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	<title>Haddad &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Haddad &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Haddad vê compromisso de Hugo Motta em manter equilíbrio fiscal na reforma do Imposto de Renda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-ve-compromisso-de-hugo-motta-em-manter-equilibrio-fiscal-na-reforma-do-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 14:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[isenção do Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (27) que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), demonstrou compromisso em preservar as compensações fiscais previstas no projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR). A sinalização foi dada durante reunião entre ambos na residência oficial de Motta. Segundo Haddad, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (27) que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), demonstrou compromisso em preservar as compensações fiscais previstas no projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR). A sinalização foi dada durante reunião entre ambos na residência oficial de Motta.</p>
<p>Segundo Haddad, a equipe técnica da pasta ficará à disposição para sanar dúvidas dos parlamentares antes da votação em plenário. “Ele [Motta] vai marcar uma reunião com a Fazenda e os líderes na próxima semana para esclarecer as últimas dúvidas. Mas senti firmeza e acho que estamos bem encaminhados”, declarou o ministro.</p>
<h3><strong>Neutralidade fiscal como ponto central</strong></h3>
<p>O relatório aprovado em comissão especial, de autoria do deputado Arthur Lira (PP-AL), prevê impacto neutro sobre as contas públicas. A proposta amplia a faixa de isenção para quem recebe até R$ 7.350 mensais, mas mantém mecanismos de compensação, como a taxação de 10% sobre rendimentos dos super-ricos e o fim do teto de 34% para a soma da alíquota de pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>Haddad destacou que Motta reafirmou o compromisso público de não alterar esse equilíbrio, mesmo diante de pressões da oposição e de setores do centrão. “Tem um acordo firmado: tanto a reforma do consumo quanto a da renda precisam ser neutras do ponto de vista fiscal”, frisou.</p>
<h3><strong>Outras pautas em discussão</strong></h3>
<p>Além do IR, Haddad e Motta trataram de projetos considerados prioritários pelo governo, como:</p>
<ul>
<li>aprimoramento da proteção a investidores minoritários no mercado de capitais;</li>
<li>mudanças para acelerar processos de falência de empresas;</li>
<li>inclusão do ReData, programa de incentivos a data centers, no projeto de lei sobre inteligência artificial.</li>
</ul>
<p>O ministro avaliou que a Câmara “tem bons projetos maduros para votar”, com ajustes ainda em andamento.</p>
<h3><strong>Relação com os EUA</strong></h3>
<p>Haddad também comentou o adiamento de uma reunião com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, inicialmente prevista para 13 de agosto. O encontro não tem nova data definida.</p>
<p>Segundo o ministro, o cancelamento teria sido influenciado por articulações da oposição brasileira junto ao Congresso dos EUA. “Ainda não obtive retorno da Casa Branca, mas seguimos confiantes de que a agenda será retomada”, disse.</p>
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		<title>Brasil avalia incluir minerais críticos e terras raras em acordo tarifário com EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-avalia-incluir-minerais-criticos-e-terras-raras-em-acordo-tarifario-com-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 15:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[minerais críticos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (4) que minerais críticos e terras raras podem ser incluídos nas negociações com os Estados Unidos para reduzir o impacto do tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump. Segundo ele, um acordo voltado à produção de baterias mais eficientes pode ser firmado entre os países. Atualmente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (4) que minerais críticos e terras raras podem ser incluídos nas negociações com os Estados Unidos para reduzir o impacto do tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump. Segundo ele, um acordo voltado à produção de baterias mais eficientes pode ser firmado entre os países.</p>
<p>Atualmente, minerais como lítio e nióbio são estratégicos para a fabricação de baterias de veículos elétricos e processadores de inteligência artificial. O governo brasileiro também discute, desde maio, um novo marco regulatório para IA e datacenters.</p>
<p>Haddad destacou que um plano de contingência para apoiar setores prejudicados pelas tarifas está pronto e será anunciado até quarta-feira (6), quando as medidas entram em vigor. O pacote prevê linhas especiais de crédito e compras governamentais.</p>
