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	<title>Flávio Dino &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Flávio Dino &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Dino afirma que aposentadoria não deve ser usada como punição a juízes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dino-afirma-que-aposentadoria-nao-deve-ser-usada-como-punicao-a-juizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria compulsírua]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afirmou que a aposentadoria compulsória não pode ser considerada uma punição administrativa adequada para magistrados que cometem infrações graves. Segundo ele, nesses casos a sanção mais correta deve ser a perda do cargo, e não o afastamento remunerado. A aposentadoria compulsória é atualmente uma das penalidades previstas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afirmou que a aposentadoria compulsória não pode ser considerada uma punição administrativa adequada para magistrados que cometem infrações graves. Segundo ele, nesses casos a sanção mais correta deve ser a perda do cargo, e não o afastamento remunerado.</p>
<p>A aposentadoria compulsória é atualmente uma das penalidades previstas na legislação disciplinar da magistratura. Nessa situação, o juiz deixa o cargo, mas continua recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, o que, na avaliação de Dino, não caracteriza punição efetiva.</p>
<p>Para o ministro, quando um magistrado comete uma falta grave — como corrupção ou venda de sentenças — a consequência deve ser mais rigorosa. O entendimento é que infrações graves precisam resultar na demissão ou perda do cargo, garantindo maior coerência com as punições aplicadas a outros servidores públicos.</p>
<p>A discussão também envolve a chamada Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), criada em 1979, que prevê a aposentadoria compulsória como a sanção disciplinar mais severa aplicada a juízes. A norma permite que magistrados punidos continuem recebendo remuneração, situação que tem sido alvo de críticas no debate público e jurídico.</p>
<p>O entendimento apresentado por Dino surgiu no julgamento de um caso envolvendo um juiz do estado do Rio de Janeiro e pode servir como referência para decisões semelhantes envolvendo magistrados em todo o país.</p>
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		<title>TJSP vai ao STF para anular decisão que suspende “penduricalhos” na administração pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 21:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) apresentou, nesta quarta-feira (11), um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de anular a decisão do ministro Flávio Dino que determinou a suspensão de pagamentos de benefícios indenizatórios irregulares — conhecidos popularmente como “penduricalhos” — concedidos a servidores públicos nos Três Poderes. Na semana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) apresentou, nesta quarta-feira (11), um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de anular a decisão do ministro Flávio Dino que determinou a suspensão de pagamentos de benefícios indenizatórios irregulares — conhecidos popularmente como <em>“penduricalhos”</em> — concedidos a servidores públicos nos Três Poderes.</p>
<p>Na semana passada, o ministro Dino concedeu uma liminar ordenando que todas as verbas indenizatórias que não têm amparo legal fossem suspensas em até 60 dias. A medida foi motivada pelo entendimento de que tais pagamentos extrapolam o teto remuneratório constitucional, fixado em R$ 46,3 mil — o mesmo valor correspondente ao salário dos ministros do STF. (</p>
<p>No recurso ao STF, o TJSP argumenta que a suspensão não poderia ocorrer antes de o Congresso Nacional aprovar uma lei estabelecendo claramente quais verbas indenizatórias podem ser consideradas legítimas como exceção ao teto constitucional. Segundo o tribunal, é necessário assegurar ao Legislativo um <em>“prazo razoável”</em> para a adoção de medidas legais que regulamentem definitivamente o tema.</p>
<p>O tribunal também defende a ideia de autocontenção do Supremo, afirmando que o STF não deveria, por meio de decisão judicial, criar regras que cabe ao Congresso Nacional formular. Na visão do TJSP, a suspensão generalizada de parcelas antes da existência de uma lei específica pode gerar assimetria federativa, comprometer a administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar insegurança jurídica para os órgãos públicos.</p>
<p>O plenário do STF marcou para o dia 25 de fevereiro o julgamento definitivo da decisão proferida por Flávio Dino, quando os ministros deverão avaliar se mantêm ou reformam a determinação de suspensão dos penduricalhos em todo o país.</p>
<h3>O que são os “penduricalhos”?</h3>
