<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Grupo Gay da Bahia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/grupo-gay-da-bahia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Jan 2024 23:19:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Grupo Gay da Bahia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Relatório Chocante: 257 Mortes Violentas de LGBTQIA+ no Brasil em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/relatorio-chocante-257-mortes-violentas-de-lgbtqia-no-brasil-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 10:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Gay da Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbtqia+]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes Violentas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=73040</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo Gay da Bahia (GGB), a organização não governamental LGBT mais antiga da América Latina, divulgou um relatório alarmante que revela que 257 pessoas LGBTQIA+ foram vítimas de mortes violentas no Brasil em 2023. Esses dados ressaltam que, a cada 34 horas, uma pessoa LGBTQIA+ perdeu a vida de maneira violenta no país, mantendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Gay da Bahia (GGB), a organização não governamental LGBT mais antiga da América Latina, divulgou um relatório alarmante que revela que 257 pessoas LGBTQIA+ foram vítimas de mortes violentas no Brasil em 2023. Esses dados ressaltam que, a cada 34 horas, uma pessoa LGBTQIA+ perdeu a vida de maneira violenta no país, mantendo o Brasil como o país mais homotransfóbico do mundo no ano passado.</p>
<p>A ONG, que coleta informações sobre homicídios e suicídios de pessoas LGBTQIA+ há 44 anos, destaca que o número real pode ser ainda maior, com 20 mortes em fase de apuração, podendo elevar o total para até 277 casos. O fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott, enfatiza que o governo continua ignorando esse &#8220;verdadeiro holocausto&#8221; que assola a comunidade LGBTQIA+.</p>
<p>O relatório revela uma preocupante inversão nas estatísticas, com as mortes de travestis ultrapassando em número absoluto as dos gays pela segunda vez em quatro décadas. O documento destaca que a chance de uma trans ou travesti ser assassinada é 19 vezes maior do que a de um gay ou lésbica.</p>
<p>Outro ponto alarmante é a faixa etária das vítimas, com 67% delas sendo jovens entre 19 e 45 anos. A Região Sudeste liderou as estatísticas, registrando 100 casos, seguida pelo Nordeste com 94 mortes. Pela primeira vez em 44 anos, o Sudeste assumiu o posto de região mais impactada.</p>
<p>Os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará concentraram o maior número de mortes violentas da população LGBTQIA+ em 2023. O GGB destaca a necessidade urgente de ações e políticas públicas efetivas para combater a violência direcionada à comunidade LGBTQIA+. A ausência de dados oficiais é apontada como um reflexo da homofobia e homotransfobia institucional e estrutural. O Grupo Gay da Bahia insta o poder público a assumir a responsabilidade pela coleta oficial de estatísticas de ódio contra a comunidade LGBTQIA+ e implementar medidas para garantir sua segurança.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">73040</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
