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	<title>govenro federal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo lança campanha nacional para acabar com escala 6&#215;1 e propõe nova jornada de trabalho no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 09:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal lançou uma campanha nacional para defender o fim da escala de trabalho 6&#215;1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e tem apenas um de descanso. A iniciativa busca ampliar o debate público sobre a proposta, que já foi encaminhada ao Congresso Nacional e prevê mudanças estruturais na jornada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal lançou uma campanha nacional para defender o fim da escala de trabalho 6&#215;1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e tem apenas um de descanso. A iniciativa busca ampliar o debate público sobre a proposta, que já foi encaminhada ao Congresso Nacional e prevê mudanças estruturais na jornada de trabalho no Brasil.</p>
<p>A campanha começou a ser veiculada em diferentes meios de comunicação e tem como objetivo sensibilizar trabalhadores e empregadores sobre a necessidade de revisão do modelo atual. O slogan adotado reforça a ideia de equilíbrio entre vida profissional e pessoal: “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito”.</p>
<h3>Nova jornada prevê semana de cinco dias</h3>
<p>A proposta do governo estabelece a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, mantendo o limite de oito horas diárias de trabalho. Além disso, garante dois dias consecutivos de descanso remunerado por semana, preferencialmente aos sábados e domingos, consolidando o modelo 5&#215;2.</p>
<p>O texto também prevê que a definição dos dias de folga poderá ser ajustada por meio de negociação coletiva, respeitando as características de cada setor econômico.</p>
<h3>Impacto pode alcançar milhões de trabalhadores</h3>
<p>Segundo estimativas do próprio governo, a mudança pode beneficiar diretamente cerca de 37 milhões de brasileiros, especialmente aqueles que atuam em setores como comércio, serviços e alimentação — áreas onde a escala 6&#215;1 é mais comum.</p>
<p>A proposta também proíbe qualquer redução salarial com a diminuição da jornada, mantendo a remuneração integral dos trabalhadores.</p>
<h3>Argumentos centrais: qualidade de vida e produtividade</h3>
<p>O governo sustenta que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida, ampliar o tempo para convivência familiar, lazer e qualificação profissional, além de contribuir para a saúde física e mental dos trabalhadores.</p>
<p>Outro ponto destacado é o possível impacto positivo na economia, com aumento da produtividade e maior inclusão social, alinhando o país a tendências internacionais de revisão das jornadas de trabalho.</p>
<h3>Projeto já está em debate no Congresso</h3>
<p>A campanha publicitária acompanha a tramitação de propostas legislativas sobre o tema. O projeto enviado pelo governo tramita com urgência e propõe alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), além de estabelecer novas diretrizes para a jornada semanal.</p>
<p>Paralelamente, propostas semelhantes também avançam no Legislativo, incluindo iniciativas que discutem reduções ainda maiores da jornada, o que demonstra a centralidade do tema no debate político atual.</p>
<h3>Tema divide opiniões</h3>
<p>Embora a proposta tenha apoio de movimentos sociais e parte do Congresso, o tema ainda gera divergências. Setores empresariais demonstram preocupação com possíveis impactos nos custos e na organização das atividades econômicas, enquanto defensores da medida apontam benefícios sociais e de saúde pública.</p>
<h3>Mudança pode redefinir relações de trabalho</h3>
<p>A discussão sobre o fim da escala 6&#215;1 reflete uma transformação mais ampla nas relações de trabalho no Brasil. A proposta coloca em pauta o equilíbrio entre produtividade e qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reacende o debate sobre direitos trabalhistas e organização da jornada.</p>
<p>Caso seja aprovada, a medida poderá representar uma das mudanças mais significativas no mercado de trabalho brasileiro desde a Constituição de 1988, alterando a rotina de milhões de trabalhadores em todo o país.</p>
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