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	<title>FGV &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>FGV &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Juros elevados puxam economia para baixo e PIB cai 0,3% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-elevados-puxam-economia-para-baixo-e-pib-cai-03-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país. Apesar da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país.</p>
<p>Apesar da desaceleração mensal, na comparação com outubro do ano passado o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou expansão de 1%. Já no trimestre móvel encerrado em outubro, o crescimento foi de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado de 12 meses, a economia brasileira avançou 2,3%.</p>
<p>Os dados fazem parte do Monitor do PIB, levantamento mensal produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta terça-feira (16).</p>
<h3>Impacto dos juros altos</h3>
<p>Segundo a economista Juliana Trece, responsável pelo estudo, a perda de dinamismo da economia está “fortemente associada ao patamar elevado da taxa de juros”. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano, o nível mais alto desde julho de 2006, quando alcançou 15,25%.</p>
<p>Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic elevada é justificada como instrumento de combate à inflação, que só voltou ao centro da meta em novembro, após 13 meses fora do intervalo de tolerância.</p>
<p>O encarecimento do crédito provocado pelos juros altos reduz o investimento e o consumo, ajudando a conter a inflação. Em contrapartida, o efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com impactos negativos sobre a geração de emprego e renda.</p>
<h3>Desempenho por setores</h3>
<p>O comportamento do PIB pode ser analisado tanto pelo lado da produção quanto pelo da demanda. Pela ótica da produção, Juliana Trece destaca que o desempenho da agropecuária e da indústria contribuiu para a retração da atividade em outubro.</p>
<p>Já pelo lado da demanda, os investimentos — medidos pela formação bruta de capital fixo — e o consumo do governo tiveram contribuição negativa para o resultado do período.</p>
<p>Na comparação do trimestre móvel encerrado em outubro com o mesmo intervalo do ano anterior, o consumo das famílias cresceu 0,5%. O avanço foi sustentado principalmente pelos serviços e pelos bens semiduráveis, enquanto o consumo de bens duráveis e não duráveis exerceu pressão negativa.</p>
<p>As exportações também tiveram papel relevante no crescimento econômico, com alta de 8,9% no trimestre móvel, impulsionadas principalmente por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. As vendas externas mantêm trajetória de crescimento desde março de 2025.</p>
<p>Em valores correntes, a FGV estima que o PIB brasileiro acumulado até outubro alcance R$ 10,53 trilhões.</p>
<h3>Indicadores e dados oficiais</h3>
<p>O Monitor do PIB é um dos principais indicadores de acompanhamento da economia nacional. Outro termômetro relevante é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que apontou queda de 0,2% de setembro para outubro e crescimento de 2,5% em 12 meses.</p>
<p>Já os dados oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 4 de dezembro, o órgão informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% no acumulado de 12 meses. O resultado do quarto trimestre de 2025 será divulgado em 3 de março de 2026.</p>
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		<title>Brasília lidera inflação da cesta básica no país; São Paulo mantém maior preço absoluto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasilia-lidera-inflacao-da-cesta-basica-no-pais-sao-paulo-mantem-maior-preco-absoluto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 21:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília foi a capital brasileira que mais sofreu com o aumento no custo da cesta básica entre novembro de 2024 e abril de 2025. No período de seis meses, os preços subiram 7,4%, passando de R$ 785,68 para R$ 844,01. A informação é da plataforma Cesta de Consumo Neogrid &#38; FGV IBRE, que acompanha a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília foi a capital brasileira que mais sofreu com o aumento no custo da cesta básica entre novembro de 2024 e abril de 2025. No período de seis meses, os preços subiram 7,4%, passando de R$ 785,68 para R$ 844,01. A informação é da plataforma Cesta de Consumo Neogrid &amp; FGV IBRE, que acompanha a evolução dos preços nas oito maiores capitais do país.</p>
<p>Além da capital federal, outras cidades também registraram inflação no mesmo período: Curitiba (+3,3%), São Paulo (+3,1%), Belo Horizonte (+1,9%) e Fortaleza (+0,07%). Por outro lado, três capitais apresentaram deflação: Salvador (-0,9%), Rio de Janeiro (-3,6%) e Manaus (-5,8%).</p>
<p>Apesar da menor variação percentual, São Paulo segue com o título de cidade com a cesta básica mais cara do Brasil, mantendo-se pelo segundo mês consecutivo no topo do ranking, com o valor de R$ 991,80.</p>
<h3>Principais responsáveis pela alta</h3>
<p>Os produtos que mais pressionaram a cesta básica nos últimos seis meses foram:</p>
<ul>
<li><strong>Café:</strong> aumento em todas as capitais, com destaque para São Paulo (+28%).</li>
<li><strong>Frutas:</strong> elevação generalizada, especialmente em Brasília (+32,1%).</li>
<li><strong>Pão:</strong> alta registrada em seis capitais, sendo novamente Brasília a mais afetada (+31,8%).</li>
