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	<title>Gaza &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Gaza &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Trump declara apoio a governo palestino de transição em Gaza enquanto cessar-fogo segue instável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 13:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou apoiar a formação de um governo palestino de caráter tecnocrático para administrar a Faixa de Gaza durante um período de transição, em meio à implementação da segunda fase de um cessar-fogo que, embora em vigor desde outubro, permanece frágil e cercado de tensões. Segundo Trump, o chamado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou apoiar a formação de um governo palestino de caráter tecnocrático para administrar a Faixa de Gaza durante um período de transição, em meio à implementação da segunda fase de um cessar-fogo que, embora em vigor desde outubro, permanece frágil e cercado de tensões.</p>
<p>Segundo Trump, o chamado Comitê Nacional para a Administração de Gaza será responsável pela governança do território palestino no pós-conflito imediato. A iniciativa conta, de acordo com o presidente norte-americano, com o respaldo de um organismo internacional batizado de Conselho de Paz, que terá a missão de supervisionar a gestão da região durante a transição política e institucional.</p>
<p>Em publicações nas redes sociais, Trump declarou que o conselho já foi oficialmente constituído e que os nomes de seus integrantes serão divulgados em breve. O próprio presidente afirmou que exercerá a liderança do grupo, o que tem gerado críticas de analistas e especialistas em relações internacionais, que apontam semelhanças entre o modelo proposto e estruturas de tutela internacional de viés colonial.</p>
<p>O plano de cessar-fogo foi aprovado em outubro por Israel e pelo Hamas, movimento palestino que controla Gaza. Apesar disso, a trégua tem sido marcada por acusações recíprocas de violações. Desde o início do acordo, mais de 440 palestinos morreram, incluindo mais de 100 crianças, além de três soldados israelenses, segundo balanços divulgados por autoridades locais.</p>
<p>O processo também enfrenta entraves relevantes, como a dificuldade na recuperação dos restos mortais de um refém israelense, atrasos na reabertura da passagem entre Gaza e o Egito e a resistência do Hamas em aceitar o desarmamento exigido como parte das negociações. Esses fatores colocam à prova a continuidade da trégua e a viabilidade da próxima etapa do acordo.</p>
<p>De acordo com mediadores internacionais, a segunda fase do cessar-fogo exigirá negociações complexas envolvendo a retirada gradual das forças israelenses, o desarmamento do Hamas e o eventual envio de uma força internacional de manutenção da paz para a região.</p>
<p>O governo tecnocrático palestino deverá ser composto por 15 integrantes e será liderado por Ali Shaath, ex-vice-ministro da Autoridade Palestina, reconhecida por países ocidentais. Shaath é conhecido por sua atuação no desenvolvimento de zonas industriais e em projetos de cooperação econômica. A informação foi confirmada em comunicado conjunto de Egito, Catar e Turquia, países que atuam como mediadores no conflito.</p>
<p>Trump afirmou ainda que esses países terão papel central na construção de um acordo amplo de desmilitarização envolvendo o Hamas. “Esses líderes palestinos estão comprometidos com um futuro de paz”, declarou o presidente dos EUA, reforçando o discurso de que a nova estrutura administrativa pode abrir caminho para a estabilização de Gaza, apesar das fortes resistências políticas e diplomáticas que cercam a proposta.</p>
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		<title>Brasileiros da Flotilha Global Sumud são libertados e chegam à Jordânia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasileiros-da-flotilha-global-sumud-sao-libertados-e-chegam-a-jordania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:18:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou na manhã desta terça-feira (7), em Brasília, a libertação dos 13 brasileiros que integravam a Flotilha Global Sumud, entre eles a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE). O grupo foi conduzido por autoridades israelenses até a fronteira com a Jordânia e está agora sob cuidados da diplomacia brasileira. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou na manhã desta terça-feira (7), em Brasília, a libertação dos 13 brasileiros que integravam a Flotilha Global Sumud, entre eles a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE). O grupo foi conduzido por autoridades israelenses até a fronteira com a Jordânia e está agora sob cuidados da diplomacia brasileira.</p>
