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	<title>Fraudes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Fraudes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inmetro e ANP deflagram operação nacional contra fraudes em postos de combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmetro-e-anp-deflagram-operacao-nacional-contra-fraudes-em-postos-de-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 15:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deram início, nesta terça-feira (3), à Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, uma ofensiva nacional voltada ao combate de fraudes na comercialização de combustíveis. A iniciativa tem como foco irregularidades tanto na qualidade quanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deram início, nesta terça-feira (3), à Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, uma ofensiva nacional voltada ao combate de fraudes na comercialização de combustíveis. A iniciativa tem como foco irregularidades tanto na qualidade quanto na quantidade do produto entregue ao consumidor.</p>
<p>A ação acontece de forma simultânea no Distrito Federal e em oito estados, distribuídos por cinco regiões do país, em cidades previamente selecionadas pelos órgãos de fiscalização. Ao todo, cerca de 180 postos de combustíveis estão sendo inspecionados.</p>
<p>De acordo com o Inmetro, as equipes verificam se o volume efetivamente abastecido corresponde ao que é indicado nas bombas, além de avaliar as condições dos equipamentos medidores, a regularidade das manutenções e a existência de possíveis manipulações eletrônicas clandestinas. Também são realizados testes para aferir a qualidade dos combustíveis comercializados.</p>
<h3>Fraudes vão de adulteração a esquemas eletrônicos</h3>
<p>As investigações apontam que as irregularidades mais comuns envolvem tanto a adulteração dos combustíveis quanto a instalação de dispositivos eletrônicos ilegais nas bombas, capazes de reduzir a quantidade despejada no tanque do veículo, mesmo com o visor registrando o volume correto.</p>
<p>Segundo o Inmetro, a legislação permite uma margem máxima de erro de 0,5%, o que equivale a até 100 mililitros a menos a cada 20 litros abastecidos, conforme estabelece a Portaria nº 227/2022. Qualquer valor acima desse limite caracteriza infração.</p>
<h3>Multas milionárias e risco de fechamento</h3>
<p>Caso as fraudes sejam confirmadas, os postos poderão ser autuados pela ANP, com aplicação de multas que podem chegar a R$ 5 milhões, além da possibilidade de suspensão ou até revogação da autorização de funcionamento.</p>
<p>Já nas autuações realizadas pelo Inmetro, as penalidades variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, dependendo da gravidade da infração. Em situações de fraude comprovada, as bombas devem ser substituídas, e medidas adicionais como interdição do estabelecimento e apreensão de equipamentos também podem ser adotadas.</p>
<p>A Operação Tô de Olho reforça a atuação integrada dos órgãos federais para proteger o consumidor e garantir transparência no mercado de combustíveis, um dos setores mais sensíveis da economia brasileira.</p>
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		<title>Polícia Federal desmonta quadrilha que fraudava Concurso Nacional Unificado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-desmonta-quadrilha-que-fraudava-concurso-nacional-unificado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 12:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNPU 2024]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (2) a Operação Última Fase, que tem como alvo um grupo criminoso especializado em fraudar concursos públicos. A ação, realizada em parceria com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e com apoio do Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba, cumpre 12 mandados de busca e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (2) a Operação Última Fase, que tem como alvo um grupo criminoso especializado em fraudar concursos públicos. A ação, realizada em parceria com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e com apoio do Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba, cumpre 12 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e diversas medidas cautelares, como afastamento de cargos e sequestro de bens.</p>
<p>Segundo as investigações, a quadrilha atuou no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) de 2024, interferindo em provas de órgãos e instituições como as Polícias Civis de Pernambuco e Alagoas, Universidade Federal da Paraíba, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.</p>
<p>Os investigados já foram excluídos dos certames e afastados dos cargos que ocupavam. Eles podem responder por fraude em certame de interesse público, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsificação de documento público.</p>