<li><strong>Óleo:</strong> também em seis capitais, com destaque para Brasília (+20%).</li>
<li><strong>Ovos:</strong> encarecimento em sete capitais, principalmente em Fortaleza (+13,1%).</li>
</ul>
<p>Em contrapartida, alguns itens apresentaram quedas expressivas. O arroz teve redução em todas as capitais monitoradas, com destaque para Belo Horizonte (-13,7%), Rio de Janeiro (-10,5%), Curitiba (-10,2%) e Manaus (-10,1%). A farinha de mandioca também apresentou forte queda, principalmente em Manaus (-21,9%) e Salvador (-10,2%).</p>
<h3>Monitoramento nacional</h3>
<p>O levantamento da Neogrid em parceria com o FGV IBRE considera as capitais mais populosas do país: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A pesquisa analisa mensalmente a variação de preços de uma cesta composta por itens essenciais ao consumo das famílias brasileiras.</p>
<p>Os dados reforçam a importância do monitoramento de preços para a definição de políticas públicas e ajustes no poder de compra da população, especialmente em tempos de inflação persistente e volatilidade nos preços dos alimentos.</p>
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		<item>
		<title>﻿Confiança do consumidor sobe 2,5 pontos em março</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/confianca-do-consumidor-sobe-25-pontos-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 15:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,5 pontos na passagem de fevereiro para março deste ano. Com a alta, que veio depois de duas quedas consecutivas, o indicador atingiu 87 pontos, em uma escala de 0 a 200. A alta foi puxada pela melhora das avaliações dos consumidores em relação tanto ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,5 pontos na passagem de fevereiro para março deste ano. Com a alta, que veio depois de duas quedas consecutivas, o indicador atingiu 87 pontos, em uma escala de 0 a 200.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A alta foi puxada pela melhora das avaliações dos consumidores em relação tanto ao presente quanto ao futuro. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, subiu 2,7 pontos e chegou a 72 pontos, melhor resultado desde outubro do ano passado.</p>
<p>O Índice de Expectativas, que avalia a confiança dos consumidores no futuro, avançou 2,2 pontos e atingiu 98 pontos.</p>
<p>Entre as quatro faixas de renda avaliadas pelo estudo, a maior confiança foi observada nas famílias com renda familiar abaixo de R$ 2.100,00 (4%). As demais faixas de renda são: de R$ 2.100,00 a R$ 4.800,00, de R$ 4.800,01 a R$ 9.600,00 e acima de R$ 9.600,00.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Confiança do empresário sobe 0,6 ponto em fevereiro, diz FGV</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/confianca-do-empresario-sobe-06-ponto-em-fevereiro-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 15:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do empresário]]></category>
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		<category><![CDATA[FGV]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,6 ponto em fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 89,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu uma sequência de quatro quedas seguidas. O ICE consolida os quatro índices de confiança setoriais medidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,6 ponto em fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 89,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu uma sequência de quatro quedas seguidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ICE consolida os quatro índices de confiança setoriais medidos pela FGV: indústria, comércio, serviços e construção.</p>
<p>O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários no futuro, subiu 1,9 ponto e chegou a 87,9 pontos. Já o Índice da Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários sobre o presente, caiu 1 ponto e atingiu 89,9 pontos, menor nível desde fevereiro do ano passado (88,1 pontos).</p>
<p>A alta do ICE em fevereiro foi puxada pela confiança do comércio, que cresceu 3 pontos. Apesar do avanço, o setor continua tendo o menor índice de confiança entre os quatro segmentos pesquisados (85,8 pontos).</p>
<p>Também teve alta o setor da construção (0,8 ponto), o qual se mantém como o segmento com maior confiança (94,4 pontos).</p>
<p>Por outro lado, a indústria recuou 1,1 ponto e atingiu 92 pontos, enquanto os serviços caíram 0,4 ponto e chegaram a 89,2 pontos.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>FGV registra variação de 0,1% em outubro na atividade econômica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fgv-registra-variacao-de-01-em-outubro-na-atividade-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Monitor do PIB-FGV mostra crescimento de 0,1% na atividade econômica em outubro, em comparação a setembro, considerando-se dados com ajuste sazonal. Na comparação interanual, o crescimento da economia em outubro foi de 2,8%. Na análise trimestral interanual, a economia cresceu 3,3% no trimestre móvel encerrado em outubro. O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia da [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O Monitor do PIB-FGV mostra crescimento de 0,1% na atividade econômica em outubro, em comparação a setembro, considerando-se dados com ajuste sazonal. Na comparação interanual, o crescimento da economia em outubro foi de 2,8%. Na análise trimestral interanual, a economia cresceu 3,3% no trimestre móvel encerrado em outubro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).</p>
