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	<title>GLO &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula defende PEC da Segurança e reafirma que não decretará GLO nos estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 18:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GLO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (20), que não pretende decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para reforçar a segurança pública nos estados e defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O projeto, que ainda está em análise na Casa Civil, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (20), que não pretende decretar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para reforçar a segurança pública nos estados e defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O projeto, que ainda está em análise na Casa Civil, busca ampliar o papel da União no combate à criminalidade, mantendo a autonomia dos governadores sobre as polícias civil e militar.</p>
<p>Durante entrevista à Rádio Tupi FM, do Rio de Janeiro, Lula explicou que, apesar de pedidos de governadores para o uso das Forças Armadas em operações de segurança, ele não vê essa alternativa como eficaz. “A GLO que foi feita no Rio de Janeiro custou mais de R$ 2 bilhões e não resolveu quase nada. Queremos uma participação ativa da União, mas de forma complementar, em conjunto com os estados, para resolver definitivamente a questão da segurança”, declarou.</p>
<p>A PEC pretende estabelecer até que ponto a União pode intervir na segurança pública, definindo o papel da Polícia Federal e da Força Nacional. Além disso, prevê a criação de um fundo específico para apoiar tanto as forças policiais estaduais quanto o sistema penitenciário.</p>
<h3><strong>Câmeras Corporais e Redução da Letalidade Policial</strong></h3>
<p>Outro tema abordado pelo presidente foi a necessidade de reduzir a violência policial em comunidades carentes. Lula defendeu o uso obrigatório de câmeras corporais nos uniformes dos policiais militares como forma de monitorar a conduta durante operações.</p>
<p>“Não podemos entrar na favela só para matar pessoas. Queremos que os policiais usem câmeras para sabermos se houve violência antes de qualquer ação. O tiro tem que ser a última alternativa”, afirmou.</p>
<p>O presidente destacou que, em confrontos, fatalidades podem ocorrer, mas ressaltou que a violência não pode ser atribuída exclusivamente à polícia. “Precisamos aprovar essa PEC para estabelecer o papel do Estado na segurança pública”, reforçou.</p>
<h3><strong>Violência no Rio de Janeiro e Propostas para Contenção do Crime</strong></h3>
<p>A entrevista ocorre em um momento de aumento da criminalidade na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Um relatório recente do Instituto Fogo Cruzado aponta crescimento no número de tiroteios, vítimas de balas perdidas e baleados em assaltos na capital fluminense e em municípios vizinhos.</p>
<p>Lula enfatizou que é preciso reavaliar a atuação das forças de segurança, evitando que a polícia seja vista apenas como uma força repressora nas favelas. “Não podemos permitir que esse ‘bangue-bangue’ continue no Rio de Janeiro. A polícia deve estar constantemente presente no cotidiano das comunidades, não apenas em ações pontuais e violentas”, concluiu.</p>
<p>A PEC da Segurança Pública será enviada ao Congresso Nacional nos próximos meses, onde será debatida com parlamentares e governadores. A expectativa do governo é que a proposta traga avanços na cooperação entre União e estados no enfrentamento ao crime organizado.</p>
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		<title>Saiba como vai funcionar a GLO nos portos e aeroportos do RJ e de SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 00:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Forcas Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[GLO]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir da próxima segunda-feira (6), 3,7 mil militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha passarão a atuar em ações de combate ao crime em três portos e dois aeroportos dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, bem como no Lago de Itaipu. O objetivo é prevenir e reprimir o tráfico de drogas [&#8230;]]]></description>
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<p>A partir da próxima segunda-feira (6), 3,7 mil militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha passarão a atuar em ações de combate ao crime em três portos e dois aeroportos dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, bem como no Lago de Itaipu. O objetivo é prevenir e reprimir o tráfico de drogas e de armas e outros tipos de crimes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A instituição da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e atuação das Forças Armadas nos portos e aeroportos foram autorizadas por meio do<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.765-de-1-de-novembro-de-2023-520494812" target="_blank" rel="noopener"> Decreto nº 11.765</a>, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos ministros José Múcio Monteiro (Defesa) e Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública).</p>
<p>Nas últimas semanas, foi registrada uma escalada de violência. No Rio de Janeiro, por exemplo, criminosos queimaram 35 ônibus e até uma cabine de trem, provocando o caos em sete bairros da zona oeste da capital fluminense, depois de um líder miliciano ter sido morto em uma operação da Polícia Civil.</p>
<h2>Como será a GLO?</h2>
<p>A atuação de militares em ações preventivas e repressivas ocorrerá nos portos de Santos (SP), do Rio de Janeiro (RJ) e de Itaguaí (RJ); bem como nos aeroportos de Guarulhos (SP) e Tom Jobim (RJ).</p>
<p>O decreto estabelece que Exército e Aeronáutica devem incrementar as operações que já realizam ao longo das fronteiras brasileiras. A Marinha deve fortalecer as ações preventivas e repressivas nas baías de Guanabara e de Sepetiba, ambas no Rio de Janeiro; nos acessos marítimos ao Porto de Santos e na porção brasileira do Lago de Itaipu.</p>
<p>Os militares não farão policiamento de ruas e bairros.</p>
<h2>Por quanto tempo?</h2>
<p>O emprego das Forças Armadas nas operações de segurança em portos e aeroportos ocorrerá de 6 de novembro a 3 de maio de 2024.</p>
<h2>Como fica o trabalho dos órgãos de segurança dos estados?</h2>
<p>Segundo o governo federal, esta será a primeira vez que uma missão de GLO contempla áreas específicas de controle federal, e não interfere na atuação dos estados ou do Distrito Federal. De acordo com o Ministério da Defesa, trata-se de uma operação “específica” para os três portos e os dois aeroportos. Toda a missão será realizada de forma articulada com órgãos de segurança pública, como a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).</p>
