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	<title>Forcas Armadas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Forcas Armadas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Luiz Inácio Lula da Silva batiza primeiro caça Gripen produzido no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quarta-feira (25), da cerimônia de batismo do primeiro caça F-39E Gripen produzido em território brasileiro. O evento foi realizado na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, e simboliza um marco para a aviação militar do país. Desenvolvido em parceria com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quarta-feira (25), da cerimônia de batismo do primeiro caça F-39E Gripen produzido em território brasileiro. O evento foi realizado na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, e simboliza um marco para a aviação militar do país.</p>
<p>Desenvolvido em parceria com a empresa sueca Saab, o caça supersônico passa a ser parcialmente fabricado no Brasil por meio de um acordo que inclui transferência de tecnologia e capacitação de profissionais nacionais. A iniciativa posiciona o país em um grupo restrito de nações capazes de produzir aeronaves de combate de alta complexidade, algo inédito na América Latina.</p>
<p>Segundo a Força Aérea Brasileira, o programa traz impactos diretos para a soberania nacional, ao reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros e fortalecer a Base Industrial de Defesa. Além disso, o projeto já resultou na geração de milhares de empregos, com mais de 2 mil vagas diretas e cerca de 10 mil indiretas.</p>
<figure id="attachment_89487" aria-describedby="caption-attachment-89487" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89487" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/25-Apresentacao-do-primeiro-Caca-F-39E-Gripen-montado-no-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Apresentação Do Primeiro Caça F 39E Gripen Montado No Brasil - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/25-Apresentacao-do-primeiro-Caca-F-39E-Gripen-montado-no-Brasil-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/25-Apresentacao-do-primeiro-Caca-F-39E-Gripen-montado-no-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/25-Apresentacao-do-primeiro-Caca-F-39E-Gripen-montado-no-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/25-Apresentacao-do-primeiro-Caca-F-39E-Gripen-montado-no-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89487" class="wp-caption-text">Apresentação do primeiro Caça F-39E Gripen montado no Brasil &#8211; Ricardo Stuckert/PR</figcaption></figure>
<p>Durante a agenda, também foi apresentado ao presidente um protótipo de veículo aéreo elétrico de decolagem vertical (eVTOL), desenvolvido pela Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, voltado para soluções de mobilidade urbana aérea.</p>
<p>Autoridades presentes destacaram o papel estratégico do investimento em tecnologia e inovação. O vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou que o domínio tecnológico é fundamental para o desenvolvimento industrial, enquanto o ministro da Defesa, José Múcio, enfatizou o acesso a tecnologias de ponta como um dos principais ganhos do projeto.</p>
<p>A produção do Gripen no Brasil faz parte de um contrato firmado em 2014, que prevê a entrega de 36 aeronaves para a Força Aérea, sendo parte delas montada em território nacional. O modelo pode atingir velocidades superiores a Mach 2, o equivalente a mais de 2.400 km/h, e representa um salto tecnológico para o setor aeroespacial brasileiro.</p>
<p>Com a entrega do primeiro exemplar produzido no país, o programa avança para uma nova fase, consolidando o Brasil como protagonista emergente na indústria global de defesa e ampliando sua participação em cadeias internacionais de alta tecnologia.</p>
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		<title>Forças Armadas vão atuar em 32 cidades do Rio durante eleições</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forcas-armadas-vao-atuar-em-32-cidades-do-rio-durante-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 15:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças Armadas vão atuar em 32 dos 92 municípios fluminenses durante as eleições municipais do próximo domingo (6). Os militares atuarão em cerca de 500 locais de votação e nas principais vias expressas. As ações foram apresentadas em reunião de alinhamento do Gabinete Extraordinário de Segurança Institucional (Gaesi) do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças Armadas vão atuar em 32 dos 92 municípios fluminenses durante as eleições municipais do próximo domingo (6). Os militares atuarão em cerca de 500 locais de votação e nas principais vias expressas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As ações foram apresentadas em reunião de alinhamento do Gabinete Extraordinário de Segurança Institucional (Gaesi) do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). O grupo é formado por representantes de forças de segurança que atuam na prevenção e repressão de condutas criminosas que possam colocar em risco a normalidade das eleições. Os militares reforçarão a segurança e darão apoio logístico.</p>