<p>Segundo nota do Itamaraty, os ativistas foram recebidos por diplomatas das embaixadas em Tel Aviv e Amã. De lá, seguiram em transporte providenciado pela embaixada brasileira na capital jordaniana. A libertação ocorre justamente no dia em que se completam dois anos da escalada da guerra em Gaza.</p>
<p>Além da deputada, a delegação era formada por Thiago Ávila, Bruno Gilga, Lisiane Proença, Magno Costa, a vereadora Mariana Conti, Ariadne Telles, Mansur Peixoto, Gabriele Tolotti, Mohamad El Kadri, Lucas Gusmão, João Aguiar e Miguel Castro.</p>
<h3>Prisão em Negev</h3>
<p>O grupo estava detido desde o início de outubro, após tentar romper o cerco a Gaza com 50 embarcações carregadas de ajuda humanitária. Interceptados em águas internacionais, foram levados para a prisão de Kesdiot, no deserto de Negev, entre Gaza e o Egito.</p>
<p>De acordo com o movimento Global à Gaza, a notícia da liberação foi informada ainda na noite de segunda-feira (6) ao Centro Jurídico para os Direitos das Minorias Árabes em Israel (Adalah).</p>
<p>Durante o trajeto até a Jordânia, os brasileiros não tiveram direito a comunicação e só puderam receber assistência consular ao chegarem ao país vizinho.</p>
<h3>Reação diplomática</h3>
<p>A interceptação da flotilha foi classificada pelo governo brasileiro como ilegal e arbitrária. O MRE chegou a apresentar uma queixa formal ao governo de Israel, por meio da Embaixada do Brasil em Tel Aviv e da Embaixada de Israel em Brasília.</p>
<p>Com a chegada dos ativistas à Jordânia, o Itamaraty informou que todos estão em segurança e receberão o apoio necessário para o retorno ao Brasil.</p>
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		<title>UE condena morte de jornalistas em Gaza e ONU pede investigação independente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ue-condena-morte-de-jornalistas-em-gaza-e-onu-pede-investigacao-independente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia e a Organização das Nações Unidas (ONU) condenaram, nesta segunda-feira (11), o assassinato de jornalistas na Faixa de Gaza durante um ataque aéreo israelense ocorrido na noite de domingo (10) em frente ao Hospital Al-Shifa, na Cidade de Gaza. O número de mortos subiu para seis, incluindo cinco profissionais da rede Al [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia e a Organização das Nações Unidas (ONU) condenaram, nesta segunda-feira (11), o assassinato de jornalistas na Faixa de Gaza durante um ataque aéreo israelense ocorrido na noite de domingo (10) em frente ao Hospital Al-Shifa, na Cidade de Gaza. O número de mortos subiu para seis, incluindo cinco profissionais da rede Al Jazeera e um repórter palestino.</p>
<p>A alta representante da UE para Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, classificou o caso como grave e questionou a alegação do Exército de Israel de que as vítimas teriam envolvimento com o Hamas. Segundo Kallas, “é necessário fornecer provas claras, respeitando o Estado de direito, para evitar que jornalistas sejam alvos”. Ela também cobrou a ampliação do acesso humanitário à região.</p>
<p>De acordo com o gabinete de informação do governo local, os jornalistas mortos foram identificados como: Anas al-Sharif e Mohamed Qraiqea (correspondentes da Al Jazeera), os fotojornalistas Ibrahim Zaher e Moamen Aliwa, o assistente de fotojornalista Mohamed Nofal e Mohamed al-Khalidi, do veículo palestino Sahat.</p>
<p>Israel afirma que Anas al-Sharif liderava uma célula do Hamas e era responsável por ataques com mísseis contra militares. Como prova, apresentou dois documentos cuja autenticidade não pôde ser verificada.</p>
<h3><strong>ONU cobra apuração</strong></h3>
<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu a abertura de uma investigação “independente e imparcial” sobre as mortes, ressaltando os “riscos extremos” enfrentados por jornalistas que cobrem o conflito.</p>
<p>Segundo a ONU, ao menos 242 profissionais de imprensa foram mortos na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em outubro de 2023. O porta-voz Stéphane Dujarric reforçou que jornalistas devem ter garantias para exercer o trabalho “sem medo ou intimidação”.</p>
<h3><strong>Conflito e impactos</strong></h3>
<p>A guerra foi desencadeada após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, que mataram cerca de 1,2 mil pessoas no sul de Israel e resultaram no sequestro de mais de 200 reféns. Desde então, a ofensiva israelense deixou mais de 61 mil mortos, destruiu a maior parte da infraestrutura de Gaza e provocou o deslocamento forçado de centenas de milhares de palestinos.</p>
