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	<title>Grupo Especial de Fiscalização Móvel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Grupo Especial de Fiscalização Móvel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>2.575 pessoas libertadas de trabalho escravo em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 15:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[No ano passado, 2.575 trabalhadores foram resgatados de condições análogas às de escravo, um terço a mais que em 2021. Do total de resgates em 2022, 35 eram crianças e adolescentes. Os dados são da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. Ao todo, foram realizadas 462 fiscalizações que resultaram em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado, 2.575 trabalhadores foram resgatados de condições análogas às de escravo, um terço a mais que em 2021. Do total de resgates em 2022, 35 eram crianças e adolescentes. Os dados são da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Ao todo, foram realizadas 462 fiscalizações que resultaram em mais de R$ 8 milhões em verbas salariais e rescisórias. Como algumas ações ainda estão em andamento, esse valor pode ser corrigido.</p>
<p>O Grupo Especial de Fiscalização Móvel realizou um terço das ações e encontrou práticas de trabalho análogo ao de escravo em 17 estados. Entre os 20 estados fiscalizados, apenas Alagoas, Amazonas e Amapá não registraram casos de escravidão contemporânea.</p>
<p>Minas Gerais foi o estado com mais ações, tendo mais de mil trabalhadores resgatados. A maior delas ocorreu no município Varjão de Minas, onde 273 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes na atividade de corte de cana-de-açúcar.</p>
<p>Dados do seguro-desemprego mostram que nove em cada dez vítimas eram homens, quase um terço tinha entre 30 e 39 anos, e mais da metade eram nordestinos. Cerca de 80% do total de resgatados eram negros ou pardos.</p>
<p>Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, 148 vítimas eram migrantes de outros países, sendo dois terços do Paraguai. Ao todo, o número de estrangeiros resgatados dobrou em relação a 2021.</p>
<p>Entre as principais atividades econômicas fiscalizadas usando mão de obra análoga à de escravo, estão: cultivo de cana-de-açúcar; produção de carvão vegetal; cultivo de alho, café, maçã e soja; extração de pedras e madeira; criação de bovinos; construção civil; em restaurantes e confecção de roupas.</p>
<p>De acordo com dados da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, 2.575 trabalhadores foram libertados de condições análogas à escravidão em 2022, um terço a mais do que em 2021. Deste total, 35 eram crianças e adolescentes. As 462 fiscalizações realizadas resultaram em mais de R$ 8 milhões em verbas salariais e rescisórias, valor este que pode ser corrigido devido às ações ainda em andamento.</p>
<p>O Grupo Especial de Fiscalização Móvel realizou um terço das ações e encontrou práticas de trabalho escravo em 17 estados. Entre os 20 estados fiscalizados, apenas Alagoas, Amazonas e Amapá não registraram casos de escravidão contemporânea. Minas Gerais foi o estado com mais ações, tendo mais de mil trabalhadores resgatados, sendo a maior delas ocorrida no município de Varjão de Minas, onde 273 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes na atividade de corte de cana-de-açúcar.</p>
<p>Dados do seguro-desemprego mostram que nove em cada dez vítimas eram homens, quase um terço tinha entre 30 e 39 anos, e mais da metade eram nordestinos. Cerca de 80% do total de resgatados eram negros ou pardos. Entre as vítimas, 148 eram migrantes de outros países, sendo dois terços do Paraguai, o que representa um aumento em relação a 2021.</p>
<p>As principais atividades econômicas fiscalizadas e que utilizavam mão de obra análoga à escrava incluem: cultivo de cana-de-açúcar, produção de carvão vegetal, cultivo de alho, café, maçã e soja, extração de pedras e madeira, criação de bovinos, construção civil, restaurantes e confecção de roupas.</p>
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