<p>Os chamados penduricalhos são benefícios, adicionais e verbas indenizatórias que têm sido pagos a servidores públicos em diversos órgãos e que, na prática, elevam seus rendimentos acima do teto constitucional. O debate jurídico envolve identificar quais dessas verbas têm base legal suficiente para existir e quais foram criadas apenas por atos administrativos, sem respaldo em lei, motivo que levou o ministro Flávio Dino a ordenar sua suspensão.</p>
<p>Se o seu interesse for, posso transformar essa notícia em versão resumida para redes sociais ou elaborar uma análise mais aprofundada do impacto jurídico e político do caso.</p>
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		<title>Flávio Dino afirma que eventuais crimes ligados a emendas Pix serão investigados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flavio-dino-afirma-que-eventuais-crimes-ligados-a-emendas-pix-serao-investigados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 18:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas PIX]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (23) que é “dever da Justiça e dos órgãos de controle” investigar eventuais irregularidades nas chamadas emendas Pix, pagas entre 2020 e 2024. A declaração foi feita durante audiência pública realizada na sede do Supremo, em Brasília, que discutiu a transparência e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (23) que é “dever da Justiça e dos órgãos de controle” investigar eventuais irregularidades nas chamadas emendas Pix, pagas entre 2020 e 2024. A declaração foi feita durante audiência pública realizada na sede do Supremo, em Brasília, que discutiu a transparência e a rastreabilidade desses repasses orçamentários.</p>
<p>Dino destacou que o objetivo das apurações é garantir a correta aplicação dos recursos públicos e punir eventuais desvios, mas negou qualquer intenção de perseguição política. “É impossível abrirmos um tapete gigante e colocarmos tudo debaixo dele. Acredito que nenhum órgão sugeriria isso”, afirmou.</p>
<h3>Emendas sob suspeita</h3>
<p>Criadas em 2019, as emendas Pix receberam esse apelido porque permitiam transferências diretas de verbas federais a estados e municípios, sem exigência inicial de detalhamento sobre o autor da indicação ou o destino final do dinheiro. O modelo passou a ser questionado no STF justamente por dificultar a fiscalização e abrir brechas para uso indevido de recursos.</p>
<p>Desde 2022, o Supremo vem impondo regras mais rígidas de transparência, incluindo a obrigatoriedade de apresentação de planos de trabalho com informações detalhadas sobre a aplicação das verbas. Ainda assim, 35 mil relatórios relativos a emendas executadas entre 2020 e 2024 — somando cerca de R$ 20 bilhões — continuam pendentes de análise.</p>
<blockquote><p>“Quero crer que a grande maioria desses planos resultou em benefícios à coletividade. Mas é evidente que pode haver equívocos e crimes. Precisamos agora focar nisso”, disse o ministro.</p></blockquote>
<h3>Fiscalização e prioridade</h3>
<p>Os relatórios serão analisados inicialmente por amostragem, com prioridade para regiões de menor desenvolvimento humano e para áreas com maior risco de desvio de recursos, como mutirões de cirurgias, eventos e shows.</p>
<p>O ministro anunciou que irá notificar os Ministérios Públicos e Tribunais de Contas locais para que exijam a adequação das emendas Pix às normas definidas pelo STF. A Advocacia-Geral da União (AGU) deverá apresentar os primeiros resultados das análises.</p>
<h3>Novas ferramentas de transparência</h3>
<p>Durante a audiência, representantes do Ministério da Gestão e Inovação (MGI) apresentaram novos painéis de monitoramento desenvolvidos em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).</p>
<p>As ferramentas fazem parte do Parceriasgov.br, plataforma que permite acompanhar em tempo real a movimentação do dinheiro público. Entre os recursos, está o Painel Parlamentar, que mostra cada liberação de verba, o parlamentar responsável, o objetivo da emenda e o CNPJ do beneficiário final.</p>
<p>Outra funcionalidade inovadora exige o envio de fotos georreferenciadas sobre a execução de obras financiadas com recursos das emendas, reforçando o controle social.</p>
<p>Dino anunciou ainda que vai determinar que toda a área de comunicação do governo federal e dos bancos públicos realize campanhas de divulgação sobre as novas ferramentas, a fim de estimular a fiscalização e o uso responsável do orçamento público.</p>
<blockquote><p>“Transparência não é uma opção. É um dever democrático. O dinheiro público precisa ser visto, rastreado e compreendido por todos”, concluiu o ministro.</p></blockquote>
