<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/fundacao-maria-cecilia-souto-vidigal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Sep 2025 14:14:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Trabalho infantil cresce entre crianças de 5 a 9 anos e acende alerta no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trabalho-infantil-cresce-entre-criancas-de-5-a-9-anos-e-acende-alerta-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 14:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[direito da criança e do adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho e Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85765</guid>

					<description><![CDATA[Depois de uma redução em 2023, o trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer em 2024, segundo dados divulgados pelo IBGE. O Brasil registrou 122 mil crianças nessa faixa etária em situação de trabalho infantil, um aumento de 22% em relação ao ano anterior, o maior percentual já registrado desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma redução em 2023, o trabalho infantil entre crianças de 5 a 9 anos voltou a crescer em 2024, segundo dados divulgados pelo IBGE. O Brasil registrou 122 mil crianças nessa faixa etária em situação de trabalho infantil, um aumento de 22% em relação ao ano anterior, o maior percentual já registrado desde o início da série histórica, em 2016.</p>
<p>Para a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, que analisou os números, a situação é “inaceitável”. A diretora-executiva, Mariana Luz, destacou que negar a essas crianças o direito de brincar e aprender compromete o futuro e reforça desigualdades sociais e raciais. Crianças pretas e pardas, que representam 66% da faixa etária, somam 67,8% das submetidas ao trabalho infantil, evidenciando um recorte estrutural do problema.</p>
<p>Especialistas apontam que a falta de creches e escolas em tempo integral contribui para o aumento do trabalho infantil, especialmente em períodos de férias. Já entre adolescentes de 5 a 17 anos, o número total caiu 21,4% em oito anos, mas também apresentou alta de 2% de 2023 para 2024.</p>
<p>Apesar do crescimento no grupo mais jovem, o Brasil registrou queda nas piores formas de trabalho infantil — atividades perigosas e insalubres — com 560 mil pessoas de 5 a 17 anos nessa condição, o menor patamar desde 2016.</p>
<p>A ONU estabeleceu, por meio do ODS 8.7, a meta de acabar com o trabalho infantil até 2025, mas especialistas alertam que o país ainda está longe de alcançá-la. A Fundação reforça que “cada criança retirada de sua infância é uma falha coletiva” e pede ações urgentes, fiscalização rigorosa e apoio às famílias vulneráveis.</p>
<p>Denúncias podem ser feitas pelo <strong>Disque 100</strong>, canal gratuito de direitos humanos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85765</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela práticas indevidas na educação infantil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-praticas-indevidas-na-educacao-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 17:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=50333</guid>

					<description><![CDATA[Gritos para controlar o comportamento de crianças, ameaças e humilhações ainda são práticas que ocorrem em creches e pré-escolas que atendem bebês e crianças com até cinco anos de idade. Estudo realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV) em 1,8 mil escolas de 12 cidades brasileiras verificou essa prática em 10,8% das turmas visitadas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Gritos para controlar o comportamento de crianças, ameaças e humilhações ainda são práticas que ocorrem em creches e pré-escolas que atendem bebês e crianças com até cinco anos de idade. Estudo realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV) em 1,8 mil escolas de 12 cidades brasileiras verificou essa prática em 10,8% das turmas visitadas, ou seja, em praticamente uma em cada dez turmas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Esse dado é um alerta e é muito preocupante. São situações inaceitáveis, tanto de violência verbal quanto de violência física”, disse a gerente de Conhecimento Aplicado da FMCSV, Beatriz Abuchaim. “Preocupa mais ainda porque esse professor naturalizou esse tipo de comportamento. Ele tinha um agente externo ali observando e ele não se sentiu censurado de nenhuma maneira para ter esse comportamento, ter essa atitude”, afirmou.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em 2021, em 12 municípios de todas as regiões do país. No total, foram visitadas 3.467 turmas, sendo 1.683 de creche e 1.784 de pré-escola, em 1.807 escolas, todas de administração direta das prefeituras, sejam públicas ou conveniadas.</p>
