho apontam que o aumento do desemprego no início do ano costuma ocorrer por fatores sazonais, especialmente após o encerramento de contratos temporários em setores como comércio, educação e serviços. Ainda assim, os indicadores seguem próximos dos menores níveis já registrados pela série histórica iniciada em 2012.</p>
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		<item>
		<title>Serviços têm queda em março e transportes lideram retração, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/servicos-tem-queda-em-marco-e-transportes-lideram-retracao-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços brasileiro registrou retração de 1,2% em março de 2026 na comparação com fevereiro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado representa uma mudança no desempenho do segmento após o mês anterior ter apresentado estabilidade. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, a queda atingiu todas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços brasileiro registrou retração de 1,2% em março de 2026 na comparação com fevereiro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado representa uma mudança no desempenho do segmento após o mês anterior ter apresentado estabilidade.</p>
<p>De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, a queda atingiu todas as cinco atividades analisadas pelo instituto, com maior impacto vindo da área de transportes, que recuou 1,7% no período. O desempenho negativo também atingiu os setores de informação e comunicação, serviços profissionais e administrativos, atividades prestadas às famílias e outros serviços.</p>
<p>Mesmo com a retração em março, o setor segue em nível superior ao período anterior à pandemia. O volume de serviços permanece 18,2% acima do registrado em fevereiro de 2020, embora esteja 1,7% abaixo do ponto mais alto da série histórica, alcançado em outubro de 2025.</p>
<p>Na comparação com março do ano passado, o setor apresentou crescimento de 3%, mantendo uma sequência de 24 resultados positivos consecutivos nesse tipo de comparação. O acumulado do primeiro trimestre de 2026 ficou em alta de 2,3% frente ao mesmo período de 2025. Já o índice acumulado nos últimos 12 meses avançou 2,8%.</p>
<p>Entre os segmentos ligados ao transporte, o movimento de passageiros teve nova retração mensal, com queda de 3,4%, acumulando perda de 4,3% em dois meses consecutivos de resultados negativos. Já o transporte de cargas também apresentou desempenho abaixo do esperado no período.</p>
<p>Os números divulgados pelo IBGE mostram uma desaceleração do setor após o início de ano positivo. Em janeiro, os serviços haviam registrado alta de 0,3%, enquanto fevereiro apresentou leve avanço de 0,1%, mantendo o segmento em nível recorde até então.</p>
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		<item>
		<title>Inflação perde ritmo em abril, mas alta dos alimentos mantém pressão sobre o bolso dos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-perde-ritmo-em-abril-mas-alta-dos-alimentos-mantem-pressao-sobre-o-bolso-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial do país apresentou desaceleração em abril, mas os preços dos alimentos e dos produtos de saúde continuaram pressionando o orçamento das famílias brasileiras. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o principal indicador inflacionário do país, registrou alta de 0,67% no mês, abaixo dos 0,88% verificados em março. Mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação oficial do país apresentou desaceleração em abril, mas os preços dos alimentos e dos produtos de saúde continuaram pressionando o orçamento das famílias brasileiras. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o principal indicador inflacionário do país, registrou alta de 0,67% no mês, abaixo dos 0,88% verificados em março.</p>
<p>Mesmo com a redução no ritmo de crescimento dos preços, o acumulado da inflação em 2026 já chega a 2,60%. Nos últimos 12 meses, o índice atingiu 4,39%, permanecendo dentro do intervalo da meta estabelecida pelo governo federal.</p>
<p>O grupo Alimentação e Bebidas foi o principal responsável pela pressão inflacionária em abril, com avanço de 1,34% e impacto de 0,29 ponto percentual no IPCA. Entre os produtos que mais subiram estão o leite longa vida, com alta de 13,66%, a cenoura, que avançou 26,63%, além da cebola, tomate e carnes.</p>
<p>Especialistas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que fatores climáticos e aumento dos custos de produção influenciaram a alta dos alimentos. A redução das áreas de pastagem durante o período mais seco do ano elevou os gastos dos produtores com alimentação animal, impactando diretamente o preço do leite. Além disso, o aumento nos combustíveis também elevou os custos de transporte e distribuição de mercadorias.</p>
