<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gestantes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/gestantes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sun, 14 Dec 2025 23:43:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Gestantes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Sífilis segue avançando no Brasil e preocupa autoridades de saúde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sifilis-segue-avancando-no-brasil-e-preocupa-autoridades-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Febrasgo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87379</guid>

					<description><![CDATA[A sífilis mantém um ritmo acelerado de crescimento no Brasil, acompanhando uma tendência observada em outros países. Dados do Ministério da Saúde divulgados em outubro revelam que, entre 2005 e junho de 2025, foram registrados 810.246 casos da infecção em gestantes. A maior concentração está na Região Sudeste (45,7%), seguida pelo Nordeste (21,1%), Sul (14,4%), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sífilis mantém um ritmo acelerado de crescimento no Brasil, acompanhando uma tendência observada em outros países. Dados do Ministério da Saúde divulgados em outubro revelam que, entre 2005 e junho de 2025, foram registrados 810.246 casos da infecção em gestantes. A maior concentração está na Região Sudeste (45,7%), seguida pelo Nordeste (21,1%), Sul (14,4%), Norte (10,2%) e Centro-Oeste (8,6%).</p>
<p>Em 2024, a taxa nacional de detecção chegou a 35,4 casos por mil nascidos vivos, evidenciando o aumento da chamada transmissão vertical, quando a doença é passada da mãe para o bebê durante a gestação.</p>
<p>De acordo com a ginecologista Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milanez, integrante da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o controle da sífilis congênita é um desafio enfrentado pelo país desde a década de 1980. Segundo ela, apesar de a infecção ser de diagnóstico simples e tratamento de baixo custo, os números seguem elevados, especialmente entre mulheres jovens em idade reprodutiva.</p>
<p>Para a médica, o Brasil ainda não conseguiu alcançar resultados expressivos na redução da sífilis, diferentemente do que ocorreu com o HIV. Um dos fatores que contribuem para esse cenário é o subdiagnóstico da doença, inclusive durante o pré-natal. O exame mais utilizado no país é o VDRL, que permite identificar a infecção e acompanhar a resposta ao tratamento. Já o teste treponêmico, embora mais específico, permanece positivo por toda a vida.</p>
<p>Na prática clínica, segundo Helaine, é comum que profissionais interpretem de forma equivocada exames em que o teste treponêmico é positivo e o não treponêmico negativo, considerando o resultado apenas como uma “cicatriz” de infecção passada. Esse erro leva à falta de tratamento, mantendo o ciclo de transmissão, inclusive para o feto.</p>
<p>Outro problema recorrente é a ausência ou inadequação do tratamento dos parceiros sexuais. Quando o parceiro não recebe a medicação correta, a gestante pode ser reinfectada, aumentando novamente o risco de transmissão para o bebê. A soma de falhas no diagnóstico, na interpretação dos exames e no tratamento contribui para o surgimento de casos de sífilis congênita.</p>
<p>A Febrasgo atua na capacitação de profissionais de saúde por meio de cursos, materiais técnicos e ações educativas voltadas à prevenção e ao tratamento das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Além disso, Helaine participa do grupo do Ministério da Saúde responsável pelos protocolos de transmissão vertical de sífilis, HIV e hepatites virais, que estão disponíveis para consulta pública.</p>
<p>Segundo a especialista, a ocorrência de sífilis congênita é hoje um dos principais indicadores da qualidade da atenção pré-natal no país. Ela ressalta que não falta informação, mas sim a correta aplicação do conhecimento existente.</p>
<h3>Grupos mais afetados</h3>
<p>Atualmente, a maior incidência de sífilis e HIV no Brasil ocorre entre jovens de 15 a 25 anos e também entre pessoas da terceira idade. Entre os mais jovens, a redução do medo das ISTs e o abandono do uso de preservativos têm contribuído para o aumento das infecções. No caso do HIV, o fato de a doença ser hoje tratável como condição crônica levou parte da população a relaxar nas medidas de prevenção.</p>
<p>Entre os idosos, o aumento da vida sexual ativa, o uso de medicamentos para disfunção erétil e a ausência do risco de gravidez favorecem a diminuição do uso de métodos de barreira.</p>
<p>Um agravante é que mais de 80% das gestantes com sífilis não apresentam sintomas durante a gravidez. A forma latente da doença passa despercebida se os exames não forem corretamente avaliados, permitindo a transmissão para o bebê. Nos homens, a prevalência de casos assintomáticos também é elevada, o que dificulta a identificação e o controle da infecção.</p>
<p>A sífilis pode apresentar lesões iniciais que desaparecem espontaneamente, mesmo sem tratamento, dando a falsa impressão de cura. No entanto, a doença continua ativa e transmissível, especialmente na fase latente. Sem diagnóstico precoce, o risco de transmissão à parceira sexual permanece elevado.</p>
<h3>Períodos de maior risco</h3>
