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	<title>Guerra na Ucrânia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Guerra na Ucrânia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Polônia aciona caças por ataque russo no oeste da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/polonia-aciona-cacas-por-ataque-russo-no-oeste-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polônia colocou caças de combate no ar nesta segunda-feira (9) após ataques aéreos intensos da Rússia contra o oeste da Ucrânia, especialmente na região de Rivne, que faz fronteira com o território polonês. Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas da Polônia, a medida é preventiva e inclui aviões poloneses e aliados em operação no espaço aéreo do país desde as primeiras horas da manhã.</p>
<p>“Os caças de serviço foram posicionados em pares, e os sistemas de defesa aérea e radar em solo foram elevados ao nível máximo de alerta”, informou o comando militar polonês, por meio de publicação na rede social X.</p>
<p>Esse tipo de resposta já se tornou comum quando ataques russos se aproximam da fronteira da Polônia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>Na noite de domingo (8), dezenas de mísseis e drones atingiram a cidade ucraniana de Rivne, segundo o prefeito local, Oleksandr Tretyak. O governador da região, Oleksandr Koval, afirmou que o ataque deixou ao menos um ferido. Kiev também foi atingida, com danos a edifícios residenciais.</p>
<p>O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, afirmou ter interceptado 49 drones ucranianos durante a noite, em regiões fronteiriças e na Chuvashia — a cerca de 600 quilômetros de Moscou.</p>
<p>Ainda na madrugada, a Ucrânia informou que drones atingiram o aeródromo de Savasleika, em Nizhny Novgorod, de onde partem aeronaves MiG-31K armadas com mísseis hipersônicos <em>Kinzhal</em>. De acordo com o Exército ucraniano, ao menos um MiG-31 e outro caça Su-30 ou Su-34 foram danificados.</p>
<p>Em outro ataque, uma fábrica russa de antenas para drones <em>Shahed</em>, que também produz componentes para bombas e armamentos, foi atingida, segundo nota divulgada pelo Estado-Maior da Ucrânia.</p>
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		<title>G7 Acorda apoio financeiro à Ucrânia com ativos russos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g7-acorda-apoio-financeiro-a-ucrania-com-ativos-russos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 23:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes do Grupo dos Sete (G7) chegaram a um acordo preliminar nesta quinta-feira (13) para fornecer US$ 50 bilhões em empréstimos à Ucrânia. Esses recursos serão provenientes dos juros de ativos soberanos russos congelados após a invasão da Ucrânia por Moscou em 2022. O acordo político foi a peça central do dia de abertura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes do Grupo dos Sete (G7) chegaram a um acordo preliminar nesta quinta-feira (13) para fornecer US$ 50 bilhões em empréstimos à Ucrânia. Esses recursos serão provenientes dos juros de ativos soberanos russos congelados após a invasão da Ucrânia por Moscou em 2022.</p>
<p>O acordo político foi a peça central do dia de abertura da cúpula anual do G7, realizada no sul da Itália, que contou com a presença do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, pelo segundo ano consecutivo. Zelenskiy também assinou um acordo de segurança de 10 anos com o Japão, que fornecerá US$ 4,5 bilhões à Ucrânia este ano, e um novo acordo de segurança de longo prazo com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.</p>
<h4><strong>Desafios Domésticos e Ambições Globais</strong></h4>
<p>Muitos líderes do G7 enfrentam dificuldades em seus países, mas estão determinados a ter impacto no cenário mundial, especialmente ao combater as ambições econômicas da China. &#8220;Há muito trabalho a ser feito, mas tenho certeza de que nesses dois dias poderemos ter discussões que levarão a resultados concretos e mensuráveis&#8221;, disse a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, no início das conversas em um resort de luxo na região de Puglia.</p>
<p>O plano do G7 para a Ucrânia envolve um empréstimo de vários anos utilizando os lucros de cerca de US$ 300 bilhões em fundos russos confiscados. Os detalhes técnicos serão finalizados nas próximas semanas, e o financiamento adicional deverá ser disponibilizado até o final do ano, segundo uma fonte diplomática do G7.</p>
<p>Uma autoridade sênior dos EUA afirmou que os Estados Unidos concordaram em fornecer até US$ 50 bilhões, mas esse valor pode diminuir à medida que outros países anunciem sua participação. O objetivo é garantir que o acordo possa ser executado por anos, independentemente das mudanças no poder político nos países do G7.</p>
