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	<title>FGV &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estudo da FGV desmonta discurso de que Bolsa Família gera dependência e mostra avanço social entre jovens beneficiários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 05:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos do Bolsa Família: Uma análise da última década do programa]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
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					<description><![CDATA[As declarações recentes do apresentador Luciano Huck sobre o Bolsa Família reacenderam um debate antigo no Brasil: a ideia de que programas de transferência de renda desestimulam o trabalho e criam dependência permanente do benefício. No entanto, estudos acadêmicos e dados oficiais apresentados pela Fundação Getulio Vargas indicam um cenário diferente do defendido por críticos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As declarações recentes do apresentador Luciano Huck sobre o Bolsa Família reacenderam um debate antigo no Brasil: a ideia de que programas de transferência de renda desestimulam o trabalho e criam dependência permanente do benefício. No entanto, estudos acadêmicos e dados oficiais apresentados pela Fundação Getulio Vargas indicam um cenário diferente do defendido por críticos do programa.</p>
<p>Durante participação pública, Luciano Huck afirmou que o Bolsa Família não gera estímulos suficientes para que as famílias deixem o programa e declarou que muitos beneficiários “<em>criam um monte de atalhos para conseguir ficar no programa de distribuição de renda e de proteção social há de eterno</em>”. A fala provocou reação de pesquisadores, especialistas em políticas sociais e economistas que trabalham diretamente com dados sobre pobreza e mobilidade social.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Bolsa Família não acomoda; ele dá a oportunidade para que os filhos superem a condição de seus pais e conquistem autonomia&#8221;, destacou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil Wellington Dias.</p></blockquote>
<p>Levantamentos recentes da Fundação Getulio Vargas apontam justamente o contrário: grande parte das famílias atendidas pelo Bolsa Família deixa o programa ao longo do tempo, especialmente os jovens que cresceram em lares beneficiários e conseguiram acesso ao mercado formal de trabalho.</p>
<p>O estudo <a href="https://projetos.fgv.br/sites/default/files/users/user6/apresentacao_mds_04.pdf?utm_source=portal-fgv&amp;utm_medium=fgvnoticias&amp;utm_id=fgvnoticias-2025-12-05" target="_blank" rel="noopener"><strong>“Filhos do Bolsa Família: Uma análise da última década do programa”</strong></a>, apresentado na sede da <strong>FGV</strong>, no Rio de Janeiro, analisou o acompanhamento de crianças e adolescentes de famílias beneficiárias entre 2014 e 2025. A pesquisa utilizou dados do <strong>Cadastro Único</strong>, da folha de pagamentos do programa e informações da <strong>Relação Anual de Informações Sociais</strong> (<strong>RAIS</strong>), base utilizada para identificar vínculos formais de emprego.</p>
<p>Entre os principais resultados apresentados pelos pesquisadores está o fato de que <strong>60,68%</strong> dos beneficiários que recebiam o Bolsa Família em 2014 já haviam deixado o programa até 2025. Entre aqueles que eram adolescentes no início do acompanhamento, os índices são ainda maiores: <strong>68,8%</strong> dos jovens que tinham entre 11 e 14 anos saíram do programa, enquanto o percentual alcança <strong>71,25%</strong> na faixa de 15 a 17 anos.</p>
<figure id="attachment_90831" aria-describedby="caption-attachment-90831" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90831" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90831" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Os dados também mostram aumento da inserção no mercado formal e saída expressiva do Cadastro Único, indicador utilizado para monitorar famílias em situação de vulnerabilidade social. Segundo os pesquisadores, os números revelam avanço de autonomia econômica e mobilidade social entre os beneficiários.</p>
<figure id="attachment_90842" aria-describedby="caption-attachment-90842" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-90842" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90842" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Na apresentação do estudo, o ministro Wellington Dias destacou: “<em>O que verificamos aqui é a quebra do ciclo intergeracional da pobreza. O Bolsa Família não acomoda; ele dá a oportunidade para que os filhos superem a condição de seus pais e conquistem autonomia</em>”.</p>
<p>O professor Valdemar Pinho Neto, responsável pela apresentação técnica, explicou que o programa atua em duas frentes simultaneamente: combate imediato à pobreza e criação de condições para mobilidade social no futuro. Segundo o material apresentado pela FGV, o Bolsa Família garante renda mínima às famílias vulneráveis enquanto as condicionalidades em educação e saúde ajudam a ampliar a formação de capital humano.</p>