<p>Com a proximidade do Carnaval, a ginecologista alerta para o aumento do risco de contágio, já que o uso de preservativos costuma diminuir nesse período. Ela destaca que, embora exista a PrEP como método eficaz de prevenção contra o HIV, essa proteção não se estende a outras ISTs, como a sífilis.</p>
<p>Sem tratamento, a infecção pode evoluir para fases mais avançadas, com manifestações na pele, queda de cabelo e lesões genitais. Em gestantes com sífilis recente, a chance de infecção do feto pode chegar a 100%, o que torna o diagnóstico precoce e o tratamento imediato fundamentais para evitar desfechos graves.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87379</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Malária: gestantes, crianças e pessoas vulneráveis são mais afetadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/malaria-gestantes-criancas-e-pessoas-vulneraveis-sao-mais-afetadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Malária]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas em vulnerabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76283</guid>

					<description><![CDATA[Ao longo dos últimos anos, o progresso na redução da malária estagnou – a doença não apenas continua colocando em risco a saúde e a vida das pessoas, mas também perpetua um ciclo vicioso de desigualdade. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS) em razão do Dia Mundial da Malária, lembrado nesta quinta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-sider-select-id="61088e29-fd1e-4e95-ac9d-d7b241a2952a">Ao longo dos últimos anos, o progresso na redução da malária estagnou – a doença não apenas continua colocando em risco a saúde e a vida das pessoas, mas também perpetua um ciclo vicioso de desigualdade. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS) em razão do Dia Mundial da Malária, lembrado nesta quinta-feira (25).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Pessoas que vivem em situações mais vulneráveis, incluindo gestantes, bebês, crianças menores de cinco anos, refugiados, migrantes, pessoas deslocadas internamente e povos indígenas continuam a ser desproporcionalmente afetadas”, analisa a entidade. Dados da OMS indicam que, em 2022, foram contabilizados 249 milhões de novos casos de malária, além de 608 mortes em todo o planeta.</p>
<h2>África</h2>
<p>Do total de casos de malária, 94% foram identificados no continente africano. A região responde ainda por 95% das mortes pela doença. Populações rurais que vivem em situação de pobreza e com menos acesso à educação são as mais atingidas. Diante do cenário, a OMS aponta que as metas estabelecidas para a redução da malária até 2025 não serão alcançadas.</p>
<p>A entidade alerta ainda para barreiras em áreas como equidade no acesso à saúde, igualdade de gênero e direitos humanos nas estratégias de combate à malária. “Todas as pessoas deveriam ter direito a serviços de qualidade oportunos e acessíveis para prevenir, detectar e tratar a malária, mas essa não é uma realidade para todos”, destaca.</p>
<h2>Bebês e crianças</h2>
<p>Os dados mostram, ainda, que bebês e crianças pequenas seguem respondendo pelo maior número de mortes provocadas pela doença – em 2022, quatro em cada cinco mortes relacionadas à malária no continente africano foram contabilizadas entre crianças menores de cinco anos. Desigualdades no acesso à educação e a recursos financeiros, segundo a OMS, agravam ainda mais o risco.</p>
<p>“Crianças menores de cinco anos de famílias pobres da África subsaariana têm cinco vezes mais chance de serem infectadas pela malária do que as de famílias mais ricas”, alerta a entidade.</p>
<h2>Gestantes</h2>
<p>A OMS salienta, ainda, que a gravidez reduz a imunidade da paciente para combater a malária, tornando gestantes mais suscetíveis a infecções e aumentando o risco da forma grave da doença e de morte. Desigualdades de gênero, portanto, aumentam o risco de contrair a doença.</p>
<p>“Se não for tratada, a malária, durante a gravidez, pode causar anemia grave, morte materna, morte do feto, parto prematuro e recém-nascidos de baixo peso”, indica a OMS.</p>
<h2>Refugiados, migrantes e indígenas</h2>
<p>Por fim, a entidade lembra que alterações climáticas e emergências humanitárias, incluindo catástrofes naturais, além de conflitos em países onde a malária é considerada endêmica, deslocam populações e colocam pessoas em situação de vulnerabilidade para a doença.</p>
<p>“Esses e outros grupos seguem sendo excluídos dos serviços que necessitam para prevenir, detectar e tratar a malária, dificultando o progresso na concretização de um mundo livre da doença”, concluiu a OMS.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Dentre as recomendações listadas pela entidade para o combate à malária figuram:</p>
<p>&#8211; Acabar com a discriminação e o estigma;</p>
<p>&#8211; Envolver comunidades na tomada de decisões em saúde;</p>
<p>&#8211; Levar cuidados de saúde para perto de onde as pessoas vivem e trabalham, por meio da saúde primária;</p>
<p>&#8211; Abordar fatores que aumentam os riscos de malária;</p>
<p>&#8211; Incluir intervenções de controle da malária na cobertura universal de saúde.</p>
<h2>Como é a doença</h2>
<p>De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a malária é uma doença infecciosa, febril, aguda e potencialmente grave. Ela é causada pelo parasita do gênero <em>Plasmodium</em>, transmitido ao homem, na maioria das vezes, pela picada de mosquito do gênero <em>Anopheles</em> infectado, também conhecido como mosquito-prego.</p>
