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	<title>Gguerra &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conselho de Segurança da ONU rejeita proposta do Brasil sobre conflito</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conselho-de-seguranca-da-onu-rejeita-proposta-do-brasil-sobre-conflito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 17:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou nesta quarta-feira (18) a proposta apresentada pelo governo brasileiro sobre o conflito envolvendo Israel e o grupo extremista palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. O texto pedia pausas humanitárias aos ataques entre Israel e o Hamas para permitir o acesso de ajuda [&#8230;]]]></description>
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<p>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou nesta quarta-feira (18) a proposta apresentada pelo governo brasileiro sobre o conflito envolvendo Israel e o grupo extremista palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. O texto pedia pausas humanitárias aos ataques entre Israel e o Hamas para permitir o acesso de ajuda à Faixa de Gaza.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O resultado da votação foi 12 votos a favor, duas abstenções, sendo uma da Rússia, e um voto contrário, por parte dos Estados Unidos. Por se tratar de um membro permanente, o voto norte-americano resultou na rejeição da proposta brasileira.</p>
<p>A análise da resolução estava inicialmente prevista para o início da semana, mas foi adiada para esta quarta-feira na sede da entidade, em Nova York.</p>
<p>Após a votação, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, lembrou que o presidente norte-americano, Joe Biden, está, neste momento, na região do conflito, o que, segundo ela, demonstra o envolvimento do país no tema. “Apesar de reconhecermos o desejo do governo brasileiro de aprovar a proposta, acreditamos que precisamos deixar essa diplomacia acontecer.”</p>
<p>“Sim, resoluções são importantes. E sim, esse conselho deve se manifestar. Mas as ações que tomamos devem levar em conta o que acontece no local e apoiar esforços diretos de diplomacia que podem salvar vidas”, disse. “Os Estados Unidos estão desapontados pelo fato dessa resolução não mencionar o direito de Israel de autodefesa. Como qualquer outro país do mundo, Israel tem o direito de se autodefender”.</p>
<p>Na segunda-feira (16), membros do conselho rejeitaram uma proposta de resolução da Rússia sobre o conflito. O país apresentou um projeto de cessar-fogo imediato, incluindo a abertura de corredores humanitários e a liberação de reféns com segurança, mas não condenava diretamente o Hamas pelos atos de violência cometidos contra Israel. A proposta teve cinco votos favoráveis, quatro contrários e seis abstenções.</p>
<h2>Fim das hostilidades</h2>
<p>Em Brasília, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, explicou que o Brasil, na condição de presidente do Conselho de Segurança, foi demandado pela maioria dos membros do conselho a redigir uma proposta que acomodasse as opiniões de todos os membros.</p>
<p>“Depois de intensas e múltiplas consultas, apresentamos um texto que foi aceito por 12 dos 15 membros. Esse texto focava, basicamente, na cessação das hostilidades, no aspecto humanitário, criando uma passagem humanitária para que pudessem sair os nacionais de terceiro países, como nossos 32 brasileiros, e que também estabelecia a possibilidade de envio de ajuda humanitária. Infelizmente, não foi possível aprovar. Ficou clara uma divisão de opiniões”, relatou.</p>
<p>“Fizemos todo o esforço possível para que cessassem as hostilidade, que parassem os sacrifícios humanos e que pudéssemos dar algum tipo de assistência às populações locais e aos brasileiros. A nossa preocupação foi sempre humanitária nesse momento e, enfim, cada país terá tido sua inspiração própria”.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros permanentes, a China, França, Rússia, Reino Unido e os Estados Unidos. Fazem parte do conselho rotativo a Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes. Para que uma resolução seja aprovada, é preciso o apoio de nove do total de 15 membros, sendo que nenhum dos membros permanentes pode vetar o texto.</p>