<p>Apesar da desaceleração geral do índice, a gasolina permaneceu como o item com maior peso individual sobre a inflação do mês. O combustível registrou alta de 1,86% em abril, respondendo sozinho por 0,10 ponto percentual do IPCA. O gás de botijão e a energia elétrica residencial também apresentaram aumento nos preços.</p>
<p>Outro setor que contribuiu para a inflação foi o de Saúde e Cuidados Pessoais, que teve elevação de 1,16%. O reajuste autorizado para medicamentos a partir de abril impulsionou os preços de produtos farmacêuticos, enquanto itens de higiene pessoal também registraram aumento relevante.</p>
<p>Na comparação regional, Goiânia apresentou a maior inflação do país no período, influenciada principalmente pelos reajustes da gasolina e das tarifas de água e esgoto. Já Brasília teve a menor variação entre as capitais pesquisadas, favorecida pela queda nas passagens aéreas e pela desaceleração nos preços dos combustíveis.</p>
<p>O levantamento do IBGE considera o custo de vida de famílias com renda mensal entre um e 40 salários mínimos e acompanha preços em diversas regiões metropolitanas e capitais brasileiras. O índice de difusão, que mede o espalhamento da inflação entre os produtos e serviços analisados, ficou em 65% em abril, abaixo dos 67% registrados em março.</p>
<p>Economistas avaliam que, apesar da desaceleração mensal, a inflação ainda exige atenção devido à persistente pressão sobre itens essenciais do consumo cotidiano, especialmente alimentação, saúde e combustíveis.</p>
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		<item>
		<title>Quase 40% dos adolescentes relatam bullying nas escolas, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quase-40-dos-adolescentes-relatam-bullying-nas-escolas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento divulgado pelo IBGE indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos já foram vítimas de bullying no ambiente escolar. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2024 em instituições de ensino de todo o país. De acordo com o estudo, 39,8% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento divulgado pelo IBGE indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos já foram vítimas de bullying no ambiente escolar. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2024 em instituições de ensino de todo o país.</p>
<p>De acordo com o estudo, 39,8% dos adolescentes afirmaram ter sofrido esse tipo de violência ao menos uma vez. Além disso, 27,2% relataram ter sido alvo de humilhações de forma repetida, evidenciando que os episódios não são pontuais, mas recorrentes.</p>
<p>A análise também aponta crescimento na intensidade das ocorrências em comparação com a edição anterior da pesquisa, realizada em 2019. Embora o aumento no número total de vítimas tenha sido discreto, houve avanço significativo nos casos de repetição, indicando agravamento do problema entre os jovens.</p>
<p>As meninas aparecem como as principais vítimas. Segundo os dados, 43,3% das estudantes já sofreram bullying, frente a 37,3% dos meninos. Entre elas, 30,1% disseram ter passado por situações de humilhação mais de uma vez, proporção superior à registrada entre os alunos do sexo masculino.</p>
<p>Os motivos mais citados para as agressões estão relacionados à aparência física. Características como rosto e cabelo lideram os relatos, presentes em 30,2% dos casos, seguidas pela aparência corporal e por fatores como cor ou raça. Parte significativa dos estudantes, no entanto, afirma não conseguir identificar uma razão específica para os ataques.</p>
<p>O levantamento também analisou o perfil dos agressores. Cerca de 13,7% dos estudantes admitiram já ter praticado bullying, sendo a maioria composta por meninos. A pesquisa aponta ainda discrepâncias entre o que é relatado por vítimas e autores, sugerindo que fatores como gênero, orientação sexual e deficiência podem estar subnotificados entre os alvos.</p>
<p>Além das agressões verbais, o estudo identificou que 16,6% dos alunos já sofreram violência física dentro do ambiente escolar. Já os casos de bullying virtual, realizados por meio de redes sociais e aplicativos, atingem uma parcela menor, embora ainda significativa dos adolescentes.</p>
