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	<title>História em Quadrinhos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>“Doce Amargo”: HQ transforma em reportagem em quadrinhos o drama do desastre de Mariana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Há exatos dez anos, em 5 de novembro de 2015, o Brasil testemunhava um dos maiores desastres socioambientais de sua história. O rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), liberou milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, devastando comunidades inteiras e contaminando o Rio Doce até o Espírito Santo. Uma década depois, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há exatos dez anos, em 5 de novembro de 2015, o Brasil testemunhava um dos maiores desastres socioambientais de sua história. O rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), liberou milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração, devastando comunidades inteiras e contaminando o Rio Doce até o Espírito Santo. Uma década depois, o quadrinista João Marcos Mendonça transforma a dor e a memória desse episódio em arte e jornalismo na graphic novel <em>Doce Amargo</em>, lançada pela Editora Nemo.</p>
<p>Com 186 páginas de roteiro e arte do próprio autor, o álbum é uma verdadeira reportagem em quadrinhos, que acompanha, em tom pessoal e documental, o cotidiano dos moradores de Governador Valadares (MG) — uma das cidades atingidas pela lama tóxica que viajou pelo Rio Doce após o colapso da barragem.</p>
<p>João Marcos, que vivia na cidade à época do desastre, faz de sua própria família o fio condutor da narrativa. “Nós estávamos vivendo algo histórico, por isso comecei a fazer um diário”, conta o autor. “O que me despertou foi ver um caminhão do Exército distribuindo água. Era um cenário de guerra.”</p>
<figure id="attachment_86598" aria-describedby="caption-attachment-86598" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86598" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Album-Doce-Amargo-mostra-tragedia-em-Mariana-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C569&#038;ssl=1" alt="Álbum Doce Amargo Mostra Tragédia Em Mariana - Expresso Carioca" width="754" height="569" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Album-Doce-Amargo-mostra-tragedia-em-Mariana-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Album-Doce-Amargo-mostra-tragedia-em-Mariana-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Album-Doce-Amargo-mostra-tragedia-em-Mariana-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/11/05-Album-Doce-Amargo-mostra-tragedia-em-Mariana-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C566&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86598" class="wp-caption-text">Álbum Doce Amargo mostra tragédia em Mariana &#8211; Ilustração João Marcos Mendonça/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Essas anotações pessoais se transformaram em roteiro e desenho, dando origem a uma HQ que revela com sensibilidade e precisão a dimensão humana do desastre. Enquanto a grande imprensa retratava os números e as imagens aéreas da destruição, <em>Doce Amargo</em> mergulha no drama cotidiano — a falta d’água, a morte dos peixes, o cheiro insuportável do rio, as dificuldades para tomar banho ou até usar o banheiro.</p>
<p>Com um traço ágil e influências visíveis de Ziraldo, a obra foi pensada para atingir o público jovem-adulto, sem deixar de ser acessível a leitores de todas as idades. João reconstrói os fatos de forma didática, explicando passo a passo os desdobramentos da tragédia que transformou a rotina de milhares de pessoas.</p>
<p>“Foi difícil reviver tudo aquilo para fazer a HQ. Levei nove anos para finalizar o roteiro”, revela o autor. “Quis mostrar o primeiro ano da crise, o impacto inicial, o que vivemos de fato.”</p>
<p>Ao combinar jornalismo, memória e arte, <em>Doce Amargo</em> se consolida como um testemunho necessário — uma lembrança viva do preço humano e ambiental pago pela negligência, e um alerta sobre a urgência de se repensar a relação entre progresso e responsabilidade ambiental.</p>
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		<title>FIQ BH 2022 se estende até o domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 22:04:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto Lumiar, realiza até o próximo domingo (7) a 11ª edição do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte (FIQ BH), no Minascentro. O tema desta edição é Quadrinhos e o mundo do trabalho. A programação é gratuita e oferece atividades para jovens, adultos, crianças e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto Lumiar, realiza até o próximo domingo (7) a 11ª edição do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte (FIQ BH), no Minascentro. O tema desta edição é Quadrinhos e o mundo do trabalho. A programação é gratuita e oferece atividades para jovens, adultos, crianças e profissionais do setor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Cerca de 350 quadrinistas, entre nacionais e estrangeiros, estão expondo e autografando trabalhos, participando de oficinas e debates. A secretária municipal de Cultura, Eliane Parreiras, disse que o evento está mobilizando, no total, 800 profissionais do setor, entre artistas, realizadores, editoras, técnicos da área cultural de outros setores. “Movimentando uma cadeia produtiva muito rica e muito potente”. Na avaliação da secretária, esta edição do FIQ BH está mostrando a potência do setor.</p>
