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	<title>HPV &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>HPV &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até junho de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 18:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano.</p>
<p>Segundo a pasta, a ampliação do período tem como objetivo reforçar a proteção de adolescentes e jovens em todo o país, alcançando aqueles que não receberam a vacina entre os 9 e 14 anos, idade prevista no calendário regular de imunização.</p>
<p>A estratégia seguirá válida até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, ampliando as oportunidades de acesso à vacina e contribuindo para a retomada da cobertura vacinal contra o HPV no Brasil.</p>
<h3>Meta é alcançar 7 milhões de jovens</h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 7 milhões de adolescentes e jovens ainda não foram imunizados contra o HPV. Até dezembro deste ano, a estratégia de resgate aplicou 208,7 mil doses da vacina — sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.</p>
<p>A ampliação do prazo, segundo a pasta, permite não apenas a proteção individual, mas também a redução da circulação do vírus na população, com impacto direto na prevenção de diversos tipos de câncer associados ao HPV.</p>
<h3>Onde se vacinar</h3>
<p>A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada:</p>
<ul>
<li>nas Unidades Básicas de Saúde (UBS);</li>
<li>em ações externas, como campanhas em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</li>
</ul>
<p>As iniciativas contam com o apoio de estados e municípios para ampliar o alcance e facilitar o acesso do público-alvo.</p>
<h3>Importância da vacina</h3>
<p>Considerada segura e eficaz, a vacina contra o HPV é fundamental na prevenção de diferentes tipos de câncer relacionados ao vírus, como:</p>
<ul>
<li>câncer do colo do útero;</li>
<li>câncer de vulva;</li>
<li>câncer de pênis;</li>
<li>câncer de garganta e pescoço.</li>
</ul>
<p>A estratégia de resgate é válida em todos os 5.569 municípios brasileiros e busca reduzir os impactos do HPV a longo prazo.</p>
<h3>Esquema vacinal</h3>
<p>A vacinação contra o HPV integra o calendário nacional para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, substituindo o modelo anterior de duas doses e facilitando a adesão à imunização.</p>
<h3>Exceções ao esquema de dose única</h3>
<p>Alguns grupos específicos continuam seguindo o esquema de três doses, entre eles:</p>
<ul>
<li>pessoas imunocomprometidas, como quem vive com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados;</li>
<li>usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvidas, a recomendação é procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação e atualização da caderneta de vacinação.</p>
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		<title>Vacina contra HPV reduz em até 58% os casos de câncer do colo do útero no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacina-contra-hpv-reduz-em-ate-58-os-casos-de-cancer-do-colo-do-utero-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Colo de Útero]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) já mostra impacto significativo na saúde pública brasileira. Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Royal Society e o CNPq, analisou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2019 e 2023 e constatou que o imunizante reduziu em 58% os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) já mostra impacto significativo na saúde pública brasileira. Um estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Royal Society e o CNPq, analisou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2019 e 2023 e constatou que o imunizante reduziu em 58% os casos de câncer do colo do útero e em 67% as lesões pré-cancerosas graves (NIC3) em mulheres de 20 a 24 anos.</p>
<p>A pesquisa, publicada na prestigiada revista científica The Lancet, avaliou anualmente dados de mais de 60 milhões de mulheres nessa faixa etária e demonstrou que os efeitos positivos da vacina já são visíveis antes mesmo da idade recomendada para o rastreamento da doença (25 anos).</p>
<p>“O impacto observado no Brasil confirma que a vacinação contra o HPV é eficaz não apenas em países de alta renda, mas também em contextos com recursos limitados. Esse é um passo fundamental rumo à eliminação global do câncer do colo do útero”, afirmam os autores do estudo, entre eles os pesquisadores da Fiocruz Bahia Thiago Cerqueira-Silva, Manoel Barral-Netto e Viviane Sampaio Boaventura.</p>
<h3>Avanços no Programa Nacional de Imunizações</h3>