<h4><strong>Outras Preocupações do G7</strong></h4>
<p>Além da situação na Ucrânia, os líderes do G7 expressaram preocupações com a situação na fronteira entre Israel e Líbano e endossaram os esforços dos EUA para garantir um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Eles também pediram a Israel que evitasse uma ofensiva em grande escala na cidade de Rafah, no sul de Gaza, conforme suas obrigações segundo a lei internacional.</p>
<p>As nações ocidentais também destacaram a preocupação com o excesso de capacidade industrial da China, que está distorcendo os mercados globais, e a determinação em ajudar os países africanos a desenvolverem suas economias.</p>
<p>A cúpula continua com a expectativa de que as discussões resultem em ações concretas que reforcem a cooperação internacional e a estabilidade global.</p>
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		<title>Lula e papa Francisco se encontram no Vaticano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-e-papa-francisco-se-encontram-no-vaticano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 15:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combate À Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula sobre o Novo Pacto Global de Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o papa Francisco se encontraram, nesta quarta-feira (21), no Vaticano. Em publicação nas redes sociais, Lula agradeceu ao pontífice pela “boa conversa sobre a paz no mundo”. A visita faz parte da agenda que Lula cumpre na Europa, nessa semana, quando passará por Itália e França. Antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o papa Francisco se encontraram, nesta quarta-feira (21), no Vaticano. Em publicação nas redes sociais, Lula agradeceu ao pontífice pela “boa conversa sobre a paz no mundo”. A visita faz parte da agenda que Lula cumpre na Europa, nessa semana, quando passará por Itália e França.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Antes da viagem, o presidente afirmou que conversaria com o papa sobre soluções para a guerra na Ucrânia e o combate às desigualdades sociais e econômicas no mundo. Lula disse ainda que convidaria Francisco a participar do Círio de Nazaré, uma das principais festas religiosas do país realizada anualmente em outubro, em Belém (PA).</p>
<p>Na agenda do presidente, após o encontro com o papa, há uma audiência com o arcebispo Edgar Peña Parra, da Secretaria de Estado do Vaticano.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Agradeço o Papa Francisco pela audiência no Vaticano e a boa conversa sobre a paz no mundo.</p>
<p>📸: <a href="https://twitter.com/ricardostuckert?ref_src=twsrc%5Etfw">@ricardostuckert</a> <a href="https://t.co/2opMQbxXxv">pic.twitter.com/2opMQbxXxv</a></p>
<p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1671517408698220544?ref_src=twsrc%5Etfw">June 21, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<h2>Agenda na Itália</h2>
<p>Mais cedo, Lula se encontrou com o presidente da Itália, Sergio Mattarella, e teve audiências com o ex-primeiro-ministro da Itália, Massimo D&#8217;Alema, e com a secretária-geral do Partido Democrático Italiano, Elly Schlein. Com Matarella, o presidente tratou do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, sobre a aproximação entre as universidades e a ampliação do intercâmbio comercial entre os dois países.</p>
<p>Também hoje, o presidente brasileiro terá encontros bilaterais com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e com o prefeito de Roma, Roberto Gualtieri.</p>
<p>O encontro com Gualtieri terá um caráter pessoal. O político foi uma das personalidades internacionais que visitou Lula durante o período em que o ex-presidente esteve preso em Curitiba (PR), de 2018 a 2019, no âmbito da Operação Lava Jato. Na época da visita, em julho de 2018, Gualtieri exercia mandato de eurodeputado pelo Partido Democrático Italiano.</p>
<p>Já sobre Giorgia Meloni, até a véspera da viagem, o encontro com a chefe de governo do país europeu não estava confirmado, de acordo com autoridades brasileiras. A reunião foi confirmada ontem pelo Itamaraty. Primeira mulher a ocupar o cargo, Meloni é líder do primeiro governo de extrema-direita no país em décadas.</p>
<p>Lula chegou a Roma na manhã de terça-feira (20) e o primeiro compromisso na capital italiana, ainda ontem, foi com o sociólogo Domenico de Masi, referência internacional em estudos sobre a sociologia do trabalho. Autor do livro <em>Ócio Criativo</em>, de Masi tornou-se famoso pelo conceito segundo o qual o ócio é um fator que estimula a criatividade pessoal.</p>
<p>Assim como Roberto Gualtieri, Domenico de Mais também visitou Lula na prisão em Curitiba. No encontro de ontem, os dois conversaram sobre o cenário político no Brasil e na Europa.</p>
