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	<title>filmes brasileiros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>filmes brasileiros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Filmes brasileiros batem recorde de inscrições no 27º Festival do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/filmes-brasileiros-batem-recorde-de-inscricoes-no-27o-festival-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 17:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[filmes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O 27º Festival do Rio, que acontece de 2 a 12 de outubro, anunciou nesta terça-feira (2) os títulos da Première Brasil, mostra competitiva dedicada ao cinema nacional. A edição já nasce histórica: foram 320 longas inscritos e 124 produções selecionadas, o maior número desde a criação do festival. “É o momento de reafirmar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>O 27º Festival do Rio, que acontece de 2 a 12 de outubro, anunciou nesta terça-feira (2) os títulos da Première Brasil, mostra competitiva dedicada ao cinema nacional. A edição já nasce histórica: foram 320 longas inscritos e 124 produções selecionadas, o maior número desde a criação do festival.</p>
<p>“É o momento de reafirmar a força do cinema brasileiro. Temos mais histórias para contar e mostrar que o talento nacional existe e merece circular dentro e fora do país”, celebrou Ilda Santiago, diretora do festival.</p>
<p>Entre os destaques da mostra competitiva de ficção estão <em>A Vida de Cada Um</em> (Murilo Salles), <em>Cyclone</em> (Flavia Castro), <em>Ato Noturno</em> (Marcio Reolon e Filipe Matzembacher), <em>Quase Deserto</em> (José Eduardo Belmonte) e <em>Virtuosas</em> (Cíntia Domit Bittar).</p>
<p>Na disputa entre documentários, chamam atenção <em>Apolo</em> (estreia da atriz Tainá Müller como diretora), <em>Cheiro de Diesel</em> (Natasha Neri e Gizele Martins) e <em>Massa Funkeira</em> (Ana Rieper).</p>
<p>Além da competição, o festival exibirá produções aguardadas que passaram pelo Festival de Cannes, como <em>O Agente Secreto</em> (Kleber Mendonça Filho) e <em>Para Vigo me Voy</em> (Karen Harley e Lírio Ferreira).</p>
<p>Serão exibidos ainda curtas, séries, clássicos restaurados e produções hors concours, incluindo trabalhos de Miguel Falabella, Gloria Pires e Kleber Mendonça Filho.</p>
<p>Com entrada em diversas salas da cidade, o Festival do Rio reforça seu papel como maior vitrine do audiovisual brasileiro e um dos principais eventos culturais do país.</p>
<p>Confira os filmes brasileiros selecionados:</p>
<p><strong>PREMIÈRE BRASIL FICÇÃO</strong></p>
<p><em>A Vida de Cada Um</em>, de Murilo Salles</p>
<p><em>Ato Noturno</em>, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher</p>
<p><em>Coração das Trevas</em>, de Rogério Nunes</p>
<p><em>Cyclone</em>, de Flavia Castro</p>
<p><em>Dolores</em>, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes</p>
<p><em>Love Kills</em>, de Luiza Shelling Tubaldini</p>
<p><em>Pequenas Criaturas</em>, de Anne Pinheiro Guimarães</p>
<p><em>Ruas da Glória</em>, de Felipe Sholl</p>
<p><em>Quase Deserto</em>, de José Eduardo Belmonte</p>
<p><em>Virtuosas</em>, de Cíntia Domit Bittar</p>
<p><em>#SalveRosa</em>, de Susanna Lira</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<p><em>Amuleto</em>, de Igor Barradas e Heraldo HB</p>
<p><em>Apolo</em>, de Tainá Müller e Isis Broken</p>