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		<title>Flávio Dino rebate EUA e critica monitoramento de juízes pelo exterior</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flavio-dino-rebate-eua-e-critica-monitoramento-de-juizes-pelo-exterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 19:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu nesta sexta-feira (8) a declarações da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, que afirmou “monitorar de perto” a atuação do ministro Alexandre de Moraes e de seus apoiadores. Segundo Dino, o direito internacional não prevê que representações diplomáticas monitorem juízes ou cidadãos brasileiros. A declaração [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu nesta sexta-feira (8) a declarações da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, que afirmou “monitorar de perto” a atuação do ministro Alexandre de Moraes e de seus apoiadores. Segundo Dino, o direito internacional não prevê que representações diplomáticas monitorem juízes ou cidadãos brasileiros.</p>
<p>A declaração veio após a embaixada publicar, na quinta-feira (7), mensagem traduzindo comentário do secretário de diplomacia pública, Darren Beattie, que acusou Moraes de “censura” e “perseguição” contra Jair Bolsonaro e ameaçou autoridades que o apoiem.</p>
<p>O caso ocorre após Moraes decretar prisão domiciliar do ex-presidente, por descumprimento de medidas cautelares. Mais cedo, o Itamaraty convocou o encarregado de negócios da embaixada, Gabriel Escobar, para prestar esclarecimentos.</p>
<p>Dino ressaltou que “respeito à soberania nacional, moderação, bom senso e boa educação” são princípios essenciais à diplomacia e disse esperar o restabelecimento do diálogo amistoso entre os dois países.</p>
<p>A tensão ocorre em meio a ações dos EUA que incluem sanções contra Moraes, abertura de investigação comercial contra o Brasil e tarifas de 50% sobre importações brasileiras — medida que ameaça setores como agronegócio e indústria.</p>
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		<title>Flávio Dino vota pela cassação da deputada Carla Zambelli</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flavio-dino-vota-pela-cassacao-da-deputada-carla-zambelli/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 15:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, votou neste domingo (23) pela cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), acompanhando o parecer do relator do processo, ministro Gilmar Mendes. A parlamentar é acusada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com uso de arma de fogo, após sacar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, votou neste domingo (23) pela cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), acompanhando o parecer do relator do processo, ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>A parlamentar é acusada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com uso de arma de fogo, após sacar uma pistola e perseguir o jornalista Luan Araújo pelas ruas de São Paulo, às vésperas do segundo turno das eleições de 2022.</p>
<p>Além de Gilmar Mendes e Flávio Dino, os ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia também já votaram a favor da condenação. Outros sete ministros do STF ainda devem se manifestar até o dia 28 de março, prazo final para o julgamento no plenário virtual.</p>
<h3><strong>O Que Disse Flávio Dino?</strong></h3>
<p>Ao justificar seu voto, Flávio Dino destacou a gravidade do caso:</p>
<p><em>“É uma contradição insanável que um representante político ameace gravemente um representado, como se estivesse acima do cidadão ao ponto de sujeitá-lo com uma arma de fogo, em risco objetivo de perder a sua vida.”</em></p>
<p>Se condenada, Carla Zambelli deverá cumprir <strong>cinco anos e três meses de prisão</strong> em <strong>regime semiaberto</strong>.</p>
<h3><strong>Defesa Reclama de Cerceamento</strong></h3>
<p>O advogado da deputada, <strong>Daniel Bialski</strong>, criticou a condução do julgamento e afirmou que houve <strong>cerceamento de defesa</strong>, já que Zambelli não pôde apresentar sustentação oral.</p>
<p><em>“Esse direito do advogado não pode ser substituído por vídeo enviado &#8211; cuja certeza de visualização pelos julgadores inexiste.”</em></p>
<p>O julgamento segue até o dia 28, e a decisão final dependerá dos votos restantes dos ministros do STF.</p>
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		<item>
		<title>Defesa de general solicita impedimento de Flávio Dino em julgamento de denúncia sobre tentativa de Golpe</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-de-general-solicita-impedimento-de-flavio-dino-em-julgamento-de-denuncia-sobre-tentativa-de-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 15:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Impedimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa do general Mauro Fernandes apresentou, nesta terça-feira (25), um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Flávio Dino seja declarado impedido de atuar no julgamento da denúncia sobre uma suposta trama golpista nos últimos meses do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os advogados argumentam que Dino, à época ministro da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do general Mauro Fernandes apresentou, nesta terça-feira (25), um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Flávio Dino seja declarado impedido de atuar no julgamento da denúncia sobre uma suposta trama golpista nos últimos meses do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Os advogados argumentam que Dino, à época ministro da Justiça e Segurança Pública, manifestou-se publicamente sobre os atos de 8 de janeiro de 2023, classificando-os como tentativa de golpe de Estado — crime pelo qual Fernandes foi denunciado na última semana pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.</p>