<p>O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina contra o HPV desde 2014, gratuitamente, pelo SUS. Em 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, alinhado às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e às evidências mais recentes. Já em 2025, novas diretrizes ampliaram o público-alvo, incluindo adolescentes de 15 a 19 anos, além de usuários de PrEP, imunossuprimidos e pacientes com papilomatose respiratória recorrente.</p>
<h3>Impacto social e prevenção</h3>
<p>O câncer do colo do útero continua sendo o segundo mais frequente entre mulheres no Brasil e figura entre as principais causas de mortalidade feminina. A vacina se confirma como uma ferramenta crucial para reduzir desigualdades em saúde e aproximar o país da meta da OMS de eliminar a doença como problema de saúde pública até 2030.</p>
<p>Estima-se que 50% a 70% da população sexualmente ativa terá contato com o HPV em algum momento da vida. O imunizante, no entanto, protege contra até 98% dos tipos oncogênicos mais perigosos.</p>
<h3>Quem pode se vacinar</h3>
<p>Pelo SUS, a vacina contra o HPV está disponível em unidades básicas de saúde e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Ela é indicada para:</p>
<ul>
<li>Meninas e meninos de 9 a 14 anos;</li>
<li>Pessoas de 9 a 45 anos vivendo com HIV, transplantados, pacientes oncológicos ou vítimas de violência sexual;</li>
<li>Usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>Pacientes com Papilomatose Respiratória Recorrente (PRR) a partir dos 2 anos de idade.</li>
</ul>
<h3>Vacinação salva vidas</h3>
<p>Com a ampliação do acesso e os resultados já observados em larga escala, especialistas reforçam a importância da imunização como estratégia prioritária no combate ao câncer do colo do útero. “A vacina é uma das ferramentas mais eficazes para salvar vidas e reduzir desigualdades”, concluem os pesquisadores.</p>
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		<title>Governo prorroga vacinação contra HPV para jovens até dezembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-prorroga-vacinacao-contra-hpv-para-jovens-ate-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 14:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação contra HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra o HPV foi ampliada até dezembro, com foco em jovens de 15 a 19 anos que não receberam a dose entre os 9 e 14 anos — faixa etária indicada como prioritária. A meta é alcançar cerca de 7 milhões de adolescentes. Para ampliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra o HPV foi ampliada até dezembro, com foco em jovens de 15 a 19 anos que não receberam a dose entre os 9 e 14 anos — faixa etária indicada como prioritária.</p>
<p>A meta é alcançar cerca de 7 milhões de adolescentes. Para ampliar o acesso, a vacina está disponível em unidades básicas de saúde, além de escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</p>
<blockquote><p>“A vacina contra o HPV é segura e fundamental na prevenção de cânceres como os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço”, destacou o ministério.</p></blockquote>
<p>Balanço parcial: até o início de setembro, 115 mil jovens já foram vacinados nesta etapa. Os estados com mais imunizados são Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.</p>
<p>Em 2024, a cobertura vacinal entre meninas de 9 a 14 anos chegou a 82%, acima da média global de 37%. Entre meninos, o índice foi de 67%.</p>
<p>Desde 2023, o Brasil adotou o esquema de dose única contra o HPV para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, seguindo recomendações internacionais. Para pessoas imunocomprometidas (como pacientes com HIV, câncer ou transplantados), continuam indicadas três doses.</p>
<p>O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo, com mais de 200 tipos identificados. Alguns provocam verrugas genitais e outros estão ligados a tumores malignos, como o câncer do colo do útero.</p>
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		<title>São Paulo vacina usuários de PrEP contra HPV e hepatite A em estação do Metrô</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sao-paulo-vacina-usuarios-de-prep-contra-hpv-e-hepatite-a-em-estacao-do-metro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 18:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite A]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PrEP]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo realiza nesta terça (14) e quarta-feira (15) uma ação de vacinação gratuita contra HPV e hepatite A voltada para pessoas que fazem uso da PrEP (profilaxia pré-exposição ao HIV). A campanha ocorre das 16h às 22h, na Estação República da Linha 3-Vermelha do Metrô, ao lado do espaço conhecido como Estação Prevenção – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="" data-start="333" data-end="728">A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo realiza nesta terça (14) e quarta-feira (15) uma ação de vacinação gratuita contra HPV e hepatite A voltada para pessoas que fazem uso da PrEP (profilaxia pré-exposição ao HIV). A campanha ocorre das 16h às 22h, na Estação República da Linha 3-Vermelha do Metrô, ao lado do espaço conhecido como Estação Prevenção – Jorge Beloqui.</p>
