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	<title>Fundo Amazônia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Projeto Restaura Amazônia inicia nova etapa com foco em Terras Indígenas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-restaura-amazonia-inicia-nova-etapa-com-foco-em-terras-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 19:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[restauração ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a programação do Abril Indígena, foi lançada nesta sexta-feira (11) a terceira chamada pública do projeto Restaura Amazônia, iniciativa que visa impulsionar a restauração florestal em Terras Indígenas. Com recursos de R$ 150 milhões provenientes do Fundo Amazônia, a nova etapa selecionará 90 propostas voltadas à recuperação ecológica com espécies nativas, sistemas agroflorestais e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a programação do Abril Indígena, foi lançada nesta sexta-feira (11) a terceira chamada pública do projeto Restaura Amazônia, iniciativa que visa impulsionar a restauração florestal em Terras Indígenas. Com recursos de R$ 150 milhões provenientes do Fundo Amazônia, a nova etapa selecionará 90 propostas voltadas à recuperação ecológica com espécies nativas, sistemas agroflorestais e produção de alimentos.</p>
<p>A ação é resultado da parceria entre os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e contempla três grandes regiões: Amazonas, Acre e Rondônia; Mato Grosso e Tocantins; Pará e Maranhão. Cada macrorregião receberá R$ 46 milhões.</p>
<p>De acordo com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o objetivo é transformar a região com maior índice de desmatamento na Amazônia no chamado Arco da Restauração, atuando diretamente em áreas degradadas, inclusive em territórios indígenas.</p>
<p><em>“Temos feito seguidamente editais como, por exemplo, o aporte de recursos para fortalecer o Corpo de Bombeiros para que possamos enfrentar incêndios ou restaurar aquilo que foi destruído”</em>, afirmou.</p>
<p>As propostas devem contemplar áreas de 50 a 200 hectares, com valores que variam entre R$ 1,5 milhão e R$ 9 milhões. A participação direta de comunidades indígenas é obrigatória nos projetos, e as inscrições estarão abertas até 19 de julho.</p>
<p><strong>Mais recursos e reconhecimento internacional</strong></p>
<p>A ministra Marina Silva destacou ainda os resultados expressivos obtidos nos últimos dois anos com a redução do desmatamento, o que reforçou a confiança internacional no Fundo Amazônia. “Nesses dois últimos anos, nós reduzimos algo em torno de 450 milhões de toneladas de CO₂, o que fez com que a gente pudesse fazer uma captação que dobrou os recursos do Fundo Amazônia”, observou.</p>
<p><strong>Apoio à saúde indígena também ganha reforço</strong></p>
<p>Outra iniciativa anunciada durante o evento foi o financiamento do projeto Saúde e Território, com R$ 31,7 milhões destinados à melhoria da atenção básica em 19 terras indígenas fora da Amazônia Legal, incluindo áreas no Vale do Ribeira (SP) e litoral do Paraná. O projeto é a primeira ação estruturada do fundo voltada exclusivamente à saúde dos povos originários.</p>
<p>Somando todos os repasses recentes, o Fundo Amazônia já destinou R$ 467 milhões exclusivamente para ações voltadas aos povos indígenas.</p>
<p>Desde dezembro de 2024, o Restaura Amazônia vem promovendo chamadas públicas específicas: a primeira focada em unidades de conservação (R$ 92 milhões), a segunda voltada para assentamentos da reforma agrária (R$ 150 milhões), e agora, com foco em Terras Indígenas.</p>
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		<title>Recursos do Fundo Amazônia serão destinados à preservação do bioma</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/recursos-do-fundo-amazonia-serao-destinados-a-preservacao-do-bioma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 14:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[preservação do bioma]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a celebração do Dia da Amazônia, nessa terça-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a destinação de R$ 600 milhões de recursos do Fundo Amazônia para municípios que sejam considerados prioritários nas ações de prevenção, monitoramento e controle para redução do desmatamento e da degradação florestal. Hoje (6), um decreto presidencial, [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante a celebração do Dia da Amazônia, nessa terça-feira (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a destinação de R$ 600 milhões de recursos do Fundo Amazônia para municípios que sejam considerados prioritários nas ações de prevenção, monitoramento e controle para redução do desmatamento e da degradação florestal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Hoje (6), um decreto presidencial, publicado no <a href="http://in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-11.687-de-5-de-setembro-2023-508071575" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>, definiu os critérios de investimento nas ações de preservação do bioma.</p>
<p>As ações se somam à política de desenvolvimento sustentável que o governo federal vem construindo desde o início do ano, com medidas que reduziram em 66% os alertas de desmatamento na Amazônia. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, tem sido enfática quando trata da importância da região para a atual política de governo.</p>
<p>Na véspera do 7 de setembro, que celebra a Independência do país, ela declarou em suas redes sociais que “a real independência do Brasil depende do destino que daremos para a Amazônia. E como o Brasil detém 60% do bioma amazônico, então podemos dizer que o futuro da humanidade e as condições de vida no mundo também dependem do Brasil.”</p>
<p>O decreto presidencial atribui ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima a responsabilidade de &#8211; a cada ano &#8211; editar uma lista que apontará os municípios prioritários para ações de preservação, conforme o histórico dos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p>Serão consideradas informações como área de floresta desmatada nos últimos três anos; crescimento do desmatamento em pelo menos três dos últimos cinco anos; e alertas de degradação florestal.</p>