<p>O estudo aponta ainda que fatores como escolaridade dos pais, acesso a empregos formais e melhores condições urbanas aumentam as chances de emancipação das famílias. Entre os jovens de famílias cuja pessoa de referência tinha carteira assinada em 2014, a taxa de saída do programa chegou a 79,4%.</p>
<figure id="attachment_90833" aria-describedby="caption-attachment-90833" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-90833" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90833" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>A pesquisa também desmonta outra afirmação recorrente no debate público: a de que o programa estimularia a permanência na informalidade. De acordo com os pesquisadores, a chamada Regra de Proteção foi criada justamente para evitar que famílias rejeitem oportunidades de emprego por medo de perder o benefício imediatamente.</p>
<p>O mecanismo permite que famílias que ultrapassem o limite de renda continuem recebendo parte do auxílio por um período de transição. A medida funciona como uma proteção temporária enquanto a renda do trabalho se estabiliza.</p>
<figure id="attachment_90846" aria-describedby="caption-attachment-90846" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90846" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90846" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Segundo a apresentação da FGV, a Regra de Proteção reduz o risco conhecido como “armadilha da pobreza”, além de incentivar a formalização e facilitar o ingresso no mercado de trabalho.</p>
<p>Outro dado destacado pelos pesquisadores mostra que, entre 2023 e 2025, o número médio mensal de famílias que deixaram o Bolsa Família foi superior ao de novas entradas no programa. Nesse período, a média foi de aproximadamente 447 mil saídas mensais, contra cerca de 359 mil novas inclusões.</p>
<figure id="attachment_90847" aria-describedby="caption-attachment-90847" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90847" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=800%2C443&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="443" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=150%2C83&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-3.webp?resize=750%2C415&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90847" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>O levantamento também apresenta resultados do programa Acredita, iniciativa voltada ao empreendedorismo, qualificação profissional e microcrédito produtivo para famílias de baixa renda. O material aponta crescimento no número de pequenos negócios formais e ampliação do acesso ao crédito entre beneficiários inscritos no Cadastro Único.</p>
<p>Pesquisadores e especialistas em políticas sociais afirmam que a ideia de que o Bolsa Família gera “preguiça” não encontra respaldo consistente em estudos científicos. Trabalhos acadêmicos realizados com dados da RAIS indicam, inclusive, maior probabilidade de inserção no mercado formal entre beneficiários do programa em comparação com pessoas em condições socioeconômicas semelhantes que não recebiam o auxílio.</p>
<p>As análises também ressaltam que o benefício possui valor insuficiente para substituir renda do trabalho. Atualmente, o Bolsa Família parte de R$ 600 por família, valor frequentemente citado por especialistas como incompatível com qualquer padrão confortável de sobrevivência, especialmente diante do custo da alimentação, transporte e moradia nas grandes cidades.</p>
<figure id="attachment_90837" aria-describedby="caption-attachment-90837" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-90837" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="Filhos Do Bolsa Familia Uma Análise Da última Década Do Programa - FGV - Expresso Carioca" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/25-Filhos-do-Bolsa-Familia-Uma-analise-da-ultima-decada-do-programa-FGV-Expresso-Carioca-4.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90837" class="wp-caption-text">FILHOS DO BOLSA FAMÍLIA: Uma análise da última década do programa &#8211; Imagem: Reprodução/Apresentação do Estudo/FGV</figcaption></figure>
<p>Ao longo dos últimos anos, o programa se consolidou como uma das principais políticas públicas de combate à extrema pobreza no país. O estudo da FGV conclui que o Bolsa Família funciona como instrumento de proteção social, mas também como plataforma de acesso a melhores oportunidades educacionais, profissionais e econômicas para as novas gerações.</p>
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		<title>Juros elevados puxam economia para baixo e PIB cai 0,3% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-elevados-puxam-economia-para-baixo-e-pib-cai-03-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país. Apesar da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país.</p>
