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	<title>houthis &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>EUA e Reino Unido realizam novos ataques contra rebeldes Houthis em resposta a ações no Mar Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na noite de segunda-feira (22), forças dos Estados Unidos e do Reino Unido conduziram novos ataques contra os rebeldes houthis no Iêmen, em resposta às contínuas ações do grupo no Mar Vermelho. A operação, coordenada entre ambos os governos e com o apoio de Austrália, Bahrein, Canadá e Países Baixos, teve como alvo oito posições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite de segunda-feira (22), forças dos Estados Unidos e do Reino Unido conduziram novos ataques contra os rebeldes houthis no Iêmen, em resposta às contínuas ações do grupo no Mar Vermelho. A operação, coordenada entre ambos os governos e com o apoio de Austrália, Bahrein, Canadá e Países Baixos, teve como alvo oito posições estratégicas dos houthis, buscando &#8220;perturbar e degradar&#8221; suas capacidades.</p>
<p>Os ataques foram direcionados, segundo comunicado conjunto, a um ponto de armazenamento subterrâneo dos houthis, bem como a locais de mísseis e vigilância aérea. A operação visa responder aos ataques contínuos do grupo rebelde à navegação internacional e comercial no Mar Vermelho, assim como a navios de guerra.</p>
<p>O Ministério da Defesa do Reino Unido afirmou que os ataques foram realizados em legítima defesa, visando reduzir as tensões e restaurar a estabilidade na região. A operação envolveu aviões da Força Aérea Real, utilizando bombas guiadas de precisão, com o objetivo de minimizar riscos de vítimas civis.</p>
<p>Grant Shapps, ministro britânico da Defesa, destacou que os ataques têm como propósito enfraquecer o arsenal dos houthis e impedir que representem uma ameaça ao comércio global e à vida de marinheiros inocentes. Quatro caças Typhoon foram empregados na ação.</p>
<p>Esta é a segunda operação conjunta desde o início de janeiro, refletindo a determinação dos EUA e do Reino Unido em enfraquecer as capacidades militares dos houthis, que têm recebido apoio do Irã. Alvos incluíram sistemas de mísseis, lançadores, sistemas de defesa aérea, radares e instalações de armazenamento de armas.</p>
<p>O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, em declarações nesta terça-feira, reafirmou o compromisso de &#8220;continuar a reduzir&#8221; a capacidade dos houthis para realizar ataques no Mar Vermelho. Ele ressaltou que os houthis atacam indiscriminadamente a navegação na região, buscando fechar uma via marítima vital.</p>
<p>Os rebeldes houthis, por sua vez, afirmam que esses ataques reforçam a determinação do povo iemenita em cumprir sua responsabilidade moral e humanitária para com os oprimidos em Gaza. Antes da confirmação oficial, a agência de notícias houthi denunciou os ataques, mencionando investidas contra a capital Sanaa e outras províncias do Iêmen.</p>
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		<title>Coalizão liderada pelos EUA e aliados realiza ataques contra houthis em busca de estabilidade no Mar Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 13:54:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, os Estados Unidos, o Reino Unido e oito países aliados emitiram uma declaração conjunta anunciando uma ação militar direcionada contra o grupo rebelde houthis no Iêmen, com o objetivo declarado de desanuviar as tensões e restaurar a estabilidade no Mar Vermelho. A declaração ressalta o compromisso compartilhado com a liberdade de navegação, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira, os Estados Unidos, o Reino Unido e oito países aliados emitiram uma declaração conjunta anunciando uma ação militar direcionada contra o grupo rebelde houthis no Iêmen, com o objetivo declarado de desanuviar as tensões e restaurar a estabilidade no Mar Vermelho.</p>
<p>A declaração ressalta o compromisso compartilhado com a liberdade de navegação, o comércio internacional e a segurança dos marinheiros diante de ataques considerados ilegais e injustificáveis. Os países envolvidos incluem Austrália, Bahrein, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Os ataques aéreos realizados na noite de quinta-feira pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido foram uma resposta aos ataques dos houthis no Mar Vermelho, intensificados desde o início do conflito entre Israel e o Hamas em outubro do ano passado. A coalizão internacional considera esses ataques uma ameaça à navegação internacional e à estabilidade da região.</p>
<p>Rússia e China expressaram preocupações com a escalada das tensões, condenando os ataques liderados pelos EUA e destacando a necessidade de contenção para evitar uma propagação ainda maior do conflito. A China instou todas as partes envolvidas a manterem a calma.</p>
<p>A ação militar coordenada atingiu mais de uma dúzia de locais usados pelos houthis, incluindo a capital do Iêmen, Sanaa, e outras cidades sob controle dos rebeldes apoiados pelo Irã. A resposta dos houthis foi rápida, prometendo continuar os ataques a navios ligados a Israel no Mar Vermelho.</p>
<p>A Rússia criticou os ataques liderados pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido, considerando-os uma distorção das resoluções do Conselho de Segurança da ONU e acusando as potências ocidentais de desrespeitar o direito internacional. A porta-voz russa Maria Zajarova afirmou que os bombardeios visam a escalada na região para atingir objetivos destrutivos.</p>
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