<p>A denúncia da PGR sustenta que os ataques às sedes dos Três Poderes possuem ligação direta com um suposto complô golpista, que teria sido articulado entre novembro e dezembro de 2022 por membros da alta cúpula do governo Bolsonaro. Segundo o órgão, o ex-presidente liderava a organização criminosa que buscava impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<h3><strong>Pedido é endereçado a Barroso</strong></h3>
<p>O requerimento foi direcionado ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso, responsável por analisar arguições de impedimento no tribunal. Caso a solicitação seja negada, a defesa de Fernandes ainda poderá recorrer ao plenário.</p>
<p>Os advogados Marcus Vinicius de Camargo Figueiredo, André Luís de Carvalho e Dennys Albuquerque Rodrigues sustentam que Dino, além de ter feito declarações públicas sobre o caso, adotou medidas oficiais enquanto ministro da Justiça em resposta aos ataques de 8 de janeiro. Para a defesa, isso configuraria um &#8220;impedimento objetivo&#8221;, sem que se questione a idoneidade do magistrado.</p>
<p>&#8220;São fartas as manifestações públicas do Excelentíssimo Ministro Flávio Dino, ao tempo em que exercia o cargo de Ministro da Justiça, demonstrando de forma clara, objetiva e específica a parcialidade/impedimento&#8221;, afirmam os advogados na petição.</p>
<p>Na segunda-feira (24), ao ser questionado por jornalistas, Dino declarou, sem mencionar casos específicos, que não vê &#8220;nenhum constrangimento&#8221; para atuar em processos que envolvem Bolsonaro e seus aliados.</p>
<h3><strong>Precedentes no STF</strong></h3>
<p>No ano passado, Barroso rejeitou, de forma monocrática, 192 pedidos de impedimento contra o ministro Alexandre de Moraes, relator da denúncia sobre a tentativa de golpe. As solicitações partiram de investigados nos atos de 8 de janeiro.</p>
<p>Além disso, o próprio Bolsonaro teve um pedido negado pelo STF para afastar Moraes da relatoria do caso. A decisão individual de Barroso foi posteriormente confirmada pelo plenário por nove votos a um.</p>
<h3><strong>Acusações contra Mauro Fernandes</strong></h3>
<p>De acordo com a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Fernandes foi um dos principais militares a pressionar o então presidente para agir contra a posse de Lula. A suposta pressão teria ocorrido entre o fim das eleições de 2022 e janeiro de 2023.</p>
<p>A defesa do general nega qualquer envolvimento dele em um plano de golpe.</p>
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		<item>
		<title>Flávio Dino mantém suspensão de emendas parlamentares e rejeita pedido do Senado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flavio-dino-mantem-suspensao-de-emendas-parlamentares-e-rejeita-pedido-do-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 15:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (30) o pedido do Senado Federal para desbloquear os recursos das emendas de comissão suspensas anteriormente. A decisão reforça as preocupações com a falta de transparência na destinação desses valores. Segundo o magistrado, a forma como as emendas foram apresentadas não segue as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (30) o pedido do Senado Federal para desbloquear os recursos das emendas de comissão suspensas anteriormente. A decisão reforça as preocupações com a falta de transparência na destinação desses valores.</p>
<p>Segundo o magistrado, a forma como as emendas foram apresentadas não segue as exigências da <strong>Lei Complementar nº 210/2024</strong> e da <strong>Resolução do Congresso Nacional nº 001/2006</strong>. Dino destacou a inconsistência na apresentação dos beneficiários e dos valores a serem destinados. &#8220;Como empenhar uma ‘emenda de comissão’ cuja indicação do beneficiário e o valor a ser a ele repassado não foram aprovados pela Comissão?&#8221;, questionou o ministro em sua decisão.</p>
<p>Flávio Dino é relator da <strong>Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854</strong>, apresentada pelo PSOL, que critica a opacidade na distribuição de recursos do Orçamento federal aprovados pelo Congresso.</p>