<p><em>Cheiro de Diesel</em>, de Natasha Neri e Gizele Martins</p>
<p><em>Honestino</em>, de Aurélio Michiles</p>
<p><em>Massa Funkeira</em>, de Ana Rieper</p>
<p><em>Meu Coração Neste Pedacinho Aqui &#8211; Dona Onete</em>, de Mini Kerti</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS </strong></p>
<p><em>Cartas Para</em>…, de Vânia Lima</p>
<p><em>Criadas</em>, de Carol Rodrigues</p>
<p><em>Espelho Cigano</em>, de João Borges</p>
<p><em>Eu Não Te Ouço</em>, de Caco Ciocler</p>
<p><em>Herança de Narcisa</em>, de Clarissa Appelt e Daniel Dias</p>
<p><em>Nada a Fazer</em>, de Leandra Leal</p>
<p><em>Timidez</em>, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa</p>
<p><em>Uma em Mil</em>, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert</p>
<p><em>Uma Baleia Pode Ser Destroçada Como uma Escola de Samba</em>, de Marina Meliande e Felipe Bragança (HORS CONCOURS)</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS</strong></p>
<p><em>A Conspiração Condor</em>, de André Sturm</p>
<p><em>Anos 90: a Explosão do Pagode</em>, de Emílio Domingos e Rafael Boucinha</p>
<p><em>As Vitrines</em>, de Flavia Castro</p>
<p><em>(Des)controle</em>, de Rosane Svartman e Carol Minêm</p>
<p><em>O Agente Secreto</em>, de Kleber Mendonça Filho</p>
<p><em>O Homem de Ouro</em>, de Mauro Lima</p>
<p><em>Para Vigo me Voy</em>, de Karen Harley e Lírio Ferreira</p>
<p><em>Perrengue Fashion</em>, de Flávia Lacerda</p>
<p><em>Perto do Sol é Mais Claro</em>, de Régis Faria</p>
<p><em>Por Nossa Causa</em>, de Sergio Rezende</p>
<p><em>Querido Mundo</em>, de Miguel Falabella e Hsu Chien</p>
<p><em>Sexa</em>, de Gloria Pires</p>
<p><em>90 Decibéis</em>, de Fellipe Barbosa</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL RETRATOS </strong></p>
<p><em>Ary</em>, de André Weller</p>
<p><em>As Dores do mundo: Hyldon</em>, de Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues</p>
<p><em>Fernanda Abreu &#8211; Da Lata, 30 anos</em>, o documentário, de Paulo Severo</p>
<p><em>Fôlego</em> – Até Depois do Fim, de Candé Salles</p>
<p><em>Gláucio Gill</em> – Um Teatro em Construção, de Lea Van Steen e Rafael Cardoso</p>
<p><em>Meu Tempo É Agora</em>, de Sandra Werneck</p>
<p><em>Milton Gonçalves, Além do Espetáculo</em>, de Luís Antônio Pillar</p>
<p><em>Não Sei Viver Sem Palavras</em>, de André Brandão</p>
<p><em>Ninguém Pode Provar Nada: a Inacreditável História de Ezequiel Neves</em>, de Rodrigo Pinto</p>
<p><em>O Brasil Que Não Houve &#8211; As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas</em>, de Renato Terra e Arnaldo Branco</p>
<p><em>Rei da Noite</em>, de Cassu, Lucas Weglinski e Pedro Dumans</p>
<p><em>Vou Tirar Você Desse Lugar</em>, de Dandara Ferreira</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS </strong></p>
<p><em>Cadernos Negros</em>, de Joel Zito Araújo</p>
<p><em>Com Causa</em>, de Belisário Franca</p>
<p><em>Do Outro Lado do Pavilhão</em>, de Emilia Silveira</p>
<p><em>Invencíveis</em>, de Vitor Leite e Clarice Saliby</p>
<p><em>Itacoatiaras</em>, de Sergio Andrade e Patrícia Gouvêa</p>
<p><em>Minha Terra Estrangeira</em>, de João Moreira Salles, Louise Botkay e Coletivo Lakapoy</p>
<p><em>Na Onda da Maré</em>, de Lucia Murat</p>
<p><em>O Pai e o Pajé</em>, de Felipe Tomazelli, Luis Villaça e Iwarete Kaiabi</p>
<p><em>Pau d&#8217;Arco</em>, de Ana Aranha</p>
<p><em>Reconhecidos</em>, de Fernanda Amim e Micael Hocherman</p>