<p>Segundo a coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em outubro deve-se, principalmente, ao bom desempenho do setor de serviços e do consumo.</p>
<p><em>“Assim como tem ocorrido durante todo o ano de 2022, esses componentes seguem contribuindo positivamente apara o desempenho da economia. Destaca-se que após dois recuos consecutivos da atividade econômica, o crescimento de 0,1% é considerado modesto, porém não deixa de mostrar que a economia ainda dá indícios de crescimento, apesar da maior influência do aperto monetário causado pelos altos juros”</em>, disse.</p>
<p>Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB até outubro de 2022, em valores correntes, foi de R$ 8,158 trilhões.</p>
<h2>Consumo das famílias</h2>
<p>O consumo das famílias cresceu 5,7% no trimestre móvel terminado em outubro. Conforme a pesquisa, a contribuição positiva do consumo de produtos não duráveis segue aumentando desde o segundo trimestre. O principal motor do crescimento do consumo continua sendo os serviços. Após ter apresentado mais de um ano de queda (desde o terceiro trimestre de 2021), o consumo de produtos duráveis cresceu no trimestre móvel findo em outubro.</p>
<h2>Formação bruta de capital fixo (FBCF)</h2>
<p>A Formação bruta de capital fixo (FBCF), que são os investimentos, cresceu 6,4% no trimestre móvel terminado em outubro com relevante contribuição do segmento de máquinas e equipamentos. Apesar de iniciado o ano contribuindo negativamente para a FBCF, no trimestre móvel findo em outubro a contribuição de máquinas e equipamentos representou cerca de 70% do crescimento do componente.</p>
<p>Segundo o estudo, esse crescimento é explicado principalmente pelo desempenho das máquinas e equipamentos importados, com destaque para o segmento de caminhões, ônibus, reboques e carrocerias.</p>
<h2>Exportação e importação</h2>
<p>A exportação de bens e serviços cresceu 11,4% no trimestre móvel encerrado em outubro. À exceção da exportação de produtos da extrativa mineral, os demais segmentos contribuíram positivamente para esse crescimento.</p>
<p>A importação de bens e serviços aumentou 11,9% mesmo período. As maiores contribuições para esse crescimento foram a importação de serviços (5,6%), de bens intermediários (4,7%) e de bens de capital (2,9%).</p>
<p>“<em>Os demais segmentos da importação retraíram, porém em pequena magnitude, o que explica a pouca contribuição na redução do crescimento das importações”</em>, diz o Ibre/FGV.</p>
</div>
</div>
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		<title>FGV: aluguéis ficaram 0,36% mais baratos em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fgv-alugueis-ficaram-036-mais-baratos-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alugueis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) registrou queda de 0,36% em novembro, após subir 0,10% no mês anterior. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses desacelerou de 11,56% em outubro para 10,28%. Os dados foram divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre). Segundo o levantamento, na passagem de outubro para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) registrou queda de 0,36% em novembro, após subir 0,10% no mês anterior. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses desacelerou de 11,56% em outubro para 10,28%. Os dados foram divulgados <span id="OBJ_PREFIX_DWT149_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT163_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (7) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o levantamento, na passagem<span id="OBJ_PREFIX_DWT150_com_zimbra_date" role="link"> de outubro</span> para novembro, houve queda nas cidades de São Paulo (de -0,69% para -0,32%), Belo Horizonte (de 0,86% para -1,21%) e Porto Alegre (de 1,10% para -1,13%). Entre as cidades pesquisadas, a única que registrou alta foi o Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT151_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, onde o Ivar saltou de 0,04% para 1,55%.</p>
<p>Na comparação com novembro do ano passado, houve desaceleração no índice acumulado em 12 meses em Porto Alegre (de 10,33% para 8,79%), Belo Horizonte (15,66% para 13,13%) e São Paulo (de 10,68% para 9,48%). No Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT152_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> a taxa interanual acelerou de 12,07% para 12,16%.</p>
<p>De acordo com o FGV/Ibre, o Ivar mede a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com base em quatro das principais capitais brasileira.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>IGP-10 tem queda de preços de 0,59% em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/igp-10-tem-queda-de-precos-de-059-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 14:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Deflação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[IGP-10]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação (queda de preços) de 0,59% em novembro deste ano. A queda é menor do que a observada em outubro (-1,04%). Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 5,70% no ano e de 5,55% em 12 meses. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou deflação (queda de preços) de 0,59% em novembro deste ano. A queda é menor do que a observada em outubro (-1,04%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 5,70% no ano e de 5,55% em 12 meses.</p>
