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	<title>governo federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>governo federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula envia ao Congresso o novo Plano Nacional de Cultura</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-envia-ao-congresso-o-novo-plano-nacional-de-cultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 13:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Nacional de Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal encaminha nesta segunda-feira (17) ao Congresso Nacional a nova versão do Plano Nacional de Cultura (PNC), documento que vai nortear as políticas culturais brasileiras pelos próximos dez anos. A entrega será marcada por uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também assinará o decreto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal encaminha nesta segunda-feira (17) ao Congresso Nacional a nova versão do <strong>Plano Nacional de Cultura (PNC)</strong>, documento que vai nortear as políticas culturais brasileiras pelos próximos dez anos. A entrega será marcada por uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também assinará o decreto de criação da <strong>Comissão Intergestores Tripartite</strong>, instância que reunirá União, estados e municípios para fortalecer a governança e a cooperação federativa na área da cultura.</p>
<p>De acordo com o governo, o texto reafirma a cultura como <em>política de Estado</em> e como elemento fundamental para a democracia, a soberania nacional e o desenvolvimento social. A cerimônia contará com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, além de autoridades, agentes territoriais e representantes dos comitês de cultura de todo o país — integrantes do Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), que simbolizam a participação popular na construção das políticas culturais brasileiras.</p>
<h3>Construção coletiva</h3>
<p>O novo PNC foi estruturado a partir das propostas aprovadas na <strong>4ª Conferência Nacional de Cultura (CNC)</strong>, realizada em março de 2024, em Brasília. Com o tema <em>Democracia e Direito à Cultura</em>, o encontro reuniu 1,2 mil delegados de todas as regiões do país e aprovou 30 propostas estratégicas para orientar o plano.</p>
<p>Essas propostas foram organizadas em seis eixos principais:</p>
<ol>
<li>Institucionalização, Marcos Legais e Sistema Nacional de Cultura</li>
<li>Democratização do Acesso e Participação Social</li>
<li>Identidade, Patrimônio e Memória</li>
<li>Diversidade Cultural e Transversalidades (gênero, raça e acessibilidade)</li>
<li>Economia Criativa, Trabalho, Renda e Sustentabilidade</li>
<li>Direito às Artes e Linguagens Digitais</li>
</ol>
<p>A conferência marcou o fim de um hiato de mais de dez anos desde a última edição, realizada em 2013, que avaliou a execução das metas do primeiro Plano Nacional de Cultura.</p>
<h3>Histórico</h3>
<p>O PNC original foi instituído em 2010 pela Lei nº 12.343, após duas conferências nacionais, com vigência prevista até 2020. O ciclo, no entanto, foi prorrogado em 2021 e 2022, estendendo sua validade até dezembro de 2024. Agora, o novo plano chega ao Congresso para atualizar diretrizes e renovar o compromisso com a política cultural brasileira.</p>
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		<title>Chuvas em Angra dos Reis: Governo Federal reconhece situação de emergência</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chuvas-em-angra-dos-reis-governo-federal-reconhece-situacao-de-emergencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 21:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Angra dos Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Rio de Janeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Integração Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Federal reconheceu, neste domingo (6), em caráter sumário, a situação de emergência em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, após os estragos causados pelas fortes chuvas que atingiram o município nos últimos dias. Com a medida, o repasse de recursos para ações de socorro, assistência humanitária e reconstrução pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Federal reconheceu, neste domingo (6), em caráter sumário, a situação de emergência em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, após os estragos causados pelas fortes chuvas que atingiram o município nos últimos dias. Com a medida, o repasse de recursos para ações de socorro, assistência humanitária e reconstrução pode ser agilizado.</p>
<p>Segundo a Prefeitura de Angra, 331 pessoas estão desalojadas e foram acolhidas em quatro abrigos municipais. O volume de chuvas chegou a 270 milímetros em algumas regiões, provocando pelo menos seis deslizamentos de terra, nove quedas de árvores, seis pontos de alagamento e múltiplas obstruções de vias. A Defesa Civil Nacional segue monitorando a situação de perto, com 24 alertas emitidos por meio da ferramenta Defesa Civil Alerta.</p>