<p>Os resultados reforçam o alerta sobre os impactos do bullying na saúde mental e no desempenho escolar dos jovens. Especialistas destacam a necessidade de ampliar políticas de prevenção e fortalecer ações dentro das escolas para enfrentar o problema e promover ambientes mais seguros.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela que 25% das estudantes brasileiras já sofreram violência sexual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-que-25-das-estudantes-brasileiras-ja-sofreram-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez precoce]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento recente do IBGE aponta que uma em cada quatro estudantes adolescentes no Brasil já foi vítima de violência sexual. O dado integra a mais recente edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) e evidencia a dimensão do problema entre jovens no ambiente educacional. De acordo com o estudo, o percentual de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento recente do IBGE aponta que uma em cada quatro estudantes adolescentes no Brasil já foi vítima de violência sexual. O dado integra a mais recente edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) e evidencia a dimensão do problema entre jovens no ambiente educacional.</p>
<p>De acordo com o estudo, o percentual de meninas que relatam ter sofrido esse tipo de violência chegou a cerca de 25%, mostrando crescimento em relação aos dados anteriores. Em edições passadas da pesquisa, o índice era menor — cerca de uma em cada cinco estudantes — o que demonstra uma tendência de aumento nos registros ao longo dos anos.</p>
<p>Outro indicador relevante diz respeito aos casos mais graves. Segundo o levantamento, 11,7% das adolescentes afirmaram já ter sido forçadas a manter relação sexual contra a própria vontade, número que também apresenta elevação na comparação com pesquisas anteriores.</p>
<p>A análise revela ainda forte desigualdade de gênero. As meninas aparecem como principais vítimas, com índices significativamente superiores aos dos meninos em situações que envolvem assédio, abuso e violência sexual. Estudos anteriores já indicavam que esse tipo de ocorrência pode atingir mais que o dobro de adolescentes do sexo feminino em relação ao masculino.</p>
<p>Especialistas destacam que, além do aumento dos casos, os números podem refletir maior conscientização e disposição das vítimas em relatar as situações vividas. Ainda assim, há consenso de que a subnotificação continua sendo um desafio, já que muitos episódios não chegam ao conhecimento das autoridades.</p>
<p>Os dados fazem parte de um panorama mais amplo sobre a saúde e o comportamento de estudantes brasileiros, que inclui também questões como bullying, saúde mental e exposição a situações de risco. Nesse contexto, o levantamento reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção da violência, ao acolhimento das vítimas e à promoção de ambientes escolares mais seguros.</p>
<p>A divulgação reacende o debate sobre o papel das instituições de ensino, das famílias e do poder público na proteção de crianças e adolescentes, além da importância de fortalecer canais de denúncia e mecanismos de apoio às vítimas.</p>
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		<title>Vendas no comércio brasileiro sobem 0,4% em janeiro e alcançam nível recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[atividade farmacêutica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vendas no comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,4% em janeiro de 2026, na comparação com dezembro de 2025, mantendo o setor em patamar considerado recorde para o início de ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado positivo de janeiro compensou parcialmente as flutuações observadas ao longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,4% em janeiro de 2026, na comparação com dezembro de 2025, mantendo o setor em patamar considerado recorde para o início de ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O resultado positivo de janeiro compensou parcialmente as flutuações observadas ao longo do final de 2025, período marcado por variações mais modestas nas vendas. A retomada do consumo reflete um cenário de confiança do consumidor e movimentação mais forte em segmentos-chave, como equipamentos para residência, combustíveis e alimentos.</p>
<p>Na comparação com janeiro de 2025, o comércio também registrou avanço — ainda que mais discreto — de 1,5%, interrompendo uma sequência de quedas interanuais que vinha sendo observada nos meses anteriores.</p>
<p>A pesquisa mensal do IBGE leva em conta dois recortes: o volume de vendas com ajuste sazonal, que permite comparar períodos consecutivos, e a série sem ajuste, adequada para comparações anuais. O patamar alcançado em janeiro de 2026 igualou o recorde histórico da série com ajuste sazonal, destacando a robustez do consumo no mês de início do ano.</p>
<p>O segmento de combustíveis e lubrificantes figurou entre os destaques positivos, impulsionado pela maior circulação de veículos após o período de férias. Supermercados e hipermercados também contribuíram para o resultado, com forte demanda de produtos essenciais.</p>