<p>Na semana anterior, o ministro havia suspendido o pagamento de <strong>R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares</strong>, alegando que os critérios de transparência e rastreabilidade, previstos em lei, não foram cumpridos. Dino também determinou a abertura de um inquérito policial para investigar o caso, reforçando a necessidade de maior controle e responsabilidade no uso de recursos públicos.</p>
<p>A decisão do magistrado representa mais um capítulo na luta por maior transparência no Orçamento federal, tema que tem gerado debates intensos entre o Judiciário e o Legislativo.</p>
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		<item>
		<title>Dino autoriza liberação parcial de emendas bloqueadas com novas regras de rastreabilidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dino-autoriza-liberacao-parcial-de-emendas-bloqueadas-com-novas-regras-de-rastreabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 18:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, autorizou a liberação parcial de emendas parlamentares bloqueadas, especialmente para o setor da saúde. A medida permite a movimentação imediata dos recursos empenhados até 23 de dezembro, com novas regras de rastreabilidade e transparência. Dino determinou que, até o dia 10 de janeiro, os valores depositados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, autorizou a liberação parcial de emendas parlamentares bloqueadas, especialmente para o setor da saúde. A medida permite a movimentação imediata dos recursos empenhados até 23 de dezembro, com novas regras de rastreabilidade e transparência.</p>
<p>Dino determinou que, até o dia 10 de janeiro, os valores depositados nos Fundos de Saúde poderão ser utilizados independentemente de contas específicas. Entretanto, a partir de 11 de janeiro, será obrigatória a movimentação dos recursos apenas por meio das contas específicas vinculadas a cada emenda, conforme decisão anterior do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Além disso, o ministro autorizou o empenho das emendas impositivas relacionadas à saúde até 31 de dezembro, mesmo que as contas específicas ainda não estejam abertas. Contudo, ele ressaltou que as etapas subsequentes, como a liberação e o pagamento, só poderão ocorrer mediante o cumprimento das exigências de rastreabilidade.</p>
<h3>Rastreamento e auditoria</h3>
<p>A criação de contas específicas para emendas da saúde foi determinada em agosto, por recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). A medida busca evitar que os recursos sejam misturados ao orçamento geral dos municípios, assegurando maior transparência e controle. Na última semana, Dino solicitou que a Advocacia-Geral da União (AGU) esclareça o rito sobre as emendas de saúde em até dez dias.</p>
<h3>Entenda o contexto</h3>
<p>A questão das emendas parlamentares vem sendo debatida desde 2022, quando o STF declarou inconstitucionais as emendas de relator (RP8 e RP9), conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;. Posteriormente, o Congresso aprovou uma resolução para ajustar a distribuição dos recursos, mas o PSOL, autor da ação, alegou que as mudanças ainda descumpriam a decisão do STF.</p>
<p>Com a aposentadoria da ministra Rosa Weber, o caso passou a ser conduzido por Flávio Dino, que, em agosto de 2023, determinou a suspensão das emendas e a adoção de critérios rigorosos de rastreabilidade. Ele também solicitou que a Controladoria-Geral da União (CGU) audite os repasses realizados sob o modelo anterior.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A movimentação dos recursos das emendas impositivas permanece condicionada ao cumprimento das novas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Justiça. A exigência de contas específicas e auditorias reforça o compromisso do governo com a transparência e o uso adequado dos recursos públicos.</p>
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		<title>Arthur Lira defende liberação de emendas e cumpre acordos entre Poderes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/arthur-lira-defende-liberacao-de-emendas-e-cumpre-acordos-entre-poderes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (26) que a liberação de emendas parlamentares segue os critérios definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e os acordos estabelecidos entre Executivo e Legislativo. A declaração foi feita após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender o pagamento de R$ 4,2 bilhões em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (26) que a liberação de emendas parlamentares segue os critérios definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e os acordos estabelecidos entre Executivo e Legislativo. A declaração foi feita após o ministro Flávio Dino, do STF, suspender o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas por suspeita de falta de transparência e determinar a abertura de um inquérito pela Polícia Federal.</p>