<p><em>Rua do Pescador nº.6</em>, de Bárbara Paz</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL À MEIA-NOITE</strong></p>
<p><em>A Própria Carne</em>, de Ian SBF</p>
<p><em>Copacabana</em>, 4 de Maio, de Allan Ribeiro</p>
<p><em>Futuro Futuro</em>, de Davi Pretto</p>
<p><em>Nosferatu</em>, de Cristiano Burlan</p>
<p><em>Quarto do Pânico</em>, de Gabriela Amaral Almeida</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL CLÁSSICOS</strong></p>
<p><em>A Mulher de Todos</em>, de Rogério Sganzerla</p>
<p><em>Gêmeas</em>, de Andrucha Waddington</p>
<p><em>Hermeto Campeão</em>, de Thomas Farkas</p>
<p><em>Nossa Escola de Samba</em>, de Manuel Horácio Gimenez</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL GERAÇÃO </strong></p>
<p><em>Aventuras de Makunáima &#8211; Histórias Encantadas da Amazônia</em>, de Chico Faganello</p>
<p><em>Criaturas</em> – Uma Aventura entre Dois Mundos, de Juarez Precioso</p>
<p><em>Papaya</em>, de Priscilla Kellen</p>
<p><em>Quatro Meninas</em>, de Karen Suzane</p>
<p><em>Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul</em>, de Alê Camargo e Jordan Nugem</p>
<p><em>Trago seu amor</em>, de Claudia Castro</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL SÉRIES</strong></p>
<p><em>Ângela Diniz: Assassinada e Condenada</em>, de Andrucha Waddington</p>
<p><em>Ayô</em>, de Yasmin Thayná</p>
<p><em>De Menor</em>, de Caru Alves de Souza</p>
<p><em>Tremembé</em>, de Vera Egito</p>
<p><strong>COPRODUÇÕES BRASILEIRAS</strong></p>
<p><em> La Quinta</em>, de Silvina Schnicer (Argentina, Brasil, Chile, Espanha)</p>
<p><em>O Riso e a Faca</em>, de Pedro Pinho (Portugal, Brasil, França, Romênia)</p>
<p><em> The Black Snake</em>, de Aurélien Vernhes-Lermusiaux (França, Colômbia, Brasil)</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL CURTAS</strong></p>
<p><em>Alice</em>, de Gabriel Novis</p>
<p><em>DIU</em>, de Camila Schincaglia</p>
<p><em>Final 99</em>, de Frederico Ruas</p>
<p><em>Habitar o Tempo</em>, de Cristiana Grumbach</p>
<p><em>Jacaré</em>, de Victor Quintanilha</p>
<p><em>Laudelina e a Felicidade Guerreira</em>, de Milena Manfredini</p>
<p><em>Meu Amigo Satanás</em>, de Aristeu Araújo e Carlos Segundo</p>
<p><em>Miranha</em>, de Zahy Tentehar e Luis Bolognesi</p>
<p><em>O Faz-Tudo</em>, de Fabio Leal</p>
<p><em>Os Quatro Exílios de Herbert Daniel</em>, de Daniel Favaretto</p>
<p><em>Peixe Morto</em>, de João Fontenele</p>
<p><em>Quando Eu For Grande</em>?, de Mano Cappu</p>
<p><em>Replika</em>, de Piratá Waurá e Heloisa Passos</p>
<p><em>Safo</em>, de Rosana Urbes</p>
<p><em>Sebastiana</em>, de Pedro de Alencar</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS CURTAS</strong></p>
<p><em>Brasa</em>, de Diane Maia</p>
<p><em>João-de-Barro</em>, de Daniel Jaber e Lu Damasceno</p>
<p><em>Klaustrofobia</em>, de João Londres</p>
<p><em>Os Arcos Dourados de Olinda</em>, de Douglas Henrique</p>
<p><em>Ponto Cego</em>, de Luciana Vieira e Marcel Beltrán</p>
<p><em>Presépio</em>, de Felipe Bibian</p>
<p><em>Sandra,</em> de Camila Márdila</p>
<p><em>Sobre Ruínas</em>, de Carol Benjamin</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS &#8211; CURTAS</strong></p>
<p><em>A Tragédia da Lobo Guará</em>, de Kimberly Palermo</p>
<p><em>Entre nós, vive o rio</em>, de Day Rodrigues</p>
<p><em>Réquiem para Moïse</em>, de Susanna Lira e Caio Barretto Briso</p>
<p><em>São as Regras</em>, de Flávia Vieira</p>
<p><em>Tia Morgana</em>, de Athena Sofia</p>