<p>“As competências estaduais estão totalmente preservadas”, assegurou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, durante a cerimônia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que autoriza a GLO e anunciou outras medidas para a segurança pública, nesta quarta-feira (1º).</p>
<p>“O que já estamos fazendo é ter presença em áreas federais. Não vamos suprimir a área de competência das polícias do estado ou do município”, concluiu Dino, explicando que, mesmo portos e aeroportos já sendo policiados por órgãos federais, a medida possibilitará uma maior integração entre militares e agentes da segurança.</p>
<h2>O que é uma GLO?</h2>
<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/d3897.htm" target="_blank" rel="noopener">Previstas na Constituição Federal</a>, as GLOs conferem às Forças Armadas a autonomia necessária para que atuem com poder de polícia, por tempo predeterminado, em área previamente definida.</p>
<p>A Carta Magna estabeleceu, em seu artigo 142, que Aeronáutica, Exército e Marinha devem zelar pela manutenção da lei e da ordem, em qualquer parte do território brasileiro, quando acionadas “por qualquer um dos poderes constitucionais (Executivo, Legislativo e Judiciário).</p>
<p>Contudo, em agosto de 2001, o então presidente da República Fernando Henrique Cardoso <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/d3897.htm" target="_blank" rel="noopener">regulamentou o mecanismo das GLOs</a>, fixando suas diretrizes por meio do Decreto nº 3.897.</p>
<p>A partir daí, a decisão sobre o emprego de militares neste tipo de ação passou a ser de competência exclusiva dos presidentes da República em exercício – que pode decidir por iniciativa própria ou em resposta a pedido de governadores ou dos presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados ou do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>O mesmo decreto presidencial de 2001 também estabelece que as missões só devem ser autorizadas “em graves situações de perturbação da ordem” e se as forças de segurança públicas estaduais e federais tiverem “esgotado” os instrumentos e meios disponíveis para “preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio”.</p>
<h2>Quantas GLOs já tivemos no país?</h2>
<p>Um <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/arquivos/exercicios_e_operacoes/glo/1-metodologia-de-estudo.pdf" target="_blank" rel="noopener">levantamento do Ministério da Defesa</a> mostra que, entre 1992 e 2022, foram autorizadas 145 missões de Garantia da Lei e da Ordem no país.</p>
<p>&#8211; 11 ocorreram em 2000, ano em que foi registrado o maior número de operações;</p>
<p>&#8211;  26 GLOs (17,9%) foram motivadas por greves de policiais militares;</p>
<p>&#8211; 39 missões (27%) reforçaram a segurança durante grandes eventos no país: Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro; Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável do Rio de Janeiro (Rio + 20), em 2012; na visita do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, em 2013; e na Copa do Mundo de Futebol, em 2014;</p>
<p>&#8211; GLOs são frequentemente autorizadas para assegurar a tranquilidade e a lisura de processos eleitorais em município sob risco de perturbação da ordem.</p>
</div>
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		<title>Lula anuncia decreto de GLO em portos e aeroportos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-anuncia-decreto-de-glo-em-portos-e-aeroportos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 22:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto convocando as Forças Armadas para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) nos aeroportos de Guarulhos (SP), do Galeão (RJ) e nos portos de Portos de Santos (SP), Itaguaí (RJ) e da cidade do Rio de Janeiro. O ato estabelece a criação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto convocando as Forças Armadas para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) nos aeroportos de Guarulhos (SP), do Galeão (RJ) e nos portos de Portos de Santos (SP), Itaguaí (RJ) e da cidade do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ato estabelece a criação de uma operação integrada de combate ao crime organizado. “Por isso estou fazendo esse decreto de GLO”, explicou Lula em discurso no Palácio do Planalto. Conforme o presidente, a GLO vai valer até maio do próximo ano nesses lugares. “Se for necessário reforçar em mais portos e aeroportos, nós vamos reforçar”, garantiu.</p>
<p>O presidente reconheceu que a violência tem se agravado a cada dia e que o governo federal vai participar “ativamente” e ajudar os governos estaduais no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e de armas.</p>
<h2>Rio de Janeiro</h2>
<p>No caso do Rio de Janeiro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em conjunto com o governo estadual vai implantar Comitê Integrado de Investigação Financeira de Recuperação de Ativos (Cifra), “visando enfraquecer o poder financeiro das quadrilhas”.</p>
<p>Lula prometeu que “a Polícia Federal [PF] ampliará as ações de inteligência, as operações de prisões e apreensões de bens pertencentes às quadrilhas, às milícias, especialmente no Rio de Janeiro.” A PF e a Força Nacional de Segurança Pública manterão efetivos extras que já estão atuando no policiamento no Rio e nas rodovias federais no estado.</p>
<p>Além do Rio de Janeiro, de porto e aeroporto no estado de São Paulo, o governo prevê atuação também nas faixas de fronteira de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. “Neste caso não é necessário GLO. Na faixa de fronteira, o Exército e a Aeronáutica atuarão em articulação com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal”, disse Lula.</p>
<p>Haverá ainda reforços de efetivos e equipamentos da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional nos cinco estados.</p>
<p>A Marinha também será mobilizada e deverá ampliar atuação, em articulação com a Polícia Federal, na Baía da Guanabara (RJ), Baía de Sepetiba (RJ), nos acessos marítimos ao Porto de Santos e no Lago de Itaipu.</p>
<p>O MJSP e o Ministério da Defesa coordenarão comitê de acompanhamento das ações e deverão apresentar plano de modernização tecnológica para atuação da PF, PRF, Polícia Penal Federal, Exército, Marinha e Aeronáutica, visando melhorar a atuação em portos e aeroportos e fronteiras.</p>
</div>
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