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	<title>FMI &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>FMI &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Em carta ao FMI, Haddad defende taxação global dos super-ricos e transição verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 21:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma proposta ousada durante a reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Em carta enviada ao evento, o governo brasileiro defendeu a criação de um sistema global de taxação sobre os super-ricos, destinado a financiar ações contra a crise climática e reduzir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma proposta ousada durante a reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Em carta enviada ao evento, o governo brasileiro defendeu a criação de um sistema global de taxação sobre os super-ricos, destinado a financiar ações contra a crise climática e reduzir desigualdades sociais.</p>
<p>O documento, divulgado pelo Ministério da Fazenda e assinado por Haddad — representado na ocasião pela secretária de Assuntos Internacionais, Tatiana Rosito —, afirma que o modelo tributário internacional atual é “inadequado”, pois permite uma concentração inédita de riqueza e facilita evasão e elisão fiscais em larga escala.</p>
<blockquote><p>“Agora é a hora de os super-ricos pagarem sua parte justa de impostos”, diz a carta, que convoca o FMI e o Banco Mundial a liderarem uma nova fase de globalização, pautada por metas socioambientais e de justiça econômica.</p></blockquote>
<h3>Justiça fiscal e sustentabilidade</h3>
<p>O texto também detalha o eixo da política econômica interna brasileira, que busca equilibrar as contas públicas com equidade social. O governo reafirma o compromisso com a reforma tributária progressiva, revisão de isenções ineficientes e integração de metas ecológicas ao centro da política fiscal, por meio do Plano de Transformação Ecológica.</p>
<p>Haddad, que permaneceu em Brasília negociando questões orçamentárias, enfatizou que o ajuste fiscal deve ocorrer sem comprometer a justiça social.</p>
<h3>Defesa do multilateralismo</h3>
<p>O documento critica o avanço de políticas protecionistas e unilaterais, apontando que elas “alimentam a incerteza e ameaçam o crescimento global”. O Brasil defende a reconstrução de uma ordem econômica multilateral previsível, guiada por cooperação e sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“A economia global navega em águas desconhecidas”, diz o texto, citando riscos como inflação persistente, juros altos e a crise climática.</p></blockquote>
<h3>Reformas no FMI e estabilidade econômica</h3>
<p>A carta também propõe reformas na governança do FMI, com maior representatividade para países em desenvolvimento, e pede que o órgão atue com transparência na análise de impactos de políticas comerciais e cortes em ajuda internacional.</p>
<p>Internamente, o governo destaca a resiliência da economia brasileira, com crescimento previsto de 2,4% em 2025, queda do desemprego e equilíbrio nas contas externas. O plano fiscal prevê superávit de 0,25% do PIB em 2026, alcançando 1,25% em 2029, quando o país pretende estabilizar a dívida pública.</p>
<p>Para Haddad, o fortalecimento do multilateralismo e a justiça tributária global são essenciais para construir uma economia mundial “mais verde, estável e inclusiva”.</p>
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		<title>Haddad diz esperar acordo do G20 até novembro para taxar super-ricos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-diz-esperar-acordo-do-g20-ate-novembro-para-taxar-super-ricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 20:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carica]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
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		<category><![CDATA[União Africana]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta, a União Europeia e a União Africana, o G20 pode chegar a um acordo sobre a taxação de super-ricos até novembro, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em viagem aos Estados Unidos, o ministro disse que o governo do presidente Joe Biden apoia a medida, [&#8230;]]]></description>
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<p>Grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta, a União Europeia e a União Africana, o G20 pode chegar a um acordo sobre a taxação de super-ricos até novembro, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em viagem aos Estados Unidos, o ministro disse que o governo do presidente Joe Biden apoia a medida, proposta pelo Brasil, que exerce a presidência do G20 até novembro deste ano.</p>
<p>“Podemos, em julho, e depois, em novembro, soltar um comunicado político com um consentimento dos membros do G20 dizendo que, sim, essa proposta precisa ser analisada, tem procedência e que vale a pena, ao longo de três ou quatro anos, nos debruçarmos sobre ela para ver sobre o que nós estamos falando”, disse o ministro, em entrevista coletiva ao lado do ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire.</p>
<p>Apesar do aparentemente entrosamento, o ministro da Fazenda disse ser necessário que os países do G20 tratem o assunto como prioridade nos próximos anos. Segundo Haddad, é preciso haver coordenação internacional porque a taxação por apenas um país seria ineficaz e criaria conflitos de interesse. “Se algum país achar que vai resolver esse tipo de injustiça sozinho, ele vai ser prejudicado por uma espécie de guerra fiscal entre os Estados nacionais”, advertir o ministro.</p>