<p>A doença, entretanto, também pode ser transmitida pelo compartilhamento de seringas, por transfusão de sangue ou da mãe para o feto durante a gravidez.</p>
<p>Após a picada do mosquito transmissor, o parasita permanece incubado no corpo do indivíduo infectado por pelo menos uma semana. A seguir, surge um quadro clínico variável, que inclui calafrios, febre alta, sudorese e dor de cabeça. Podem ocorrer também dor muscular, taquicardia, aumento do baço e, por vezes, delírios.</p>
<p>No caso de infecção pelo protozoário <em>P. falciparum</em>, também existe uma chance de se desenvolver o que se chama de malária cerebral, responsável por cerca de 80% dos casos letais da doença. Nesse quadro, além da febre, podem surgir dor de cabeça, ligeira rigidez na nuca, perturbações sensoriais, desorientação, sonolência ou excitação, convulsões e vômitos. O paciente pode chegar a entrar em coma.</p>
<p>O tratamento da malária visa a eliminar o mais rapidamente possível o parasita da corrente sanguínea do paciente e deve ser iniciado o mais rapidamente possível. O tratamento imediato com medicamento antimalárico – até 24h após o início da febre – é considerado fundamental para prevenir complicações.</p>
<p>Se o teste de diagnóstico não estiver acessível nas primeiras duas horas de atendimento, o tratamento com antimaláricos deve ser administrado com base no quadro clínico e epidemiológico do paciente.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>No Brasil, de acordo com a Fiocruz, há três espécies de parasitas <em>Plasmodium</em> que afetam o ser humano: <em>P. falciparum</em>, <em>P. vivax</em> e <em>P. malariae</em>.</p>
<p>O mais agressivo é o <em>P. falciparum</em>, que se multiplica rapidamente na corrente sanguínea, destruindo de 2% a 25% do total de hemácias (glóbulos vermelhos) e provocando um quadro de anemia grave, além de pequenos coágulos que podem gerar problemas como tromboses e embolias em diversos órgãos do corpo.</p>
<p>Já o <em>P. Vivax</em>, de modo geral, causa um tipo de malária mais branda, que não atinge mais do que 1% das hemácias, e é raramente mortal. No entanto, seu tratamento pode ser mais complicado, já que se aloja por mais tempo no fígado, dificultando sua eliminação. Além disso, pode haver diminuição do número de plaquetas, o que pode confundir a infecção com outra doença bastante comum, a dengue, retardando o diagnóstico.</p>
<p>A doença provocada pela espécie <em>P. malariae</em> possui quadro clínico bem semelhante ao da malária causada pelo <em>P. vivax</em>. É possível que a pessoa acometida por este parasita tenha recaídas a longo prazo, podendo desenvolver a doença novamente anos mais tarde.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-76285" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-malaria-Expresso-Carioca.png?resize=671%2C960&#038;ssl=1" alt="Malaria - Expresso Carioca" width="671" height="960" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-malaria-Expresso-Carioca.png?w=671&amp;ssl=1 671w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-malaria-Expresso-Carioca.png?resize=210%2C300&amp;ssl=1 210w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/25-malaria-Expresso-Carioca.png?resize=150%2C215&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 671px) 100vw, 671px" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76283</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ações do Brasil sem Fome vão atender 33,1 milhões de pessoas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/acoes-do-brasil-sem-fome-vao-atender-331-milhoes-de-pessoas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 16:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas em situação de rua]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil sem Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[SUAS]]></category>
		<category><![CDATA[SUS e Sisan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69003</guid>

					<description><![CDATA[As ações integradas do Plano Brasil Sem Fome deverão ser pensadas com foco nas mais de 33,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no país, que serão identificadas por gestores e profissionais que atuam as redes de saúde e assistência social do país. Para orientar a atenção a essa população, o Ministério do Desenvolvimento e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As ações integradas do Plano Brasil Sem Fome deverão ser pensadas com foco nas mais de 33,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no país, que serão identificadas por gestores e profissionais que atuam as redes de saúde e assistência social do país. Para orientar a atenção a essa população, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome publicou nesta segunda-feira (4) uma portaria, no <em><a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-interministerial-mds/ms-n-25-de-1-de-setembro-de-2023-507354881" target="_blank" rel="noopener">Diário Oficial da União.</a></em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Como destacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no lançamento do Plano, o problema não é aparente, “a fome não é vista pelos outros, ela não vai para fora, ela vai para dentro e todo mundo sabe o que é o sofrimento de uma mãe colocar uma criança para dormir sabendo que a criança está com fome.” Por isso, o governo definiu insegurança alimentar e nutricional como “incapacidade do acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente, nos níveis leve, moderada e grave” e acrescentou como consequências do problema a desnutrição, o sobrepeso, a obesidade e a carências de micronutrientes.</p>