<p>Apesar da desaceleração mensal, na comparação com outubro do ano passado o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou expansão de 1%. Já no trimestre móvel encerrado em outubro, o crescimento foi de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado de 12 meses, a economia brasileira avançou 2,3%.</p>
<p>Os dados fazem parte do Monitor do PIB, levantamento mensal produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta terça-feira (16).</p>
<h3>Impacto dos juros altos</h3>
<p>Segundo a economista Juliana Trece, responsável pelo estudo, a perda de dinamismo da economia está “fortemente associada ao patamar elevado da taxa de juros”. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano, o nível mais alto desde julho de 2006, quando alcançou 15,25%.</p>
<p>Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic elevada é justificada como instrumento de combate à inflação, que só voltou ao centro da meta em novembro, após 13 meses fora do intervalo de tolerância.</p>
<p>O encarecimento do crédito provocado pelos juros altos reduz o investimento e o consumo, ajudando a conter a inflação. Em contrapartida, o efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com impactos negativos sobre a geração de emprego e renda.</p>
<h3>Desempenho por setores</h3>
<p>O comportamento do PIB pode ser analisado tanto pelo lado da produção quanto pelo da demanda. Pela ótica da produção, Juliana Trece destaca que o desempenho da agropecuária e da indústria contribuiu para a retração da atividade em outubro.</p>
<p>Já pelo lado da demanda, os investimentos — medidos pela formação bruta de capital fixo — e o consumo do governo tiveram contribuição negativa para o resultado do período.</p>
<p>Na comparação do trimestre móvel encerrado em outubro com o mesmo intervalo do ano anterior, o consumo das famílias cresceu 0,5%. O avanço foi sustentado principalmente pelos serviços e pelos bens semiduráveis, enquanto o consumo de bens duráveis e não duráveis exerceu pressão negativa.</p>
<p>As exportações também tiveram papel relevante no crescimento econômico, com alta de 8,9% no trimestre móvel, impulsionadas principalmente por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. As vendas externas mantêm trajetória de crescimento desde março de 2025.</p>
<p>Em valores correntes, a FGV estima que o PIB brasileiro acumulado até outubro alcance R$ 10,53 trilhões.</p>
<h3>Indicadores e dados oficiais</h3>
<p>O Monitor do PIB é um dos principais indicadores de acompanhamento da economia nacional. Outro termômetro relevante é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que apontou queda de 0,2% de setembro para outubro e crescimento de 2,5% em 12 meses.</p>
<p>Já os dados oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 4 de dezembro, o órgão informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% no acumulado de 12 meses. O resultado do quarto trimestre de 2025 será divulgado em 3 de março de 2026.</p>
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		<title>Brasília lidera inflação da cesta básica no país; São Paulo mantém maior preço absoluto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasilia-lidera-inflacao-da-cesta-basica-no-pais-sao-paulo-mantem-maior-preco-absoluto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 21:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília foi a capital brasileira que mais sofreu com o aumento no custo da cesta básica entre novembro de 2024 e abril de 2025. No período de seis meses, os preços subiram 7,4%, passando de R$ 785,68 para R$ 844,01. A informação é da plataforma Cesta de Consumo Neogrid &#38; FGV IBRE, que acompanha a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília foi a capital brasileira que mais sofreu com o aumento no custo da cesta básica entre novembro de 2024 e abril de 2025. No período de seis meses, os preços subiram 7,4%, passando de R$ 785,68 para R$ 844,01. A informação é da plataforma Cesta de Consumo Neogrid &amp; FGV IBRE, que acompanha a evolução dos preços nas oito maiores capitais do país.</p>
<p>Além da capital federal, outras cidades também registraram inflação no mesmo período: Curitiba (+3,3%), São Paulo (+3,1%), Belo Horizonte (+1,9%) e Fortaleza (+0,07%). Por outro lado, três capitais apresentaram deflação: Salvador (-0,9%), Rio de Janeiro (-3,6%) e Manaus (-5,8%).</p>
<p>Apesar da menor variação percentual, São Paulo segue com o título de cidade com a cesta básica mais cara do Brasil, mantendo-se pelo segundo mês consecutivo no topo do ranking, com o valor de R$ 991,80.</p>
<h3>Principais responsáveis pela alta</h3>
<p>Os produtos que mais pressionaram a cesta básica nos últimos seis meses foram:</p>
<ul>
<li><strong>Café:</strong> aumento em todas as capitais, com destaque para São Paulo (+28%).</li>