<h2>Desdobramentos</h2>
<p>De acordo com a secretária, o FIQ BH é o principal marco da política pública para o segmento de quadrinhos. O evento é bienal e constitui um dos grandes marcos dessa atividade, disse, acrescentando que a intenção do governo municipal é desenvolver uma programação, “seja na área da formação, da reflexão ou da própria difusão dos quadrinhos, que permaneça no período entre as duas edições desse marco, que é o festival. Que a gente consiga oferecer essa programação de maneira orgânica também”.</p>
<p>De acordo com a secretária o FIQ BH é muito importante porque dele resultam muitos desdobramentos, inclusive em termos de parcerias, além de apresentar um panorama nacional e internacional dos quadrinhos. “A ideia é que essa política pública seja estendida, e até a próxima edição tenha essas atividades mais espaçadas, como desdobramento dos conteúdos que foram produzidos no FIQ BH”, disse.</p>
<p>O próximo festival está programado para acontecer em 2024. “Já são 22 anos acontecendo de maneira interrupta, e é hoje uma política pública estabelecida que se desdobra em ações nos nossos centros culturais, museus, e também em parceria com realizadores”.</p>
<p>A programação extensa e gratuita reafirma a relevância do FIQ BH como o maior evento latino-americano dedicado ao gênero. Há oficinas, exposições, sessões de filmes, mesas de artistas, feira de quadrinhos, debates, sessões de autógrafos, duelos de HQs, rodadas de negócios, entre outras atividades, durante os 5 dias de festival. A programação completa pode ser acessada no <a href="http://portalbelohorizonte.com.br/fiq" target="_blank" rel="noopener">site do festival</a>.</p>
<p>Este ano, 189 mesas compõem a feira de quadrinhos, com exposição e venda de publicações e produtos de quadrinistas de todo o Brasil.</p>
<h2>Homenagem</h2>
<p>O artista homenageado desta edição é o quadrinista, ilustrador e professor paulistano Marcelo D’Salete. Aos 42 anos de idade e com quase 20 anos de carreira, ele é um dos autores de quadrinhos mais premiados no Brasil, tendo ganhado um dos mais importantes prêmios de quadrinhos do mundo, o Eisner, de melhor edição americana de material estrangeiro, em 2018, com a edição norte-americana de <em>Cumbe</em>. No mesmo ano, Marcelo D’Salete levou também o Prêmio Jabuti com <em>Angola Janga</em>, na categoria Histórias em Quadrinhos.</p>
<h2>Convidados</h2>
<p>Na 11ª FIQ BH, os convidados internacionais são os franceses Chloé Cruchaudet e Fabien Toulmé. Chloé nasceu em Lyon e, depois de estudar arquitetura e artes gráficas, frequentou a escola de animação Gobelins. Isso fez com que ela desenvolvesse seu gosto pelo desenho e trouxe uma abordagem cinematográfica para seu trabalho. Sua produção é inspirada em livros históricos ou autobiografias. Ela participa da mesa Quadrinhos e transmídia: animação e outro registros, hoje (4), às 18h, e recebe o público para o bate-papo Conversa em quadrinhos: ficção histórica, no sábado (6), às 13h30.</p>
<p>Já Fabien Toulmé tem publicações no Brasil que são sucesso pelo mundo afora. Ele participa do bate-papo Conversa em quadrinhos: as narrativas intimistas, também no dia 6, às 15h.</p>
<h2>Cinema</h2>
<p>Entre as atividades desta edição, o FIQ BH apresenta ainda a mostra de cinema que traz obras focadas tanto na temática geral do evento quanto na interseção dos quadrinhos com o mundo da animação. Serão seis filmes exibidos no Cine Santa Teresa, gratuitamente: <em>Culottées,</em> de Mai Nguyen et Charlotte Cambon De La Valette; <em>Wood &amp; Stock</em>, de Otto Guerra; <em>Aya de Yopougon, de</em> Marguerite Abouet e Clément Oubrerie; <em>Um homem está morto, </em>de Olivier Cossu; <em>Snoopy &amp; Charlie Brown: Peanuts, o Filme</em>, de Steve Martino; <em>Playlist</em>, de Nine Antico.</p>
<p>Além da exposição Malungo D’Salete: Entre faróis, favelas e quilombos, do homenageado do FIQ BH 2022, as artes visuais estão representadas também com a exposição Gemini, história em quadrinhos, de Rogi Silva e Clémence Bourdaud, que parte do diálogo entre linguagens, artistas e culturas. A mostra está em cartaz na Casa Fiat de Cultura e poderá ser vista presencialmente até o dia 14.</p>
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