<p>O objetivo do estudo é reunir informações sobre a qualidade da educação infantil no país. Embora os dados não sejam nacionais, segundo a gerente de Conhecimento Aplicado da FMCSV, eles mostram uma tendência da educação infantil brasileira. Segundo ela, ao contrário de outras etapas da educação, como o ensino fundamental e o ensino médio, ainda não há dados oficiais da qualidade das creches e pré-escolas.</p>
<p>O estudo buscou observar as práticas pedagógicas das escolas e a conclusão é que, de forma geral, o ensino ofertado é considerado regular, ou seja, o que está sendo ofertado é o mínimo e há necessidade de ações para que aquilo que está nos documentos oficiais, como a Base Nacional Comum Curricular (BCNN), seja implementado de forma satisfatória.</p>
<p>Os pesquisadores constataram, por exemplo, que, em somente 10% das turmas, as crianças têm acesso livre aos livros. Além disso, em 55% das turmas não foi observado na rotina um momento de leitura de livros de histórias para as crianças.</p>
<p>“Esse dado nos preocupa bastante porque sabemos de outros estudos em que a leitura é fundamental para processo de leitura e escrita da criança. A gente encontrava livros na escola. Têm programas que compram livros e distribuem nas escolas. Os livros estão presentes nas escolas, mas essa não parece ser atividade diária nas turmas observadas”, disse Beatriz.</p>
<p>O estudo mostra, ainda, entre outros resultados, que em 67% das turmas não há experiências com a natureza. Em 27% as crianças não têm experiências com teatro, música ou dança. Em 38%, as crianças até têm essa experiência com essas artes, mas sem estratégias que permitam o protagonismo delas nessas atividades.</p>
<h2>Educação infantil</h2>
<p>Beatriz explicou, ainda, que a educação infantil é uma das etapas mais importantes da educação justamente porque é quando se constroem alicerces para o desenvolvimento do ser humano, tanto em termos pedagógicos, cognitivos, quanto das relações emocionais e sociais. “Ter boas experiências nesse início da vida faz toda diferença para esse adulto que essa criança um dia será”, salientou.</p>
<p>A intenção é que a pesquisa sirva de subsídio para os municípios, que são, no Brasil, os principais responsáveis pela educação infantil. Uma das questões levantadas com base nos dados é a necessidade de formação dos educadores para melhor atender à etapa.</p>
<p>Beatriz ressaltou, também, a necessidade da implementação da Base Nacional Comum Curricular,  cujo cronograma de implementação foi atrasado por conta da pandemia. A BNCC é um documento oficial, previsto em lei, que define o mínimo que deve ser ensinado tanto nas instituições públicas quanto nos estabelecimentos privados de todo o país.</p>
<p>“A BNCC da educação infantil acaba inovando muito, faz uma quebra de paradigma em relação a uma educação mais tradicional. Ela orienta o currículo por meio de campos de experiência. Não está falando de uma lógica disciplinar, que é uma lógica mais tradicional da educação, fala na garantia de direitos de aprendizagem”, argumentou.</p>
<p><a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase" target="_blank" rel="noopener">A BNCC </a>prevê para a educação infantil, por exemplo, que as crianças possam explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.</p>
<h2>Avaliação</h2>
<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) incluiu a educação infantil no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A etapa chegou a ser analisada de forma piloto em 2019 e, em 2021, passou ser avaliada de forma amostral. A educação infantil deverá ser avaliada a cada dois anos exclusivamente pela aplicação de questionários eletrônicos de natureza não cognitiva. Os resultados ainda não foram divulgados.</p>
<p>A educação no Brasil é obrigatória a partir dos quatro anos de idade na pré-escola. A creche não é uma etapa obrigatória. Cabe às famílias decidir pela matrícula. O estado deve, no entanto, garantir que haja vagas para todos aqueles que desejarem.</p>
<p>O Brasil deve, por lei, atender a pelo menos 50% das crianças de até três anos de idade em creches até 2024. A meta está prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014. Segundo os últimos dados disponíveis, de 2019, 37% das crianças nesta faixa etária estavam matriculadas.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">50333</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