<p>O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, passou de uma deflação de 1,44% em outubro para uma queda de preços de 0,98% em novembro.</p>
<p>Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) tiveram aumentos em suas taxas de inflação.</p>
<p>A inflação do IPC subiu de 0,17% em outubro para 0,67% em novembro, enquanto a taxa do INCC passou de 0,01% para 0,19% no período.</p>
<p>O IGP-10 é medido com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.</p>
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		<title>Preços de aluguéis sobem 0,10% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/precos-de-alugueis-sobem-010-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 15:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) teve inflação de 0,10% em outubro deste ano. Em setembro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,02%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 11,37% em setembro para 11,56% em outubro. O índice é calculado pela FGV [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar)<strong> </strong>teve inflação de 0,10% em outubro deste ano. Em setembro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,02%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 11,37% em setembro para 11,56% em outubro. O índice é calculado pela FGV com base na variação dos preços cobrados por aluguéis em quatro cidades: São Paulo, Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT237_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, Porto Alegre e Belo Horizonte.</p>
<p>Em São Paulo, houve o maior recuo mensal do Ivar, ao passar de -0,18% em setembro para -0,69% em outubro. No Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT238_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span>, também houve recuo, mas o índice continuou tendo inflação porque passou de 0,77% para 0,04%.</p>
<p>Nas outras duas cidades, o Ivar aumentou<span id="OBJ_PREFIX_DWT239_com_zimbra_date" role="link"> de setembro</span> para outubro. Em Porto Alegre, foi de -0,37% para 1,10%. Já em Belo Horizonte, o indicador subiu de 0,26% para 0,86% no período.</p>
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		<title>Inflação pelo IPC-S sobe para 0,69% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-pelo-ipc-s-sobe-para-069-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 15:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPC-S]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Preços]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou outubro com inflação de 0,69%. O resultado é superior ao de setembro: 0,02%. A informação foi divulgada hoje (1º), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre os principais responsáveis pela alta de um mês para outro figura o grupo de despesas com alimentação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou outubro com inflação de 0,69%. O resultado é superior ao de setembro: 0,02%. A informação foi divulgada hoje (1º), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os principais responsáveis pela alta de um mês para outro figura o grupo de despesas com alimentação, que havia registrado deflação (queda de preços) de 0,29% em setembro e que passou a ter inflação de 0,74% em outubro.</p>
<h2>Preços em alta</h2>
<p>Quatro grupos tiveram alta na inflação: habitação (passou de 0,40% em setembro para 0,58% em outubro), vestuário (foi de 0,38% para 0,73%), saúde e cuidados pessoais (de 0,59% para 0,85%) e despesas diversas (de 0,04% para 0,19%).</p>
<p>O item transportes continuou com deflação, mas a queda de preços foi menor porque passou de -2,63% para -0,19%.</p>
<p>Dois grupos tiveram queda: educação, leitura e recreação (de 4,36% para 3,07%) e comunicação, cuja deflação se acentuou, indo de -0,52% para -0,73%).</p>
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		<title>IGP-M registra deflação de 0,97% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/igp-m-registra-deflacao-de-097-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 14:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[IGP-M]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou deflação (queda de preços) de 0,97% em outubro deste ano. No mês anterior, também houve queda, de 0,95%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o IGP-M acumula taxas de inflação de 5,58% no ano e de 6,52% em 12 meses. O Índice de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou deflação (queda de preços) de 0,97% em outubro deste ano. No mês anterior, também houve queda, de 0,95%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o IGP-M acumula taxas de inflação de 5,58% no ano e de 6,52% em 12 meses.</p>
<p>O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que avalia o atacado, teve deflação de 1,44% em outubro, ante uma queda de preços de 1,27% em setembro.</p>
<p>O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi outro subíndice que apresentou queda na taxa de setembro para outubro. Apesar disso, continuou registrando inflação. A taxa passou de 0,10% em setembro para 0,04% em outubro.</p>
<p>Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, teve inflação de 0,5% em outubro, após registrar deflação de 0,08% no mês anterior.</p>
</div>
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