<p>As diligências estão sendo cumpridas em endereços ligados aos suspeitos nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas.</p>
<p>A PF destacou que o objetivo da operação é preservar a lisura dos concursos e garantir que processos seletivos de grande impacto nacional, como o CNU, sejam conduzidos de forma transparente e justa.</p>
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		<title>Pix ganha botão de contestação para vítimas de fraudes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pix-ganha-botao-de-contestacao-para-vitimas-de-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[botão de contestação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Med]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (1º) a liberação do botão de contestação do Pix, que permitirá aos usuários solicitar a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção de forma 100% digital, sem necessidade de contato com centrais de atendimento. A ferramenta faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (1º) a liberação do botão de contestação do Pix, que permitirá aos usuários solicitar a devolução de valores em casos de fraude, golpe ou coerção de forma 100% digital, sem necessidade de contato com centrais de atendimento.</p>
<p>A ferramenta faz parte do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em 2021, e agora acessível diretamente nos aplicativos das instituições financeiras.</p>
<h4>Como funciona</h4>
<ul>
<li>Ao acionar o botão, a contestação é enviada instantaneamente ao banco do recebedor.</li>
<li>A instituição deve bloquear os valores disponíveis (totais ou parciais).</li>
<li>Os bancos envolvidos têm até 7 dias para analisar o caso.</li>
<li>Se confirmada a fraude, a devolução deve ocorrer em até 11 dias após a contestação.</li>
</ul>
<h4>Limitações</h4>
<p>O recurso não se aplica a erros de digitação, desacordos comerciais ou arrependimentos, sendo exclusivo para transações fraudulentas.</p>
<h4>Novidade no rastreamento</h4>
<p>A partir de 23 de novembro, será possível devolver valores não apenas da conta usada na fraude, mas também de outras contas ligadas ao fraudador — medida que será obrigatória em fevereiro de 2026. A mudança busca mapear o caminho do dinheiro e impedir que golpistas esvaziem rapidamente a conta inicial.</p>
<p>Segundo o BC, a novidade deve elevar as chances de recuperação dos valores, desestimular fraudes e identificar contas usadas repetidamente em golpes, evitando sua reutilização.</p>
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		<title>PF Investiga fraudes que causaram prejuízo de R$ 1,5 milhão ao INSS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-fraudes-que-causaram-prejuizo-de-r-15-milhao-ao-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 20:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Renascimento]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram, nesta quarta-feira (26), a Operação Renascimento, que tem como alvo uma organização criminosa especializada em fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação cumpre três mandados de busca e apreensão na região metropolitana do Rio de Janeiro contra suspeitos de participação no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram, nesta quarta-feira (26), a Operação Renascimento, que tem como alvo uma organização criminosa especializada em fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação cumpre três mandados de busca e apreensão na região metropolitana do Rio de Janeiro contra suspeitos de participação no esquema.</p>
<p>De acordo com a PF, o grupo criminoso criava identidades fictícias para obter aposentadorias fraudulentas. Os benefícios previdenciários eram sacados por meio de procurações e documentos falsos em nome dessas identidades falsas. A fraude gerou um prejuízo estimado em mais de R$ 1,5 milhão aos cofres da Previdência Social.</p>
<p>As investigações tiveram início após a prisão em flagrante de um indivíduo que tentava desbloquear um benefício previdenciário suspenso por suspeita de fraude. A partir dessa prisão, os investigadores conseguiram identificar outros suspeitos que integravam o esquema criminoso.</p>
<p>Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, falsidade ideológica, falsificação de documentos públicos e uso de documentos falsos. Somadas, as penas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.</p>
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		<item>
