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	<title>Hamas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Hamas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Avião com brasileiros repatriados do Líbano aterrissa em Guarulhos em meio a conflitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 13:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[aliado do Hezbollah.]]></category>
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		<category><![CDATA[Repatriação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira (29), um avião com 221 brasileiros vindos do Líbano chegou à Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), às 5h55, segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave, modelo KC-30, integra a “Operação Raízes do Cedro”, que desde 2 de outubro vem realizando voos de repatriação para resgatar cidadãos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta terça-feira (29), um avião com 221 brasileiros vindos do Líbano chegou à Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), às 5h55, segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave, modelo KC-30, integra a “Operação Raízes do Cedro”, que desde 2 de outubro vem realizando voos de repatriação para resgatar cidadãos brasileiros em zonas de conflito. Este voo trouxe, além dos passageiros, um animal de estimação.</p>
<p>A comunidade brasileira no Líbano é composta por aproximadamente 20 mil pessoas, das quais cerca de três mil já solicitaram retorno ao Brasil. A operação conta com o apoio logístico da FAB e a coordenação do Itamaraty para a execução dos resgates.</p>
<p>O aumento das tensões na região ocorre em meio a confrontos na fronteira do Líbano com Israel, envolvendo o grupo Hezbollah e forças israelenses. Desde o início dos ataques, em setembro, dois adolescentes brasileiros perderam a vida em bombardeios no Líbano.</p>
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		<title>ONG acusa Hamas de cometer crimes contra a humanidade em 7 de outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ong-acusa-hamas-de-cometer-crimes-contra-a-humanidade-em-7-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 13:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crime contra a humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Human Rights Watch]]></category>
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					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) divulgou que o movimento islamita Hamas cometeu &#8220;vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade&#8221; durante os ataques em Israel no dia 7 de outubro de 2023, resultando na morte de quase 1.200 pessoas e no sequestro de 251 indivíduos. &#8220;A investigação da HRW concluiu que o ataque liderado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Human Rights Watch (HRW) divulgou que o movimento islamita Hamas cometeu &#8220;vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade&#8221; durante os ataques em Israel no dia 7 de outubro de 2023, resultando na morte de quase 1.200 pessoas e no sequestro de 251 indivíduos.</p>
<p>&#8220;A investigação da HRW concluiu que o ataque liderado pelo Hamas em outubro foi preparado para matar civis e sequestrar tantas pessoas quanto possível&#8221;, declarou Ida Sawyer, diretora de crises e conflito da organização, no último relatório.</p>
<p>No documento, a HRW afirmou que os comandos do Hamas realizaram vários crimes de lesa-humanidade, incluindo:</p>
<ul>
<li>Ataques contra civis,</li>
<li>Homicídios deliberados de pessoas detidas,</li>
<li>Tratamento cruel e desumano,</li>
<li>Violência sexual e de gênero,</li>
<li>Tomada de reféns,</li>
<li>Mutilação e saque de cadáveres,</li>
<li>Uso de escudos humanos,</li>
<li>Pilhagem.</li>
</ul>
<p>A HRW destacou que 815 das 1.195 pessoas assassinadas naquele dia eram civis. Dos 251 sequestrados, 116 ainda estão em Gaza, com 42 já confirmados mortos, sendo a maioria civis.</p>
<p><strong>Testemunhos</strong></p>
<p>Esses atos não foram &#8220;uma ocorrência tardia, um plano falho ou ato isolado&#8221;, afirmou a ONG, que investigou testemunhos de vítimas, familiares, equipes de socorro e peritos médicos, além de mais de 280 fotografias e vídeos do ataque.</p>
<p>&#8220;As autoridades do Hamas responderam às perguntas da HRW, assegurando ter ordenado às suas forças para que não atacassem civis e não se desviassem dos direitos humanos e do direito humanitário&#8221;, disse a HRW, que garantiu &#8220;ter encontrado provas do contrário&#8221;.</p>
