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	<title>Gás &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Gás &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Petrobras decide devolver valores após leilão de gás com preços elevados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-decide-devolver-valores-apos-leilao-de-gas-com-precos-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia. De acordo com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia.</p>
<p>De acordo com a estatal, a devolução corresponderá à diferença entre os valores ofertados pelos distribuidores no leilão e o Preço de Paridade de Importação (PPI), referência divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis para o período de 23 a 27 de março.</p>
<p>A medida foi definida como uma forma de “neutralizar os efeitos de preço” gerados pelo certame. A empresa justificou a decisão com base em análises econômicas e no cenário internacional considerado atípico, marcado por tensões geopolíticas que impactaram o mercado de energia.</p>
<p>Mesmo com o ressarcimento, a Petrobras garantiu que manterá o compromisso de entrega integral dos volumes negociados no leilão, assegurando o abastecimento aos compradores.</p>
<p>O episódio gerou forte repercussão no governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o leilão e chegou a defender sua anulação, alegando que os preços praticados eram incompatíveis com a realidade do mercado e prejudicariam os consumidores.</p>
<p>Paralelamente, a ANP iniciou uma fiscalização nas unidades da Petrobras para apurar possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de cobrança com ágios elevados.</p>
<p>Em meio à repercussão, houve também mudança na estrutura interna da empresa: o diretor responsável pela área que conduziu o leilão foi destituído do cargo poucos dias após o ocorrido.</p>
<p>Além disso, a Petrobras informou que avalia aderir a um programa federal de subvenção ao GLP importado. Caso a adesão seja confirmada, a companhia poderá realizar novos reembolsos relacionados aos subsídios aplicáveis aos volumes comercializados.</p>
<p>O caso evidencia os impactos das oscilações do mercado internacional de energia sobre o preço do gás de cozinha no Brasil e reforça a atuação de órgãos reguladores e do governo na tentativa de conter aumentos considerados abusivos.</p>
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		<title>ANP Projeta investimento de R$ 10 bilhões na exploração de Gás e Petróleo em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anp-projeta-investimento-de-r-10-bilhoes-na-exploracao-de-gas-e-petroleo-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estima que os investimentos na fase de exploração de petróleo e gás natural alcancem cerca de R$ 10 bilhões em 2024, conforme divulgado no Relatório Anual de Exploração 2023, publicado nesta segunda-feira (2). Desse montante, mais de 80% serão concentrados na perfuração de poços, destacando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estima que os investimentos na fase de exploração de petróleo e gás natural alcancem cerca de R$ 10 bilhões em 2024, conforme divulgado no Relatório Anual de Exploração 2023, publicado nesta segunda-feira (2). Desse montante, mais de 80% serão concentrados na perfuração de poços, destacando a importância dessa atividade para a indústria.</p>
<p>Entre 2024 e 2027, a ANP prevê um total de R$ 18,31 bilhões em investimentos, com o pico de R$ 7,64 bilhões esperado para 2025. Nos anos seguintes, 2026 e 2027, os investimentos serão significativamente menores, somando R$ 701 milhões. No período projetado, 88% dos recursos (R$ 16,04 bilhões) serão direcionados à perfuração de poços, enquanto o restante (12%) será distribuído entre teste de poço (8%), levantamento geofísico exclusivo (3%) e levantamento geofísico não exclusivo (1%).</p>
<p>Para 2024, a maior parte dos investimentos, R$ 9,50 bilhões, será destinada ao ambiente marítimo, com R$ 8,50 bilhões focados na perfuração de poços. No ambiente terrestre, o investimento previsto é de R$ 470 milhões.</p>