<figure id="attachment_82813" aria-describedby="caption-attachment-82813" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82813" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Limpeza-de-ruas-apos-fortes-chuvas-em-Petropolis-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Limpeza De Ruas Após Fortes Chuvas Em Petrópolis - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Limpeza-de-ruas-apos-fortes-chuvas-em-Petropolis-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Limpeza-de-ruas-apos-fortes-chuvas-em-Petropolis-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Limpeza-de-ruas-apos-fortes-chuvas-em-Petropolis-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/06-Limpeza-de-ruas-apos-fortes-chuvas-em-Petropolis-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82813" class="wp-caption-text">Limpeza de ruas após fortes chuvas em Petrópolis Prefeitura de Petrópolis/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Desde a semana passada, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional vinha emitindo avisos sobre o risco de chuvas extremas. Na última quarta-feira (3), uma reunião coordenada pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) reuniu mais de 250 representantes de órgãos municipais, estaduais e federais para coordenar as ações preventivas e de resposta.</p>
<p>Apesar de as chuvas terem diminuído neste domingo, a Defesa Civil estadual mantém o alerta de risco muito alto para Angra dos Reis e Petrópolis, e risco alto para Mangaratiba, Teresópolis e Duque de Caxias. O solo encharcado continua representando ameaça de novos deslizamentos.</p>
<p>O governador Cláudio Castro, que acompanhava a situação em Petrópolis, retornou à capital fluminense, mas reforçou que as próximas 72 horas são decisivas. “O risco ainda é grande. Precisamos de atenção redobrada, especialmente em áreas de encosta”, afirmou. Ele também informou que o governo estadual está ampliando o monitoramento para Campos dos Goytacazes, que registrou fortes chuvas neste domingo.</p>
<p>Castro pediu que a população siga rigorosamente as orientações da Defesa Civil e mantenha atenção aos alertas oficiais: <em>“Prevenção salva vidas. Evitar áreas de risco é fundamental neste momento”</em>.</p>
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		<title>STF concede mais 10 dias para governo e Congresso fecharem acordo sobre emendas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-concede-mais-10-dias-para-governo-e-congresso-fecharem-acordo-sobre-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 00:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu prorrogar por mais dez dias o prazo para que o governo federal e o Congresso Nacional cheguem a um acordo final sobre a liberação das emendas impositivas e das chamadas &#8220;emendas Pix&#8221;. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (29), após uma reunião entre o presidente do STF, Luís Roberto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu prorrogar por mais dez dias o prazo para que o governo federal e o Congresso Nacional cheguem a um acordo final sobre a liberação das emendas impositivas e das chamadas &#8220;emendas Pix&#8221;. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (29), após uma reunião entre o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, o ministro Flávio Dino, relator das ações sobre as emendas, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. O prazo anterior se encerraria nesta sexta-feira (30).</p>
<p>No encontro realizado no dia 20 deste mês, Barroso reuniu-se com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir o tema. Na ocasião, foi acordado que as &#8220;emendas Pix&#8221; seriam priorizadas para a conclusão de obras inacabadas, enquanto as emendas impositivas de bancadas seriam destinadas a projetos estruturantes nos estados.</p>
<p>Apesar das diretrizes estabelecidas pelo STF, ainda não houve consenso entre os representantes dos Poderes Legislativo e Executivo sobre a implementação das medidas. Até que se chegue a um acordo final, permanece em vigor a decisão do ministro Flávio Dino, ratificada pelo plenário da Corte, que suspendeu o pagamento das emendas até que sejam adotadas medidas adequadas de transparência e controle dos recursos.</p>
<p>O acordo final entre Legislativo e Executivo, uma vez alcançado, precisará ser submetido à aprovação do plenário do STF, conforme informado pelo tribunal.</p>
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		<item>
