<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Foz do Amazonas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/foz-do-amazonas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Oct 2025 18:31:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Foz do Amazonas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>ONGs acionam Justiça para suspender perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ongs-acionam-justica-para-suspender-perfuracao-da-petrobras-na-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ongs]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Petroleo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86436</guid>

					<description><![CDATA[Um grupo formado por oito organizações ambientalistas, indígenas, quilombolas e de pescadores artesanais entrou com uma ação na Justiça Federal do Pará contra o Ibama, a Petrobras e a União, pedindo a anulação da licença ambiental que autoriza a estatal a perfurar poços de petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação foi protocolada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo formado por oito organizações ambientalistas, indígenas, quilombolas e de pescadores artesanais entrou com uma ação na Justiça Federal do Pará contra o Ibama, a Petrobras e a União, pedindo a anulação da licença ambiental que autoriza a estatal a perfurar poços de petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação foi protocolada na quarta-feira (22) e pede liminar para suspender imediatamente as atividades.</p>
<p>As entidades alegam que o licenciamento do Bloco FZA-M-59, emitido pelo Ibama no último dia 20, apresenta falhas graves e desrespeita o direito de consulta prévia a povos indígenas e comunidades tradicionais, previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>Assinam a ação a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coiab, Conaq, Confrem, Greenpeace Brasil, Instituto Arayara, Observatório do Clima e WWF-Brasil.</p>
<h3>Falta de consulta e riscos ambientais</h3>
<p>As organizações afirmam que o licenciamento “atropelou povos indígenas e comunidades tradicionais”, já que não foram realizados estudos específicos sobre os impactos em territórios indígenas e quilombolas. A região afetada, segundo o processo, abriga reservas extrativistas, colônias de pescadores, terras indígenas e unidades de conservação.</p>
<p>“Este projeto é predatório e ignora a voz dos povos indígenas, verdadeiros guardiões da floresta. A Amazônia e seus povos não podem pagar a conta da destruição em nome do lucro”, afirmou Kleber Karipuna, coordenador-executivo da Apib.</p>
<p>A Coiab e a Conaq também acusam o governo e a Petrobras de violarem direitos fundamentais e ignorarem o diálogo com as comunidades afetadas. “Autorizar a exploração sem consulta é mais um ato de desrespeito e violação”, disse Toya Manchineri, coordenador-geral da Coiab.</p>
<h3>Críticas à modelagem e impacto climático</h3>
<p>A ação judicial também contesta os estudos de modelagem de derramamento de óleo apresentados pela Petrobras. Segundo as ONGs, a empresa usou dados desatualizados de 2013, ignorando informações recentes sobre as correntes marítimas e sedimentos da região. O modelo, dizem, subestima os riscos e o uso de dispersantes em caso de vazamento.</p>
<p>O documento alerta que até 20% do óleo derramado em um eventual acidente poderia atingir o Grande Sistema Recifal Amazônico, um dos ecossistemas mais ricos e sensíveis do planeta.</p>
<p>Além disso, as entidades criticam o silêncio do licenciamento sobre os impactos climáticos do projeto. Elas lembram que a Agência Internacional de Energia (AIE) já alertou que novos projetos de combustíveis fósseis são incompatíveis com a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 °C.</p>
<p>“A Petrobras se diz líder em transição energética, mas é responsável por 29% da expansão fóssil da América Latina. Ignorar os impactos climáticos e sociais é fechar os olhos para a ciência e para a lei”, afirmou Nicole Oliveira, diretora do Instituto Arayara.</p>
<h3>A resposta das autoridades</h3>
<p>Em nota, o Ibama defendeu a legalidade do processo e afirmou que a licença foi concedida após “rigorosa análise técnica”, incluindo três audiências públicas e 65 reuniões setoriais em municípios do Pará e do Amapá. O órgão disse ainda que exigiu melhorias no plano de emergência e determinou a criação de um Centro de Reabilitação de Fauna Oleada em Oiapoque (AP).</p>