<h3>Contexto da decisão</h3>
<p>A suspensão está relacionada a emendas de comissão, cuja execução teria violado os critérios de transparência exigidos pelo STF. Além disso, Dino determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) audite os repasses e que a Polícia Federal investigue possíveis irregularidades no uso dos recursos.</p>
<p>A decisão reforça o entendimento do STF, que em 2022 considerou inconstitucionais alguns repasses que não obedeciam às regras de distribuição. Após isso, o Congresso aprovou uma resolução ajustando as normas, mas o PSOL questionou a medida, levando o tema novamente à Justiça.</p>
<h3>Defesa de Lira</h3>
<p>Lira enfatizou que os atos relacionados às emendas foram conduzidos de forma alinhada com o Judiciário e as regras estabelecidas pela portaria do governo federal publicada em dezembro. Ele destacou uma reunião recente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar do tema.</p>
<p>&#8220;Com o fim do recesso natalino, os ministros do governo federal devem esclarecer todos os procedimentos adotados. Todos os atos foram feitos dentro dos acordos entre Executivo e Legislativo e nas conversas com o Poder Judiciário, obedecendo os trâmites legais internos&#8221;, afirmou Lira.</p>
<p>O presidente da Câmara informou ainda que apresentará esclarecimentos ao ministro Flávio Dino nesta sexta-feira (27) e ressaltou que o Legislativo está comprometido em cumprir as exigências legais.</p>
<h3>Reuniões e negociações</h3>
<p>Lira havia convocado uma reunião por videoconferência com líderes partidários nesta quinta-feira, mas o encontro foi adiado devido a uma reunião presencial com o presidente Lula. Durante o dia, Lira manteve conversas com alguns líderes para discutir os desdobramentos da suspensão e as próximas ações a serem tomadas.</p>
<h3>Histórico das emendas</h3>
<p>A polêmica em torno das emendas parlamentares ganhou destaque em 2022, quando o STF declarou inconstitucionais repasses realizados sem critérios claros de transparência. Desde então, o governo federal buscou regulamentar o pagamento por meio de uma portaria que estabeleceu novas diretrizes e permitiu a liberação dos recursos de forma mais controlada.</p>
<p>Em agosto deste ano, Dino suspendeu novamente os pagamentos e ordenou auditorias detalhadas. A recente portaria publicada pelo governo visava destravar os repasses, mas a nova decisão do STF reforça a necessidade de maior rigor na gestão e fiscalização desses recursos.</p>
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		<title>Justiça condena mulher por injúria contra seguranças de Flávio Dino</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-condena-mulher-por-injuria-contra-segurancas-de-flavio-dino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 12:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Injúria Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Distrito Federal condenou uma mulher por injúria racial contra dois seguranças do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. A pena aplicada foi de um ano e cinco meses de prisão, mas a condenação foi convertida em prestação de serviços à comunidade. Com a decisão, Elisângela Rocha Pires de Jesus deverá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Distrito Federal condenou uma mulher por injúria racial contra dois seguranças do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A pena aplicada foi de um ano e cinco meses de prisão, mas a condenação foi convertida em prestação de serviços à comunidade.</p>
<p>Com a decisão, Elisângela Rocha Pires de Jesus deverá indenizar os seguranças em R$ 5.680, além da prestação dos serviços.</p>
<p>O caso de injúria ocorreu no dia 29 de dezembro de 2022 em um <em>shopping</em> de Brasília.</p>
<p>De acordo com a acusação feita pelo Ministério Público, a mulher abordou o ministro no estabelecimento comercial e passou a chamá-lo de &#8220;ladrão&#8221; e &#8220;vagabundo&#8221; e o acusou de &#8220;roubar o país&#8221;.</p>
<p>Ao ser contida pelos policiais que faziam a segurança pessoal do ministro e receber voz de prisão, a mulher chamou os profissionais de &#8220;macacos&#8221; e fez comentários preconceituosos ao se referir ao Maranhão, estado natal do ministro e dos seguranças.</p>
<p>Na decisão proferida no dia 30 de novembro, o juiz Marcos Francisco Batista reconheceu que houve crime nas ofensas praticadas pela acusada.</p>
<p>&#8220;Não há dúvida, pois, quanto à prática de injúria racial, em razão da procedência nacional das vítimas, uma vez que a acusada utilizou expressões que, naquele contexto, notoriamente foram empregadas para ofender as vítimas, em nítida discriminação em razão da origem delas&#8221;, afirmou o magistrado.</p>
<p>Durante o processo, os advogados defenderam a absolvição da acusada por entenderem que as falas não configuraram crime.</p>
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