<li><strong>Frutas:</strong> elevação generalizada, especialmente em Brasília (+32,1%).</li>
<li><strong>Pão:</strong> alta registrada em seis capitais, sendo novamente Brasília a mais afetada (+31,8%).</li>
<li><strong>Óleo:</strong> também em seis capitais, com destaque para Brasília (+20%).</li>
<li><strong>Ovos:</strong> encarecimento em sete capitais, principalmente em Fortaleza (+13,1%).</li>
</ul>
<p>Em contrapartida, alguns itens apresentaram quedas expressivas. O arroz teve redução em todas as capitais monitoradas, com destaque para Belo Horizonte (-13,7%), Rio de Janeiro (-10,5%), Curitiba (-10,2%) e Manaus (-10,1%). A farinha de mandioca também apresentou forte queda, principalmente em Manaus (-21,9%) e Salvador (-10,2%).</p>
<h3>Monitoramento nacional</h3>
<p>O levantamento da Neogrid em parceria com o FGV IBRE considera as capitais mais populosas do país: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A pesquisa analisa mensalmente a variação de preços de uma cesta composta por itens essenciais ao consumo das famílias brasileiras.</p>
<p>Os dados reforçam a importância do monitoramento de preços para a definição de políticas públicas e ajustes no poder de compra da população, especialmente em tempos de inflação persistente e volatilidade nos preços dos alimentos.</p>
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		<title>﻿Confiança do consumidor sobe 2,5 pontos em março</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/confianca-do-consumidor-sobe-25-pontos-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 15:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,5 pontos na passagem de fevereiro para março deste ano. Com a alta, que veio depois de duas quedas consecutivas, o indicador atingiu 87 pontos, em uma escala de 0 a 200. A alta foi puxada pela melhora das avaliações dos consumidores em relação tanto ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,5 pontos na passagem de fevereiro para março deste ano. Com a alta, que veio depois de duas quedas consecutivas, o indicador atingiu 87 pontos, em uma escala de 0 a 200.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A alta foi puxada pela melhora das avaliações dos consumidores em relação tanto ao presente quanto ao futuro. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, subiu 2,7 pontos e chegou a 72 pontos, melhor resultado desde outubro do ano passado.</p>
<p>O Índice de Expectativas, que avalia a confiança dos consumidores no futuro, avançou 2,2 pontos e atingiu 98 pontos.</p>
<p>Entre as quatro faixas de renda avaliadas pelo estudo, a maior confiança foi observada nas famílias com renda familiar abaixo de R$ 2.100,00 (4%). As demais faixas de renda são: de R$ 2.100,00 a R$ 4.800,00, de R$ 4.800,01 a R$ 9.600,00 e acima de R$ 9.600,00.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Confiança do empresário sobe 0,6 ponto em fevereiro, diz FGV</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/confianca-do-empresario-sobe-06-ponto-em-fevereiro-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 15:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,6 ponto em fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 89,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu uma sequência de quatro quedas seguidas. O ICE consolida os quatro índices de confiança setoriais medidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,6 ponto em fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 89,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu uma sequência de quatro quedas seguidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ICE consolida os quatro índices de confiança setoriais medidos pela FGV: indústria, comércio, serviços e construção.</p>
<p>O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários no futuro, subiu 1,9 ponto e chegou a 87,9 pontos. Já o Índice da Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários sobre o presente, caiu 1 ponto e atingiu 89,9 pontos, menor nível desde fevereiro do ano passado (88,1 pontos).</p>
<p>A alta do ICE em fevereiro foi puxada pela confiança do comércio, que cresceu 3 pontos. Apesar do avanço, o setor continua tendo o menor índice de confiança entre os quatro segmentos pesquisados (85,8 pontos).</p>
<p>Também teve alta o setor da construção (0,8 ponto), o qual se mantém como o segmento com maior confiança (94,4 pontos).</p>