<p>A ANP explica que a fase de exploração começa com a assinatura dos contratos de exploração e produção, durante a qual são realizados estudos para identificar a presença de petróleo e gás em quantidades economicamente viáveis. Caso a exploração seja bem-sucedida, as empresas poderão avançar para a fase de produção.</p>
<p><strong>Dados de 2023</strong></p>
<p>O relatório também apresenta números referentes a 2023, ano que encerrou com 251 blocos sob contrato, sendo 13 sob o regime de partilha de produção e 238 sob o regime de concessão. Em comparação com 2022, houve uma redução de 44 blocos devido ao baixo número de novos contratos assinados e ao elevado número de blocos devolvidos.</p>
<p>O ambiente terrestre liderou em número de blocos sob contrato, com 151 blocos, enquanto o ambiente marítimo possuía 100 blocos, incluindo 18 no pré-sal. O terrestre também representou a maior área contratada, com cerca de 84 mil km² (52% do total), seguido pelo ambiente marítimo, com 77 mil km² (48%).</p>
<p>Em 2023, foram notificadas descobertas em 18 poços: 14 em terra e quatro no mar. As bacias de Santos e Campos, ambas marítimas, registraram indícios de hidrocarbonetos, cada uma com duas notificações. No ambiente terrestre, nove descobertas foram feitas em bacias de nova fronteira, como Amazonas e Parnaíba, e cinco em bacias maduras, como Espírito Santo e Recôncavo.</p>
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		<title>Referendos contestados na Ucrânia entram no último dia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/referendos-contestados-na-ucrania-entram-no-ultimo-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um aliado do presidente Vladimir Putin emitiu um novo alerta nuclear para a Ucrânia e o Ocidente, nesta terça-feira (27), quando os referendos anunciados pela Rússia como um prelúdio para anexar quatro regiões ucranianas entraram em seu quinto e último dia. A mais recente polêmica de Moscou envolve uma investigação por países europeus sobre vazamentos [&#8230;]]]></description>
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<p>Um aliado do presidente Vladimir Putin emitiu um novo alerta nuclear para a Ucrânia e o Ocidente, nesta terça-feira (27), quando os referendos anunciados pela Rússia como um prelúdio para anexar quatro regiões ucranianas entraram em seu quinto e último dia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A mais recente polêmica de Moscou envolve uma investigação por países europeus sobre vazamentos inexplicáveis ​​em dois gasodutos russos sob o Mar Báltico, o que dificultará os esforços para retomar a linha principal que leva o gás russo para a Alemanha.</p>
<p>O Kremlin, que culpou problemas técnicos por cortes anteriores no fornecimento de gás russo para a Europa, disse que não pode descartar sabotagem, mas não disse por quem e pediu uma investigação.</p>
<p>O confronto da Rússia com o Ocidente aumentou a inflação global e acentuou as crises energética e alimentar em muitos países desde a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro, que foi recebida com duras sanções ocidentais e medidas de retaliação russas.</p>
<p>O alerta nuclear de terça-feira por Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, é um dos vários emitidos por Putin e seus aliados nas últimas semanas.</p>
<p>Analistas dizem que eles visam deter a Ucrânia e o Ocidente, sugerindo uma prontidão para usar armas nucleares táticas para defender o território recém-anexado, onde as forças russas enfrentaram fortes contraofensivas ucranianas nas últimas semanas.</p>
<p>A advertência de Medvedev difere das anteriores, pois ele previu pela primeira vez que a aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não arriscaria uma guerra nuclear ao entrar diretamente na guerra da Ucrânia, mesmo se Moscou atacasse a Ucrânia com armas nucleares.</p>
<p>&#8220;Acredito que a Otan não interferiria diretamente no conflito, mesmo neste cenário&#8221;, disse Medvedev em um <em>post</em> na rede social Telegram. &#8220;Os demagogos do outro lado do oceano e na Europa não vão morrer em um apocalipse nuclear.&#8221;</p>
<h2>Referendos</h2>