<p>Amanhã (22), Lula embarca para Paris. Na capital francesa, ele participa da Cúpula sobre o Novo Pacto Global de Financiamento e terá encontro bilateral com o presidente da França, Emmanuel Macron.</p>
<p>Lula também fará o discurso de encerramento do evento Power Our Planet, a convite da banda Coldplay, na noite de quinta-feira (22). O evento será realizado no Campo de Marte, em frente à Torre Eiffel, e também terá as presenças de líderes do Timor Leste, Barbados, Gana e Quênia, além da prefeita de Paris, Ane Hidalgo.</p>
</div>
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		<title>Lula condena violação da integridade territorial da Ucrânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-condena-violacao-da-integridade-territorial-da-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 16:23:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a “violação da integridade territorial da Ucrânia” pela Rússia, em discurso na Assembleia da República, parlamento português. Lula está em viagem oficial a Portugal e foi homenageado, nesta terça-feira (25), em cerimônia na Casa. “Acreditamos em uma ordem internacional fundada no respeito ao Direito Internacional e na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a “violação da integridade territorial da Ucrânia” pela Rússia, em discurso na Assembleia da República, parlamento português. Lula está em viagem oficial a Portugal e foi homenageado, nesta terça-feira (25), em cerimônia na Casa.</p>
<p>“Acreditamos em uma ordem internacional fundada no respeito ao Direito Internacional e na preservação das soberanias nacionais”, afirmou.</p>
<p>Para Lula, na Europa, “políticos demagogos” negam os benefícios conquistados com a paz e a cooperação na União Europeia. “Quem acredita em soluções militares para os problemas atuais luta contra os ventos da história. Nenhuma solução de qualquer conflito, nacional ou internacional, será duradoura se não for baseada no diálogo e na negociação política”, disse Lula.</p>
<p>O presidente apontou, novamente, a preocupação com as crises alimentar e energética provocadas pela guerra e defendeu a ampliação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para torná-lo “mais representativo em seu processo deliberativo e mais eficaz na implementação de suas decisões”.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>Lula também citou que a falta de regulação das redes sociais está impulsionando ideologias extremistas. “O mundo tem visto o recrudescimento de ideologias extremistas, impulsionadas pela ditadura dos algorítimos. Elas reduzem o espaço para o diálogo e a empatia, propagam o ódio e constrangem a expressão de nossa humanidade”, disse.</p>
<p>“Eu considero a integração resultante da União Europeia um patrimônio democrático da humanidade. E eu vi no Brasil, a consequência trágica que sempre acontece quando se nega a política, se nega o diálogo”, acrescentou o presidente.</p>
<h2>Extrema-direita</h2>
<p>Durante o discurso, Lula foi alvo de protestos de parlamentares do partido Chega, de extrema-direita. As manifestações começaram quando Lula disse que se sentia em casa em Portugal.</p>
<p>O presidente do Parlamento português, Santos Silva, interrompeu a fala e cobrou respeito. “Os senhores deputados, se querem permanecer na sessão plenária, devem comportar-se com urbanidade, cortesia e a educação que é exigida a qualquer representante do povo de português, chega de degradarem as instituições, chega de porem vergonha no nome de Portugal”, disse o português.</p>
<p>Lula encerrou o discurso com a frase: “Viva a liberdade e democracia, não ao fascismo”. Após o evento, o presidente falou à imprensa que quando as “pessoas não têm uma coisa boa para aparecer” fazem &#8220;essa cena de ridículo&#8221;, “um papelão”.</p>
<h2>Revolução dos Cravos</h2>
<p>A cerimônia em homenagem a Lula antecedeu a sessão solene da Assembleia da República em comemoração aos 49 anos da Revolução dos Cravos. Em 25 de abril de 1974, um movimento político e social pôs fim à ditadura de António Salazar em Portugal. Na ocasião, a população distribuía cravos vermelhos a soldados dissidentes, que os colocavam nos canos de suas armas.</p>
<p>Lula lembrou a democracia que começou em Portugal depois do 25 de abril, “criando as bases para o desenvolvimento econômico com justiça social”, e acrescentou que “a democracia no Brasil viveu recentes ameaças”.</p>
<p>“Saudosos do autoritarismo tentaram atrasar nosso relógio em 50 anos e reverter as liberdades que conquistamos desde a transição democrática. Os ataques foram constantes. Os irmãos portugueses assistiram a tudo, preocupados com a possibilidade de que o Brasil desse as costas ao mundo. A notícia que lhes trago é que as forças democráticas brasileiras demonstraram sua solidez e resiliência”, disse.</p>