<p>Em um dos vídeos do ataque, milicianos são vistos procurando ativamente civis e matando-os, comprovando a intencionalidade dos ataques e a tomada de reféns, &#8220;planejada e altamente coordenada&#8221;.</p>
<p>A HRW afirmou que precisa de uma investigação mais aprofundada para provar outros crimes, como a perseguição de grupos identificáveis por motivos raciais, étnicos ou religiosos, ou violações e outros atos de violência sexual.</p>
<p><strong>Acusações contra Israel</strong></p>
<p>A ONG também destacou que Israel cometeu crimes contra a humanidade ao realizar um castigo coletivo contra a população da Faixa de Gaza, após os ataques, que incluiu o corte de serviços essenciais e a limitação da entrada de ajuda humanitária. Desde 7 de outubro, mais de 38.700 palestinos morreram devido à ofensiva militar.</p>
<p>Este castigo &#8220;agrava o impacto dos mais de 17 anos do cerco ilegal de Gaza por parte de Israel&#8221;, país que a HRW acusou de cometer &#8220;crimes de `apartheid` e perseguição contra os palestinos&#8221;.</p>
<p><strong>Direito Humanitário</strong></p>
<p>A HRW pediu que todas as partes respeitem o direito humanitário. Além disso, solicitou que as milícias palestinas de Gaza libertem &#8220;imediata e incondicionalmente os civis que mantêm como reféns&#8221;.</p>
<p>&#8220;Devem ser tomadas medidas disciplinares contra os membros responsáveis por crimes de guerra e entregar para serem processadas pessoas que enfrentem uma ordem de detenção do Tribunal Penal Internacional (TPI)&#8221;, disse a ONG.</p>
<p>No dia 20 de maio, a procuradoria-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu mandados de captura para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Yoav Gallant, e os líderes do Hamas, Yahya Sinwar, Ismail Haniyeh e Mohamed Deif. Deif foi alvo de um ataque israelense no sábado (13), em Mawasi, no sul da Faixa de Gaza, sem que tenha sido confirmada a sua morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Exército de Israel recupera corpo de brasileiro sequestrado pelo Hamas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exercito-de-israel-recupera-corpo-de-brasileiro-sequestrado-pelo-hamas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 13:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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		<category><![CDATA[Reféns]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira (24) a recuperação dos corpos de três reféns sequestrados em outubro de 2023 pelo grupo palestino Hamas. Entre os reféns está Michel Nisembaum, um brasileiro de 59 anos. Os corpos foram recuperados durante a madrugada em uma operação conjunta do Exército e dos serviços secretos israelenses em Jabaliya, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira (24) a recuperação dos corpos de três reféns sequestrados em outubro de 2023 pelo grupo palestino Hamas. Entre os reféns está Michel Nisembaum, um brasileiro de 59 anos.</p>
<p>Os corpos foram recuperados durante a madrugada em uma operação conjunta do Exército e dos serviços secretos israelenses em Jabaliya, no norte da Faixa de Gaza. Além de Michel Nisembaum, os outros dois reféns foram identificados como Orión Hernández Radoux, de 30 anos, e Hanan Yablonka, de 42 anos.</p>
<p><strong>Declarações Oficiais</strong></p>
<p>Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua tristeza pela morte de Michel e reafirmou o compromisso do governo brasileiro na luta pela libertação de todos os reféns mantidos pelo Hamas.</p>
<p>“Soube, com imensa tristeza, da morte de Michel Nisembaum, brasileiro mantido refém pelo Hamas. Conheci sua irmã e filha, e sei do amor imenso que sua família tinha por ele. Minha solidariedade aos familiares e amigos de Michel”, publicou Lula.</p>
<p>“O Brasil continuará lutando e seguiremos engajados nos esforços para que todos os reféns sejam libertados, para que tenhamos um cessar-fogo e a paz para os povos de Israel e da Palestina”, completou.</p>
<p><strong>Notas da Embaixada</strong></p>
<p>A Embaixada de Israel no Brasil também lamentou a morte de Michel. Em nota, declarou: “Todos os nossos corações doeram com a terrível notícia de seu assassinato. O povo de Israel, o Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Estado de Israel no Brasil partilham a tristeza da família”.</p>
<p>“O Estado de Israel comunica, com extremo pesar, o assassinato do israelense-brasileiro Michel Nisembaum, morto pelos terroristas do Hamas”, informou o comunicado. “Seu corpo foi encontrado pelas forças de segurança de Israel num túnel na Faixa de Gaza e levado de volta para Israel.”</p>
<p><strong>Contexto do Conflito</strong></p>