<p><em>Vípuxovuko</em> &#8211; Aldeia, de Dannon Lacerda</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL PANORAMA CARIOCA DE CURTAS</strong></p>
<p><em>Crônicas Marginais</em>, de Marcos Braz da Cruz Eleoterio</p>
<p><em>Memória das Águas</em>, de Catu Rizo</p>
<p><em>O Menino e as Borboletas Zumbis</em>, de Pê Moreira e Thomas Argos</p>
<p><em>Teia</em>, de Claudia Castro</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS CURTAS</strong></p>
<p><em>Coração Bandeja</em>, de Jonas Araújo</p>
<p><em>Memórias com Vista pro Mar</em>, de Marton Olympio</p>
<p><em>Samba Infinito</em>, de Leonardo Martinelli</p>
<p><em>Transferências</em>, de Gabriel Edel</p>
<p><strong>PREMIERE BRASIL RETRATOS &#8211; CURTAS</strong></p>
<p><em>Eunice Gutman Tem Histórias</em>, de Lucas Vasconcelos</p>
<p><em>Marina Colasanti, Entre a Sístole e a Diástole</em>, de Alessandra Colasanti</p>
<p><em>Sem a Mida Não Dá</em>, de Pedro Carvana e Rao</p>
<hr />
<p><strong>Local:</strong> Rio de Janeiro<br />
<strong>Data:</strong>2 a 12 de outubro de 2024<br />
<strong>Mais de 300 filmes, sendo 124 brasileiros na Première Brasil</strong></p>
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		<item>
		<title>Ministra defende volta da cota para filmes brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministra-defende-volta-da-cota-para-filmes-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2023 22:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cota]]></category>
		<category><![CDATA[cota de tela]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[festival de gramado]]></category>
		<category><![CDATA[filmes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Menezes]]></category>
		<category><![CDATA[ministra da Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu hoje (12) a importância do restabelecimento da chamada Cota de Tela. Criado em 2001, o mecanismo busca promover a produção audiovisual brasileira, obrigando os cinemas comerciais de todo o país a destinarem parte de sua programação à exibição de filmes nacionais. “O projeto sobre Cotas de Telas está [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu hoje (12) a importância do restabelecimento da chamada Cota de Tela. Criado em 2001, o mecanismo busca promover a produção audiovisual brasileira, obrigando os cinemas comerciais de todo o país a destinarem parte de sua programação à exibição de filmes nacionais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O projeto sobre Cotas de Telas está no Senado. Na próxima semana, ele deve ir à votação e queremos dar boas notícias”, disse a ministra, durante a cerimônia de abertura do 51º Festival de Cinema de Gramado, realizada esta manhã, na cidade turística da Serra Gaúcha, a cerca de 150 quilômetros de Porto Alegre.</p>
<p>Embora tenha sido criada por meio de uma Medida Provisória (MP nº 2.228) de 2001, a Cota de Tela tem origem em iniciativas adotadas ainda nos anos 1930, quando o governo brasileiro publicou um primeiro decreto de proteção do cinema brasileiro – tomando como exemplo iniciativas semelhantes de outros países.</p>
<p>Como a MP foi editada antes da publicação da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc32.htm#:~:text=%C3%89%20vedada%20a%20reedi%C3%A7%C3%A3o%2C%20na,efic%C3%A1cia%20por%20decurso%20de%20prazo." target="_blank" rel="noopener">Emenda Constitucional</a> (EC) nº 32, de 2001, a qual estabelece que o Congresso Nacional tem até 45 dias para apreciar as MPs sob risco delas paralisarem todas as demais deliberações, a cota de tela permaneceu em vigor até 2020, mesmo jamais tendo sido votada pelo Congresso Nacional.</p>