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		<title>Trump volta a defender controle sobre Gaza e recebe resposta firme do Hamas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-volta-a-defender-controle-sobre-gaza-e-recebe-resposta-firme-do-hamas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 19:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em visita ao Catar durante seu giro pelo Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a provocar tensões ao declarar nesta quinta-feira (15) seu desejo de assumir o controle da Faixa de Gaza. A proposta foi imediatamente rejeitada pelo grupo Hamas, que afirmou que Gaza “não está à venda” e reiterou que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em visita ao Catar durante seu giro pelo Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, voltou a provocar tensões ao declarar nesta quinta-feira (15) seu desejo de <strong>assumir o controle da Faixa de Gaza</strong>. A proposta foi imediatamente rejeitada pelo grupo Hamas, que afirmou que <strong>Gaza “não está à venda”</strong> e reiterou que o território é parte integral da Palestina.</p>
<p>“Gaza é parte integrante do território palestino — não é um imóvel à venda no mercado aberto”, declarou <strong>Basem Naim</strong>, membro do Bureau Político do Hamas. “Estamos preparados para fazer todos os sacrifícios para preservar nossa pátria e garantir o futuro de nosso povo.”</p>
<p>Durante conversa com empresários no Catar, Trump afirmou que a região devastada pela guerra poderia ser transformada em uma &#8220;zona de liberdade&#8221; sob administração norte-americana. “Se for necessário, eu ficaria orgulhoso se os Estados Unidos a tivessem, a conquistassem e a tornassem uma zona de liberdade. Que coisas boas aconteçam”, declarou o presidente, segundo a agência Reuters.</p>
<p>Em fevereiro, Trump já havia sugerido transformar Gaza em uma espécie de “Riviera do Oriente Médio”, após uma emigração em massa da população palestina. A proposta foi amplamente condenada por líderes palestinos, países árabes e até pela Organização das Nações Unidas (ONU), que consideraram a ideia uma forma de <strong>limpeza étnica</strong>.</p>
<h3>Conflito e resistência</h3>
<p>O Hamas classificou as declarações como provocativas e reafirmou que os EUA, ao apoiar os bombardeios israelenses, <strong>não estão promovendo paz ou segurança no mundo</strong>. “O presidente Trump possui a influência e a autoridade necessárias para tornar isso [a paz] realidade, caso haja vontade política”, disse Naim. “Mas enquanto persistirem a guerra e o genocídio em Gaza, o mundo não será mais seguro.”</p>
<p>O grupo, considerado uma <strong>organização terrorista</strong> pelos Estados Unidos, União Europeia e Israel, defende que apenas o povo palestino tem o direito de escolher sua liderança e decidir seu destino. Naim ainda afirmou que o Hamas está disposto a transferir o controle administrativo de Gaza para qualquer órgão palestino acordado nacionalmente, caso sejam realizadas <strong>eleições livres e justas</strong>.</p>
<h3>Raízes do conflito</h3>
<p>O atual ciclo de violência foi deflagrado em 7 de outubro de 2023, quando combatentes do Hamas invadiram vilarejos israelenses, matando cerca de <strong>1.200 pessoas</strong> e sequestrando outras <strong>220</strong>. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva de grandes proporções sobre a Faixa de Gaza, que já deixou mais de <strong>54 mil palestinos mortos</strong> e causou o <strong>colapso da infraestrutura civil</strong>.</p>
<p>Desde março de 2025, Israel impõe um bloqueio total à ajuda humanitária. A fome e a destruição afetam milhões de civis. Para o Hamas, os ataques de outubro foram um ato de “autodefesa” contra mais de 76 anos de ocupação israelense e a falta de avanços políticos internacionais.</p>
<p>“Temos repetidamente exigido eleições democráticas. A história não começou em 7 de outubro”, destacou Naim.</p>
<h3>Planos de anexação</h3>
<p>Enquanto isso, o governo de <strong>Benjamin Netanyahu</strong> aprovou um plano para <strong>conquistar e manter Gaza sob controle militar</strong>. O primeiro-ministro israelense condiciona o fim da ofensiva à destruição total do Hamas e à libertação dos reféns ainda mantidos pelo grupo.</p>