<p>O ministro não descartou que outros produtos possam ser incluídos na lista de exceções dos EUA até a data-limite, citando o café como setor com 50% de chances de ser beneficiado. <em>“Não vamos sair da mesa de negociação até termos um acordo que faça sentido para ambos os países”</em>, declarou.</p>
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		<item>
		<title>Haddad defende expansão do Plano Safra para conter inflação dos alimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-defende-expansao-do-plano-safra-para-conter-inflacao-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 17:59:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (21) que a principal estratégia do governo para conter a inflação dos alimentos é a ampliação do Plano Safra, que oferece linhas de crédito e incentivos aos produtores rurais. Em entrevista ao ICL Notícias, ele destacou que o governo pretende lançar um plano ainda mais robusto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (21) que a principal estratégia do governo para conter a inflação dos alimentos é a ampliação do Plano Safra, que oferece linhas de crédito e incentivos aos produtores rurais. Em entrevista ao <em>ICL Notícias</em>, ele destacou que o governo pretende lançar um plano ainda mais robusto para 2025, garantindo o abastecimento interno e impulsionando a produção agropecuária sem desmatamento.</p>
<p>“A primeira providência é fazer Planos Safra cada vez maiores e melhores. Batemos recordes em 2023 e 2024, e queremos repetir isso em 2025”, afirmou Haddad. O novo plano será anunciado assim que o orçamento for aprovado pelo Congresso Nacional.</p>
<h3><strong>Safra Recorde e Queda do Dólar Devem Reduzir Preço dos Alimentos</strong></h3>
<p>Segundo o ministro, fatores como secas, enchentes e a manutenção dos juros altos nos EUA, que impactaram o dólar, contribuíram para a alta da inflação dos alimentos no Brasil. No entanto, ele prevê que uma safra recorde a partir do fim de fevereiro ajudará a estabilizar os preços.</p>
<p>“Se não for a maior safra, será uma das maiores. Continuaremos exportando muito alimento e garantindo o abastecimento interno”, afirmou Haddad. Além disso, ele acredita que a queda recente do dólar ajudará a reduzir os custos dos produtos atrelados à moeda norte-americana.</p>
<p>Outro ponto abordado pelo ministro foi a estratégia do Ministério da Agricultura de expandir culturas para outras regiões do país para reduzir impactos da crise climática. Ele citou o arroz como exemplo: antes concentrado em poucas áreas, agora está sendo incentivado em diversos estados.</p>
<h3><strong>Impasse Orçamentário Atrapalha Subsídios a Produtores</strong></h3>
<p>Haddad criticou a demora do Congresso na aprovação do orçamento de 2025, ressaltando que isso prejudica a concessão de subsídios para pequenos e médios produtores. “Os juros altos tornam as políticas públicas de financiamento ainda mais necessárias. Sem a aprovação do orçamento, esses subsídios ficam comprometidos”, alertou.</p>
<p>O Ministério da Fazenda enviou um ofício ao Tribunal de Contas da União (TCU) buscando respaldo técnico para retomar imediatamente as linhas de crédito do Plano Safra 2024/25. “Não queremos descontinuidade nas linhas de financiamento para o agronegócio”, enfatizou o ministro.</p>
<h3><strong>Críticas ao Governo Anterior</strong></h3>
<p>Haddad também criticou a gestão fiscal do governo anterior, afirmando que houve uso excessivo de recursos públicos por medo de perder as eleições de 2022. Ele destacou que o atual governo tem focado na sustentabilidade de programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), garantindo sua viabilidade a longo prazo.</p>
<p>“Não se trata de corte, mas de racionalidade. Queremos transformar programas sociais em políticas de Estado, garantindo que ninguém possa tirá-los no futuro”, concluiu.</p>
<p>Com a expectativa de um Plano Safra ampliado e uma safra recorde, o governo espera conter a inflação dos alimentos e manter a estabilidade econômica no setor agrícola nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Governo prevê economia de R$ 327 bilhões com pacote de cortes até 2030</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-preve-economia-de-r-327-bilhoes-com-pacote-de-cortes-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Pacote fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (28) que o pacote de corte de gastos obrigatórios poderá gerar uma economia de R$ 327 bilhões entre 2025 e 2030. Para os primeiros dois anos, 2025 e 2026, a redução estimada nos custos públicos é de R$ 71,9 bilhões. Economia progressiva A economia prevista pelo governo será [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (28) que o pacote de corte de gastos obrigatórios poderá gerar uma economia de R$ 327 bilhões entre 2025 e 2030. Para os primeiros dois anos, 2025 e 2026, a redução estimada nos custos públicos é de R$ 71,9 bilhões.</p>
<h3><strong>Economia progressiva</strong></h3>
<p>A economia prevista pelo governo será escalonada ao longo dos anos:</p>
<ul>
<li><strong>2025:</strong> R$ 30,6 bilhões;</li>
<li><strong>2026:</strong> R$ 41,3 bilhões;</li>