<p>A Petrobras, por sua vez, declarou que o licenciamento foi “uma conquista da sociedade brasileira” e que todos os requisitos ambientais foram cumpridos. A estatal afirmou ainda ter realizado, em agosto, um simulado in loco que comprovou sua capacidade de resposta a emergências.</p>
<p>Já a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que dará tratamento prioritário à ação judicial, garantindo que os aspectos ambientais, sociais e econômicos do caso sejam analisados “com base na legalidade e no interesse público”.</p>
<p>O Bloco FZA-M-59, onde já ocorre a perfuração do poço Morpho, é apenas o primeiro de uma série. Outros oito blocos estão em fase de licenciamento, e 19 foram arrematados em leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) em junho. Ambientalistas alertam que a expansão da fronteira petrolífera na região pode aumentar as emissões de gases de efeito estufa e comprometer o papel do Brasil como liderança global na agenda climática, especialmente às vésperas da COP30, que será sediada em Belém em 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86436</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Marina Silva afirma que licença do Ibama para exploração na Foz do Amazonas foi técnica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/marina-silva-afirma-que-licenca-do-ibama-para-exploracao-na-foz-do-amazonas-foi-tecnica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86411</guid>

					<description><![CDATA[A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (22) que a decisão do Ibama de conceder licença à Petrobras para pesquisar petróleo na bacia sedimentar da Foz do Amazonas foi estritamente técnica, sem influência política. A autorização, emitida na segunda-feira (20), permite a perfuração de poços no bloco FZA-M-59, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (22) que a decisão do Ibama de conceder licença à Petrobras para pesquisar petróleo na bacia sedimentar da Foz do Amazonas foi estritamente técnica, sem influência política. A autorização, emitida na segunda-feira (20), permite a perfuração de poços no bloco FZA-M-59, localizado na chamada Margem Equatorial.</p>
<blockquote><p>“A decisão dos nossos servidores do Ibama foi técnica. Se houve manifestações políticas, elas não influenciaram o trabalho de qualidade feito pelos técnicos. Em um governo republicano, como o do presidente Lula, essa decisão é baseada em critérios técnicos”, declarou Marina em entrevista ao Canal Gov.</p></blockquote>
<p>A ministra destacou que o rigor ambiental do Ibama se refletiu em uma série de exigências impostas à Petrobras, especialmente relacionadas à proteção da fauna marinha.</p>
<blockquote><p>“Inicialmente, a base de resgate de animais oleados ficava em Belém, a 800 km da área de perfuração. O Ibama considerou isso inadmissível. Agora, há uma base também próxima ao local da prospecção, a cerca de 160 km”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo Marina, as exigências foram fundamentais para garantir que o licenciamento não representasse riscos ambientais.</p>
<h3>Contradições e transição energética</h3>
<p>Marina Silva reconheceu que há contradição entre a autorização para novas pesquisas de petróleo e o compromisso do Brasil com a redução do uso de combustíveis fósseis, especialmente às vésperas da COP30, que será realizada em Belém, em 2025.</p>
<blockquote><p>“A sociedade tem razão em levantar essa questão. Precisamos sair da dependência do combustível fóssil, mas de forma planejada e justa. E essa decisão não cabe ao Ibama, e sim ao Conselho Nacional de Política Energética”, observou.</p></blockquote>
<h3>Preparativos para a COP30</h3>
<p>A ministra também ressaltou o empenho do governo na organização da COP30, apesar de desafios logísticos e geopolíticos.</p>
<blockquote><p>“Espero que a cúpula envie uma mensagem forte de que vivemos uma emergência climática e que precisamos salvar o planeta e o próprio multilateralismo climático do ponto de não retorno”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Marina disse esperar que a conferência deixe um legado de liderança climática para o Brasil.</p>
<blockquote><p>“Queremos mostrar que é possível liderar pelo exemplo — reduzindo o desmatamento e acelerando a transição energética justa. Clima não se resolve isoladamente, mas com cooperação e solidariedade global”, concluiu.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86411</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