		<title>Polícia Federal realiza operação contra suspeitos de cometerem fraudes no Auxílio Emergencial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-realiza-operacao-contra-suspeitos-de-cometerem-fraudes-no-auxilio-emergencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio Emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[operação da PF]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (7), a Polícia Federal (PF) realizou uma operação em 12 estados, cumprindo 47 mandados de busca e apreensão e dois de prisão, com o objetivo de combater supostas fraudes no Programa Auxílio Emergencial. As ações foram conduzidas com base em ordens expedidas pela 9ª Vara Federal de Campinas. Segundo a PF, a investigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (7), a Polícia Federal (PF) realizou uma operação em 12 estados, cumprindo 47 mandados de busca e apreensão e dois de prisão, com o objetivo de combater supostas fraudes no Programa Auxílio Emergencial. As ações foram conduzidas com base em ordens expedidas pela 9ª Vara Federal de Campinas.</p>
<p>Segundo a PF, a investigação foi iniciada em agosto de 2020, a partir de informações enviadas pela Caixa Econômica Federal, referentes a 91 benefícios no valor total de R$ 54,6 mil. De acordo com a polícia, os valores teriam sido desviados para contas bancárias em Indaiatuba, região metropolitana de Campinas.</p>
<p>Durante a investigação das transações bancárias, a polícia identificou que alguns dos envolvidos estavam em Goiás e Rondônia. Os supostos fraudadores teriam recebido valores de cerca de 360 contas do auxílio emergencial, segundo a investigação.</p>
<p>De acordo com a PF, estima-se que o grupo tenha movimentado mais de R$ 50 milhões, tendo fraudado mais de 10 mil contas. A operação tem como alvo pelo menos 37 pessoas, que estão sendo investigadas.</p>
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		<item>
		<title>Instituto orienta para não cair em armadilhas na Black Friday</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/instituto-orienta-para-nao-cair-em-armadilhas-na-black-friday/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Black Friday]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Idec]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[liquidação]]></category>
		<category><![CDATA[Procon]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a proximidade da Black Friday, que acontece na última sexta-feira de novembro, oferecendo promoções aos consumidores, as entidades de defesa do consumidor orientam o cidadão para não entrar em armadilhas ao se deparar com as chamadas megaliquidações e os preços aparentemente baixos. A data, tradicional dos Estados Unidos é realizada no Brasil desde 2010, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Com a proximidade da Black Friday, que acontece na última sexta-feira de novembro, oferecendo promoções aos consumidores, as entidades de defesa do consumidor orientam o cidadão para não entrar em armadilhas ao se deparar com as chamadas megaliquidações e os preços aparentemente baixos. A data, tradicional dos Estados Unidos é realizada no Brasil desde 2010, e começou como um evento exclusivamente online, passando para o varejo físico em seguida. Os lojistas utilizam o dia para aumentar a saída dos produtos e renovar os estoques para o Natal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o advogado da Área de Relacionamento do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), David Guedes, é importante prestar atenção em três fatores durante esses períodos de promoção e grande apelo comercial, que são essas datas especiais. Em primeiro lugar, o planejamento, que envolve procurar com calma pelos itens aos quais se têm necessidade para não ceder às tentações dessas promoções.</p>
<p>O advogado alerta que as pessoas gostam da palavra promoção, e por isso é preciso evitar fazer comprar que vão além da necessidade real de consumo e de sua realidade financeira. &#8220;Estamos em um momento muito difícil em que o endividamento das famílias no Brasil está acima de 75% devido a vários fatores, então é importante que as pessoas façam o consumo consciente, utilizando essas oportunidades para fazer uma compra de itens que realmente precisa e não ficar se endividando a toa&#8221;.</p>
<p>O segundo ponto, segundo Guedes, é a pesquisa, que nada mais é do que verificar quais os itens desejados, a qualidade, as especificações e o fornecedor, principalmente aquele desconhecido. &#8220;É preciso pesquisar a reputação daquela loja, de que forma ela resolve os problemas com o consumidor, se há um histórico de problemas muito difícil e longo, e como a empresa lida com esse tipo de problema relacionado às Black Friday anteriores. Todas essas informações nós conseguimos na internet com certa facilidade&#8221;.</p>
<p>O último ponto é a segurança, com o consumidor estando atento à grande quantidade de golpes, como links falsos em redes sociais, aparecendo como anúncios de forte apelo e atrativo, com preço muito abaixo do praticado no mercado e longe da realidade da promoção. &#8220;Muitas pessoas acreditam, clicam no link e acabam instalando vírus no seu dispositivo ou mesmo sendo direcionadas para uma página falsa de pagamento que some depois. É preciso desconfiar de ofertas muito vantajosas e evitar comprar de fornecedores desconhecidos&#8221;, disse o advogado do Idec.</p>