<p>A presença dos militares nas eleições do Rio de Janeiro foi solicitada pelo TRE ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o governo do estado.</p>
<p>O presidente do TRE-RJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, reiterou a confiança no sucesso das logísticas operacionais e de segurança das eleições, resultado de minucioso planejamento. Segundo ele, tudo foi feito com muito cuidado, pensando no bem-estar do eleitor, na lisura e na isonomia da disputa entre os candidatos. “Nós alteramos 53 locais de votação por motivos de segurança, o que simplificou a operação logística. Assim, os eleitores votarão em locais mais protegidos, livres de influências e pressões externas, e o excedente de efetivo mobilizado para esses locais será otimizado, com distribuição orientada pela inteligência”, afirmou.</p>
<p>A Polícia Militar fará a segurança e distribuição das urnas nos 4.974 locais de votação de todo o estado e dará apoio à fiscalização eleitoral. Os policiais atuarão ainda nas escoltas preparatórias das urnas eletrônicas, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal.</p>
<p>Na cidade do Rio, a Guarda Municipal dará apoio à segurança de 99 seções e atuará na orientação do trânsito, garantindo a livre circulação de eleitores durante o período de votação.</p>
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		<title>Forças Armadas intensificam combate ao garimpo na Terra Indígena Yanomami</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forcas-armadas-intensificam-combate-ao-garimpo-na-terra-indigena-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 20:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa anunciou uma nova etapa da Operação Catrimani, destinada ao combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY). Esta segunda fase da operação, que ocorrerá de abril a dezembro deste ano, tem como objetivo conter as atividades ilícitas que têm impactado negativamente a vida dos Yanomami. A diretriz, publicada no Diário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Defesa anunciou uma nova etapa da Operação Catrimani, destinada ao combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY). Esta segunda fase da operação, que ocorrerá de abril a dezembro deste ano, tem como objetivo conter as atividades ilícitas que têm impactado negativamente a vida dos Yanomami.</p>
<p>A diretriz, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (8), delineia a atuação das Forças Armadas, que serão mobilizadas para interromper o fluxo logístico e inutilizar a infraestrutura de apoio ao garimpo ilegal na região. Para coordenar essas ações, será estabelecido um posto de comando na cidade de Boa Vista, em Roraima.</p>
<p>Esta é a segunda vez que o Comando Conjunto Catrimani é ativado para apoiar os Yanomami. Na primeira etapa, foram realizadas ações humanitárias de transporte e distribuição de alimentos, além de atendimentos médicos e evacuações aeromédicas. Desde janeiro de 2023, mais de 36,6 mil cestas de alimentos foram entregues e milhares de atendimentos médicos foram realizados.</p>
<p>A reserva dos Yanomami é a maior do país, abrangendo uma área de mais de nove milhões de hectares nos estados de Roraima e Amazonas. Com uma população de mais de 27,1 mil indígenas distribuídos em nove aldeias, a região enfrenta sérios problemas decorrentes do garimpo ilegal, incluindo contaminação por mercúrio.</p>
<p>A atividade criminosa não apenas afeta a subsistência dos Yanomami pela redução dos recursos naturais, mas também causa danos à saúde da comunidade devido à contaminação por mercúrio. A persistência desses problemas levou o governo federal a decretar emergência em saúde pública em janeiro de 2023 e a iniciar uma força-tarefa para desintrusão do território Yanomami. Apesar dos esforços, o combate ao garimpo ilegal continua sendo uma prioridade para garantir o bem-estar e os direitos dos indígenas.</p>