<p>Em relação ao engajamento de outros países, Haddad citou o governo do presidente Joe Biden como potencial aliado. “Especificamente, a administração Biden tem dado sinais claros de que algo precisa ser feito [sobre a taxação de super-ricos]. Ou no plano doméstico, ou no plano internacional”, afirmou.</p>
<p>Sobre o Brasil, o ministro da Fazenda disse ser necessária vontade política para que a proposta avance. De acordo com Haddad, o comunicado conjunto do G20 deverá ter três eixos: o intercâmbio de dados entre os países; o apoio técnico da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE); e um prazo curto para implementação das medidas, que mostre o compromisso dos países com a taxação.</p>
<p>O ministro francês Bruno Le Maire disse concordar com a necessidade de aprovação da medida. “Essa é apenas uma questão de vontade política e de determinação política”, declarou.</p>
<h2>Endividamento</h2>
<p>De manhã, Haddad disse que o mundo pode estar à beira de uma nova crise de endividamento, após os gastos com a pandemia de covid-19 e a alta da inflação no planeta. Em evento do G20 de combate à pobreza e à fome, ele afirmou que nenhum país conseguirá superar o problema isoladamente. Segundo o ministro, a taxação dos mais ricos é essencial para reduzir a dívida.</p>
<p>“As conversas sobre tributação estão explorando formas inovadoras de fazer com que super-ricos paguem sua justa cota de impostos, contribuindo, assim, para ampliar o espaço fiscal adicional para a implementação de políticas públicas contra a fome e a pobreza”, declarou o ministro.</p>
<p>Nesta quarta-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI), que promove a reunião anual de primavera em Washington, revisou para baixo o crescimento da dívida pública brasileira. Conforme a instituição, a dívida bruta subirá de 84,7% em 2023 para 86,7% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, contra estimativa anterior de 90,3% do PIB em 2024.</p>
<p>Apesar da desaceleração o FMI recomendou que o Brasil faça um esforço fiscal mais “ambicioso” e corte mais gastos ou aumente a arrecadação. Haddad avaliou como positiva a revisão das projeções.</p>
<p>“O fato de o FMI dizer que nossa dívida está se estabilizando num patamar melhor do que eles supunham inicialmente é significativo, mas o desafio existe. Se tem uma pessoa que nunca negou que temos um desafio fiscal, é este que vos fala”, declarou o ministro.</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Até sexta-feira (19), Haddad participa da reunião de primavera do FMI e do Banco Mundial, além de promover uma segunda reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20. Nesta quinta (18), Haddad presidirá a segunda reunião ministerial do G20, às 10h (horário local), também na sede do FMI, e dará uma entrevista coletiva por volta das 13h.</p>
<p>À tarde, o ministro terá uma reunião bilateral com o ministro de Finanças da China, Lan Fo’an. Em seguida, o ministro participará de uma reunião fechada promovida pelo FMI e pelo G20 sobre riscos para a economia global.</p>
</div>
</div>
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		<title>FMI: Inteligência Artificial impactará 40% dos empregos globais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fmi-inteligencia-artificial-impactara-40-dos-empregos-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes do início da reunião do G20, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, revelou que o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) terá repercussões em 40% dos empregos em todo o mundo, especialmente nas economias avançadas. Em entrevista à France-Presse (AFP), Georgieva destacou que, globalmente, 40% dos empregos serão afetados, com uma ênfase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes do início da reunião do G20, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, revelou que o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) terá repercussões em 40% dos empregos em todo o mundo, especialmente nas economias avançadas.</p>
<p>Em entrevista à France-Presse (AFP), Georgieva destacou que, globalmente, 40% dos empregos serão afetados, com uma ênfase ainda maior nas economias avançadas e em alguns países emergentes, onde até 60% dos empregos podem ser impactados. Ela salientou que os efeitos não são necessariamente negativos, podendo resultar em um &#8220;aumento dos rendimentos&#8221;.</p>
<p>Os dados foram divulgados em um relatório do FMI antes das reuniões do Fórum Econômico Mundial em Davos, alertando que a IA pode intensificar as desigualdades salariais, prejudicando especialmente a classe média. Trabalhadores com salários já elevados, por outro lado, podem ver aumentos salariais &#8220;maiores do que a proporção&#8221; dos ganhos de produtividade proporcionados por essa tecnologia.</p>
<p>Georgieva enfatizou a importância de priorizar a assistência aos trabalhadores afetados e &#8220;compartilhar os ganhos de produtividade&#8221;. O relatório aponta que Singapura, Estados Unidos e Canadá são os países mais preparados para a integração da IA, enquanto a diretora-geral expressa preocupação com o abandono escolar nos Estados mais pobres, enfatizando a necessidade de agir rapidamente para aproveitar as oportunidades oferecidas pela IA.</p>
<p>Em um contexto de desaceleração do crescimento global, Georgieva enfatizou a necessidade &#8220;desesperada&#8221; de elementos capazes de aumentar a produtividade, destacando que, apesar dos receios associados à IA, ela pode representar uma &#8220;grande oportunidade para todos&#8221;.</p>
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		<title>Reforma de instituições globais será destaque de viagem de Haddad</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/reforma-de-instituicoes-globais-sera-destaque-de-viagem-de-haddad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 15:09:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
