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	<title>Hidratação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Efeitos da Fumaça na Saúde: Preocupações crescem com a qualidade do ar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Clima seco]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento de fuligem e fumaça no ar, combinado com o clima seco que atinge grande parte do Brasil, tem gerado graves problemas respiratórios, afetando principalmente crianças e idosos. A presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Margareth Dalcolmo, alerta para os riscos à saúde causados pela baixa qualidade do ar. “Nós, especialistas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento de fuligem e fumaça no ar, combinado com o clima seco que atinge grande parte do Brasil, tem gerado graves problemas respiratórios, afetando principalmente crianças e idosos. A presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Margareth Dalcolmo, alerta para os riscos à saúde causados pela baixa qualidade do ar.</p>
<p>“Nós, especialistas, estamos profundamente preocupados com os danos, muitas vezes agudos, que a má qualidade do ar provoca no sistema respiratório. Esses fatores estão gerando rinites, asma, bronquite aguda e alergias respiratórias, afetando gravemente crianças e, principalmente, idosos, que são os mais vulneráveis&#8221;, afirmou Margareth em entrevista à **Rádio Nacional**.</p>
<p><strong>A gravidade das substâncias no ar</strong></p>
<p>A pneumologista destacou que a variedade de substâncias nocivas no ar torna difícil medir os impactos imediatos e futuros na saúde. Ela explica que a fumaça de incêndios contém gases tóxicos e partículas finas que prejudicam os alvéolos pulmonares, além de liberar compostos como monóxido de carbono e dióxido de enxofre. Esses poluentes podem agravar doenças preexistentes, como asma e enfisema pulmonar, levando a complicações severas.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, por exemplo, já foram registrados níveis de poluição superiores aos encontrados em Cubatão, famosa pela poluição industrial. “Estamos ultrapassando 300 microgramas de substâncias poluentes, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um limite de 45 microgramas, em três a quatro dias por ano. Isso é muito preocupante”, ressaltou a médica.</p>
<p><strong>Cuidados necessários e desafios no tratamento</strong></p>
<p>Margareth Dalcolmo sugere algumas precauções para minimizar os efeitos nocivos da fumaça. Ficar em casa, ventilar o ambiente com cuidado para evitar a entrada de poluentes, e aumentar a ingestão de água são medidas essenciais. Ela destacou que o Ministério da Saúde está preparando novas diretrizes para orientar a população sobre como se proteger.</p>
<p>A médica também alertou para o impacto nos sistemas de saúde, com aumento de casos de doenças respiratórias sobrecarregando emergências e clínicas. Ela recomendou que pessoas com desconforto respiratório procurem ajuda médica, especialmente se já possuem condições preexistentes.</p>
<p><strong>Uso de máscaras</strong></p>
<p>Sobre o uso de máscaras, Margareth Dalcolmo foi cautelosa, indicando que as máscaras cirúrgicas e de tecido oferecem proteção limitada. Máscaras mais eficientes, como as do tipo N95, são mais caras e menos acessíveis.</p>
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		<title>A importância da hidratação para crianças e idosos no inverno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 17:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doutora Luísa Perret]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em períodos mais secos e frios a sede pode até diminuir, mas o consumo de uma certa quantidade de água é imprescindível à manutenção da saúde. “Cada pessoa varia um pouquinho a sua necessidade. Em geral, nas crianças, precisa de pelo menos um litro e meio (de água) por dia e nos adultos entre dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em períodos mais secos e frios a sede pode até diminuir, mas o consumo de uma certa quantidade de água é imprescindível à manutenção da saúde. “Cada pessoa varia um pouquinho a sua necessidade. Em geral, nas crianças, precisa de pelo menos um litro e meio (de água) por dia e nos adultos entre dois a três litros por dia”, recomenda a especialista Luísa Perret.</p>
<p>Prestar atenção aos sinais que possam ter o indicativo de que o corpo não está indo bem, apresentando os sintomas mais comuns: fadiga, cansaço, confusão mental, faz-se necessário para evitar que a desidratação seja prolongada e impulsione um quadro mais grave de saúde. “Os sinais de desidratação muitas vezes são isso. Começa a ficar tonto, confuso, sonolento. A pessoa tem uma sensação de desmaio”, evidencia a Dra. Luísa Perret.</p>
<p><strong>Atenção redobrada às crianças e idosos</strong></p>
<blockquote><p>“Nas crianças, elas se distraem muitas vezes e esquecem de pedir por água, e a criança tem um metabolismo muito ativo, transpira muito. Muitas vezes não vão pedir (água)”, detalha a médica.</p></blockquote>
<p>Como a faixa etária pode indicar a estratégia a ser adotada em manter a hidratação em dia, recomenda-se não associar a água com líquidos à base de café, de energéticos, ou até mesmo refrigerantes. “Apesar de serem líquidos, são líquidos que têm muita mistura com produtos, com química e que não hidratam bem as células. O melhor líquido é a água”, pontua a Dra. Luísa.</p>
<p>No dia a dia, os familiares podem seguir uma receita que facilita e muito aos cuidados com os idosos. <em>“A família tem que vigiar, de ver quantos copos d&#8217;água esse idoso conseguiu tomar ao longo do dia. Muitas vezes não tem interesse em beber água. O ideal é pelo menos 10 copos d&#8217;água e você pode ficar cuidando nas horas que a pessoa está acordada, um copinho por hora. Então, dá um copinho, veja se bebeu, mesmo que seja de golinho em golinho. Passou uma hora, dá mais um copinho”</em>, enumera a especialista.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/draluisaperret" target="_blank" rel="noopener">@draluisaperret</a><br />
<strong>Site:</strong> <a href="https://www.institutoperret.com" target="_blank" rel="noopener">https://www.institutoperret.com</a></p>
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