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		<title>Sem avançar por terra, Rússia bombardeia cidades ucranianas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sem-avancar-por-terra-russia-bombardeia-cidades-ucranianas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 14:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bombardeios]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças russas na Ucrânia estão bombardeando cidades e matando civis, mas não estão mais fazendo progresso por terra, disseram países ocidentais nesta quinta-feira (17). A guerra que Moscou esperava vencer em poucos dias entrou em sua quarta semana. Autoridades locais afirmaram que equipes de resgate na cidade portuária sitiada de Mariupol, no Sul do país, vasculham escombros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>As forças russas na Ucrânia estão bombardeando cidades e matando civis, mas não estão mais fazendo progresso por terra, disseram países ocidentais nesta quinta-feira (17). A guerra que Moscou esperava vencer em poucos dias entrou em sua quarta semana.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Autoridades locais afirmaram que equipes de resgate na cidade portuária sitiada de Mariupol, no Sul do país, vasculham escombros de um teatro onde mulheres e crianças estavam abrigadas, bombardeado por forças russas no dia anterior.</p>
<p>&#8220;O abrigo antibombas resistiu. Agora os escombros estão sendo removidos. Há sobreviventes. Ainda não sabemos sobre [número de] vítimas&#8221;, disse o assessor municipal Petro Andrushchenko à Reuters.</p>
<p>A Rússia negou ter atingido o teatro. Imagens comerciais de satélite mostraram a palavra &#8220;crianças&#8221; marcada no chão, antes da explosão.</p>
<p>Mariupol sofre a pior catástrofe humanitária da guerra, com centenas de milhares de civis presos há semanas em porões sem comida, água ou energia. As forças russas começaram a liberar algumas pessoas em carros particulares nesta semana, mas impediram que missões de ajuda cheguem à cidade.</p>
<p>Viacheslav Chaus, governador de uma região na cidade de Chernihiv, no Norte, que foi intensamente bombardeada, disse que 53 civis foram mortos nas últimas 24 horas. O dado não pôde ser verificado de forma independente.</p>
<p>Na capital Kiev, um prédio no distrito de Darnytsky foi amplamente danificado. Autoridades disseram ser destroços de um míssil disparado no início da manhã.</p>
<p>Enquanto os moradores tiravam os vidros e levavam as sacolas com seus pertences, um homem se ajoelhou chorando, ao lado do corpo de uma mulher que estava perto de uma porta, coberta por um lençol ensanguentado.</p>
<p>Embora os dois lados tenham indicado progresso limitado nas negociações de paz nesta semana, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que ordenou a invasão em 24 de fevereiro, mostrou poucos sinais de ceder.</p>
<p>Em um discurso pela televisão, ele criticou &#8220;traidores e escória&#8221; de dentro do seu país que estariam ajudando o Ocidente, e disse que o povo russo os cuspiria como mosquitos.</p>
<p>Dmitry Medvedev, vice-chefe do Conselho de Segurança de Putin, afirmou que os Estados Unidos alimentaram uma russofobia &#8220;nojenta&#8221;, em tentativa de forçar a Rússia a se ajoelhar: &#8220;Não vai funcionar &#8211; a Rússia tem o poder de colocar todos os nossos inimigos impetuosos em seu lugar&#8221;.</p>
<p>Kiev e seus aliados ocidentais acreditam que a Rússia lançou a guerra não provocada para dominar um vizinho que Putin chama de Estado artificial. Moscou diz que está realizando &#8220;operação especial&#8221; para desarmar e &#8220;desnazificar&#8221; a Ucrânia.</p>
<p>Forças ucranianas em grande número impediram Moscou de capturar qualquer uma das maiores cidades da Ucrânia até agora, apesar do maior ataque a um Estado europeu desde a Segunda Guerra Mundial. Mais de 3 milhões de ucranianos fugiram e milhares de civis e combatentes morreram.</p>
<p><a href="https://www.reuters.com/?edition-redirect=br" target="_blank" rel="noopener">Por: Reuters</a></p>
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