<p>Por outro lado, a indústria recuou 1,1 ponto e atingiu 92 pontos, enquanto os serviços caíram 0,4 ponto e chegaram a 89,2 pontos.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>FGV registra variação de 0,1% em outubro na atividade econômica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fgv-registra-variacao-de-01-em-outubro-na-atividade-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[monitor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O Monitor do PIB-FGV mostra crescimento de 0,1% na atividade econômica em outubro, em comparação a setembro, considerando-se dados com ajuste sazonal. Na comparação interanual, o crescimento da economia em outubro foi de 2,8%. Na análise trimestral interanual, a economia cresceu 3,3% no trimestre móvel encerrado em outubro. O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Monitor do PIB-FGV mostra crescimento de 0,1% na atividade econômica em outubro, em comparação a setembro, considerando-se dados com ajuste sazonal. Na comparação interanual, o crescimento da economia em outubro foi de 2,8%. Na análise trimestral interanual, a economia cresceu 3,3% no trimestre móvel encerrado em outubro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).</p>
<p>Segundo a coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em outubro deve-se, principalmente, ao bom desempenho do setor de serviços e do consumo.</p>
<p><em>“Assim como tem ocorrido durante todo o ano de 2022, esses componentes seguem contribuindo positivamente apara o desempenho da economia. Destaca-se que após dois recuos consecutivos da atividade econômica, o crescimento de 0,1% é considerado modesto, porém não deixa de mostrar que a economia ainda dá indícios de crescimento, apesar da maior influência do aperto monetário causado pelos altos juros”</em>, disse.</p>
<p>Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB até outubro de 2022, em valores correntes, foi de R$ 8,158 trilhões.</p>
<h2>Consumo das famílias</h2>
<p>O consumo das famílias cresceu 5,7% no trimestre móvel terminado em outubro. Conforme a pesquisa, a contribuição positiva do consumo de produtos não duráveis segue aumentando desde o segundo trimestre. O principal motor do crescimento do consumo continua sendo os serviços. Após ter apresentado mais de um ano de queda (desde o terceiro trimestre de 2021), o consumo de produtos duráveis cresceu no trimestre móvel findo em outubro.</p>
<h2>Formação bruta de capital fixo (FBCF)</h2>
<p>A Formação bruta de capital fixo (FBCF), que são os investimentos, cresceu 6,4% no trimestre móvel terminado em outubro com relevante contribuição do segmento de máquinas e equipamentos. Apesar de iniciado o ano contribuindo negativamente para a FBCF, no trimestre móvel findo em outubro a contribuição de máquinas e equipamentos representou cerca de 70% do crescimento do componente.</p>
<p>Segundo o estudo, esse crescimento é explicado principalmente pelo desempenho das máquinas e equipamentos importados, com destaque para o segmento de caminhões, ônibus, reboques e carrocerias.</p>
<h2>Exportação e importação</h2>
<p>A exportação de bens e serviços cresceu 11,4% no trimestre móvel encerrado em outubro. À exceção da exportação de produtos da extrativa mineral, os demais segmentos contribuíram positivamente para esse crescimento.</p>
<p>A importação de bens e serviços aumentou 11,9% mesmo período. As maiores contribuições para esse crescimento foram a importação de serviços (5,6%), de bens intermediários (4,7%) e de bens de capital (2,9%).</p>
<p>“<em>Os demais segmentos da importação retraíram, porém em pequena magnitude, o que explica a pouca contribuição na redução do crescimento das importações”</em>, diz o Ibre/FGV.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>FGV: aluguéis ficaram 0,36% mais baratos em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fgv-alugueis-ficaram-036-mais-baratos-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alugueis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[IVAR]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) registrou queda de 0,36% em novembro, após subir 0,10% no mês anterior. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses desacelerou de 11,56% em outubro para 10,28%. Os dados foram divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre). Segundo o levantamento, na passagem de outubro para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) registrou queda de 0,36% em novembro, após subir 0,10% no mês anterior. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses desacelerou de 11,56% em outubro para 10,28%. Os dados foram divulgados <span id="OBJ_PREFIX_DWT149_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT163_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o levantamento, na passagem<span id="OBJ_PREFIX_DWT150_com_zimbra_date" role="link"> de outubro</span> para novembro, houve queda nas cidades de São Paulo (de -0,69% para -0,32%), Belo Horizonte (de 0,86% para -1,21%) e Porto Alegre (de 1,10% para -1,13%). Entre as cidades pesquisadas, a única que registrou alta foi o Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT151_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, onde o Ivar saltou de 0,04% para 1,55%.</p>
<p>Na comparação com novembro do ano passado, houve desaceleração no índice acumulado em 12 meses em Porto Alegre (de 10,33% para 8,79%), Belo Horizonte (15,66% para 13,13%) e São Paulo (de 10,68% para 9,48%). No Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT152_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> a taxa interanual acelerou de 12,07% para 12,16%.</p>