<p>Em outubro passado, o Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007, lançou um ataque surpresa com mísseis contra Israel, seguido de uma incursão de combatentes armados no sul do país. Este ataque resultou na morte de cerca de 1,2 mil pessoas e no sequestro de aproximadamente 200 reféns, incluindo israelenses e estrangeiros.</p>
<p>Em resposta, Israel vem bombardeando infraestruturas em Gaza e impôs um cerco total ao território, dificultando a entrada de ajuda humanitária. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 35 mil pessoas foram mortas e cerca de 80 mil ficaram feridas em sete meses de ofensiva.</p>
<p>A guerra entre Israel e Hamas é motivada por disputas territoriais históricas, envolvendo reivindicações de ambos os povos, israelenses e palestinos, sobre a mesma região.</p>
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		<item>
		<title>Israel assume controle de Rafah e intensifica ataques em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/israel-assume-controle-de-rafah-e-intensifica-ataques-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 13:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[posto de controle]]></category>
		<category><![CDATA[Rafah]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças Armadas de Israel tomaram controle da passagem de fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito, nesta terça-feira (7), enquanto seus tanques adentravam a cidade de Rafah, no sul de Gaza, após uma série de ataques aéreos durante a noite. A ofensiva israelense coincide com esforços de mediação para alcançar um cessar-fogo entre Israel [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças Armadas de Israel tomaram controle da passagem de fronteira de Rafah, entre Gaza e Egito, nesta terça-feira (7), enquanto seus tanques adentravam a cidade de Rafah, no sul de Gaza, após uma série de ataques aéreos durante a noite.</p>
<p>A ofensiva israelense coincide com esforços de mediação para alcançar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, seus adversários, em meio ao prolongado conflito que entra em seu oitavo mês.</p>
<p>O grupo militante palestino afirmou na segunda-feira (6) ter aceitado uma proposta de cessar-fogo, mas Israel rejeitou os termos, alegando que não atendiam às suas exigências.</p>
<p>Enquanto os mediadores trabalham para garantir um acordo, os ataques israelenses persistem, levando a preocupações internacionais sobre a segurança dos civis em Rafah, onde os tanques e aviões israelenses atingiram diversas áreas e residências durante a noite.</p>
<p>Na terça-feira pela manhã, residentes de Rafah buscavam por sobreviventes sob os escombros, enquanto um corpo era preparado para o enterro em uma mortalha branca.</p>
<p>Raed al-Derby, que perdeu sua esposa e filhos, afirmou à Reuters: &#8220;Somos resilientes e permaneceremos firmes nesta terra. Estamos aguardando pela libertação, e esta batalha será pela nossa liberdade, se Deus quiser.&#8221;</p>
<p>Com mais de um milhão de pessoas buscando refúgio em Rafah, a maioria vivendo em condições precárias em acampamentos e abrigos improvisados, a situação humanitária torna-se cada vez mais desafiadora.</p>
<p>Os militares israelenses justificaram sua operação em Rafah como uma medida para neutralizar combatentes e desmantelar infraestruturas utilizadas pelo Hamas, que governa Gaza.</p>
<p>No entanto, o Egito alertou que a incursão israelense ameaça os esforços de cessar-fogo, enquanto líderes internacionais expressam temores sobre o aumento do número de vítimas civis.</p>
<p>Com a passagem de Rafah fechada devido à presença de tanques israelenses, a ajuda humanitária para Gaza é interrompida, intensificando ainda mais a crise.</p>
<p>Enquanto a pressão internacional aumenta sobre Israel para evitar uma escalada em Rafah, a situação permanece volátil e incerta para os residentes de Gaza.</p>
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		<item>
		<title>Grupo militante palestino Hamas diz concordar com proposta de cessar-fogo em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/grupo-militante-palestino-hamas-diz-concordar-com-proposta-de-cessar-fogo-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 22:27:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo militante palestino Hamas anunciou nesta segunda-feira (6) que concordou com uma proposta de cessar-fogo na guerra de sete meses contra Israel em Gaza. Ismail Haniyeh, líder do Hamas, comunicou aos mediadores do Catar e do Egito sobre a aceitação da proposta, conforme declarou brevemente o próprio Hamas, sem fornecer detalhes sobre os termos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo militante palestino Hamas anunciou nesta segunda-feira (6) que concordou com uma proposta de cessar-fogo na guerra de sete meses contra Israel em Gaza. Ismail Haniyeh, líder do Hamas, comunicou aos mediadores do Catar e do Egito sobre a aceitação da proposta, conforme declarou brevemente o próprio Hamas, sem fornecer detalhes sobre os termos do acordo. Até o momento, Israel não emitiu nenhum comentário sobre o assunto.</p>