<li><strong>2027:</strong> R$ 49,2 bilhões;</li>
<li><strong>2028:</strong> R$ 57,5 bilhões;</li>
<li><strong>2029:</strong> R$ 68,6 bilhões;</li>
<li><strong>2030:</strong> R$ 79,9 bilhões.</li>
</ul>
<p>Embora as projeções sejam preliminares, o governo destacou a importância do pacote para melhorar o equilíbrio fiscal.</p>
<h3><strong>Detalhamento das medidas</strong></h3>
<p>As medidas estão divididas entre ações que exigem mudanças constitucionais, projetos de lei e decisões administrativas:</p>
<ol>
<li><strong>Proposta de Emenda à Constituição (PEC):</strong><br />
A PEC incluirá temas como:</p>
<ul>
<li>Revisão do abono salarial;</li>
<li>Regras para o Fundeb;</li>
<li>Prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU);</li>
<li>Ajustes orçamentários em subsídios e subvenções;</li>
<li>Correção do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) pelo IPCA.<br />
A economia estimada com a PEC varia de R$ 11,1 bilhões em 2025 a R$ 28,4 bilhões em 2030.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Projetos de lei:</strong><br />
Assuntos a serem tratados por leis ordinárias ou complementares incluem:</p>
<ul>
<li>Teto para reajustes do salário mínimo;</li>
<li>Restrições ao Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC);</li>
<li>Biometria para novos benefícios sociais;</li>
<li>Correção de distorções na previdência dos militares;</li>
<li>Revisão da Lei Aldir Blanc.<br />
Esses projetos devem gerar economia de R$ 11,7 bilhões em 2025 e R$ 44,5 bilhões em 2030.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Medidas administrativas:</strong>
<ul>
<li>Escalonamento de concursos e provimento de vagas: R$ 1 bilhão por ano entre 2025 e 2030;</li>
<li>Mudanças nas regras para emendas parlamentares, com economia de até R$ 7,7 bilhões anuais nos primeiros anos.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<h3><strong>Impacto político e social</strong></h3>
<p>As medidas, embora focadas na contenção de despesas, podem enfrentar resistência no Congresso devido a potenciais cortes em áreas sensíveis como benefícios sociais e reajustes salariais. A equipe econômica ressalta, no entanto, que o pacote é crucial para garantir a sustentabilidade fiscal e o cumprimento das metas estabelecidas no arcabouço fiscal.</p>
<p>O governo aposta na aprovação das medidas como parte de um esforço coordenado para equilibrar as contas públicas, fortalecer a economia e recuperar a capacidade de investimento em longo prazo.</p>
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		<item>
		<title>Fernando Haddad Argumenta que Desoneração da Folha é Inconstitucional e Defende Veto à Prorrogação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fernando-haddad-argumenta-que-desoneracao-da-folha-e-inconstitucional-e-defende-veto-a-prorrogacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 14:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Veto]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou, nesta sexta-feira (24), sua defesa pelo veto ao projeto de lei que buscava estender até 2027 a desoneração da folha de pagamentos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, que visava reduzir os tributos pagos por empresas de 17 setores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou, nesta sexta-feira (24), sua defesa pelo veto ao projeto de lei que buscava estender até 2027 a desoneração da folha de pagamentos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, que visava reduzir os tributos pagos por empresas de 17 setores econômicos e pequenos municípios.</p>
<p>Haddad argumentou que a medida é inconstitucional e resulta em distorções no sistema tributário, sem proporcionar ganhos reais à economia, como a criação de empregos. Ele ressaltou que a reforma da Previdência incorporou um dispositivo que proíbe benefícios fiscais para empresas, com o intuito de combater o déficit previdenciário. Essa visão, segundo o ministro, é respaldada por um parecer da Advocacia Geral da União.</p>
<p>A mudança nas regras das aposentadorias, incorporada à Constituição em 2019, estabeleceu a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. O projeto vetado buscava manter essa política até 2027, beneficiando principalmente o setor de serviços. Haddad destacou que outro dispositivo constitucional determina a revisão de todos os benefícios fiscais em oito anos.</p>
<p>O ministro salientou que as medidas que concedem benefícios fiscais a alguns setores econômicos reduziram a arrecadação do governo em cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto ao longo dos últimos anos. Ele enfatizou a necessidade de fechar esse déficit, combatendo o gasto tributário, conforme a determinação constitucional, afetando também estados e municípios que recebem repasses do governo federal.</p>
<p>Sobre o impacto do fim da desoneração nas empresas, Haddad anunciou que apresentará ao presidente Lula um conjunto de medidas para mitigar os efeitos, após a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Ele expressou sua crença de que o fim dos incentivos não resultará em uma onda de demissões, argumentando que a política de benefícios fiscais adotada nos últimos dez anos não tem trazido benefícios efetivos para a economia brasileira.</p>