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		<title>Desgaste na imagem das Forças Armadas: Uma nova era de investigação e prestação de contas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 17:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Após décadas desde o golpe militar de 1964, os militares das Forças Armadas do Brasil se encontram sob escrutínio, enfrentando investigações e detenções por sua alegada participação em uma tentativa de golpe de Estado. Especialistas, ao comentar sobre este inusitado acontecimento, destacam o impacto sobre a imagem das Forças Armadas, ressaltando a importância desse momento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após décadas desde o golpe militar de 1964, os militares das Forças Armadas do Brasil se encontram sob escrutínio, enfrentando investigações e detenções por sua alegada participação em uma tentativa de golpe de Estado. Especialistas, ao comentar sobre este inusitado acontecimento, destacam o impacto sobre a imagem das Forças Armadas, ressaltando a importância desse momento histórico na promoção da transparência e no fortalecimento da democracia.</p>
<p>As recentes revelações, incluindo depoimentos de ex-comandantes das três Forças, têm gerado debates sobre o respeito à democracia e a necessidade de responsabilização por eventuais transgressões. A investigação em curso pela Polícia Federal e as prisões autorizadas pelo Judiciário não apenas marcam um precedente na história do país, mas também transmitem uma mensagem clara à sociedade sobre a importância de se defender os princípios democráticos.</p>
<p>Para os estudiosos do papel das Forças Armadas, como a professora Juliana Bigatão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o Brasil está testemunhando um evento sem precedentes, com a aplicação de medidas como prisões preventivas de membros das Forças Armadas, algo incomum na história do país. Esta mudança de cenário ressalta a necessidade de investigação e punição para crimes contra a democracia, algo que historicamente não foi uma prática comum no Brasil.</p>
<p>O professor João Roberto Martins Filho, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), destaca a diferença entre o atual processo de julgamento dos militares pela Justiça civil e os eventos pós-golpe de 1964, quando os próprios militares conduziram investigações e julgamentos internos. A investigação de generais do Exército, a mais alta patente das Forças Armadas, representa um marco significativo nesta nova fase de responsabilização.</p>
<p>Embora o impacto desses eventos na imagem das Forças Armadas ainda esteja em avaliação, especialistas alertam para a necessidade de transparência e prestação de contas. Com a Lei de Anistia de 1979 ainda em vigor, nenhum membro das Forças Armadas foi responsabilizado por crimes durante a ditadura militar, destacando a importância de se chegar a desfechos justos nos processos em andamento.</p>
<p>Em meio a esse contexto, surgem discussões sobre o papel das Forças Armadas na sociedade brasileira. Enquanto historicamente são valorizados por suas contribuições civis, como transporte de suprimentos básicos e assistência em áreas de difícil acesso, recentes eventos têm levantado questionamentos sobre sua conduta antidemocrática.</p>
<p>Os especialistas concordam que o atual desafio das Forças Armadas reside em restaurar sua imagem e reforçar seu compromisso com a democracia. Com a colaboração ativa das lideranças militares e o apoio às investigações em andamento, espera-se que esse período de turbulência resulte em uma instituição mais transparente e alinhada com os valores democráticos do país.</p>
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		<title>Saiba como vai funcionar a GLO nos portos e aeroportos do RJ e de SP</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/saiba-como-vai-funcionar-a-glo-nos-portos-e-aeroportos-do-rj-e-de-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 00:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Forcas Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[GLO]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir da próxima segunda-feira (6), 3,7 mil militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha passarão a atuar em ações de combate ao crime em três portos e dois aeroportos dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, bem como no Lago de Itaipu. O objetivo é prevenir e reprimir o tráfico de drogas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A partir da próxima segunda-feira (6), 3,7 mil militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha passarão a atuar em ações de combate ao crime em três portos e dois aeroportos dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, bem como no Lago de Itaipu. O objetivo é prevenir e reprimir o tráfico de drogas e de armas e outros tipos de crimes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A instituição da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e atuação das Forças Armadas nos portos e aeroportos foram autorizadas por meio do<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.765-de-1-de-novembro-de-2023-520494812" target="_blank" rel="noopener"> Decreto nº 11.765</a>, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos ministros José Múcio Monteiro (Defesa) e Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública).</p>