<p>Se o acordo entrar em vigor, representará a primeira trégua desde a pausa nos combates ocorrida em novembro, seguindo meses de esforços frustrados para interromper os confrontos e permitir a entrada de mais ajuda humanitária em Gaza. As negociações de cessar-fogo, conduzidas no Cairo, enfrentaram um impasse após um alerta de Izzat al-Rashiq, membro do Hamas, de que qualquer operação israelense em Rafah poderia colocar em risco as discussões de trégua.</p>
<p>Rafah, localizada na extremidade sul da Faixa de Gaza, tornou-se o refúgio final para cerca de metade dos 2,3 milhões de habitantes da região, muitos dos quais foram deslocados pelo recente conflito com Israel.</p>
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		<item>
		<title>Gaza: Cessar-Fogo pode estar Próximo, mas Bombardeios Persistem</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/gaza-cessar-fogo-pode-estar-proximo-mas-bombardeios-persistem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 13:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os esforços para alcançar um cessar-fogo na região de Gaza continuam nesta segunda-feira (29), com negociações em andamento tanto na Arábia Saudita quanto no Egito. Ministros de países ocidentais e árabes estão reunidos em Riade, enquanto mediadores no Cairo estão prontos para se encontrar com líderes do Hamas em busca de um acordo. No entanto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os esforços para alcançar um cessar-fogo na região de Gaza continuam nesta segunda-feira (29), com negociações em andamento tanto na Arábia Saudita quanto no Egito. Ministros de países ocidentais e árabes estão reunidos em Riade, enquanto mediadores no Cairo estão prontos para se encontrar com líderes do Hamas em busca de um acordo. No entanto, os ataques israelenses persistem, com o número de mortos subindo para 20 em um recente bombardeio contra a cidade de Rafah.</p>
<p>O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Stephane Sejournesa, expressou cautela em relação ao progresso das negociações, destacando a necessidade de um cessar-fogo diante da situação catastrófica em Gaza. Ele se reunirá em Riade com outros ministros de países árabes e ocidentais para discutir a questão.</p>
<p>Além disso, Antony Blinken, chefe da diplomacia dos Estados Unidos, está na Arábia Saudita para uma visita de dois dias, buscando discutir caminhos para alcançar uma trégua em Gaza que permita a libertação dos reféns do Hamas.</p>
<p>Enquanto isso, no Cairo, mediadores do Egito e do Catar estão preparados para uma nova rodada de negociações com líderes do Hamas. Uma delegação do Hamas, liderada por Khalil Al-Hayya, está pronta para participar das discussões, que incluem um acordo proposto pelo próprio grupo como resposta a uma oferta de cessar-fogo de Israel.</p>
<p>Os bombardeios israelenses continuam em Gaza, com ataques recentes em Rafah e outras áreas, resultando em mais mortes e feridos. O número total de vítimas palestinas já ultrapassa 34 mil desde o início da operação militar, com 66 mortes relatadas nas últimas 24 horas, de acordo com autoridades de saúde de Gaza.</p>
<p>A comunidade internacional expressa crescente preocupação com o impacto humanitário desses conflitos e teme um desastre humanitário em Gaza, especialmente diante das ameaças de um ataque em larga escala em Rafah, que Israel afirma ser o centro de operações do Hamas.</p>
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		<item>
		<title>Hamas apoia resposta iraniana a Israel como legítima e merecida</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/hamas-apoia-resposta-iraniana-a-israel-como-legitima-e-merecida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 15:21:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento islâmico Hamas expressou seu apoio à ação militar do Irã contra Israel, realizada no sábado (13), considerando-a um direito natural e uma resposta merecida. Em um comunicado divulgado neste domingo (14), o Hamas referiu-se ao ataque ao consulado iraniano em Damasco como motivo para a operação iraniana, envolvendo mais de 300 drones, mísseis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento islâmico Hamas expressou seu apoio à ação militar do Irã contra Israel, realizada no sábado (13), considerando-a um direito natural e uma resposta merecida. Em um comunicado divulgado neste domingo (14), o Hamas referiu-se ao ataque ao consulado iraniano em Damasco como motivo para a operação iraniana, envolvendo mais de 300 drones, mísseis balísticos e de cruzeiro.</p>