<p>Em 2021, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou constitucional a norma que reserva um número mínimo de dias para a exibição de filmes nacionais nos cinemas brasileiros, bem como a regra que determina que 5% dos programas culturais, artísticos e jornalísticos sejam produzidos no município para o qual foram outorgados os serviços de transmissão de rádio e TV.</p>
<p>Segundo a ministra, o restabelecimento da Cota de Tela faz parte das ações que o governo federal vem propondo e executando para “o fortalecimento econômico do setor cultural”. O que inclui também iniciativas para regulamentar os serviços de vídeo sob demanda (VoD, na sigla em inglês), que compreende o fornecimento de conteúdos audiovisuais por plataformas digitais (<em>streaming</em>).</p>
<p>“Compreendemos que a conquista dos <em>streamings</em> será uma revolução não só para o setor audiovisual e artístico, como fortalecerá e será crucial para a estabilização da independência financeira da produção cinematográfica brasileira”, acrescentou a ministra ao criticar o que classificou como “a descontinuidade das políticas públicas para a cultura” da gestão federal anterior, quando o Ministério da Cultura foi rebaixado a uma mera secretaria nacional, vinculada ao Ministério do Turismo.</p>
<p>“A descontinuidade das políticas públicas de Cultura causou um prejuízo imenso ao nosso setor. Muito se perdeu. As ações de censura, de perseguição e de criminalização dirigidas ao setor artístico, mas sobretudo ao setor audiovisual, foram uma temeridade”, comentou Margareth, assegurando que a atual gestão federal tem planos de retomar todas as políticas públicas para o setor audiovisual interrompidas nos últimos anos. “Queremos fortalecer o setor de todas as maneiras que nos couber.”</p>
<p>Ainda durante a cerimônia de abertura do Festival de Gramado, Beatriz Araújo, secretária de Cultura do Rio Grande do Sul – estado administrado por um tucano, o governador Eduardo Leite (PSDB) – endossou as críticas feitas por Margareth Menezes, sustentando que a recriação do Ministério da Cultura foi recebida com euforia e alegria por todo o setor.</p>
<p>“Aquece o coração de quem passou quatro anos sem ter com quem falar”, declarou Beatriz. “É muito importante um governo entender o protagonismo da cultura na vida das pessoas. Porque os governos existem para fazer com que as pessoas sejam felizes. Para servir às pessoas. E a cultura é a base de tudo. É a partir dela que conseguimos desenvolver o turismo em Gramado e em outros municípios do Rio Grande do Sul.”</p>
<h2>Festival</h2>
<p>Um dos mais tradicionais eventos cinematográficos da América do Sul, o Festival de Cinema de Gramado acontece, ininterruptamente, há 51 anos. Segundo os organizadores, mais de 50 produções disputam os prêmios de melhor filme, roteiro, edição e fotografia deste ano. Além disso, também vão ser escolhidos os melhores ator e atriz. Os ganhadores dos prêmios Kikito serão anunciados no próximo dia 19, no encerramento do festival. Os ingressos para as sessões noturnas custam entre R$ 100 e R$ 250, mas, até esta manhã, já não havia mais entradas disponíveis para a sessão este sábado (12) e para a noite de premiação (19).</p>
</div>
</div>
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