<p>A votação sobre adesão à Rússia em quatro regiões ucranianas parcialmente controladas por Moscou &#8211; Kherson, Luhansk, Donetsk e Zaporizhzhia &#8211; entrou em seu quinto e último dia. O Ocidente disse que não reconhecerá o resultado do que considera referendos fraudulentos ilegais.</p>
<p>Autoridades do governo russo têm alertado repetidamente que podem usar armas nucleares para defender o novo território se as forças de Kiev, que já controlam parte dele, tentarem tomar o que Moscou diz que em breve considerará seu território soberano.</p>
<p>A Otan e os Estados Unidos não detalharam publicamente como responderiam a um ataque nuclear russo à Ucrânia, mas Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, disse à CBS no domingo que Washington havia explicado a Moscou o que ele descreveu como &#8220;consequências catastróficas&#8221; para a Rússia.</p>
<p>O conselheiro presidencial ucraniano, Mykhailo Podolyak, afirmou em entrevista ao jornal suíço <em>Blick</em> que a Ucrânia está se preparando para a possibilidade de um ataque nuclear russo, mas disse que o ônus recai sobre os Estados com armas nucleares para deter a Rússia.</p>
<p>&#8220;Para onde exatamente devemos enviar as pessoas no caso de um ataque nuclear russo contra a Ucrânia?&#8221; ele perguntou. &#8220;É por isso que o uso de armas nucleares é uma questão de segurança global &#8211; isso não é mais apenas sobre a Ucrânia.&#8221;</p>
<p>Podolyak disse na mesma entrevista que os ucranianos que ajudaram a Rússia a organizar os referendos de anexação enfrentariam acusações de traição e pelo menos cinco anos de prisão.</p>
</div>
</div>
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		<title>Petrobras reduz preço do gás de cozinha para distribuidoras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-reduz-preco-do-gas-de-cozinha-para-distribuidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 00:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP), praticado pela Petrobras junto às distribuidoras, será reduzido a partir de amanhã (13). De acordo com a estatal, o valor do quilo (kg) passa de R$ 4,23 para R$ 4,03. O reajuste representa uma queda de 4,7%. É a segunda redução consecutiva no preço do GLP, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP), praticado pela Petrobras junto às distribuidoras, será reduzido a partir de amanhã (13). De acordo com a estatal, o valor do quilo (kg) passa de R$ 4,23 para R$ 4,03. O reajuste representa uma queda de 4,7%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>É a segunda redução consecutiva no preço do GLP, também conhecido como gás de cozinha. Em abril deste ano, houve uma queda de R$ 0,25 no valor do kg. Antes, no entanto, os preços mantinham trajetória de alta. Em julho do ano passado, houve aumento de 6%; em outubro de 7,2% e em março deste ano de 16,1%.</p>
<p>Segundo a Petrobras, o preço médio de 13 kg, correspondente à capacidade do botijão de uso doméstico, sofrerá uma redução de R$ 2,60, ficando em R$ 52,34. Contudo, não é possível precisar o valor final que será cobrado do consumidor, já que outros fatores exercem influência como os tributos que incidem sobre o GLP e as margens de lucro das distribuidoras.</p>
<p>Além da redução no GLP, a Petrobras anunciou nas últimas semanas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-09/petrobras-reduz-preco-de-gasolina-em-r-025-por-litro" target="_blank" rel="noopener">quedas na gasolina</a>, no diesel, no querosene de aviação e na gasolina de aviação. Os reajustes refletem as variações do mercado internacional, conforme a Política de Preços de Paridade de Importação (PPI) adotada pela estatal desde 2016. Na semana passada, o preço do barril de petróleo tipo <em>brent</em>, usado como referência, caiu abaixo de US$ 90 pela primeira vez desde fevereiro.</p>