<p>Apesar da expansão, economistas ponderam que os resultados ainda são sensíveis a fatores macroeconômicos, como a inflação e as taxas de juros. O cenário de recuperação do consumo, embora consistente, ainda enfrenta desafios relacionados à renda das famílias e ao acesso ao crédito. A tendência de crescimento do comércio será monitorada pelos analistas à medida que novos dados forem sendo divulgados ao longo de 2026.</p>
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		<title>Produção industrial brasileira avança 1,8% em janeiro e registra melhor desempenho em mais de um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIM]]></category>
		<category><![CDATA[Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%. O desempenho marca uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%.</p>
<p>O desempenho marca uma recuperação parcial após a retração observada nos últimos meses do ano passado. Entre setembro e dezembro de 2025, o setor acumulou perdas sucessivas, com quedas de 0,5% em outubro, 1,4% em novembro e 0,1% em dezembro.</p>
<p>Na comparação com janeiro de 2025, a produção industrial teve leve crescimento de 0,2%, interrompendo três meses seguidos de resultados negativos.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), levantamento realizado pelo IBGE para acompanhar o desempenho das atividades industriais no país. Com o resultado de janeiro, o nível atual de produção industrial ficou 1,8% acima do patamar registrado antes da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020.</p>
<p>Apesar do avanço, o setor ainda permanece distante de seu pico histórico. Segundo o instituto, o nível atual segue abaixo do recorde alcançado em maio de 2011.</p>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, parte da alta observada no início de 2026 está relacionada à retomada das atividades produtivas após a forte redução registrada no fim do ano passado, período marcado por paralisações temporárias em diversas indústrias.</p>
<p>“Naquele mês, além do movimento de menor dinamismo que vinha caracterizando o setor industrial, observou-se também uma maior frequência de férias coletivas. Com a retomada das atividades produtivas no início do ano, ocorre uma recuperação de parte dessa perda”, explicou.</p>
<p>Mesmo com o resultado positivo de janeiro, o saldo acumulado entre setembro e dezembro de 2025 ainda não foi totalmente revertido. Segundo Macedo, o setor industrial segue com uma perda aproximada de 0,8% em relação ao nível anterior à sequência de quedas no final do ano.</p>
<p>O analista também apontou que fatores macroeconômicos continuam limitando uma recuperação mais consistente da indústria, entre eles a política monetária restritiva e o nível elevado das taxas de juros, que encarecem o crédito e dificultam novos investimentos produtivos no país.</p>
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		<title>Desemprego no Brasil chega a 5,4% no início de 2026, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[população ocupada]]></category>
		<category><![CDATA[Recuo]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa uma leve alta em relação ao trimestre anterior, quando a desocupação havia atingido 5,1%. Mesmo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa uma leve alta em relação ao trimestre anterior, quando a desocupação havia atingido 5,1%.</p>
<p>Mesmo com a pequena elevação, o percentual permanece em um dos níveis mais baixos desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O resultado indica que o mercado de trabalho brasileiro segue em patamar favorável quando comparado aos últimos anos.</p>
<p>No período analisado, aproximadamente 6 milhões de pessoas estavam desempregadas, ou seja, buscavam trabalho, mas não conseguiram ocupação. Esse contingente integra a população economicamente ativa que tenta ingressar no mercado formal ou informal.</p>
<p>Os dados também mostram que o número de trabalhadores ocupados continua elevado no país. Em 2025, por exemplo, a população com algum tipo de emprego chegou a cerca de 103 milhões de pessoas, o maior volume já registrado pela pesquisa do IBGE.</p>
<p>Outro ponto observado pelo levantamento é a manutenção de um nível relevante de trabalhadores por conta própria e de atividades informais, característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro. Ainda assim, indicadores recentes apontam uma redução gradual da informalidade ao longo dos últimos anos.</p>
<p>A Pnad Contínua é a principal pesquisa utilizada para acompanhar a evolução do emprego no país. O estudo reúne informações trimestrais sobre ocupação, desemprego, rendimento e características da força de trabalho, permitindo avaliar tendências e mudanças no mercado laboral brasileiro.</p>
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