		<title>Governo estuda alternativa legal para apoio a empresas gaúchas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-estuda-alternativa-legal-para-apoio-a-empresas-gauchas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 16:28:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apoio a empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro extraordinário da Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, afirmou neste domingo (2) que o governo federal está buscando “construir uma alternativa” legal para oferecer suporte financeiro às empresas gaúchas afetadas pelas chuvas do último mês, com o objetivo de evitar demissões. “Temos que construir uma alternativa para a manutenção da saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro extraordinário da Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, afirmou neste domingo (2) que o governo federal está buscando “construir uma alternativa” legal para oferecer suporte financeiro às empresas gaúchas afetadas pelas chuvas do último mês, com o objetivo de evitar demissões.</p>
<p>“Temos que construir uma alternativa para a manutenção da saúde financeira das empresas e, principalmente, da manutenção dos postos de trabalho”, disse Pimenta em entrevista ao CanalGov, durante visita à cidade de Muçum, no Vale do Taquari, uma das regiões severamente atingidas pelos efeitos adversos das recentes chuvas no estado.</p>
<p>“Esta semana, vamos acelerar o debate sobre a manutenção dos postos de trabalho”, comentou Pimenta, acrescentando que já vem discutindo o assunto com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>
<p>“Já fizemos várias reuniões e fechamos alguns acordos com empresas e setores, no sentido de encontrarmos mecanismos que garantam a manutenção dos empregos e, ao mesmo tempo, buscar apoio que a legislação permite que as empresas recebam do governo federal, para não romperem o vínculo [empregatício com seus funcionários]”, acrescentou Pimenta antes de enumerar uma série de iniciativas já anunciadas pelo governo federal, como as linhas de financiamento operadas por bancos públicos com juros abaixo da inflação.</p>
<p>“Completamos [na semana passada] 30 dias [do início das chuvas]. Muitas empresas não conseguiram trabalhar, não abriram durante todo o mês de maio. Há empresas ainda sem água, sem luz, sem nenhuma capacidade de operar, e que têm que pagar a folha [salarial]; que têm suas despesas mensais. Temos que construir uma alternativa para a manutenção da saúde financeira dessas empresas e, principalmente, para a manutenção dos postos de trabalho”, finalizou o ministro.</p>
<p>Para o prefeito de Muçum, Mateus Trojan, o apoio federal e estadual às empresas é fundamental para evitar o colapso econômico e social no estado. “Precisamos de um olhar especial para conseguirmos superar este novo evento [climático], motivando as pessoas a permanecerem aqui [na cidade, na região e no estado]. Caso contrário, infelizmente, teremos uma evasão em massa e um empobrecimento da cidade”, afirmou Trojan, destacando que o fato do estado enfrentar a terceira grande catástrofe ambiental em menos de um ano “limita a capacidade estrutural pública, empresarial e das próprias famílias de endividamento”. “Por isso, as linhas de crédito já divulgadas serão fundamentais para o reerguimento, a recuperação das empresas.”</p>
<p>Nesta segunda-feira (3), Pimenta deve inspecionar o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, na companhia de técnicos do Ministério de Portos e Aeroportos e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Atingido pelas chuvas, o terminal está fechado desde o dia 3 de maio, com parte das instalações ainda submersas.</p>
<p>Ainda segundo o ministro, um dos temas prioritários desta semana será a ampliação emergencial do número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), já que vários hospitais públicos estão comprometidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Governo Federal libera mais R$ 1,8 bilhão para apoio ao Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-federal-libera-mais-r-18-bilhao-para-apoio-ao-rio-grande-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 13:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a liberação de um crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão para ações de reconstrução no Rio Grande do Sul. A medida foi oficializada por meio da Medida Provisória 1.223/2024, publicada na noite desta quinta-feira (23). A MP entra em vigor imediatamente, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para manter sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a liberação de um crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão para ações de reconstrução no Rio Grande do Sul. A medida foi oficializada por meio da Medida Provisória 1.223/2024, publicada na noite desta quinta-feira (23). A MP entra em vigor imediatamente, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para manter sua validade.</p>
<p><strong>Destinação dos Recursos</strong></p>
<p>A maior parte dos recursos, mais de R$ 1,4 bilhão, será destinada às ações da Defesa Civil e ao Auxílio Reconstrução. Os fundos também serão utilizados para:</p>
<ul>
<li>Retomada de Atividades de Universidades e Institutos Federais: R$ 22.626.909</li>
<li>Fortalecimento da Assistência Jurídica Integral e Gratuita: R$ 13.831.693</li>