<p class="" data-start="730" data-end="1039">A estratégia tem como foco facilitar o acesso à imunização, levando a prevenção para locais de grande circulação. “A saúde precisa estar onde as pessoas estão, especialmente quando falamos de populações prioritárias, como os usuários da PrEP”, explicou Cristina Abbate, coordenadora municipal de IST/Aids.</p>
<p class="" data-start="1041" data-end="1358">A PrEP consiste no uso programado de medicamentos anti-HIV por pessoas que não vivem com o vírus, como forma de prevenção. O tratamento é disponibilizado gratuitamente pelo SUS para indivíduos com 15 anos ou mais e peso acima de 35 kg, em unidades especializadas, serviços 24h parceiros e na Rede Sampa Trans.</p>
<p class="" data-start="1360" data-end="1737">A vacina contra a hepatite A protege contra o vírus transmitido principalmente por via fecal-oral, por meio de água e alimentos contaminados ou práticas sexuais com contato oral-anal. Já o HPV (papilomavírus humano) é um vírus sexualmente transmissível que pode causar verrugas genitais e vários tipos de câncer, incluindo os de colo do útero, pênis, ânus e orofaringe.</p>
<p class="" data-start="1739" data-end="2171">Segundo a prefeitura, cerca de 64 mil pessoas estão cadastradas atualmente no programa de PrEP na capital. Além da profilaxia medicamentosa, a estratégia de prevenção combinada inclui testagem regular e vacinação — ações que têm contribuído para a queda da mortalidade por HIV, mesmo diante do aumento de infecções nos últimos anos. Em 2023, o Brasil registrou 3,9 óbitos por 100 mil habitantes, a menor taxa desde 2013.</p>
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		<title>Ministério da Saúde lança campanha de multivacinação no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-lanca-campanha-de-multivacinacao-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 23:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[campanha de multivacização]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (23) a campanha de multivacinação no Rio de Janeiro. As ações vão se estender até o dia 15 de setembro, e em 2 de setembro haverá o Dia D. A intenção é atualizar o calendário de vacinas de crianças e adolescentes até os 15 anos de idade e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (23) a campanha de multivacinação no Rio de Janeiro. As ações vão se estender até o dia 15 de setembro, e em 2 de setembro haverá o Dia D. A intenção é atualizar o calendário de vacinas de crianças e adolescentes até os 15 anos de idade e retomar as altas coberturas vacinais no país. O lançamento foi no Palácio da Guanabara, sede do governo do estado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, disse que embora o Brasil tenha erradicado algumas doenças <em>“é preciso lembrar que muitas delas continuam circulando pelo mundo”.</em></p>
<p>Gatti destacou que o país registrou queda na cobertura vacinal e, por isso, é preciso recuperar a vacinação em crianças e adolescentes. Segundo ele, desde 2015, o Brasil vem registrando quedas na cobertura vacinal da população de imunizantes que são usados há décadas, como os contra a paralisia infantil, o sarampo, a rubéola, a coqueluche, a difteria e o tétano.</p>
<p>Gatti alertou que essas doenças podem voltar e causar epidemias, deixar sequelas nas crianças e até matar. Por isso, defendeu, é preciso recuperar as coberturas vacinais, função em que o Ministério da Saúde está empenhado.</p>
<p><em>“É importante resgatar o Zé Gotinha, que sempre foi um símbolo do SUS [Sistema Único de Saúde]”</em>, disse, acrescentando que o personagem precisa ser resgatado para mobilizar a população, para que ela volte a confiar nas vacinas e volte a levar seus filhos para serem vacinados.</p>
<p><em>“Nossas vacinas são seguras, elas protegem, elas são efetivas, e vacinar é um ato de amor”</em>, assegurou Gatti.</p>
<p>O papel do Ministério da Saúde no programa de imunizações, conforme o diretor do PNI, é complementado por estados e municípios, e cabe à pasta definir as diretrizes técnicas, adquirir as vacinas e dar apoio logístico.</p>
<p><em>“Esse é o nosso papel, mas o papel de vacinar se concentra muito na esfera municipal. O estado faz a vacinação de imunobiológicos especiais, ajuda no apoio técnico e logístico dos municípios. O processo de vacinação envolve todo mundo, governo federal, estados e municípios. Para termos sucesso, precisamos de união, trabalhando todos juntos para atingirmos ótimos resultados e conseguirmos proteger a nossa população”</em>, disse.</p>