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		<title>Israel intensifica bombardeios em Gaza e tanques avançam em Rafah</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/israel-intensifica-bombardeios-em-gaza-e-tanques-avancam-em-rafah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bombardeio]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças israelenses intensificaram suas ações na Faixa de Gaza nesta quinta-feira, com bombardeios aéreos atingindo campos de refugiados históricos no centro do enclave e a Cidade de Gaza, no norte. Esses ataques resultaram na morte de pelo menos 13 pessoas, conforme relataram autoridades de saúde e moradores locais. Além disso, tanques israelenses avançaram significativamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As forças israelenses intensificaram suas ações na Faixa de Gaza nesta quinta-feira, com bombardeios aéreos atingindo campos de refugiados históricos no centro do enclave e a Cidade de Gaza, no norte. Esses ataques resultaram na morte de pelo menos 13 pessoas, conforme relataram autoridades de saúde e moradores locais. Além disso, tanques israelenses avançaram significativamente em Rafah, no sul de Gaza.</p>
<p>Os ataques aéreos israelenses causaram a morte de seis pessoas na cidade de Zawayda, no centro de Gaza, e de outras duas em um ataque a uma casa no campo de refugiados de Bureij. Em Deir Al-Balah, uma cidade cheia de pessoas deslocadas de outras partes de Gaza, três pessoas foram mortas em um ataque aéreo. Na Cidade de Gaza, médicos relataram a morte de dois palestinos em mais um bombardeio.</p>
<p>Os militares israelenses informaram que suas forças mataram dois comandantes seniores da Jihad Islâmica em ataques aéreos na Cidade de Gaza, incluindo um envolvido no ataque de 7 de outubro no sul de Israel, que deu início à atual guerra em Gaza. Em Rafah, os moradores disseram que os tanques israelenses avançaram mais profundamente no lado oeste da cidade e se posicionaram estrategicamente no topo de uma colina. As Forças Armadas israelenses afirmaram que localizaram vários túneis e neutralizaram diversos combatentes armados.</p>
<p>O braço armado do grupo militante Hamas e seus aliados responderam aos ataques lançando bombas de morteiro contra as forças israelenses no sudoeste de Rafah. Mais de um milhão de pessoas buscaram refúgio em Rafah devido aos combates no norte, mas muitos se dispersaram novamente desde que Israel lançou uma ofensiva na cidade e seus arredores em maio.</p>
<p>Os intensos combates levaram o hospital de campanha de 60 leitos da Cruz Vermelha em Rafah ao limite de sua capacidade. William Schomburg, chefe da subdelegação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) em Gaza, afirmou que &#8220;os repetidos eventos de vítimas em massa resultantes das hostilidades implacáveis levaram ao limite a capacidade de resposta do nosso hospital &#8211; e de todas as instalações de saúde no sul de Gaza &#8211; para cuidar das pessoas com ferimentos que ameaçam a vida&#8221;.</p>
<p>Após mais de nove meses de guerra, os combatentes palestinos liderados pelo Hamas continuam a atacar as forças israelenses com foguetes antitanque e bombas de morteiro, ocasionalmente lançando barragens de foguetes contra Israel. Israel prometeu erradicar o Hamas depois que seus militantes mataram 1.200 pessoas e fizeram mais de 250 reféns no ataque de 7 de outubro. Mais de 38.000 palestinos foram mortos na ofensiva de retaliação de Israel desde então, segundo autoridades de saúde de Gaza.</p>
<p>Na terça-feira, Israel afirmou ter eliminado metade da liderança da ala militar do Hamas e neutralizado cerca de 14.000 combatentes desde o início da guerra. Até o momento, 326 soldados israelenses foram mortos em Gaza. O Hamas não divulga números de baixas em suas fileiras, alegando que Israel exagera para retratar uma &#8220;falsa vitória&#8221;.</p>
<p>Os esforços diplomáticos para interromper as hostilidades, liderados por mediadores árabes e apoiados pelos Estados Unidos, parecem estar em suspenso. No entanto, todas as partes, incluindo Israel e o Hamas, dizem estar abertas a mais conversas. Um possível acordo teria como objetivo encerrar a guerra e libertar os reféns israelenses em Gaza em troca de muitos palestinos presos por Israel.</p>
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		<item>
		<title>Exército de Israel recupera corpo de brasileiro sequestrado pelo Hamas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exercito-de-israel-recupera-corpo-de-brasileiro-sequestrado-pelo-hamas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 13:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira (24) a recuperação dos corpos de três reféns sequestrados em outubro de 2023 pelo grupo palestino Hamas. Entre os reféns está Michel Nisembaum, um brasileiro de 59 anos. Os corpos foram recuperados durante a madrugada em uma operação conjunta do Exército e dos serviços secretos israelenses em Jabaliya, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Exército de Israel anunciou nesta sexta-feira (24) a recuperação dos corpos de três reféns sequestrados em outubro de 2023 pelo grupo palestino Hamas. Entre os reféns está Michel Nisembaum, um brasileiro de 59 anos.</p>