<h2>Visita oficial</h2>
<p>O presidente Lula está em visita oficial a Portugal desde sexta-feira (21). Ontem (24), participou de encontro com empresários e da cerimônia de entrega do Prêmio Camões a Chico Buarque. Em 2019, Chico Buarque foi o vencedor da 31ª edição do Prêmio Luiz Vaz de Camões de Literatura, mas o ato de entrega não foi assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Após a homenagem na Assembleia da República, a comitiva brasileira encerrou a agenda em Portugal e embarcou para Madri, capital da Espanha, último trecho da visita oficial à Europa.</p>
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		<title>Lula quer atrair investimentos chineses para o Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-quer-atrair-investimentos-chineses-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 23:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Visita a China]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vésperas de realizar a primeira viagem oficial à China no atual mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai discutir com o presidente chinês, Xi Jiping, o investimento em novos ativos chineses no Brasil. “Eu quero que os chineses compreendam que o investimento deles aqui será maravilhosamente bem-vindo. Mas não para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Às vésperas de realizar a primeira viagem oficial à China no atual mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai discutir com o presidente chinês, Xi Jiping, o investimento em novos ativos chineses no Brasil.</p>
<p>“Eu quero que os chineses compreendam que o investimento deles aqui será maravilhosamente bem-vindo. Mas não para comprar nossas empresas. [E sim] para construir coisas novas, que nós precisamos. O que estamos precisando não é vender os ativos que temos, é construir novos ativos. É disso que eu quero convencer os meus amigos da China”.</p>
<p>A declaração foi dada nesta quinta-feira (6), durante café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto. De acordo com Lula, uma fabricante chinesa de carros elétricos vai assumir o comando da última fábrica da montadora Ford, na Bahia.</p>
<p>Outro ponto que o presidente quer discutir com Xi Jiping é a possibilidade de o país asiático promover um diálogo com o presidente da Rússia, Vladmir Putin, pelo fim da Guerra na Ucrânia. “Nós não concordamos com a invasão da Rússia à Ucrânia. Estou convencido que tanto a Ucrânia quanto a Rússia estão esperando que alguém de fora fale: vamos sentar para conversar”, disse Lula.</p>
<p>“E por que eu quero sentar para conversar com o Xi Jiping? É porque eu acho que a importância econômica, militar e política da China e a relação da China com a Rússia, e até mesmo a divergência da China com os Estados Unidos dá à China um potencial extraordinário para conversar”, acrescentou.</p>
<p>Sobre o conflito na Ucrânia, Lula destacou o posicionamento contrário e disse que quer propor a Xi Jiping a criação de um grupo de países pela paz na região. “A China tem peso, o Brasil tem peso. Eu acho que a Indonésia pode participar, a Índia pode participar. Vamos lá conversar com o Putin, vamos conversar com o [presidente da Ucrânia] Zelensky, vamos conversar com o [presidente dos Estados Unidos] Biden. Vamos tentar ver se encontramos um grupo de pessoas que não se conforme com a guerra. Não é necessário ter guerra”.</p>
<p>A viagem de Lula à China está marcada para a próxima terça-feira. O país é o maior parceiro comercial do Brasil. Entre os acordos que o presidente brasileiro vai assinar, está a formalização das transações comerciais com a China na moeda chinesa, o Renminbi, deixando de usar o dólar.</p>
</div>
</div>
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		<title>Otan é alertada sobre possível guerra nuclear se Rússia perder a guerra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/otan-e-alertada-sobre-possivel-guerra-nuclear-se-russia-perder-a-guerra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arma nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Dmitry Medvedev]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente russo Dmitry Medvedev, aliado do chefe do Kremlin, Vladimir Putin, alertou a aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), nesta quinta-feira (19), que a derrota da Rússia na guerra com a Ucrânia pode desencadear uma guerra nuclear. Em um tom semelhante, o chefe da Igreja Ortodoxa Russa, Patriarca Kirill, disse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ex-presidente russo Dmitry Medvedev, aliado do chefe do Kremlin, Vladimir Putin, alertou a aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), nesta quinta-feira (19), que a derrota da Rússia na guerra com a Ucrânia pode desencadear uma guerra nuclear.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em um tom semelhante, o chefe da Igreja Ortodoxa Russa, Patriarca Kirill, disse que tentar destruir a Rússia significaria o fim do mundo.</p>