<p>No primeiro semestre do ano, porém, o cenário internacional era outro. Com base no PPI, os combustíveis sofreram forte alta, o que gerou manifestações de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-05/em-sp-presidente-critica-petrobras-e-diz-lamentar-preco-do-diesel" target="_blank" rel="noopener">insatisfação do presidente da República, Jair Bolsonaro</a>. Em maio, ele <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/paes-de-andrade-e-nomeado-conselheiro-e-eleito-presidente-da-petrobras" target="_blank" rel="noopener">trocou o comando da estatal</a> pela quarta vez durante seu mandato. Caio Mário Paes de Andrade assumiu no lugar de José Mauro Ferreira Coelho.</p>
<p>Em nota, a Petrobras informa que a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a sua prática. A estatal sustenta que busca o equilíbrio com o mercado, sem repassar a volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio. &#8220;De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor&#8221;, acrescenta o texto.</p>
<h2>Consumidor</h2>
<p>Conforme o último levantamento divulgado pela Petrobras, realizado entre 28 de agosto e 3 de setembro, o botijão de gás de 13 kg estava custando ao consumidor em média R$ 111,57. A estatal calcula ser responsável apenas por 49,2% desse valor. Atualmente, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Produtos (ICMS), tributo estadual, responde por 10,6%. O restante do preço é de responsabilidade das distribuidoras, que leva em conta os gastos logísticos e a margem de lucro.</p>
<p>Essa composição do preço leva em conta a suspensão da incidência dos impostos federais sobre o GLP de uso doméstico. Uma medida provisória que abre essa possibilidade foi assinada em março do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro, sendo posteriormente aprovada no Congresso Federal. Foram zeradas as alíquotas do programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).</p>
<p>Sem mudanças significativas na política de preços da Petrobras, a desoneração tem sido o caminho adotado pelo governo federal para baixar os preços não apenas do GLP, mas também da gasolina, do etanol, diesel e do Gás Natural Veicular (GNV). Outra lei proposta pelo governo federal entrou em vigor no final de junho limitando as alíquotas do ICMS que incidem sobre itens considerados essenciais.</p>
<p>A queda na arrecadação dos estados deverá ser compensada por meio do abatimento de valores da dívida pública que eles têm com a União. A medida, no entanto, gerou questionamentos dos estados e também de prefeituras, que recebem uma parcela do ICMS. No cálculo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a perda apenas dos municípios é de quase R$ 20 bilhões. Além disso, divergências em torno do prazo para realização dessa compensação têm sido tratadas no âmbito judicial.</p>
</div>
</div>
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		<title>Polônia desvaloriza corte de gás russo e quer importar dos EUA e Golfo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 14:34:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polônia garante que conseguirá &#8220;lidar&#8221; com a ausência de gás russo e considera importar dos Estados Unidos e países do Golfo, depois de a gigante da energia Gazprom ter suspendido todas as exportações para territórios polaco e búlgaro. A alegação é a recusa de Varsóvia e Sófia de pagarem em rublos, conforme Moscou exige. A União Europeia (UE) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Polônia garante que conseguirá &#8220;lidar&#8221; com a ausência de gás russo e considera importar dos Estados Unidos e países do Golfo, depois de a gigante da energia Gazprom ter suspendido todas as exportações para territórios polaco e búlgaro. A alegação é a recusa de Varsóvia e Sófia de pagarem em rublos, conforme Moscou exige. A União Europeia (UE) prometeu, entretanto, responder à &#8220;injustificável e inaceitável&#8221; decisão russa. A Bulgária fala em &#8220;chantagem&#8221;.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Estou certo de que vamos encontrar formas de lidar com isso”, afirmou à BBC o vice-ministro polaco dos Negócios Estrangeiros, Marcin Przdacz, acrescentando que Varsóvia já planejava deixar de importar gás russo até o fim do ano, quando seu contrato com a empresa Gazprom expira.</p>
<p>“A Polônia tomou algumas decisões há vários anos a fim de estar preparada para uma situação como essa”, disse Przdacz. “Agora, há opções para importar gás de outros parceiros”, incluindo os Estados Unidos e nações do Golfo&#8221;.</p>