<p>Os corpos foram recuperados durante a madrugada em uma operação conjunta do Exército e dos serviços secretos israelenses em Jabaliya, no norte da Faixa de Gaza. Além de Michel Nisembaum, os outros dois reféns foram identificados como Orión Hernández Radoux, de 30 anos, e Hanan Yablonka, de 42 anos.</p>
<p><strong>Declarações Oficiais</strong></p>
<p>Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua tristeza pela morte de Michel e reafirmou o compromisso do governo brasileiro na luta pela libertação de todos os reféns mantidos pelo Hamas.</p>
<p>“Soube, com imensa tristeza, da morte de Michel Nisembaum, brasileiro mantido refém pelo Hamas. Conheci sua irmã e filha, e sei do amor imenso que sua família tinha por ele. Minha solidariedade aos familiares e amigos de Michel”, publicou Lula.</p>
<p>“O Brasil continuará lutando e seguiremos engajados nos esforços para que todos os reféns sejam libertados, para que tenhamos um cessar-fogo e a paz para os povos de Israel e da Palestina”, completou.</p>
<p><strong>Notas da Embaixada</strong></p>
<p>A Embaixada de Israel no Brasil também lamentou a morte de Michel. Em nota, declarou: “Todos os nossos corações doeram com a terrível notícia de seu assassinato. O povo de Israel, o Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Estado de Israel no Brasil partilham a tristeza da família”.</p>
<p>“O Estado de Israel comunica, com extremo pesar, o assassinato do israelense-brasileiro Michel Nisembaum, morto pelos terroristas do Hamas”, informou o comunicado. “Seu corpo foi encontrado pelas forças de segurança de Israel num túnel na Faixa de Gaza e levado de volta para Israel.”</p>
<p><strong>Contexto do Conflito</strong></p>
<p>Em outubro passado, o Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007, lançou um ataque surpresa com mísseis contra Israel, seguido de uma incursão de combatentes armados no sul do país. Este ataque resultou na morte de cerca de 1,2 mil pessoas e no sequestro de aproximadamente 200 reféns, incluindo israelenses e estrangeiros.</p>
<p>Em resposta, Israel vem bombardeando infraestruturas em Gaza e impôs um cerco total ao território, dificultando a entrada de ajuda humanitária. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, mais de 35 mil pessoas foram mortas e cerca de 80 mil ficaram feridas em sete meses de ofensiva.</p>
<p>A guerra entre Israel e Hamas é motivada por disputas territoriais históricas, envolvendo reivindicações de ambos os povos, israelenses e palestinos, sobre a mesma região.</p>
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		<item>
		<title>Israel anuncia retirada parcial de tropas do sul de Gaza após seis meses de conflito</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/israel-anuncia-retirada-parcial-de-tropas-do-sul-de-gaza-apos-seis-meses-de-conflito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 11:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Israel anunciou no domingo (7) a retirada parcial de suas tropas terrestres do sul de Gaza, mantendo apenas uma brigada na região. Segundo fontes das Forças de Defesa de Israel (IDF) citadas pela agência Reuters, a 98ª Divisão concluiu sua missão em Khan Younis, deixando o enclave para &#8220;recuperar e se preparar para futuras operações&#8221;. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel anunciou no domingo (7) a retirada parcial de suas tropas terrestres do sul de Gaza, mantendo apenas uma brigada na região. Segundo fontes das Forças de Defesa de Israel (IDF) citadas pela agência Reuters, a 98ª Divisão concluiu sua missão em Khan Younis, deixando o enclave para &#8220;recuperar e se preparar para futuras operações&#8221;. Uma força liderada pela 162ª Divisão e a Brigada Nahal permanecerá em Gaza, concentrada ao longo do Corredor de Netzarim.</p>
<p>Esta ação pode ser interpretada como um gesto para reativar as negociações de paz, interrompidas desde novembro, embora não tenha sido especificado como afetará a incursão planejada em Rafah. Este anúncio ocorre após seis meses de conflito desde o ataque e massacre de 1.200 pessoas pelo Hamas, com mais de 200 reféns mantidos em localização incerta.</p>
<p>As negociações para um cessar-fogo ainda não avançaram, mas novas reuniões estão previstas para acontecer no Cairo. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que não haverá acordo de paz sem a libertação de todos os reféns em Gaza.</p>
