<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gabriel Galípolo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/gabriel-galipolo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jan 2025 15:18:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Gabriel Galípolo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Copom inicia primeira reunião sob comando de Galípolo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-inicia-primeira-reuniao-sob-comando-de-galipolo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 15:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=81530</guid>

					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deu início nesta terça-feira (28) à primeira reunião sob a liderança do novo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Em meio à alta do dólar e ao aumento dos preços dos alimentos, a diretoria do BC decidirá o novo patamar da taxa básica de juros, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deu início nesta terça-feira (28) à primeira reunião sob a liderança do novo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Em meio à alta do dólar e ao aumento dos preços dos alimentos, a diretoria do BC decidirá o novo patamar da taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano.</p>
<p>De acordo com o último boletim Focus – pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com analistas de mercado – é esperada uma elevação de 1 ponto percentual, levando a Selic para 13,25% ao ano. Esta será a quarta alta consecutiva da taxa básica, dando continuidade às medidas anunciadas pelo Copom em sua última reunião, realizada em dezembro de 2024.</p>
<p><strong>Justificativa para a Alta</strong></p>
<p>Na ocasião, o comitê destacou o agravamento das incertezas externas e os impactos do pacote fiscal aprovado no fim do ano passado como fatores determinantes para a continuidade da política monetária contracionista. O Copom já havia sinalizado a intenção de realizar duas elevações consecutivas de 1 ponto percentual, a primeira delas em janeiro.</p>
<p>A decisão final sobre o novo patamar da Selic será anunciada nesta quarta-feira (29), ao fim do dia. Desde setembro de 2024, quando a taxa começou a subir após período de estabilidade em 10,5%, o Copom tem adotado um ciclo de alta para controlar a inflação e enfrentar os desafios econômicos.</p>
<p><strong>Inflação em Alta</strong></p>
<p>A pressão inflacionária tem sido um dos principais motivos para a manutenção da política de juros altos. Segundo o último boletim Focus, a projeção de inflação para 2025 subiu de 4,96% há quatro semanas para 5,5%, acima do teto da meta de 3% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta permite um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, podendo chegar a até 4,5%.</p>
<p>Na ata de sua última reunião, o Copom alertou que o atual cenário econômico demanda uma política monetária ainda mais restritiva. Entre os fatores apontados estão a alta do dólar e o aumento de preços, que intensificam a necessidade de medidas para conter a demanda aquecida.</p>
<p><strong>Impactos da Taxa Selic</strong></p>
<p>A Selic é a taxa utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao aumentá-la, o Banco Central busca conter o consumo e o crédito, freando a inflação. Por outro lado, juros mais altos podem dificultar a expansão da economia, ao encarecer financiamentos e desestimular investimentos.</p>
<p>Quando a Selic é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito se torna mais barato, incentivando o consumo e a produção. No entanto, esse movimento também pode trazer risco de pressão inflacionária, caso a oferta não acompanhe o aumento da demanda.</p>
<p><strong>Reuniões do Copom</strong></p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são realizadas apresentações técnicas sobre as economias brasileira e global, além de análises do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do comitê – que incluem a diretoria do BC – definem a nova taxa Selic.</p>
<p><strong>Meta Contínua de Inflação</strong></p>
<p>Desde janeiro de 2025, o Brasil adotou o sistema de meta contínua para a inflação, que considera o índice acumulado em 12 meses. A meta estabelecida pelo CMN é de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%. Esse modelo substitui o antigo sistema, que avaliava apenas o índice fechado ao fim de cada ano.</p>
<p>De acordo com o último Relatório de Inflação, divulgado em dezembro, o BC manteve a projeção de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre 2025 em 4,5%. Essa previsão, contudo, pode ser revisada no próximo relatório, previsto para março, dependendo do comportamento do dólar e dos preços.</p>
<p>A decisão do Copom nesta semana será determinante para os rumos da política econômica do país, com impacto direto no controle da inflação e no crescimento econômico.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81530</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Senado aprova Gabriel Galípolo como novo presidente do Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-aprova-gabriel-galipolo-como-novo-presidente-do-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 12:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79863</guid>

					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (8), o Senado Federal aprovou a indicação do economista Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central do Brasil no período de 2025 a 2028. A aprovação se deu por 66 votos a favor e 5 contrários, em uma votação secreta. Galípolo deve assumir o cargo a partir de 1º de janeiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="footer-noticia">
<div class="row-tags rowflex"></div>
</div>
<div class="compartilhamento-footer rowflex">
<p>Nesta terça-feira (8), o Senado Federal aprovou a indicação do economista Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central do Brasil no período de 2025 a 2028. A aprovação se deu por 66 votos a favor e 5 contrários, em uma votação secreta. Galípolo deve assumir o cargo a partir de 1º de janeiro de 2025, substituindo o atual presidente, Roberto Campos Neto.</p>
<p>Atualmente ocupando o posto de diretor de Política Monetária do Banco Central, Galípolo foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais cedo, ele foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, após uma sabatina que durou cerca de quatro horas.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79863</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