<p>Nas últimas semanas, foi registrada uma escalada de violência. No Rio de Janeiro, por exemplo, criminosos queimaram 35 ônibus e até uma cabine de trem, provocando o caos em sete bairros da zona oeste da capital fluminense, depois de um líder miliciano ter sido morto em uma operação da Polícia Civil.</p>
<h2>Como será a GLO?</h2>
<p>A atuação de militares em ações preventivas e repressivas ocorrerá nos portos de Santos (SP), do Rio de Janeiro (RJ) e de Itaguaí (RJ); bem como nos aeroportos de Guarulhos (SP) e Tom Jobim (RJ).</p>
<p>O decreto estabelece que Exército e Aeronáutica devem incrementar as operações que já realizam ao longo das fronteiras brasileiras. A Marinha deve fortalecer as ações preventivas e repressivas nas baías de Guanabara e de Sepetiba, ambas no Rio de Janeiro; nos acessos marítimos ao Porto de Santos e na porção brasileira do Lago de Itaipu.</p>
<p>Os militares não farão policiamento de ruas e bairros.</p>
<h2>Por quanto tempo?</h2>
<p>O emprego das Forças Armadas nas operações de segurança em portos e aeroportos ocorrerá de 6 de novembro a 3 de maio de 2024.</p>
<h2>Como fica o trabalho dos órgãos de segurança dos estados?</h2>
<p>Segundo o governo federal, esta será a primeira vez que uma missão de GLO contempla áreas específicas de controle federal, e não interfere na atuação dos estados ou do Distrito Federal. De acordo com o Ministério da Defesa, trata-se de uma operação “específica” para os três portos e os dois aeroportos. Toda a missão será realizada de forma articulada com órgãos de segurança pública, como a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).</p>
<p>“As competências estaduais estão totalmente preservadas”, assegurou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, durante a cerimônia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que autoriza a GLO e anunciou outras medidas para a segurança pública, nesta quarta-feira (1º).</p>
<p>“O que já estamos fazendo é ter presença em áreas federais. Não vamos suprimir a área de competência das polícias do estado ou do município”, concluiu Dino, explicando que, mesmo portos e aeroportos já sendo policiados por órgãos federais, a medida possibilitará uma maior integração entre militares e agentes da segurança.</p>
<h2>O que é uma GLO?</h2>
<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/d3897.htm" target="_blank" rel="noopener">Previstas na Constituição Federal</a>, as GLOs conferem às Forças Armadas a autonomia necessária para que atuem com poder de polícia, por tempo predeterminado, em área previamente definida.</p>
<p>A Carta Magna estabeleceu, em seu artigo 142, que Aeronáutica, Exército e Marinha devem zelar pela manutenção da lei e da ordem, em qualquer parte do território brasileiro, quando acionadas “por qualquer um dos poderes constitucionais (Executivo, Legislativo e Judiciário).</p>
<p>Contudo, em agosto de 2001, o então presidente da República Fernando Henrique Cardoso <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/d3897.htm" target="_blank" rel="noopener">regulamentou o mecanismo das GLOs</a>, fixando suas diretrizes por meio do Decreto nº 3.897.</p>
<p>A partir daí, a decisão sobre o emprego de militares neste tipo de ação passou a ser de competência exclusiva dos presidentes da República em exercício – que pode decidir por iniciativa própria ou em resposta a pedido de governadores ou dos presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados ou do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>O mesmo decreto presidencial de 2001 também estabelece que as missões só devem ser autorizadas “em graves situações de perturbação da ordem” e se as forças de segurança públicas estaduais e federais tiverem “esgotado” os instrumentos e meios disponíveis para “preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio”.</p>
<h2>Quantas GLOs já tivemos no país?</h2>
<p>Um <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/arquivos/exercicios_e_operacoes/glo/1-metodologia-de-estudo.pdf" target="_blank" rel="noopener">levantamento do Ministério da Defesa</a> mostra que, entre 1992 e 2022, foram autorizadas 145 missões de Garantia da Lei e da Ordem no país.</p>
<p>&#8211; 11 ocorreram em 2000, ano em que foi registrado o maior número de operações;</p>
<p>&#8211;  26 GLOs (17,9%) foram motivadas por greves de policiais militares;</p>
