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	<title>hábitos de leitura &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mulheres jovens puxam hábitos de leitura nas periferias de São Paulo, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:45:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis mostrou que as mulheres são protagonistas no cenário literário das periferias paulistas. Entre janeiro de 2024 e junho de 2025, elas representaram 70% do público leitor nas oito unidades das Fábricas de Cultura analisadas — índice superior à média nacional de 61%. O levantamento abrangeu bibliotecas de Brasilândia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Organização Social <strong>Poiesis</strong> mostrou que as mulheres são protagonistas no cenário literário das periferias paulistas. Entre janeiro de 2024 e junho de 2025, elas representaram <strong>70% do público leitor</strong> nas oito unidades das Fábricas de Cultura analisadas — índice superior à média nacional de 61%.</p>
<p>O levantamento abrangeu bibliotecas de <strong>Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís, Osasco e Vila Nova Cachoeirinha</strong> e revelou um panorama de diversidade cultural que desafia estereótipos. Nessas prateleiras, os volumes da saga japonesa <em>One Piece</em> e os contos de terror de <strong>Junji Ito</strong> convivem com clássicos como <strong>Dostoiévski, Shakespeare e Virginia Woolf</strong>.</p>
<h3>Diversidade de vozes e empoderamento feminino</h3>
<p>Segundo o estudo, a pluralidade é favorecida pelo modelo de curadoria coletiva das bibliotecas, em que <strong>38% do acervo é renovado mensalmente</strong> a partir de sugestões dos frequentadores. Isso amplia a representatividade de autores negros, indígenas e LGBTQIAPN+, com títulos como <em>Rei de Lata</em>, de <strong>Jefferson Ferreira</strong>, e <em>Olhos d’Água</em>, de <strong>Conceição Evaristo</strong>, bastante procurados em Osasco e Jaçanã.</p>
<p>O protagonismo feminino também se reflete nas escolhas literárias. Obras como <em>Irmã Outsider</em>, de <strong>Audre Lorde</strong>, <em>Canção para menino grande ninar</em>, de <strong>Conceição Evaristo</strong>, e <em>Tudo sobre o amor</em>, de <strong>bell hooks</strong>, estão entre as mais buscadas. “As narrativas de empoderamento ecoam as realidades dessas leitoras e fortalecem a leitura como ferramenta de transformação social”, avaliou <strong>Ifé Rosa</strong>, coordenadora Artístico-Pedagógica das bibliotecas.</p>
<h3>Entre best-sellers e clássicos</h3>
<p>O levantamento mostra ainda que títulos de grande circulação nacional também têm destaque nas periferias, como <em>A Biblioteca da Meia-Noite</em>, de <strong>Matt Haig</strong>, e a série <em>Diário de um Banana</em>, de <strong>Jeff Kinney</strong>. Já nos territórios de Brasilândia, Iguape e Jardim São Luís, os mangás figuram entre os mais retirados.</p>
<p>“O gosto literário não é homogêneo nem previsível. As escolhas revelam interesse por identidade, saúde mental, filosofia e política, ao mesmo tempo em que valorizam narrativas contemporâneas e de representatividade”, destacou <strong>Izaias Junior</strong>, analista Artístico-Pedagógico Sênior das Fábricas de Cultura.</p>
<h3>Espaços de leitura e comunidade</h3>
<p>Mais do que bibliotecas, as <strong>Fábricas de Cultura</strong> funcionam como centros culturais gratuitos que conectam literatura, oficinas criativas, rodas de conversa e debates às vivências cotidianas. Em parceria com escolas públicas, CCAs, CAPS e coletivos locais, os espaços ampliam o acesso ao livro e fortalecem a leitura como linguagem de desenvolvimento pessoal e comunitário.</p>
<p>“Esses equipamentos reafirmam o direito ao acesso à cultura, rompem barreiras simbólicas e mostram que a periferia não apenas consome, mas também produz literatura e pensamento crítico”, concluiu Ifé Rosa.</p>
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