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		<title>EUA garantem forte proposta de acordo para cessar-fogo em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-garantem-forte-proposta-de-acordo-para-cessar-fogo-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 14:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio à escalada de violência na Faixa de Gaza, os Estados Unidos garantem que estão trabalhando em uma &#8220;forte proposta&#8221; de acordo para um cessar-fogo entre Israel e palestinos. O secretário de Estado, Antony Blinken, afirmou nesta quinta-feira que a mediação americana busca conter a violência e garantir a libertação de reféns sequestrados por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="markdown markdown-main-panel" dir="ltr">
<p data-sourcepos="5:1-5:415">Em meio à escalada de violência na Faixa de Gaza, os Estados Unidos garantem que estão trabalhando em uma &#8220;forte proposta&#8221; de acordo para um cessar-fogo entre Israel e palestinos. O secretário de Estado, Antony Blinken, afirmou nesta quinta-feira que a mediação americana busca conter a violência e garantir a libertação de reféns sequestrados por grupos militantes palestinos.</p>
<p data-sourcepos="7:1-7:25"><strong>Detalhes da proposta</strong></p>
<ul data-sourcepos="9:1-11:0">
<li data-sourcepos="9:1-9:123">Ainda não foram divulgados detalhes específicos da proposta americana, mas Blinken a descreveu como &#8220;abrangente e justa&#8221;.</li>
<li data-sourcepos="10:1-11:0">A proposta deve abordar questões como o fim das hostilidades, a libertação dos reféns sequestrados por Hamas e outras facções palestinas, e medidas para aliviar a crise humanitária em Gaza.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="12:1-12:26"><strong>Esforços diplomáticos</strong></p>
<ul data-sourcepos="14:1-16:0">
<li data-sourcepos="14:1-14:148">Blinken disse que os EUA estão em contato constante com israelenses e palestinos, além de outros países da região, para buscar o apoio à proposta.</li>
<li data-sourcepos="15:1-16:0">O secretário de Estado também destacou a importância da coordenação com parceiros internacionais para garantir a efetividade do acordo.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="17:1-17:21"><strong>Situação em Gaza</strong></p>
<ul data-sourcepos="19:1-22:0">
<li data-sourcepos="19:1-19:141">A violência entre Israel e palestinos na Faixa de Gaza se intensificou nos últimos dias, com dezenas de mortos e feridos em ambos os lados.</li>
<li data-sourcepos="20:1-20:97">Grupos militantes palestinos lançaram foguetes contra Israel, que respondeu com ataques aéreos.</li>
<li data-sourcepos="21:1-22:0">A comunidade internacional expressou profunda preocupação com a escalada da violência e pediu um cessar-fogo imediato.</li>
</ul>
<p data-sourcepos="23:1-23:37"><strong>Declaração do Secretário Blinken</strong></p>
<p data-sourcepos="23:1-23:37">&#8220;Os Estados Unidos estão profundamente preocupados com a escalada de violência na Faixa de Gaza. Acreditamos que um cessar-fogo é essencial para salvar vidas e evitar uma nova catástrofe humanitária. Estamos trabalhando incansavelmente com israelenses, palestinos e nossos parceiros internacionais para apresentar uma proposta forte e justa de acordo que atenda às necessidades de todas as partes.&#8221;</p>
<p data-sourcepos="27:1-27:20"><strong>Próximos passos</strong></p>
<ul data-sourcepos="29:1-31:0">
<li data-sourcepos="29:1-29:76">Os EUA continuarão a mediar as negociações entre israelenses e palestinos.</li>
<li data-sourcepos="30:1-31:0">A comunidade internacional deve se unir para pressionar as partes a aceitarem o cessar-fogo e buscar uma solução duradoura para o conflito.</li>
<li style="list-style-type: none;" data-sourcepos="34:1-38:0"></li>
</ul>
</div>
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		<title>Ramadã inicia em Gaza sem acordo de cessar-fogo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ramada-inicia-em-gaza-sem-acordo-de-cessar-fogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 15:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ramadã]]></category>
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					<description><![CDATA[As esperanças de um cessar-fogo na Faixa de Gaza antes do mês sagrado do Ramadã foram frustradas no último domingo (10). Horas antes do início do mês sagrado de jejum diurno para os palestinos e outros muçulmanos, o Hamas reiterou suas exigências por um cessar-fogo abrangente, enquanto Israel as rejeitou. O Egito, o Catar e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As esperanças de um cessar-fogo na Faixa de Gaza antes do mês sagrado do Ramadã foram frustradas no último domingo (10). Horas antes do início do mês sagrado de jejum diurno para os palestinos e outros muçulmanos, o Hamas reiterou suas exigências por um cessar-fogo abrangente, enquanto Israel as rejeitou.</p>