<p>“Nós, no Movimento de Resistência Islâmica [Hamas], consideramos a operação militar levada a cabo pela República Islâmica do Irã contra a entidade ocupante sionista como um direito natural e uma resposta merecida ao crime de ataque ao consulado iraniano em Damasco”, a 1º deste mês, referiu, num comunicado, o Hamas, movimento apoiado por Teerã.</p>
<p>“Pedimos a todas as forças da nação que continuem a apoiar a resistência e a operação Al Aqsa Flood”, disse, referindo-se ao nome oficial dado aos ataques perpetrados em 7 de outubro de 2023 contra Israel, conforme foi noticiado pelo jornal palestino <em>Filastin</em>, associado ao Hamas.</p>
<p>O grupo também convocou outros países árabes e forças de resistência da região a continuarem apoiando a liberdade e independência do povo palestino, em meio ao conflito em curso na Faixa de Gaza.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Israel anuncia retirada parcial de tropas do sul de Gaza após seis meses de conflito</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/israel-anuncia-retirada-parcial-de-tropas-do-sul-de-gaza-apos-seis-meses-de-conflito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 11:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Israel anunciou no domingo (7) a retirada parcial de suas tropas terrestres do sul de Gaza, mantendo apenas uma brigada na região. Segundo fontes das Forças de Defesa de Israel (IDF) citadas pela agência Reuters, a 98ª Divisão concluiu sua missão em Khan Younis, deixando o enclave para &#8220;recuperar e se preparar para futuras operações&#8221;. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel anunciou no domingo (7) a retirada parcial de suas tropas terrestres do sul de Gaza, mantendo apenas uma brigada na região. Segundo fontes das Forças de Defesa de Israel (IDF) citadas pela agência Reuters, a 98ª Divisão concluiu sua missão em Khan Younis, deixando o enclave para &#8220;recuperar e se preparar para futuras operações&#8221;. Uma força liderada pela 162ª Divisão e a Brigada Nahal permanecerá em Gaza, concentrada ao longo do Corredor de Netzarim.</p>
<p>Esta ação pode ser interpretada como um gesto para reativar as negociações de paz, interrompidas desde novembro, embora não tenha sido especificado como afetará a incursão planejada em Rafah. Este anúncio ocorre após seis meses de conflito desde o ataque e massacre de 1.200 pessoas pelo Hamas, com mais de 200 reféns mantidos em localização incerta.</p>
<p>As negociações para um cessar-fogo ainda não avançaram, mas novas reuniões estão previstas para acontecer no Cairo. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que não haverá acordo de paz sem a libertação de todos os reféns em Gaza.</p>
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		<title>Israel confirma eliminação do &#8220;Número Dois&#8221; do Hamas em ataque em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 13:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Líder]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército de Israel confirmou nesta quarta-feira (27) a morte de Marwan Issa, considerado o &#8220;número dois&#8221; do braço armado do movimento islâmico palestino Hamas, em um ataque realizado há duas semanas na Faixa de Gaza. Segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), Daniel Hagari, Issa foi identificado como um dos organizadores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exército de Israel confirmou nesta quarta-feira (27) a morte de Marwan Issa, considerado o &#8220;número dois&#8221; do braço armado do movimento islâmico palestino Hamas, em um ataque realizado há duas semanas na Faixa de Gaza.</p>
<p>Segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), Daniel Hagari, Issa foi identificado como um dos organizadores do ataque de 7 de outubro e foi eliminado durante uma operação aérea precisa, baseada em informações de inteligência militar e do serviço secreto israelense, o Shin Beth.</p>
<p>Esta ação marca a primeira vez que um oficial de alto escalão do Hamas é morto pelo Exército de Israel desde o início dos confrontos em Gaza.</p>
<p>Apesar do anúncio israelense, Izzat al-Rishq, membro do gabinete político do Hamas, expressou desconfiança em relação à morte de Issa, sem apresentar evidências que contestassem a declaração.</p>