<li>Suporte aos Serviços de Emergência e Conectividade: R$ 27.861.384</li>
<li>Ações de Fiscalização e Emergência Ambiental: R$ 26.000.000</li>
<li>Aquisição de Equipamentos para Conselhos Tutelares: R$ 1.000.000</li>
<li>Ações da Defesa Civil: R$ 269.710.000</li>
<li>Auxílio Reconstrução: R$ 1.226.115.000</li>
<li>Ações Integradas das Polícias Federal, Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública: R$ 51.260.970</li>
</ul>
<p><strong>Contexto e Objetivos</strong></p>
<p>O crédito extraordinário visa atender diversas necessidades decorrentes da tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, incluindo aspectos de defesa civil, logística e enfrentamento das consequências sociais e econômicas. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou que os recursos são essenciais para combater os efeitos devastadores das recentes chuvas no estado.</p>
<p><strong>Ações Anteriores</strong></p>
<p>Este novo aporte de R$ 1,8 bilhão se soma a um valor já destinado anteriormente. No dia 11 de maio, o governo federal havia alocado R$ 12,1 bilhões para o estado, destinados a abrigos, reposição de medicamentos, recuperação de rodovias e outras necessidades emergenciais.</p>
<p><strong>Total de Recursos</strong></p>
<p>Até o momento, a Presidência da República já destinou R$ 62,5 bilhões ao Rio Grande do Sul, que foi severamente impactado pelas chuvas. Esses recursos são fundamentais para a reconstrução e recuperação das áreas afetadas e para o suporte contínuo à população.</p>
<p><strong>Declaração Oficial</strong></p>
<p>De acordo com Rui Costa, &#8220;o crédito visa atender a diversas despesas relativas ao combate às consequências derivadas da tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, tanto no aspecto de defesa civil e logística, como também o enfrentamento das consequências sociais e econômicas que prejudicam toda a população e os entes governamentais.&#8221;</p>
<p>A medida representa um esforço contínuo do governo federal para apoiar o Rio Grande do Sul em sua recuperação e garantir a segurança e o bem-estar da população afetada pelas recentes catástrofes climáticas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo propõe programa juros por educação para reduzir dívida dos estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-propoe-programa-juros-por-educacao-para-reduzir-divida-dos-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 20:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Juros por Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou hoje o Programa Juros por Educação, uma iniciativa destinada a diminuir os juros da dívida dos estados com a União. Em troca, os estados deverão aumentar o número de vagas para alunos no ensino médio técnico. O programa foi detalhado durante uma reunião entre o ministro Haddad e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou hoje o Programa Juros por Educação, uma iniciativa destinada a diminuir os juros da dívida dos estados com a União. Em troca, os estados deverão aumentar o número de vagas para alunos no ensino médio técnico.</p>
<p>O programa foi detalhado durante uma reunião entre o ministro Haddad e governadores de estados devedores, como Tarcísio de Freitas (São Paulo), Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Romeu Zema (Minas Gerais). Este foi o quinto encontro realizado para discutir a questão da dívida.</p>
<p>A dívida acumulada dos estados chega a R$ 740 bilhões, sendo que os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais respondem por R$ 660 bilhões, o que equivale a 90% do total.</p>
<p>O governo federal busca com essa proposta estabelecer um pacto nacional em prol da formação profissional dos jovens no ensino médio. O objetivo é melhorar a empregabilidade e renda dos jovens, além de contribuir para o crescimento econômico e a estabilidade financeira dos estados.</p>
<p>Atualmente, apenas uma pequena parcela dos alunos do ensino médio está integrada à formação profissional, e o ensino para jovens e adultos com formação técnica tem uma adesão ainda menor.</p>
<p>O Programa Juros por Educação visa equiparar o Brasil à média dos países da OCDE, aumentando o número de matrículas no ensino médio técnico. Os estados que aderirem ao programa terão uma redução temporária das taxas de juros da dívida com a União, com base no aumento do número de matrículas no ensino técnico.</p>
<p>O programa estará aberto a todos os estados da federação, com diferentes taxas de juros e contrapartidas. Além disso, os estados poderão reduzir ainda mais as taxas de juros mediante amortizações extraordinárias do saldo devedor.</p>
<p>Essa iniciativa não apenas alivia o fardo fiscal dos estados, mas também impulsiona a educação profissionalizante, beneficiando diversos setores da economia e contribuindo para o crescimento sustentável do país.</p>