<p>Antes de propor novas medidas ao Congresso, Haddad indicou que aguardará a tramitação de projetos já em andamento na Casa, como a reforma tributária e a Medida Provisória 1.185, que regula a subvenção a investimentos e pode aumentar a arrecadação em R$ 40 bilhões. Ele destacou a importância de corrigir falhas, mencionando uma interpretação equivocada que foi derrubada pelo Superior Tribunal de Justiça em relação à ilegalidade da subvenção a custeio.</p>
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		<item>
		<title>Reforma de instituições globais será destaque de viagem de Haddad</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reforma-de-instituicoes-globais-sera-destaque-de-viagem-de-haddad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 15:09:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A reforma das instituições financeiras multilaterais será o principal tema do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que começou na última segunda-feira (9) e se estende até sábado (14) em Marrakech, no Marrocos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, embarcou na noite desta terça-feira (10) e terá reuniões preparatórias nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A reforma das instituições financeiras multilaterais será o principal tema do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que começou na última segunda-feira (9) e se estende até sábado (14) em Marrakech, no Marrocos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, embarcou na noite desta terça-feira (10) e terá reuniões preparatórias nesta quarta.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na quinta-feira (12), Haddad iniciará a participação no evento, com reuniões bilaterais com ministros de Finanças e com a presidenta do Banco do Brics, Dilma Rousseff. O ministro também tratará de preparar o encontro de 2024, que ocorrerá no Brasil. A reunião anual do FMI e do Banco Mundial abordará ainda as tensões geopolíticas mundiais, agravadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia e o conflito entre Israel e o grupo Hamas.</p>
<p>O país será o anfitrião do próximo encontro do FMI e do Banco Mundial por presidir o G20, grupo das 20 maiores economias do planeta. Segundo o Ministério da Fazenda, Haddad quer aproveitar a presidência do Brasil no G20 para introduzir temas de pano de fundo, como inclusão social e combate à fome, transição energética e desenvolvimento sustentável e reformulação de instituições de governança global.</p>
<p>O encontro reúne ministros de Finanças e presidentes dos Bancos Centrais de 189 países. A cada três anos, o FMI e o Banco Mundial organizam reuniões fora dos Estados Unidos, mas o encontro no Marrocos, originalmente previsto para 2021, foi adiado por causa da pandemia de covid-19. O governo marroquino decidiu manter a reunião deste ano, apesar do terremoto que destruiu os arredores de Marrakech há um mês.</p>
<p>Nas reuniões bilaterais, estão previstas discussões de relações comerciais e cooperação econômica entre o Brasil e outros países. Haddad se encontrará com os seguintes ministros de Finanças: Nirmala Sitharaman (Índia), Sri Mulyani (Indonésia), Bruno Le Maire (França), Jeremy Hunt (Reino Unido) e Fernando Medina (Portugal).</p>
<p>Em relação aos órgãos multilaterais, além do encontro com Dilma Rousseff, Haddad se reunirá com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e com o presidente do Grupo Banco Mundial, Ajay Banga.</p>
<p>Confira a agenda completa do ministro no Marrocos, no horário local, quatro horas a mais que em Brasília:</p>
<p><strong>Quarta-feira (11/10)</strong></p>
<p>Reuniões preparatórias</p>
<p><strong>Quinta-Feira (12/10)</strong></p>
<p>9h – Nirmala Sitharaman, ministra das Finanças da Índia</p>
<p>9h45 às 12h15 – Plenária do Comitê de Desenvolvimento</p>
<p>11h20 – Bruno Le Maire, ministro da Economia e Finanças da França</p>
<p>12h – Kristalina Georgieva, diretora-geral do FMI</p>
<p>14h – Dilma Rousseff, presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento</p>
<p>15h – Encontro das diretorias do FMI</p>
<p>18h – Jantar ministerial do G-20</p>
<p><strong>Sexta-Feira (13/10)</strong></p>
<p>9h – Amina J. Mohammed, secretária-geral adjunta da ONU</p>
<p>9h45 – Sri Mulyani, ministra das Finanças da Indonésia</p>
<p>10h30 – sessão de ministros das Finanças e de presidentes dos Bancos Centrais do G20</p>
<p>15h – Jeremy Hunt, chanceler do Tesouro do Reino Unido</p>
<p>15h15 – Ajay Banga, presidente do Banco Mundial</p>
<p>15h45 -Achim Steiner, diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)</p>
<p>18h15 – Fernando Medina, ministro das Finanças de Portugal</p>
<p><strong>Sábado (14/10)</strong></p>
<p>10h – Plenária do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC)</p>
<p>14h – Partida para São Paulo</p>
</div>
</div>
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