<p>Guedes ressalta a questão dos falsos descontos, que também costumam ocorrer nesse período, quando a empresa sobe seus preços nos dias anteriores e no dia da Black Friday diminui para dar a falsa ideia de desconto. &#8220;Isso é uma fraude e pode ser denunciada para o Procon. É importante que o consumidor siga a linha do planejamento com as pesquisas nas semanas anteriores para verificar se está ocorrendo esse tipo de manobra e evitar fazer negócio com esse tipo de vendedor, porque haverá fornecedores com os preços verdadeiramente em conta&#8221;, orienta.</p>
<p>As denúncias podem ser feitas no Procon da cidade onde o consumidor reside ou no <a href="http://www.consumidor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">site da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon)</a>. Se a pessoa for vítima de uma fraude com prejuízo financeiro é preciso registrar um boletim de ocorrência.</p>
<p>&#8220;Se o consumidor puder identificar de alguma forma a empresa ou o vendedor, é possível fazer a reclamação no Procon. No entanto, é muito comum que isso não seja tão fácil, porque os fraudadores normalmente utilizam empresas falsas&#8221;, disse.</p>
<p>Guedes lembrou que é praticamente impossível recuperar os valores pagos nesses casos porque os golpistas têm uma forma muito específica de agir para não serem identificados, “por isso é tão importante que o consumidor tomes todas as medidas para se precaver”.</p>
<p>O advogado destacou ainda que todas as regras do comércio em geral se aplicam para a data, como o prazo de entrega e o direito de arrependimento, que tem o prazo de 7 dias a partir do recebimento do produto. &#8220;Não tem nenhuma diferença. E o fornecedor precisa cumprir a oferta que faz. Havendo qualquer problema e se o comprador tentar resolver com a empresa e não conseguir, pode procurar os órgãos de defesa do consumidor&#8221;.</p>
<p>Para orientar e esclarecer as dúvidas dos consumidores quer pretendem fazer compras no período da Black Friday, o Idec elaborou uma cartilha que pode ser acessada no <a href="https://idec.org.br/blackfriday" target="_blank" rel="noopener">site do instituto</a>.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Operação Custo Maior apura fraudes contra o INSS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-custo-maior-apura-fraudes-contra-o-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 14:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Custo Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou hoje (30) a Operação Custo Maior, para ampliar investigações sobre irregularidades na concessão e estrutura de consultoria de atendimento a segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Campinas (SP) por atravessadores. Além da Polícia Federal, participam da ação o Ministério Público Federal e a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista, do Ministério do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Polícia Federal deflagrou hoje (30) a Operação Custo Maior, para ampliar investigações sobre irregularidades na concessão e estrutura de consultoria de atendimento a segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Campinas (SP) por atravessadores.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Além da Polícia Federal, participam da ação o Ministério Público Federal e a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista, do Ministério do Trabalho e Previdência, em conjunto com o INSS. As investigações são baseadas na análise de materiais apreendidos na Operação Custo Previdenciário, realizada em agosto de 2018, também em Campinas.</p>
<p>A Operação Custo Maior mostrou que havia mais pessoas envolvidas e não identificadas na ação anterior, que se relacionavam diretamente com servidor do INSS, já demitido e condenado pela Justiça Federal.</p>
<p>As irregularidades e infrações constatadas foram atendimento privilegiado, com dispensa de senha ou de comparecimento pessoal quando exigido; reunião externa (em restaurante, lanchonete e posto de abastecimento em rodovia) e inclusive em fins de semana e períodos noturnos; coleta ou entrega de documentos fora da agência do INSS; retenção e armazenamento de documento em locais não autorizados; manipulação da agenda (postergando ou antecipando data); cálculos em desconformidade com a legislação e inserção de informações falsas no sistema da Previdência Social.</p>
<p>No total, durante a apuração, foram identificados 13 novos benefícios com ações desses atravessadores e que já foram pagos pelo INSS, somando aproximadamente de R$ 2 milhões de prejuízos à União.</p>