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					<description><![CDATA[A reforma das instituições financeiras multilaterais será o principal tema do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que começou na última segunda-feira (9) e se estende até sábado (14) em Marrakech, no Marrocos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, embarcou na noite desta terça-feira (10) e terá reuniões preparatórias nesta [&#8230;]]]></description>
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<p>A reforma das instituições financeiras multilaterais será o principal tema do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que começou na última segunda-feira (9) e se estende até sábado (14) em Marrakech, no Marrocos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, embarcou na noite desta terça-feira (10) e terá reuniões preparatórias nesta quarta.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na quinta-feira (12), Haddad iniciará a participação no evento, com reuniões bilaterais com ministros de Finanças e com a presidenta do Banco do Brics, Dilma Rousseff. O ministro também tratará de preparar o encontro de 2024, que ocorrerá no Brasil. A reunião anual do FMI e do Banco Mundial abordará ainda as tensões geopolíticas mundiais, agravadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia e o conflito entre Israel e o grupo Hamas.</p>
<p>O país será o anfitrião do próximo encontro do FMI e do Banco Mundial por presidir o G20, grupo das 20 maiores economias do planeta. Segundo o Ministério da Fazenda, Haddad quer aproveitar a presidência do Brasil no G20 para introduzir temas de pano de fundo, como inclusão social e combate à fome, transição energética e desenvolvimento sustentável e reformulação de instituições de governança global.</p>
<p>O encontro reúne ministros de Finanças e presidentes dos Bancos Centrais de 189 países. A cada três anos, o FMI e o Banco Mundial organizam reuniões fora dos Estados Unidos, mas o encontro no Marrocos, originalmente previsto para 2021, foi adiado por causa da pandemia de covid-19. O governo marroquino decidiu manter a reunião deste ano, apesar do terremoto que destruiu os arredores de Marrakech há um mês.</p>
<p>Nas reuniões bilaterais, estão previstas discussões de relações comerciais e cooperação econômica entre o Brasil e outros países. Haddad se encontrará com os seguintes ministros de Finanças: Nirmala Sitharaman (Índia), Sri Mulyani (Indonésia), Bruno Le Maire (França), Jeremy Hunt (Reino Unido) e Fernando Medina (Portugal).</p>
<p>Em relação aos órgãos multilaterais, além do encontro com Dilma Rousseff, Haddad se reunirá com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e com o presidente do Grupo Banco Mundial, Ajay Banga.</p>
<p>Confira a agenda completa do ministro no Marrocos, no horário local, quatro horas a mais que em Brasília:</p>
<p><strong>Quarta-feira (11/10)</strong></p>
<p>Reuniões preparatórias</p>
<p><strong>Quinta-Feira (12/10)</strong></p>
<p>9h – Nirmala Sitharaman, ministra das Finanças da Índia</p>
<p>9h45 às 12h15 – Plenária do Comitê de Desenvolvimento</p>
<p>11h20 – Bruno Le Maire, ministro da Economia e Finanças da França</p>
<p>12h – Kristalina Georgieva, diretora-geral do FMI</p>
<p>14h – Dilma Rousseff, presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento</p>
<p>15h – Encontro das diretorias do FMI</p>
<p>18h – Jantar ministerial do G-20</p>
<p><strong>Sexta-Feira (13/10)</strong></p>
<p>9h – Amina J. Mohammed, secretária-geral adjunta da ONU</p>
<p>9h45 – Sri Mulyani, ministra das Finanças da Indonésia</p>
<p>10h30 – sessão de ministros das Finanças e de presidentes dos Bancos Centrais do G20</p>
<p>15h – Jeremy Hunt, chanceler do Tesouro do Reino Unido</p>
<p>15h15 – Ajay Banga, presidente do Banco Mundial</p>
<p>15h45 -Achim Steiner, diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)</p>
<p>18h15 – Fernando Medina, ministro das Finanças de Portugal</p>
<p><strong>Sábado (14/10)</strong></p>
<p>10h – Plenária do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC)</p>
<p>14h – Partida para São Paulo</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Em Davos, chefe do FMI diz que perspectivas econômicas estão melhores</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/em-davos-chefe-do-fmi-diz-que-perspectivas-economicas-estao-melhores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 15:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Kristalina Georgieva]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, disse nesta sexta-feira que as perspectivas econômicas são melhores do que se previa há alguns meses. Kristalina disse em um painel do Fórum Econômico Mundial que a melhora se deu pelo avanço do potencial da China de impulsionar o crescimento, e que o FMI agora estima [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, disse nesta sexta-feira que as perspectivas econômicas são melhores do que se previa há alguns meses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Kristalina disse em um painel do Fórum Econômico Mundial que a melhora se deu pelo avanço do potencial da China de impulsionar o crescimento, e que o FMI agora estima o crescimento chinês em 4,4% para 2023.</p>
<p>Ela disse, no entanto, que não viu nenhuma &#8220;melhoria dramática&#8221; na atual previsão de crescimento global do FMI para 2023 de 2,7%.</p>
<p>Kristalina disse que a guerra na Ucrânia continua sendo um &#8220;risco tremendo&#8221; para a confiança, principalmente na Europa.</p>
</div>
</div>
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