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	<title>Guiana &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Venezuela e Guiana se comprometem a não usar força</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 15:11:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali (foto), assinaram uma declaração conjunta em que os dois países se comprometem a não usar a força um contra o outro &#8211; direta ou indiretamente &#8211; em nenhuma circunstância. O documento deixa claro que nem a controvérsia sobre a atual fronteira entre as duas [&#8230;]]]></description>
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<p>Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali (foto), assinaram uma declaração conjunta em que os dois países se comprometem a não usar a força um contra o outro &#8211; direta ou indiretamente &#8211; em nenhuma circunstância. O documento deixa claro que nem a controvérsia sobre a atual fronteira entre as duas nações poderá ser motivo para agressões mútuas.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Guiana e Venezuela se comprometem, ainda, que irão se abster de intensificar &#8211; por palavras ou ações &#8211; qualquer conflito ou desacordo entre elas e que qualquer incidente eventual entre os dois Estados será imediatamente levado à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), à Comunidade Caribenha (Caricom) e ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, para que seja contido e revertido e que tenha sua recorrência prevenida.</p>
<p>Os dois presidentes se encontraram para um diálogo nessa quinta-feira (14), na ilha caribenha de São Vicente e Granadinas, cujo primeiro-ministro, Ralph Gonsalves, também é presidente pro-tempore da Celac.</p>
<h2>Mediação</h2>
<p>A Celac, a Caricom e autoridades de vários países, incluindo o Brasil, que foi representado pelo assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim, atuaram como mediadores da conversa entre Maduro e Ali.</p>
<p>A declaração divulgada também prevê que qualquer controvérsia entre os dois será resolvida através de leis internacionais, incluindo o Acordo de Genebra, assinado em fevereiro de 1966.</p>
<p>Os dois países se comprometem, também, com a boa vizinhança, a coexistência pacífica e a unidade latino-americana, mas deixam claro, no comunicado conjunto, que divergem em relação à legitimidade da Corte Internacional de Justiça (ICJ) como instância para decidir a controvérsia fronteiriça. Uma próxima reunião foi marcada para ser realizada no Brasil, no prazo de três meses.</p>
<p>“Foi um diálogo de verdades e de respeito, como deve ser aqui na América Latina e Caribe”, disse Maduro, em um discurso ao desembarcar no Aeroporto de Maiquetía, na Venezuela, depois do encontro.</p>
<h2>Diálogo</h2>
<p>Em seu perfil, na rede social X (antigo Twitter), Ali agradeceu a sua equipe e a diplomatas internacionais pelo diálogo. “Eu também estendo minha gratidão aos líderes do Caricom, Celac, Brasil, representantes do Secretariado Geral das Nações Unidas e ao primeiro-ministro de São Vicente e Granadinas por nos receber”, externou.</p>
<p>No início do mês, a Venezuela realizou uma consulta popular que aprovou a incorporação de Essequibo, região disputada entre os dois países há mais de um século e que perfaz quase 75% do território da Guiana. O governo venezuelano também autorizou a exploração de recursos naturais na região e nomeou um governador militar para ela.</p>
<p>Desde então, as tensões entre os dois países aumentaram. O governo brasileiro reforçou as tropas militares em Roraima, que faz fronteira com os dois países, e defendeu a resolução da controvérsia entre as duas nações por meio de um diálogo mediado.</p>
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		<title>Tensões na América Latina: Diálogo Entre Venezuela e Guiana Sobre Essequibo em Pauta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 15:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro]]></category>
		<category><![CDATA[Essequibo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está programado para se reunir nesta quinta-feira (14) em São Vicente e Granadinas com o presidente da Guiana, Irfaan Ali, em meio a crescentes tensões em torno do conflito territorial envolvendo a área de Essequibo, que é potencialmente rica em petróleo. O desentendimento acerca desta vasta região de selva, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está programado para se reunir nesta quinta-feira (14) em São Vicente e Granadinas com o presidente da Guiana, Irfaan Ali, em meio a crescentes tensões em torno do conflito territorial envolvendo a área de Essequibo, que é potencialmente rica em petróleo.</p>
<p>O desentendimento acerca desta vasta região de selva, abrangendo 160 mil quilômetros quadrados (km²), persiste ao longo de décadas. No entanto, nos últimos anos, a Venezuela reacendeu sua reivindicação, incluindo áreas offshore, à medida que significativas descobertas de petróleo e gás foram feitas.</p>
<p>Embora a disputa esteja atualmente sob análise da Corte Internacional de Justiça, uma decisão final pode levar anos. Recentemente, os eleitores venezuelanos rejeitaram a jurisdição do tribunal em um plebiscito, apoiando a criação de um novo estado. A Guiana, por sua vez, questionou a participação na votação, reafirmando que a fronteira terrestre não está em discussão.</p>
<p>Analistas políticos em Caracas interpretam o plebiscito como uma estratégia de Maduro para avaliar o apoio a seu governo antes das eleições presidenciais de 2024, mais do que como um prelúdio para uma invasão.</p>
<p>O primeiro-ministro de São Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, também presidente p ro tempore da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), será o anfitrião da reunião, que foi anunciada no fim de semana.</p>
<p><em>&#8220;Esperamos alcançar um relaxamento das tensões e reduzir a agressividade nas declarações da Guiana&#8221;</em>, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, no início desta semana. Ele reiterou os comentários de Maduro e de seus aliados, argumentando que a votação concedeu um mandato para o controle de Essequibo.</p>
<p>O presidente da Guiana, Irfaan Ali, enfatizou que seu país defenderá a soberania e fronteiras, instando a Venezuela a reduzir o ritmo de seus avanços em relação à Guiana.</p>
<p>Na semana passada, Maduro anunciou a autorização para a exploração de petróleo em Essequibo, gerando indignação por parte de Ali. Este último buscou tranquilizar investidores, incluindo a Exxon Mobil e a futura parceira Chevron, assegurando que seus investimentos estão seguros.</p>
<p>As áreas offshore respondem pela totalidade da produção de petróleo da Guiana, impulsionando sua economia em expansão. A expectativa é que a produção dobre para mais de 1,2 milhão de barris por dia até 2027.</p>
<p>A Exxon declarou que permanecerá comprometida com o desenvolvimento eficiente e responsável dos recursos, em conformidade com o acordo estabelecido com o governo da Guiana. A empresa rejeitou as alegações infundadas do governo de Maduro sobre seu suposto envolvimento em um complô para prejudicar o plebiscito, classificando-as como &#8220;ridículas e sem fundamento&#8221;.</p>
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