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	<title>Guerra no Oriente Médio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Guerra no Oriente Médio &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Impasse na ONU adia decisão sobre intervenção no Estreito de Ormuz em meio a tensão global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 09:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança da ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu adiar a votação de uma resolução que pode autorizar ações para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do planeta. A deliberação, inicialmente prevista para o início de abril, foi postergada sem definição de uma nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu adiar a votação de uma resolução que pode autorizar ações para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do planeta. A deliberação, inicialmente prevista para o início de abril, foi postergada sem definição de uma nova data.</p>
<p>A proposta, apresentada pelo Bahrein — atual presidente do conselho —, prevê a adoção de medidas para proteger o tráfego comercial na região, incluindo a possibilidade de uso de força em caráter defensivo. No entanto, divergências entre os países-membros impediram o avanço imediato do texto.</p>
<p>O Estreito de Ormuz, localizado na costa do Irã, conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e é responsável por uma parcela significativa do transporte global de petróleo e gás natural. Nas últimas semanas, a circulação de navios foi afetada por um cenário de conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, o que provocou impactos diretos no abastecimento energético e na alta dos preços internacionais.</p>
<p>A interrupção parcial da rota ocorre após ataques realizados no fim de fevereiro, que desencadearam uma escalada militar na região. Desde então, o Irã passou a exercer maior controle sobre a passagem de embarcações, elevando a preocupação da comunidade internacional com a segurança do comércio marítimo.</p>
<p>Nos bastidores diplomáticos, a proposta enfrenta resistência significativa de países como China e Rússia, que demonstraram oposição à autorização explícita do uso da força. A China, em especial, tem posição estratégica no cenário, já que mantém relações econômicas estreitas com o Irã e possui poder de veto no conselho.</p>
<p>Diante das críticas, o texto da resolução passou por ajustes para suavizar sua redação, retirando menções mais diretas a ações militares obrigatórias e enfatizando o caráter defensivo das medidas. Ainda assim, o documento não conseguiu reunir apoio suficiente para ser votado.</p>
<p>A expectativa entre diplomatas é de que a discussão seja retomada nos próximos dias, possivelmente na semana seguinte, à medida que negociações avancem em busca de um consenso mínimo entre as potências.</p>
<p>Caso aprovada, a resolução poderá autorizar ações por um período inicial de pelo menos seis meses, com possibilidade de revisão futura pelo próprio Conselho de Segurança. Enquanto isso, o impasse evidencia as dificuldades da comunidade internacional em responder de forma unificada a crises geopolíticas envolvendo interesses estratégicos e econômicos de grande escala.</p>
<p>O adiamento reforça o clima de incerteza em torno da região, considerada vital para o comércio global, e mantém em aberto a definição de medidas concretas para garantir a livre circulação de navios em um dos corredores marítimos mais sensíveis do mundo.</p>
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		<title>Israel avança em território sírio após queda de Assad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 16:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Colinas de Golã]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Síria]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Após a queda do regime de Bashar al-Assad no último domingo (8), Israel intensificou suas ações militares na Síria, ocupando áreas estratégicas. A medida incluiu a criação de uma zona tampão nas proximidades das Colinas de Golã, território sírio ocupado por Israel desde 1967. De acordo com a ONU, essas ações violam o Acordo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a queda do regime de Bashar al-Assad no último domingo (8), Israel intensificou suas ações militares na Síria, ocupando áreas estratégicas. A medida incluiu a criação de uma zona tampão nas proximidades das Colinas de Golã, território sírio ocupado por Israel desde 1967. De acordo com a ONU, essas ações violam o Acordo de Desengajamento de 1974, que estabelece limites claros para a presença militar na região.</p>
<p><strong>Expansão e justificativas israelenses</strong><br />
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que a ocupação é uma medida temporária para garantir a segurança de Israel. Entre os territórios ocupados está o Monte Hermon, uma área montanhosa de importância estratégica que conecta Israel, Síria e Líbano. Netanyahu também reafirmou que as Colinas de Golã são parte inseparável de Israel, apesar de essa anexação não ser reconhecida pelo direito internacional.</p>
<blockquote><p>“O controle das Colinas de Golã garante nossa soberania e segurança. A queda de Assad é uma oportunidade para reforçar nossa posição no Oriente Médio”, afirmou Netanyahu, destacando o apoio dos Estados Unidos no reconhecimento da soberania israelense sobre a região desde 2019.</p></blockquote>
<p><strong>Reações internacionais e críticas da ONU</strong><br />
A ONU condenou a movimentação militar israelense, argumentando que ela desrespeita o acordo firmado em 1974 e agrava as tensões na região. Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral António Guterres, enfatizou que nenhuma atividade militar deveria ocorrer na área de separação.</p>
<blockquote><p>“Israel e Síria devem respeitar os termos do Acordo de Desengajamento de 1974 para preservar a estabilidade no Golã”, afirmou Dujarric.</p></blockquote>
<p>Além disso, o Observatório Sírio de Direitos Humanos relatou mais de 300 ataques aéreos israelenses contra infraestruturas militares sírias desde a queda de Assad, aumentando ainda mais a instabilidade no território.</p>
<p><strong>Contexto histórico e importância estratégica</strong><br />
As Colinas de Golã foram ocupadas por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e anexadas unilateralmente em 1981, uma ação considerada ilegal pela ONU. A região é de extrema importância estratégica, pois oferece uma visão privilegiada de Damasco, a capital síria, e é uma fonte vital de água para o Rio Jordão.</p>
<p>A ocupação das Colinas também reflete a longa disputa entre Israel e o Eixo da Resistência, que inclui o Irã e o Hezbollah. A queda de Assad enfraquece esse bloco, o que, segundo Netanyahu, reforça a posição de Israel como uma potência regional.</p>
<p><strong>Implicações futuras</strong><br />
O avanço israelense sobre o território sírio reacende tensões internacionais e destaca o descompasso entre ações militares e as resoluções da ONU. Enquanto Israel argumenta que as medidas visam à segurança nacional, a comunidade internacional alerta para o risco de uma escalada de conflitos e a necessidade de soluções diplomáticas para estabilizar a região.</p>
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