<p>O Egito, o Catar e os Estados Unidos buscaram mediar a trégua, que estava programada para a véspera do início do Ramadã nesta segunda-feira.</p>
<p>Caso um acordo de última hora fosse alcançado, alguns reféns israelenses seriam libertados em troca de palestinos detidos nas prisões de Israel. No entanto, as negociações estagnaram.</p>
<h4><strong>Impasse Diplomático</strong></h4>
<p>Ontem, o líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, anunciou em um discurso televisionado que o Hamas buscava um acordo para encerrar a guerra, retirar as forças israelenses de Gaza, permitir o retorno dos palestinos deslocados e garantir todas as necessidades humanitárias para os habitantes de Gaza.</p>
<p>Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, em entrevista divulgada no mesmo domingo, afirmou que um acordo de cessar-fogo não estava próximo. Ele deixou claro que gostaria de ver outra libertação de reféns, destacando que &#8220;sem nova liberação, não haverá pausa nos combates.&#8221;</p>
<h4><strong>Preparativos para o Ramadã</strong></h4>
<p>Os palestinos se preparam para celebrar o Ramadã a partir desta segunda-feira, um mês de jejum durante as horas de sol. O clima de guerra entre o Hamas e Israel, sem uma trégua à vista, já causou impacto em Jerusalém, com medidas de segurança reforçadas pela polícia israelense.</p>
<p>Em meio a incertezas, as decorações usuais ao redor da Cidade Velha de Jerusalém não foram colocadas, refletindo o tom sombrio em cidades da Cisjordânia ocupada. A polícia israelense intensificou as medidas para garantir um Ramadã pacífico, reprimindo informações provocativas nas redes sociais e prendendo suspeitos de incitamento ao terrorismo.</p>
<p>Em Rafah, no Sul de Gaza, onde muitas pessoas procuraram refúgio, os palestinos lamentaram a escassez de alimentos e a incerteza durante o mês sagrado para os muçulmanos. Apesar da construção de um cais temporário em Gaza e da criação de um corredor marítimo até o Chipre para ajuda humanitária, os deslocados ainda enfrentam receios durante este Ramadã único e desafiador.</p>
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		<title>Lula propõe moção da Celac à ONU pelo fim do genocídio em Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-propoe-mocao-da-celac-a-onu-pelo-fim-do-genocidio-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 22:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Celac]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (1º), que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) faça uma moção à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo fim imediato do genocídio de palestinos na Faixa de Gaza, imposto pelo governo de Israel. Lula discursou durante a reunião de cúpula da Celac, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (1º), que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) faça uma moção à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo fim imediato do genocídio de palestinos na Faixa de Gaza, imposto pelo governo de Israel. Lula discursou durante a reunião de cúpula da Celac, em Kingstown, em São Vicente de Granadinas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A tragédia humanitária em Gaza requer de todos nós a capacidade de dizer um basta para a punição coletiva que o governo de Israel impõe ao povo palestino. As pessoas estão morrendo na fila para obter comida. A indiferença da comunidade internacional é chocante”, disse Lula.</p>
<p>Autoridades de saúde de Gaza informaram nesta quinta-feira (29) que soldados israelenses atiraram contra pessoas que aguardavam ajuda humanitária e mataram 104 palestinos. O governo brasileiro repudiou a ação e afirmou que trata-se de uma “situação intolerável”.</p>
<p>O presidente Lula sugeriu ao secretário-geral da ONU, António Guterres, também presente no encontro da Celac, que ele invoque o Artigo 99 da Carta da ONU, que confere ao secretário-geral levar ao Conselho de Segurança assuntos que ameacem a paz e a segurança internacional.</p>
<p>A partir desta sexta-feira, o Japão assume a presidência rotativa do conselho das Nações Unidas, e Lula fez um apelo para que o tema seja pautado “com toda a urgência”.</p>
<p>“Peço aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU que deixem de lados suas diferenças e ponham fim a essa matança”, apelou Lula. “A nossa dignidade e humanidade estão em jogo. Por isso é preciso parar a carnificina em nome da sobrevivência da humanidade, que precisa de muito humanismo”, acrescentou.</p>