<p>&#8211; 39 missões (27%) reforçaram a segurança durante grandes eventos no país: Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro; Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável do Rio de Janeiro (Rio + 20), em 2012; na visita do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, em 2013; e na Copa do Mundo de Futebol, em 2014;</p>
<p>&#8211; GLOs são frequentemente autorizadas para assegurar a tranquilidade e a lisura de processos eleitorais em município sob risco de perturbação da ordem.</p>
</div>
</div>
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		<title>PGR pede acesso a postagens de Bolsonaro sobre eleições</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pgr-pede-acesso-a-postagens-de-bolsonaro-sobre-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 23:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (17) que as plataformas de redes sociais apresentem todas as postagens feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro sobre eleições, urnas eletrônicas e assuntos envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Supremo Tribunal Federal (STF) e as Forças Armadas. O pedido foi feito pelo subprocurador Carlos Frederico Santos e enviado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (17) que as plataformas de redes sociais apresentem todas as postagens feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro sobre eleições, urnas eletrônicas e assuntos envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Supremo Tribunal Federal (STF) e as Forças Armadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O pedido foi feito pelo subprocurador Carlos Frederico Santos e enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Se o envio dos dados for determinado pelo ministro, as informações vão embasar as investigações sobre eventuais manifestações de Bolsonaro a favor dos atos golpistas de 8 de janeiro e manifestações antidemocráticas antes da data.</p>
<p>Bolsonaro foi incluído na investigação após publicar, no dia 10 de janeiro, um vídeo que questionava a legitimidade do resultado das eleições de 2022. A postagem foi apagada após a repercussão do caso, mas Moraes determinou que as plataformas preservem o material.</p>
<p>Na solicitação, Santos também quer a lista completa com os nomes e dados de identificação dos seguidores do ex-presidente nas redes sociais.</p>
<p>A PGR ainda pediu às redes sociais os dados sobre número de visualizações, curtidas, compartilhamentos e comentários nas postagens de Bolsonaro.</p>
<p>Não há prazo para decisão de Alexandre de Moraes no caso.</p>
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		<title>Defesa entregará relatório sobre urnas ao TSE na quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 00:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CPLP]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa informou que vai encaminhar na quarta-feira (9) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o relatório de fiscalização do sistema eletrônico de votação elaborado por técnicos das Forças Armadas. Os militares fazem parte da comissão de transparência criada pelo próprio TSE para fiscalizar as eleições, que foram encerradas no dia 30 de outubro. Com fim [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério da Defesa informou que vai encaminhar na quarta-feira (9) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o relatório de fiscalização do sistema eletrônico de votação elaborado por técnicos das Forças Armadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os militares fazem parte da comissão de transparência criada pelo próprio TSE para fiscalizar as eleições, que foram encerradas no dia 30 de outubro.</p>
<p>Com fim do pleito, outras entidades também entregaram à Justiça Eleitoral suas conclusões sobre o processo eleitoral.</p>
<p>Na semana passada, a missão internacional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) concluiu que as eleições brasileiras ocorreram de forma segura e confiável.</p>
<p>De acordo com a entidade, a votação por meio da urna eletrônica é “confiável e credível” e permitiu a contagem célere dos votos. Segundo a CPLP, não há reclamações suscetíveis para colocar em dúvida a transparência do processo de votação.</p>
<p>A missão da Organização dos Estados Americanos (OEA), que também participou de eleições anteriores como observadora, afirmou que não houve irregularidades em 100% dos testes e auditorias acompanhadas pela OEA.</p>