<p>De acordo com o FGV/Ibre, o Ivar mede a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com base em quatro das principais capitais brasileira.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>IGP-10 tem queda de preços de 0,59% em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/igp-10-tem-queda-de-precos-de-059-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 14:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Deflação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-10]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação (queda de preços) de 0,59% em novembro deste ano. A queda é menor do que a observada em outubro (-1,04%). Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 5,70% no ano e de 5,55% em 12 meses. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação (queda de preços) de 0,59% em novembro deste ano. A queda é menor do que a observada em outubro (-1,04%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 5,70% no ano e de 5,55% em 12 meses.</p>
<p>O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, passou de uma deflação de 1,44% em outubro para uma queda de preços de 0,98% em novembro.</p>
<p>Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) tiveram aumentos em suas taxas de inflação.</p>
<p>A inflação do IPC subiu de 0,17% em outubro para 0,67% em novembro, enquanto a taxa do INCC passou de 0,01% para 0,19% no período.</p>
<p>O IGP-10 é medido com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Preços de aluguéis sobem 0,10% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/precos-de-alugueis-sobem-010-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 15:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=54337</guid>

					<description><![CDATA[O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) teve inflação de 0,10% em outubro deste ano. Em setembro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,02%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 11,37% em setembro para 11,56% em outubro. O índice é calculado pela FGV [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar)<strong> </strong>teve inflação de 0,10% em outubro deste ano. Em setembro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,02%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 11,37% em setembro para 11,56% em outubro. O índice é calculado pela FGV com base na variação dos preços cobrados por aluguéis em quatro cidades: São Paulo, Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT237_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, Porto Alegre e Belo Horizonte.</p>
<p>Em São Paulo, houve o maior recuo mensal do Ivar, ao passar de -0,18% em setembro para -0,69% em outubro. No Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT238_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, também houve recuo, mas o índice continuou tendo inflação porque passou de 0,77% para 0,04%.</p>
<p>Nas outras duas cidades, o Ivar aumentou<span id="OBJ_PREFIX_DWT239_com_zimbra_date" role="link"> de setembro</span> para outubro. Em Porto Alegre, foi de -0,37% para 1,10%. Já em Belo Horizonte, o indicador subiu de 0,26% para 0,86% no período.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inflação pelo IPC-S sobe para 0,69% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-pelo-ipc-s-sobe-para-069-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 15:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPC-S]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou outubro com inflação de 0,69%. O resultado é superior ao de setembro: 0,02%. A informação foi divulgada hoje (1º), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre os principais responsáveis pela alta de um mês para outro figura o grupo de despesas com alimentação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou outubro com inflação de 0,69%. O resultado é superior ao de setembro: 0,02%. A informação foi divulgada hoje (1º), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os principais responsáveis pela alta de um mês para outro figura o grupo de despesas com alimentação, que havia registrado deflação (queda de preços) de 0,29% em setembro e que passou a ter inflação de 0,74% em outubro.</p>
<h2>Preços em alta</h2>
<p>Quatro grupos tiveram alta na inflação: habitação (passou de 0,40% em setembro para 0,58% em outubro), vestuário (foi de 0,38% para 0,73%), saúde e cuidados pessoais (de 0,59% para 0,85%) e despesas diversas (de 0,04% para 0,19%).</p>
<p>O item transportes continuou com deflação, mas a queda de preços foi menor porque passou de -2,63% para -0,19%.</p>
<p>Dois grupos tiveram queda: educação, leitura e recreação (de 4,36% para 3,07%) e comunicação, cuja deflação se acentuou, indo de -0,52% para -0,73%).</p>
</div>
</div>
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