<p>Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, Medvedev tem levantado repetidamente a ameaça de um apocalipse nuclear, mas sua admissão agora da possibilidade de derrota da Rússia indica o nível de preocupação de Moscou com o aumento das entregas de armas ocidentais à Ucrânia.</p>
<p>&#8220;A derrota de uma potência nuclear em uma guerra convencional pode desencadear uma guerra nuclear&#8221;, disse Medvedev, que atua como vice-presidente do poderoso conselho de segurança de Putin, em um <em>post</em> no Telegram.</p>
<p>&#8220;As potências nucleares nunca perderam grandes conflitos dos quais depende seu destino&#8221;, declarou Medvedev, que foi presidente de 2008 a 2012.</p>
<p>Medvedev disse que a Otan e outros líderes de Defesa europeus devem pensar sobre os riscos de sua política. A alta cúpula de Defesa vai se reunir na Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, amanhã (20) para falar sobre estratégia e apoio à tentativa do Ocidente de derrotar a Rússia na Ucrânia.</p>
<p>A Rússia e os Estados Unidos, de longe as maiores potências nucleares do mundo, detêm cerca de 90% das ogivas nucleares do planeta. Putin é o tomador de decisão final sobre o uso de armas nucleares.</p>
<p>Questionado se os comentários de Medvedev significam que a Rússia está levando a crise a um novo nível, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse: &#8220;Não, absolutamente não significa isso&#8221;.</p>
<p>Ele afirmou que os comentários de Medvedev estavam em linha com a doutrina nuclear da Rússia, a qual permite um ataque nuclear após &#8220;agressão contra a Federação Russa com armas convencionais quando a própria existência do Estado está ameaçada&#8221;.</p>
<p>Já o Patriarca Kirill, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, disse em um sermão: &#8220;Oramos ao Senhor para que ele traga os loucos à razão e os ajude a entender que qualquer desejo de destruir a Rússia significará o fim do mundo&#8221;.</p>
</div>
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		<title>Líderes da UE discutirão próximos passos em energia e Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 03:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes dos países da União Europeia (UE) discutirão como aumentar o apoio à Ucrânia e seus próximos passos conjuntos para domar os preços crescentes da energia quando se reunirem na sexta-feira (7). Em uma carta de convite de reunião aos líderes da UE publicada neste domingo (2), o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes dos países da União Europeia (UE) discutirão como aumentar o apoio à Ucrânia e seus próximos passos conjuntos para domar os preços crescentes da energia quando se reunirem na sexta-feira (7).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em uma carta de convite de reunião aos líderes da UE publicada neste domingo (2), o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, pediu uma resposta firme da UE aos desenvolvimentos recentes, incluindo a Rússia declarando a anexação de quatro regiões da Ucrânia na sexta-feira (26).</p>
<p>&#8220;Em nossa reunião, discutiremos como continuar fornecendo forte apoio econômico, militar, político e financeiro à Ucrânia pelo tempo que for necessário&#8221;, disse Michel, que preside reuniões de líderes de países da UE.</p>
<p>A proclamada anexação pela Rússia ocorreu depois que Moscou realizou o que chamou de referendos em áreas ocupadas da Ucrânia. Governos ocidentais e Kiev disseram que os votos violaram a lei internacional e foram coercitivos e não representativos.</p>
<p>A reunião dos líderes da UE em Praga também produzirá orientações para Bruxelas sobre os próximos passos que a UE deve tomar para lidar com a alta dos preços da energia, disse Michel.</p>
<p>&#8220;Nosso principal objetivo é garantir a segurança do abastecimento e energia acessível para nossas residências e empresas, principalmente à medida que o frio do inverno se aproxima&#8221;, disse ele.</p>
<p>Os ministros de energia dos países da UE adotaram um novo conjunto de políticas na sexta-feira para tentar domar os altos custos de energia, incluindo impostos sobre lucros inesperados sobre empresas de energia.</p>
<p>Mas os estados estão divididos sobre o que fazer a seguir &#8211;muitos pedem um teto para os preços do gás em toda a UE, mas outros, incluindo a potência econômica da Europa, a Alemanha, se opuseram.</p>
<p>Os líderes também discutirão na sexta-feira como proteger sua infraestrutura crítica. Rupturas inexplicáveis ​​na semana passada nos gasodutos Nord Stream, no mar Báltico, projetados para trazer gás da Rússia para a Europa, levaram alguns países a enviar militares para proteger sistemas de energia potencialmente vulneráveis.</p>