<p>O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, havia divulgado a morte de Marwan Issa anteriormente, em 18 de março. Issa, nascido em 1965, era vice de Mohammed Deif, líder das brigadas Al-Qassam.</p>
<p>O conflito na Faixa de Gaza foi desencadeado por um ataque do Hamas a solo israelense em 7 de outubro de 2023, resultando em significativas baixas e reféns. Desde então, Israel tem retaliado com operações militares em Gaza, resultando em um alto número de vítimas, de acordo com autoridades palestinas.</p>
<p>O Hamas é considerado uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos e União Europeia, e controla a Faixa de Gaza desde 2007.</p>
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		<title>EUA garantem forte proposta de acordo para cessar-fogo em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-garantem-forte-proposta-de-acordo-para-cessar-fogo-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 14:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio à escalada de violência na Faixa de Gaza, os Estados Unidos garantem que estão trabalhando em uma &#8220;forte proposta&#8221; de acordo para um cessar-fogo entre Israel e palestinos. O secretário de Estado, Antony Blinken, afirmou nesta quinta-feira que a mediação americana busca conter a violência e garantir a libertação de reféns sequestrados por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="markdown markdown-main-panel" dir="ltr">
<p data-sourcepos="5:1-5:415">Em meio à escalada de violência na Faixa de Gaza, os Estados Unidos garantem que estão trabalhando em uma &#8220;forte proposta&#8221; de acordo para um cessar-fogo entre Israel e palestinos. O secretário de Estado, Antony Blinken, afirmou nesta quinta-feira que a mediação americana busca conter a violência e garantir a libertação de reféns sequestrados por grupos militantes palestinos.</p>
<p data-sourcepos="7:1-7:25"><strong>Detalhes da proposta</strong></p>
<ul data-sourcepos="9:1-11:0">
<li data-sourcepos="9:1-9:123">Ainda não foram divulgados detalhes específicos da proposta americana, mas Blinken a descreveu como &#8220;abrangente e justa&#8221;.</li>
<li data-sourcepos="10:1-11:0">A proposta deve abordar questões como o fim das hostilidades, a libertação dos reféns sequestrados por Hamas e outras facções palestinas, e medidas para aliviar a crise humanitária em Gaza.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="12:1-12:26"><strong>Esforços diplomáticos</strong></p>
<ul data-sourcepos="14:1-16:0">
<li data-sourcepos="14:1-14:148">Blinken disse que os EUA estão em contato constante com israelenses e palestinos, além de outros países da região, para buscar o apoio à proposta.</li>
<li data-sourcepos="15:1-16:0">O secretário de Estado também destacou a importância da coordenação com parceiros internacionais para garantir a efetividade do acordo.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="17:1-17:21"><strong>Situação em Gaza</strong></p>
<ul data-sourcepos="19:1-22:0">
<li data-sourcepos="19:1-19:141">A violência entre Israel e palestinos na Faixa de Gaza se intensificou nos últimos dias, com dezenas de mortos e feridos em ambos os lados.</li>
<li data-sourcepos="20:1-20:97">Grupos militantes palestinos lançaram foguetes contra Israel, que respondeu com ataques aéreos.</li>
<li data-sourcepos="21:1-22:0">A comunidade internacional expressou profunda preocupação com a escalada da violência e pediu um cessar-fogo imediato.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="23:1-23:37"><strong>Declaração do Secretário Blinken</strong></p>
<p data-sourcepos="23:1-23:37">&#8220;Os Estados Unidos estão profundamente preocupados com a escalada de violência na Faixa de Gaza. Acreditamos que um cessar-fogo é essencial para salvar vidas e evitar uma nova catástrofe humanitária. Estamos trabalhando incansavelmente com israelenses, palestinos e nossos parceiros internacionais para apresentar uma proposta forte e justa de acordo que atenda às necessidades de todas as partes.&#8221;</p>
<p data-sourcepos="27:1-27:20"><strong>Próximos passos</strong></p>
<ul data-sourcepos="29:1-31:0">
<li data-sourcepos="29:1-29:76">Os EUA continuarão a mediar as negociações entre israelenses e palestinos.</li>
<li data-sourcepos="30:1-31:0">A comunidade internacional deve se unir para pressionar as partes a aceitarem o cessar-fogo e buscar uma solução duradoura para o conflito.</li>
<li style="list-style-type: none;" data-sourcepos="34:1-38:0"></li>
</ul>
</div>
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