<p>A proposta apresentada pelo governo federal demonstra um esforço conjunto para enfrentar os desafios econômicos e educacionais do país, ao mesmo tempo em que busca soluções criativas e colaborativas para reduzir o endividamento dos estados e promover o desenvolvimento socioeconômico.</p>
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		<item>
		<title>Ministro da Secom diz que população perceberá melhora do país em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministro-da-secom-diz-que-populacao-percebera-melhora-do-pais-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 15:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ComunicaBR]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Pimenta]]></category>
		<category><![CDATA[Secom]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Paulo Pimenta, disse que muitas das ações “plantadas pelo governo federal em 2023” serão “colhidas em 2024”. Ele afirmou que, por meio de ferramentas de prestação de contas em tempo real como o ComunicaBR, a população e a imprensa terão condições de acompanhar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Paulo Pimenta, disse que muitas das ações “plantadas pelo governo federal em 2023” serão “colhidas em 2024”. Ele afirmou que, por meio de ferramentas de prestação de contas em tempo real como o ComunicaBR, a população e a imprensa terão condições de acompanhar e fiscalizar tudo o que o governo federal fez nos estados e nos municípios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As declarações foram feitas nesta quarta-feira (13), em Brasília, durante o programa <strong>Bom Dia, Ministro</strong>, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>. Pimenta reiterou que a situação inicial encontrada pelo governo federal foi de um “país destruído” e com os programas sociais parados, mas que, em 2024, a população “sentirá o retorno” das ações governamentais.</p>
<p><em>“Vamos criar no ano que vem um milhão de vagas para escolas em tempo integral. Até o final do governo do presidente Lula, queremos chegar a 3,6 milhões de crianças em escolas no período integral. [As famílias] vão começar a sentir essa diferença a partir de fevereiro quando as aulas começarem”</em>, acentuou.</p>
<p>O ministro acrescentou que o governo já anunciou a seleção das primeiras obras do Minha Casa, Minha Vida. “Durante muitos anos o povo brasileiro ficou atirado à própria sorte, sem nenhuma nova iniciativa. Serão dois milhões de novos contratos. Ainda não foram firmados, mas foi feita a seleção. Agora, cabe às prefeituras fazer a seleção dos que serão beneficiados”, disse observou.</p>
<p>A seguir, Pimenta disse que a expectativa do governo é gerar 4,5 milhões de empregos com a retomada de obras do novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p><em>“Na saúde e na educação são mais de 11 mil obras. O melhor ainda está por vir, e 2024 será o ano da colheita. A gente vai começar a sentir a diferença no dia a dia, com o [aumento do] valor real do salário-mínimo e com o aumento da isenção do Imposto de Renda. Vai sobrar mais dinheiro no bolso. Teremos a inflação controlada e queda no preço dos combustíveis, assim como na taxa de desemprego. A economia está crescendo. O desenho está pronto. Esse ano a gente fez a estrutura, a base para que, a partir do ano que vem, as coisas, de fato, possam decolar”</em>, acrescentou.</p>
<h2>ComunicaBR</h2>
<p>O ministro da Secom salientou que as ações do governo federal poderão ser acompanhadas em tempo real por meio da ferramenta ComunicaBR, uma plataforma <em>online</em> que permitirá a todos acompanhar dados sobre as entregas dos principais programas do governo federal em cada município e estado mês a mês. A partir dela, o usuário poderá &#8211; de forma simples e intuitiva &#8211; até mesmo criar relatórios e fichas detalhadas para acompanhar os resultados.</p>
<p><em>“Qualquer pessoa pode acessar, em tempo real, informações sobre tudo que o governo federal já fez no seu estado ou na sua cidade. A pessoa entra no site, informa a cidade e saberá [por exemplo] se há médicos do [programa] Mais Médicos. Poderá saber também quantas pessoas recebem o Bolsa Família ou BPC [Benefício de Prestação Continuada]. Saberá qual foi a transferência do governo para a área da saúde ou o que está previsto para a escola integral. Saberá quanto foi transferido para cada programa. Trata-se de uma ferramenta de transparência, fiscalização e de informação, porque ninguém melhor do que o cidadão, que está lá na ponta, para fiscalizar e ver se as coisas estão acontecendo, inclusive para pressionar os governos”</em>, detalhou.</p>
<p>O ministro Paulo Pimenta disse, ainda, que essa ferramenta exigirá muito mais capacidade de resposta por parte do governo. “Mas servirá também para desmentir <em>fake-news”</em>, acrescentou, ao afirmar que a imprensa, nacional ou local, também será beneficiada porque poderá acompanhar todas as realizações.</p>
<p><em>“Não conheço nada parecido em termos de ferramenta de informação. Será uma prestação de contas do governo em tempo real”</em>, finalizou.</p>