<p>Os locais que constarem na lista poderão aderir ao Programa União com Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais e acessar recursos para a recuperação da vegetação nativa.</p>
<h2>Regularização ambiental</h2>
<p>Além disso, serão priorizadas ações de regularização ambiental e fundiária e processos referentes a desembargos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>
<p>Iniciativas privadas também poderão se beneficiar dos incentivos previstos na legislação ambiental federal quando forem inscritas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e possuam vegetação nativa conservada, sem registro de desmatamento a partir de julho de 2008.</p>
<p>Já os municípios que constem em outra lista, que reunirá as regiões de desmatamento monitorado e controlado, poderão se beneficiar de incentivos econômicos e fiscais para projetos e programas de produção florestal, agroextrativista e agropecuária sustentável.</p>
<p>Para isso, o município deverá manter taxa de desmatamento e degradação florestal anual abaixo de um limite, que será estabelecido em nova regulamentação, assim como o percentual mínimo de Cadastro Ambiental Rural necessário para constar na lista positiva.</p>
</div>
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		<title>Lula destaca possibilidade de colaboração dos EUA com o Fundo Amazônia após reunião com Biden</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-destaca-possibilidade-de-colaboracao-dos-eua-com-o-fundo-amazonia-apos-reuniao-com-biden/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 15:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula nos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante uma entrevista coletiva após seu encontro com o presidente dos EUA, Joe Biden, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou o apoio financeiro dos Estados Unidos ao Fundo Amazônia. O fundo é responsável por financiar projetos sustentáveis com recursos provenientes de países desenvolvidos. Lula afirmou ter recebido uma promessa de que os EUA [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma entrevista coletiva após seu encontro com o presidente dos EUA, Joe Biden, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou o apoio financeiro dos Estados Unidos ao Fundo Amazônia. O fundo é responsável por financiar projetos sustentáveis com recursos provenientes de países desenvolvidos. Lula afirmou ter recebido uma promessa de que os EUA se juntariam ao fundo.</p>
<p>“Senti muita vontade [de Biden]. O que posso afirmar é que ele vai participar do fundo amazônico”, declarou Lula. Segundo o presidente brasileiro, os Estados Unidos estão convencidos da necessidade de nações ricas financiarem empreendimentos em áreas florestais de países em desenvolvimento para a preservação do meio ambiente.</p>
<p>“É preciso transformar a riqueza da nossa diversidade em algo que possa ser proveitoso para o povo brasileiro que mora na Amazônia”, comentou.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a Joe Biden a criação de um grupo de negociação neutro para alcançar uma solução pacífica para o conflito entre Rússia e Ucrânia. Lula revelou que já discutiu essa ideia com o presidente francês, Emmanuel Macron, e com o chanceler alemão, Olaf Scholz, que recentemente visitou o Brasil.</p>
<p>Segundo Lula, os trabalhos começariam pela negociação de um cessar-fogo ou de um armistício. “<em>A primeira coisa [do grupo] é terminar a guerra. Depois, negociar o que for acontecer no futuro</em>”, afirmou. “<em>Estou convencido de que é preciso encontrar uma saída para colocar fim a essa guerra. E senti da parte do presidente Biden a mesma preocupação, porque ninguém quer que essa guerra continue. É preciso que tenha parceiros capazes de construir um grupo de negociadores que os dois lados acreditem</em>”.</p>
<p>Lula apresentou a ideia da ampliação do Conselho de Segurança da ONU a Biden, uma sugestão historicamente defendida pela diplomacia brasileira. Segundo o presidente brasileiro, a proposta foi bem recebida pelo presidente norte-americano.</p>
<p>“<em>Pedi que outros países possam participar do Conselho de Segurança para que algumas decisões de ordem climáticas sejam tomadas a nível internacional. Senti muita disposição do presidente americano para contribuir com isso</em>”, comentou Lula.</p>
<p>O Conselho de Segurança da ONU é composto por cinco membros permanentes: Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia. Além disso, existem mais dez países com assentos rotativos, mas qualquer um dos cinco membros permanentes possui o poder de veto. O Conselho concede o aval das Nações Unidas para guerras.</p>
<p>Lula anunciou sua intenção de retomar as relações diplomáticas do Brasil com a África. Ele planeja visitar três países africanos: Angola, África do Sul e Moçambique. Em suas mídias sociais, o presidente declarou que a viagem a esses países é &#8220;uma obrigação histórica e humanitária.&#8221;</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Estou organizando uma viagem para Angola, África do Sul e Moçambique, numa demonstração que o Brasil vai reatar sua relação com o continente africano. É uma obrigação histórica e humanitária.</p>
<p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1624191761483456512?ref_src=twsrc%5Etfw">February 10, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Lula publicou em suas redes sociais no sábado (11) que havia retornado ao Brasil após um encontro produtivo com o presidente Joe Biden. Ele escreveu que o Brasil está recuperando parcerias importantes para o meio ambiente e a defesa da democracia, e que o país está de volta ao cenário global.</p>
<p>Por sua vez, Biden também usou as redes sociais para compartilhar que está trabalhando para fortalecer a parceria entre os Estados Unidos e o Brasil para as gerações futuras.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">Building a stronger United States-Brazil partnership for generations to come. <a href="https://t.co/9sQXyPm8yn">pic.twitter.com/9sQXyPm8yn</a></p>
<p>&mdash; President Biden (@POTUS) <a href="https://twitter.com/POTUS/status/1624249373474402310?ref_src=twsrc%5Etfw">February 11, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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