<p>O Conselho de Segurança tem como membros permanentes os Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, países que podem vetar decisões da maioria. Outros países também participam como membros rotativos, mas sem poder de veto.</p>
<p>Ainda nesta sexta-feira, Lula se reunirá com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro; com o ministro das Relações Exteriores do Chile, Alberto van Klaveren, e com a secretária de Relações Exteriores do México, Alicia Bárcena, para tratar da situação em Gaza.</p>
<p>Na quinta-feira (29), Petro anunciou que a Colômbia suspenderá todas as compras de armas de Israel, e afirmou que “o mundo deve bloquear” o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. “Pedindo comida, mais de 100 palestinos foram mortos por Netanyahu. Isto chama-se genocídio e faz lembrar o Holocausto, mesmo que as potências mundiais não gostem de o reconhecer”, escreveu, em publicação nas redes sociais.</p>
<p>Durante seu discurso na Celac, Lula lembrou ainda do conflito em curso na Ucrânia e da crise no Haiti. “No Haiti, precisamos agir com rapidez para aliviar o sofrimento de uma população dilacerada pelo caos social. Há anos o Brasil vem dizendo que o problema do Haiti não é só de segurança, mas, sobretudo, de desenvolvimento”, afirmou o presidente Lula.</p>
<h2>Integração</h2>
<p>O presidente brasileiro voltou a defender a reforma das organizações internacionais, incluindo as financeiras que, segundo ele, devem embutir “a demanda por mecanismos inovadores de financiamento”. Para Lula, essas reformas são necessárias para combater o caráter estrutural do subdesenvolvimento.</p>
<p>“Economistas como Raul Prebisch e Celso Furtado explicitaram os riscos associados a uma inserção internacional baseada unicamente em vantagens comparativas. Com a integração, podemos atuar para que as ferramentas de inteligência artificial sejam uma aliada dos nossos projetos de reindustrialização, mitigando seus efeitos nefastos no mercado de trabalho”, disse Lula.</p>
<p>“Os bancos multilaterais de desenvolvimento devem destinar mais recursos, e de forma mais ágil e sem condicionalidades, para iniciativas que realmente façam a diferença. Com isso, será mais fácil enfrentar nossa deficiente conexão física e investir na construção de estradas, ferrovias, pontes, portos e conexões aéreas que permitam uma efetiva circulação de pessoas e de mercadorias”, defendeu o presidente.</p>
<p>Para Lula, nos últimos anos a América Latina e o Caribe voltaram a ser uma região “balcanizada e dividida, mais voltada para fora do que para si própria”. Nesse sentido, ele defende que a Celac seja um foro de construção de consensos, “que cultiva a via do entendimento e que não se deixa tentar por soluções impositivas”.</p>
<p>“A Celac nos proporciona essa possibilidade de pensar nossa inserção no mundo a partir de nossas agendas e interesses”, afirmou, destacando os potenciais econômicos e riquezas dos países da região.</p>
<p>“Num contexto de difusão do poder global e de reforço constante da multipolaridade, a questão que volta a se colocar é se os países da América Latina e do Caribe querem se integrar ao mundo unidos ou separados”, questionou. “Se falamos como região, temos mais chances de influenciar os grandes debates da atualidade. Se atuamos juntos, criamos sinergias que fortalecem nossos projetos individuais de desenvolvimento”, completou o presidente.</p>
<h2>Agenda regional</h2>
<p>Lula chegou a Kingstown nesta quinta-feira, para a cúpula da Celac, após visita a Georgetown, na Guiana, onde participou do encerramento da cúpula da Comunidade do Caribe (Caricom) e teve reuniões bilaterais. Durante sua passagem, ele destacou as agendas em comum do Brasil com os países da região e prometeu abrir rotas de conexão e ampliar a parceria. O presidente brasileiro ainda defendeu a manutenção da América do Sul como uma zona de paz.</p>
<p>Nesta sexta-feira, entre outros compromissos, Lula tem agendas bilaterais com os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Bolívia, Luis Arce, e com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Lula também participará da cerimônia de assinatura de um acordo de serviços aéreos entre o Brasil e a Antígua e Barbuda, além dos eventos finais da cúpula da Celac.</p>
<p>A previsão é que a comitiva presidencial deixe São Vicente e Granadinas ainda nesta sexta-feira, com desembarque em Brasília no início da madrugada deste sábado (2).</p>
</div>
</div>
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