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		<title>Lula sanciona lei para retomada de mais de 11 mil obras inacabadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-sanciona-lei-para-retomada-de-mais-de-11-mil-obras-inacabadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 22:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[obras inacabadas]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Nacional pela Retomada de Obras Inacabadas]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio do Planalto]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (1º), a lei que institui o Pacto Nacional pela Retomada de Obras Inacabadas. A previsão é dar continuidade a 5.662 obras na área da educação e 5.489 na de saúde. Não houve cerimônia pública de sanção nem vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (1º), a lei que institui o Pacto Nacional pela Retomada de Obras Inacabadas. A previsão é dar continuidade a 5.662 obras na área da educação e 5.489 na de saúde. Não houve cerimônia pública de sanção nem vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional em outubro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A nova lei, oriunda do Projeto de Lei n° 4.172/2023, cria um arcabouço normativo para a retomada de obras e serviços de infraestrutura que estavam paralisados ou inacabados. A norma garante recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Sistema Único de Saúde (SUS) para os empreendimentos considerados prioritários pelos estados e municípios, que devem manifestar interesse em aderir ao pacto.</p>
<p>Os novos recursos serão transferidos para conclusão das estruturas, mesmo se o valor original tiver sido todo repassado. A repactuação envolverá novo termo de compromisso e correção dos valores correspondentes à fração não executada, e poderá incluir mudanças no projeto. As obras devem ser concluídas em 24 meses, prorrogáveis uma vez pelo mesmo prazo.</p>
<p>De acordo com a Presidência, na priorização de obras, serão observados critérios como percentual de execução, ano de contratação, se a instituição atende comunidades rurais, indígenas ou quilombolas e também se o município sofreu desastres naturais nos últimos dez anos. Obras com irregularidades poderão ser incluídas no plano, desde que não haja prejuízo para a apuração de responsabilidades sobre as falhas.</p>
<h2>Educação</h2>
<p>O Ministério da Educação estima que o investimento para concluir todas as obras passíveis de retomada seja de R$ 6,2 bilhões, com aplicação de R$ 458 milhões em 2023, R$ 1,6 bilhão em 2024 e 2025, além de R$ 332 milhões em 2026. A lista de obras contempla as voltadas para educação infantil, ensino fundamental, profissionalizante e inclui novas quadras de esporte, cobertura de quadras já existentes, reformas e ampliações de estrutura.</p>
<h2>Saúde</h2>
<p>O pacto também autoriza a retomada de obras e de serviços de engenharia financiados pelo Ministério da Saúde por transferências fundo a fundo, de recursos alocados junto ao Fundo Nacional de Saúde. A pasta identificou 5.489 obras passíveis de retomada.</p>
<p>Elas contemplam ampliação e reforma de unidades básicas de Saúde, academias de saúde, construção e ampliação de unidades de Pronto Atendimento, da Rede Cegonha e Neonatal, ambiência, de centros especializados em reabilitação e oficinas ortopédicas.</p>
<h2>Cultura</h2>
<p>Na Câmara dos Deputados, foram acrescentados dispositivos ao projeto de lei para a retomada de obras também do setor cultural. O texto estabelece diretrizes para a aplicação de recursos da Política Aldir Blanc.</p>
<p>Poderão ser previstas, no âmbito da política, a construção, ampliação, reforma e modernização de espaços culturais, incluindo aqueles criados por estados e municípios ou vinculados a eles, além da aquisição de equipamentos e acervos.</p>
<h2>Fies</h2>
<p>O Congresso também adicionou ao texto a previsão de reabertura de prazos para renegociação de dívidas de estudantes em situação de inadimplência junto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Atualmente, existem 1,2 milhão de contratos inadimplentes no Fies, com saldo devedor de R$ 54 bilhões.</p>
<p>De acordo com a Presidência, a lei traz condições mais favoráveis de amortização dos contratos celebrados até o fim de 2017 e com débitos vencidos e não pagos em 30 de junho de 2023.</p>