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		<title>Ucrânia diz à Otan que Rússia quer ditar futura ordem mundial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-diz-a-otan-que-russia-quer-ditar-futura-ordem-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 14:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[cúpula da Otan]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta quarta-feira (29) aos líderes da aliança militar ocidental Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) que seu país precisa de mais armas e dinheiro para se defender da Rússia, advertindo que as ambições de Moscou não param na Ucrânia. &#8220;Esta não é uma guerra travada pela Rússia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta quarta-feira (29) aos líderes da aliança militar ocidental Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) que seu país precisa de mais armas e dinheiro para se defender da Rússia, advertindo que as ambições de Moscou não param na Ucrânia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Esta não é uma guerra travada pela Rússia contra apenas a Ucrânia. Esta é uma guerra pelo direito de ditar as condições na Europa; por como será a futura ordem mundial&#8221;, disse ele em um discurso virtual a uma cúpula da aliança de defesa ocidental em Madri.</p>
<p>&#8220;É por isso que é absolutamente necessário apoiar a Ucrânia, mesmo agora, com armas, finanças e sanções políticas contra a Rússia, o que interromperá sua capacidade de pagar pela guerra.&#8221;</p>
<p>Ele disse que a Ucrânia precisa de mísseis modernos e sistemas de defesa aérea.</p>
<p>&#8220;Ao fornecê-los a nós, vocês podem quebrar completamente as táticas da Rússia para destruir cidades e aterrorizar civis&#8221;, disse ele.</p>
<p>Moscou chama suas ações de &#8220;operação militar especial&#8221; para desarmar a Ucrânia e livrá-la do que ela chama de nacionalismo anti-russo fomentado pelo Ocidente. A Ucrânia e o Ocidente dizem que a Rússia lançou uma guerra de agressão não provocada.</p>
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		<title>Crescimento na América Latina cairá para 1,8% com guerra e inflação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/crescimento-na-america-latina-caira-para-18-com-guerra-e-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 22:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[CEPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[As incertezas provocadas pela guerra na Ucrânia sobre a inflação e a volatilidade do sistema financeiro farão as economias da América Latina e o Caribe crescer menos em 2022, divulgou hoje (27) a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). O órgão, vinculado às Nações Unidas, reduziu a previsão de crescimento da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>As incertezas provocadas pela guerra na Ucrânia sobre a inflação e a volatilidade do sistema financeiro farão as economias da América Latina e o Caribe crescer menos em 2022, divulgou hoje (27) a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). O órgão, vinculado às Nações Unidas, reduziu a previsão de crescimento da região de 2,1% para 1,8% neste ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para o Brasil, a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) caiu de 0,5% para 0,4% em 2022, abaixo da média do continente sul-americano. A previsão de crescimento para as economias da América do Sul aumentou levemente, de 1,4% para 1,5%, graças à melhoria das previsões em diversos países vizinhos.</p>
<p>A estimativa para o crescimento econômico passou de 2,2% para 3% na Argentina, de 3,7% para 4,8% na Colômbia, de 3,1% para 3,9% no Uruguai e de 3% para 5% na Venezuela. Em contrapartida, caiu de 1,9% para 1,5% no Chile e de 3% para 2,5% no Peru.</p>
<p>O restante da América Latina também enfrenta desaceleração econômica. A Cepal revisou, de 3,3% para 2,3%, a previsão de crescimento para a América Central e o México. Para o Caribe (exceto a Guiana), a estimativa caiu de 6,1% para 4,7%.</p>
<p>Em nota, a Cepal informou que as economias da América Latina e do Caribe enfrentam uma conjuntura complexa em 2022 devido ao conflito bélico entre Rússia e Ucrânia. Para o órgão, no âmbito regional, o menor crescimento esperado será acompanhado por maior inflação e lenta recuperação do emprego. A Cepal também espera que a desaceleração da economia dos Estados Unidos, da China e da União Europeia afete as exportações latino-americanas, por causa da diminuição da demanda externa por produtos da região, decorrente do conflito bélico.</p>
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