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		<title>Forças armadas vão apoiar TSE na segurança das eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 13:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa informou ontem (20) que vai apoiar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o envio de tropas para garantir a logística de distribuição das urnas e a segurança das eleições. O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro. O trabalho será realizado por meio do acionamento dos comandos militares do Norte, [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério da Defesa informou ontem (20) que vai apoiar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o envio de tropas para garantir a logística de distribuição das urnas e a segurança das eleições. O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O trabalho será realizado por meio do acionamento dos comandos militares do Norte, Nordeste, Oeste, Leste, Planalto e da Amazônia. O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e Comando de Defesa Cibernética (COMDCIBER) também vão participar da operação.</p>
<p>No sábado (17), o presidente do tribunal, ministro Alexandre de Moraes, atendeu ao pedido de tribunais regionais eleitorais e autorizou o envio de militares das Forças Armadas para reforçar a segurança do pleito em 568 localidades de 11 estados. A medida foi referendada, por unanimidade, pelo plenário do TSE em sessão de hoje (20) à noite.</p>
<h2>Tropas</h2>
<p>De acordo com a pasta, militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica vão garantir a segurança de zonas eleitorais e auxiliar na logística de distribuição das urnas eletrônicas e do transporte de pessoal para comunidades localizadas em áreas rurais, indígenas e ribeirinhas.</p>
<p>As forças devem atuar em 167 localidades do estado do Rio de Janeiro, conforme solicitação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Já o Maranhão solicitou apoio em 97 localidades.</p>
<p>Também serão enviadas forças de segurança para o Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins. Entre as solicitações dos TREs destes estados estão apoio logístico, inclusive em terras indígenas.</p>
<p>A decisão será encaminhada ao Ministério da Defesa, órgão que será responsável pela logística de distribuição das tropas.</p>
<p>O envio de tropas federais ocorre quando um município informa à Justiça Eleitoral que não tem capacidade de garantir a normalidade do pleito com o efetivo policial local.</p>
<p>Nas eleições de 2018, 513 localidades de 11 estados contaram com a presença de militares durante o pleito.</p>
<p>Em agosto, o decreto presidencial 11.172 autorizou o emprego da Forças Armadas para garantia da votação e da apuração das eleições.</p>
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		<title>Vice-presidente participa de feira da indústria de defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2022 18:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente Hamilton Mourão participou hoje (20) do encerramento da 2ª SC Expo Defense, um evento que reúne empresas e órgãos que atuam na área de produção e desenvolvimento de produtos industriais militares. Sediada neste ano em Florianópolis (SC), a feira visa dar visibilidade às inovações do setor de defesa e integrar centros de tecnologia [&#8230;]]]></description>
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<p>O vice-presidente Hamilton Mourão participou hoje (20) do encerramento da 2ª SC Expo Defense, um evento que reúne empresas e órgãos que atuam na área de produção e desenvolvimento de produtos industriais militares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Sediada neste ano em Florianópolis (SC), a feira visa dar visibilidade às inovações do setor de defesa e integrar centros de tecnologia com as Forças Armadas. Além de estandes e exposições de produtos e serviços, a feira contou com palestras, debates e painéis com a participação de civis, militares e representantes do governo.</p>
<p>Segundo Mourão, eventos como a SC Expo Defense asseguram a independência e soberania nacionais. “Desde 1980, quando houve o conflito das Malvinas, se compreendeu que não se pode ficar dependente dos insumos na área de defesa provenientes do exterior. Tem que ter a capacidade de produzir pelo menos de 50% a 60% das necessidades dentro do país”, disse.</p>
<p>No estande da Marinha, os visitantes puderam conhecer de perto aeronaves e protótipos da Fragata Classe Tamandaré, além da maquete do primeiro Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro (SN-BR), o submarino Álvaro Alberto. O Exército expôs viaturas blindadas Guarani e os novos armamentos do sistema Astros 2020. Já a apresentação da Aeronáutica contou com um KC-390 Millennium e réplica do novo caça multimissão F-39 Gripen.</p>
<p>O setor representa 4,78% do Produto Interno Bruto (PIB), gera 2,9 milhões de empregos diretos e indiretos.</p>
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