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		<title>Governo quer estimular desenvolvimento de territórios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-quer-estimular-desenvolvimento-de-territorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 15:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de territórios]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de trabalho (GT) interministerial foi criado com o objetivo de estimular o desenvolvimento territorial, por meio da participação social e educação popular na elaboração das políticas públicas do governo federal. A medida está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11).  A proposta do GT Territórios e Participação Social nas Políticas Públicas do Governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Um grupo de trabalho (GT) interministerial foi criado com o objetivo de estimular o desenvolvimento territorial, por meio da participação social e educação popular na elaboração das políticas públicas do governo federal. A medida está publicada no <a href="http://in.gov.br/web/dou/-/portaria-sg/pr-n-167-de-10-de-outubro-de-2023-515785437" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a> desta quarta-feira (11). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A proposta do GT Territórios e Participação Social nas Políticas Públicas do Governo Federal é elaborar diretrizes, orientações e estratégias para buscar soluções, força de trabalho e fortalecer as economias locais, por meio de ações construídas com as comunidades.</p>
<p>Para isso, será elaborado um relatório, em 90 dias, apontando caminhos para o aprimoramento das políticas públicas de desenvolvimento territorial, que será entregue ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo.</p>
<h2>Composição</h2>
<p>O GT será coordenado pela Secretaria Nacional de Participação Social e terá dois representantes titulares do Conselho de Participação Social e um da Secretaria-Executiva. Participam ainda representantes da Casa Civil e Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, além de representantes dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, do Desenvolvimento e Assistência Social, das Cidades e da Integração e Desenvolvimento Regional.</p>
<p>Servidores de outros órgãos da administração pública e especialistas de notório saber poderão ser convidados a participar dos debates e contribuir com assessoramento técnico nas reuniões que acontecerão a cada 15 dias.</p>
<p>Nos encontros, o grupo deverá realizar estudos técnicos e elaborar diretrizes para integrar as políticas públicas à participação social com educação popular, além de propor estratégias para territorialização das ações do governo federal. Também deverão ser apresentadas propostas para edições de atos e orientações sobre os temas em debate.</p>
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		<title>Bolsa Família: famílias maiores terão adicional de R$ 50</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bolsa-familia-familias-maiores-terao-adicional-de-r-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 00:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Combate À Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Programas Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[As novas regras do programa Bolsa Família constarão em medida provisória (MP) que será assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (2), em Brasília. O evento está previsto para começar às 11h, no Palácio do Planalto. Além de retomar as exigências das contrapartidas, o programa terá um valor extra para famílias maiores. Um [&#8230;]]]></description>
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<p>As novas regras do programa Bolsa Família constarão em medida provisória (MP) que será assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (2), em Brasília. O evento está previsto para começar às 11h, no Palácio do Planalto. Além de retomar as exigências das contrapartidas, o programa terá um valor extra para famílias maiores. Um desses adicionais era uma conhecida promessa de campanha de Lula e estabelece um pagamento extra de R$ 150 por criança até 6 anos de idade, além dos R$ 600 já recebidos por família. A novidade anunciada pelo governo é um um outro adicional por família, no valor de R$ 50 por cada dependente entre 7 e 18 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os parâmetros do programa social retomam o modelo original desenhado no primeiro governo de Lula, nos anos 2000. O principal deles é justamente a retomada das contrapartidas das famílias beneficiárias, como a manutenção da frequência escolar das crianças e a atualização da caderneta de vacinação. Durante o governo de Jair Bolsonaro, o programa foi substituído pelo Auxílio Brasil, que não exigia essas contrapartidas.</p>
<p>O programa também terá foco na atualização do Cadastro Único e integração com o Sistema Único de Assistência Social (Suas), com a busca ativa para incluir quem está fora do programa e a revisão de benefícios com indícios de irregularidades. Segundo o ministro da Assistência e do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, haverá integração com outros 32 programas de governo voltados para a qualidade de vida da população.</p>
<p>Os novos valores foram garantidos com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que estabeleceu que o novo governo terá R$ 145 bilhões para além do teto de gastos, dos quais R$ 70 bilhões serão para custear o benefício social.</p>
</div>
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