<p>Nesta quinta-feira, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 9ª Vara Federal em Campinas, nas residências dos investigados que, atualmente, moram no município de São Paulo. Os materiais apreendidos serão encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Campinas.</p>
<p>Estima-se que a investigação e a suspensão dos 13 benefícios identificados evitaram prejuízo à União de cerca de R$ 9 milhões.</p>
<p>O nome da operação (Custo Maior) faz alusão ao aumento do impacto das fraudes à Previdência Social em relação à fase anterior, denominada Custo Previdenciário, que já havia evitado mais de R$ 4 milhões em prejuízos.</p>
<p>Os investigados responderão, na medida de suas condutas, pelos delitos de inserção de informações falsas no banco de dados (Artigo 313-A, CP) e de associação criminosa (Artigo 288), do Código Penal. As penas podem chegar a 15 anos de prisão.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Polícia Federal prende, no Rio, acusado de fraudes previdenciárias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-federal-prende-no-rio-acusado-de-fraudes-previdenciarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 15:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais federais cumpriram mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um homem de 60 anos, acusado de usar documentos falsos para obter benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os mandados foram cumpridos ontem (19) na casa do investigado, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O nome do preso ainda não foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Policiais federais cumpriram mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um homem de 60 anos, acusado de usar documentos falsos para obter benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os mandados foram cumpridos ontem (19) na casa do investigado, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O nome do preso ainda não foi anunciado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A Justiça também suspendeu os benefícios previdenciários fraudados. Segundo a Polícia Federal (PF), a investigação começou em 2020. Desde então, foram identificados pelo INSS pelo menos 30 benefícios obtidos de forma fraudulenta, entre eles, pensões por morte e benefícios assistenciais ao idoso.</p>
<p>A estimativa é que o esquema tenha causado um prejuízo de cerca de R$ 500 mil. O investigado responderá pelos crimes de falsificação de documento público, uso de documento público falso, receptação de documentos provenientes de furto e roubo, apetrechos de falsificação e estelionato previdenciário.</p>
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		<title>Polícia Civil faz operação contra fraudes na compra de terrenos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-civil-faz-operacao-contra-fraudes-na-compra-de-terrenos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 17:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[A falsificação de documentos para venda fraudulenta de terrenos na Região dos Lagos e na Região Metropolitana do Rio de Janeiro é o motivo da Operação Terreno Alheio, desencadeada hoje (13) por policiais civis da 66ª Delegacia de Polícia (DP) (Piabetá), para desarticular a organização criminosa, que conforme as investigações pratica os crimes. Os policiais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A falsificação de documentos para venda fraudulenta de terrenos na Região dos Lagos e na Região Metropolitana do Rio de Janeiro é o motivo da Operação Terreno Alheio, desencadeada hoje (13) por policiais civis da 66ª Delegacia de Polícia (DP) (Piabetá), para desarticular a organização criminosa, que conforme as investigações pratica os crimes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os policiais foram para as ruas para cumprir oito mandados de prisão e 14 de busca e apreensão em Cabo Frio, na Região dos Lagos, na Região Metropolitana do Rio e em São Paulo.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro (Sepol), as investigações começaram em maio do ano passado, após a informação de que uma pessoa foi à 66ª DP relatando ter sido vítima de estelionatários. A vítima informou que teve prejuízo de R$ 200 mil na compra de um terreno em Cabo Frio.</p>
<p>Nas investigações os policiais notaram que a organização tinha também como integrante uma escrevente de cartório de ofícios de notas. As apurações indicaram que ela emitia documentos falsos e localizava terrenos alvos do grupo criminoso.</p>
<p>“A organização contava com integrantes responsáveis pela falsificação de documentos, possuía um núcleo voltado para captação de potenciais vítimas, além da funcionária do cartório, que passava a impressão de legalidade ao golpe!, informou a Sepol com base nas investigações.</p>
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