<p>Além de definir e facilitar a identificação, o documento orienta gestores e profissionais dos Sistema Único de Assistência Social (Suas), Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) a priorizar crianças, gestantes, idosos, população em situação de rua, refugiados, pessoas negras, domicílios chefiados por mulheres, povos originários e comunidades tradicionais em situação de potencial risco para insegurança alimentar e nutricional.</p>
<p>Com isso, deverão ser fortalecidas as ações de proteção social; deverá ser ampliado o cuidado integral às pessoas com má nutrição, priorizando indivíduos e famílias cadastrados no Programa Bolsa Família; e deverá ser garantido o atendimento nos Equipamentos Públicos e Sociais de Segurança Alimentar e Nutricional (EPSANs).</p>
<p>A qualificação desses serviços públicos de segurança alimentar e nutricional também deverá acontecer por meio da integração das informações do Suas, SUS e Sisan, além do monitoramento e avaliação dos dados.</p>
<p>Foi estabelecida como prioridade no planejamento e implementação das ações integradas, a compra e oferta de alimentos da agricultura familiar regional. As medidas também deverão ser orientadas pelo Marco de Educação Alimentar e Nutricional e os Guias Alimentares criados para a população brasileira.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69003</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ações do Brasil sem Fome vão atender 33,1 milhões de pessoas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/acoes-do-brasil-sem-fome-vao-atender-331-milhoes-de-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 13:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas em situação de rua]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil sem Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[SUAS]]></category>
		<category><![CDATA[SUS e Sisan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=68958</guid>

					<description><![CDATA[As ações integradas do Plano Brasil Sem Fome deverão ser pensadas com foco nas mais de 33,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no país, que serão identificadas por gestores e profissionais que atuam as redes de saúde e assistência social do país. Para orientar a atenção a essa população, o Ministério do Desenvolvimento e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As ações integradas do Plano Brasil Sem Fome deverão ser pensadas com foco nas mais de 33,1 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar no país, que serão identificadas por gestores e profissionais que atuam as redes de saúde e assistência social do país. Para orientar a atenção a essa população, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome publicou nesta segunda-feira (4) uma portaria, no <em><a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-interministerial-mds/ms-n-25-de-1-de-setembro-de-2023-507354881" target="_blank" rel="noopener">Diário Oficial da União.</a></em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Como destacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no lançamento do Plano, o problema não é aparente, “a fome não é vista pelos outros, ela não vai para fora, ela vai para dentro e todo mundo sabe o que é o sofrimento de uma mãe colocar uma criança para dormir sabendo que a criança está com fome.” Por isso, o governo definiu insegurança alimentar e nutricional como “incapacidade do acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente, nos níveis leve, moderada e grave” e acrescentou como consequências do problema a desnutrição, o sobrepeso, a obesidade e a carências de micronutrientes.</p>
<p>Além de definir e facilitar a identificação, o documento orienta gestores e profissionais dos Sistema Único de Assistência Social (Suas), Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) a priorizar crianças, gestantes, idosos, população em situação de rua, refugiados, pessoas negras, domicílios chefiados por mulheres, povos originários e comunidades tradicionais em situação de potencial risco para insegurança alimentar e nutricional.</p>
<p>Com isso, deverão ser fortalecidas as ações de proteção social; deverá ser ampliado o cuidado integral às pessoas com má nutrição, priorizando indivíduos e famílias cadastrados no Programa Bolsa Família; e deverá ser garantido o atendimento nos Equipamentos Públicos e Sociais de Segurança Alimentar e Nutricional (EPSANs).</p>
<p>A qualificação desses serviços públicos de segurança alimentar e nutricional também deverá acontecer por meio da integração das informações do Suas, SUS e Sisan, além do monitoramento e avaliação dos dados.</p>
<p>Foi estabelecida como prioridade no planejamento e implementação das ações integradas, a compra e oferta de alimentos da agricultura familiar regional. As medidas também deverão ser orientadas pelo Marco de Educação Alimentar e Nutricional e os Guias Alimentares criados para a população brasileira.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">68958</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