<p>A partir de 1º de maio, nova ligação a um gasoduto na Lituânia dará a Varsóvia acesso ao gás desse país. Para outubro, está prevista a inauguração do gasoduto “Baltic Pipe”, que virá desde a Noruega e poderá substituir a maioria do gás que antes chegava da Rússia.</p>
<p>Segundo Przdacz, o anúncio de Moscou só veio provar que a Rússia “não é um parceiro confiável em nenhuma área de negócio” e, por isso, as demais nações europeias deveriam interromper suas importações de energia.</p>
<p>Varsóvia destaca que suas reservas de energia estão asseguradas. A ministra do Ambiente, Anna Moskwa, disse que não existe ainda a necessidade de retirar gás das reservas do país e garantiu que o abastecimento aos consumidores não será cortado.</p>
<p>A empresa estatal polaca de gás (PGNiG) &#8211; que só no primeiro trimestre do ano comprou 53% de gás da Rússia &#8211; confirmou a suspensão do fornecimento russo. O mesmo ocorreu com a Bulgária, onde 90% do abastecimento vinham até agora da russa Gazprom.</p>
<p>O primeiro-ministro búlgaro considerou, nesta quarta-feira, que o corte russo é “grave violação do contrato atual e o equivalente a chantagem”. Segundo Kiril Petkov, a Bulgária está, neste momento, revendo todos os seus contratos com a Gazprom, uma vez que “esta chantagem unilateral é inaceitável”.</p>
<h2>Ameaça</h2>
<p>O líder parlamentar da Rússia disse que a gigante do gás Gazprom tomou a decisão certa ao suspender totalmente o fornecimento de gás à Polônia e Bulgária. Ele defendeu que Moscou faça o mesmo com outros países &#8220;hostis&#8221;.</p>
<p>&#8220;O mesmo deve ser feito em relação a outros países que são hostis à Rússia&#8221;, escreveu Vyacheslav Volodin, presidente da Duma (câmara baixa do Parlamento russo) na rede social Telegram.</p>
<p>A Polônia, por sua vez, afirmou que está pronta para ajudar a Alemanha a importar gás de outros países. Berlim anunciou a intenção de encontrar alternativas ao fornecimento russo.</p>
<p>“Estamos prontos para expressar nossa solidariedade à Alemanha e apoiá-la na total interrupção do petróleo russo”, declarou a ministra polaca do Ambiente, Anna Moskwa, à rádio estatal Polskie.</p>
<h2>União Europeia</h2>
<p>A União Europeia (UE) considera  “injustificável e inaceitável” a decisão da empresa Gazprom de interromper o abastecimento a alguns clientes europeus. A presidente do bloco, Ursula von der Leyen, adiantou que Bruxelas prepara resposta coordenada para conter a escalada de ações de Moscou.</p>
<p>&#8220;O anúncio pela Gazprom de suspensãso unilateral da entrega de gás a clientes na Europa é mais uma tentativa da Rússia de utilizar o produto como instrumento de chantagem. Isto é injustificado e inaceitável e mostra, mais uma vez, a falta de confiabilidade da Rússia como fornecedor de gás, [mas] estamos preparados para este cenário&#8221;, reagiu a presidente da Comissão Europeia.</p>
<p>Em declaração divulgada hoje, ela assegurou que está em &#8220;estreito contato com todos os Estados-membros&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos trabalhado para assegurar entregas alternativas e os melhores níveis de armazenamento possíveis em toda a UE. Os Estados-membros estabeleceram planos de contingência para esse cenário e trabalhamos com eles em coordenação e solidariedade&#8221;.</p>
<p>De acordo com a líder do Executivo comunitário, &#8220;uma reunião do grupo de coordenação do gás será realizada nesta quarta-feira. &#8220;Estamos definindo nossa resposta coordenada. Continuaremos também a trabalhar com parceiros internacionais para assegurar fluxos alternativos e com os líderes mundiais para garantir a segurança do aprovisionamento energético na Europa&#8221;, adiantou.</p>
<p>Neste momento, o armazenamento de todo o gás europeu está em 32%. Os Estados-membros negociam regras de emergência que  permitam aumentar esse índice para 80% até novembro deste ano, assegurando o armazenamento para o próximo inverno, quando o consumo de gás é maior.</p>
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