<p>Gatti informou que o Ministério da Saúde tem algumas estratégicas para aumentar a cobertura vacinal no país, que considera um desafio conjunto da pasta com estados e municípios. Uma delas é fazer ações de multivacinação regionalizadas, como a que começou esta quarta-feira no Rio de Janeiro, e que no fim de semana chegará ao Distrito Federal e ao Espírito Santo.</p>
<p><em>“Já fizemos [a multivacinação] em outros estados, e ao longo do ano vamos avançar para mais estados”</em>, disse.</p>
<p>O Ministério da Saúde está investindo R$ 150 milhões neste ano em estados e municípios para o fortalecimento da vacinação.</p>
<h2>Mães jovens</h2>
<p>Para expandir a vacinação no território fluminense, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro vai promover uma ação de mobilização com as mães jovens. <em>“A gente precisa ter um olhar diferenciado para a mãe jovem. Para a mãe de 14, 15, 16 anos de idade que ainda não tem entendimento de vacinação de uma mãe mais madura, mais preparada, e que planejou a sua gravidez. Muitas dessas jovens foram surpreendidas pela gravidez e nós precisamos acolher e falar para elas da importância da vacinação”</em>, disse o secretário Dr. Luizinho.</p>
<p>Ele adiantou que, na sexta-feira (25), a secretaria vai publicar uma resolução que destinará R$ 1 milhão aos municípios do estado para que possam montar uma sala de vacinação para oferecer o serviço inclusive aos fins de semana.</p>
<p><em>“Até o final do ano vão ser R$ 4 milhões, mas essa é uma despesa que vai ficar incorporada para a gente para o resto da vida, para que a gente mantenha tudo funcionando nos finais de semana, não só na campanha agora, mas para que todo mundo tenha uma sala de vacinação funcionando todos os dias”</em>, disse à Agência Brasil.</p>
<h2>Prioridade</h2>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro definiu seis municípios &#8211; Belford Roxo, Duque de Caxias, Nilópolis, Nova Iguaçu, São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e São Gonçalo, na região metropolitana -, como prioridade na vacinação, onde, segundo o secretário, as vacinas foram aplicadas, mas os dados não foram registrados no sistema informatizado que contém as informações da vacinação no país. Conforme dados da SES, entre essas cidades, Belford Roxo, Nilópolis, Nova Iguaçu e São Gonçalo estão com toda a cobertura abaixo dos 50%.</p>
<p><em>“Nós estamos dando uma atenção especial, um cuidado, porque esse é um trabalho em conjunto. Temos problemas no país com a informatização, com dados da vacina. Às vezes, a vacina está aplicada e o dado não está informado. Nós olhamos para seis grandes municípios que têm essa dificuldade em que o estado do Rio de Janeiro e o Ministério da Saúde vão trabalhar junto para que em dezembro de 2023 a gente tenha o estado do Rio de Janeiro, se Deus quiser, como pole position em vacinação no Brasil”</em>, disse Dr. Luizinho.</p>
<h2>HPV</h2>
<p>Na cidade do Rio de Janeiro, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, disse que a preocupação é com a aplicação das vacinas de prevenção do HPV, atualmente com baixa cobertura na cidade.</p>
<p>A vacina contra o HPV protege contra o câncer de colo de útero e vários tipos de cânceres, que muitos países já erradicaram, pela alta cobertura.</p>
<p><em>“Eu quero lembrar aos pais, para os adolescentes procurarem uma unidade de saúde para tomar a vacina de HPV, que vai proteger de uma doença que não acontece agora, mas vai acontecer com essa pessoa na fase adulta. É a oportunidade que a gente tem de proteger os nossos filhos contra um câncer, que às vezes é tão difícil de ser curado”</em>, apelou o secretário em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Soranz lembrou que a vacina contra o HPV não está restrita às meninas e adolescentes. <em>“[ A vacinação] é para meninas e meninos, porque protege contra o câncer de colo de útero, mas também contra o câncer de pênis, de laringe e de outras doenças que o HPV pode causar. O HPV é uma doença que se transmite muito fácil pelo contato de mucosas, então tem uma disseminação muito rápida, e só tem um meio de se prevenir, que é se vacinando”.</em></p>
<p>A diretora de autoescola Edvânia de Farias, 25 anos de idade, disse que a vacinação do filho João Miguel, de 2 anos de idade, está completa. “Acho muito importante por conta da imunidade e para deixar a saúde das crianças em dia”, disse à reportagem.</p>
<p>Para a analista de marketing Taís Braga Martins, de 42 anos de idade, a vacinação é uma medida de proteção fundamental para a saúde das crianças. <em>&#8220;É importante reforçar o convite para os pais irem até os postos de saúde para poder ampliar essa proteção para todas as crianças”</em>, disse, ao lado do filho Antônio, de 4 anos de idade, que foi uma das crianças que receberam doses de vacinas durante a cerimônia de lançamento da campanha.</p>
</div>
</div>
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