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	<title>Festival de Cinema &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Sessão na praça emociona público da Mostra de Tiradentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 20:21:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A noite de sexta-feira (24) foi marcada por emoção e silêncio atento na praça central de Tiradentes, em Minas Gerais. A exibição ao ar livre do longa Querido Mundo, dirigido por Miguel Falabella, reuniu um público numeroso na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes e transformou o espaço histórico em uma grande sala de cinema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A noite de sexta-feira (24) foi marcada por emoção e silêncio atento na praça central de Tiradentes, em Minas Gerais. A exibição ao ar livre do longa <em>Querido Mundo</em>, dirigido por Miguel Falabella, reuniu um público numeroso na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes e transformou o espaço histórico em uma grande sala de cinema e encontro sensível com o audiovisual brasileiro.</p>
<p>O filme, um drama protagonizado por Malu Galli e Eduardo Moscovis, acompanha dois personagens atravessados por frustrações pessoais que se veem presos nos escombros de um prédio abandonado na virada do ano. Temas como dependência emocional, violência doméstica e a possibilidade de recomeço estruturam a narrativa, que provocou reações intensas da plateia ao longo da sessão gratuita.</p>
<p>Antes da projeção, Falabella apresentou o longa e compartilhou com o público o percurso até sua estreia na direção cinematográfica.</p>
<p>“Dirigir um filme era algo que, durante muito tempo, me parecia impossível. Mas eu queria contar essa história. Criar, entrar e inventar um novo mundo é fascinante”, afirmou o diretor, sob aplausos.</p>
<figure id="attachment_88243" aria-describedby="caption-attachment-88243" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-88243" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/25-Ator-Miguel-Falabella-na-9a-edicao-da-Mostra-de-Cinema-de-Tiradentes-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Ator Miguel Falabella Na 9ª Edição Da Mostra De Cinema De Tiradentes - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/25-Ator-Miguel-Falabella-na-9a-edicao-da-Mostra-de-Cinema-de-Tiradentes-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/25-Ator-Miguel-Falabella-na-9a-edicao-da-Mostra-de-Cinema-de-Tiradentes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/25-Ator-Miguel-Falabella-na-9a-edicao-da-Mostra-de-Cinema-de-Tiradentes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/25-Ator-Miguel-Falabella-na-9a-edicao-da-Mostra-de-Cinema-de-Tiradentes-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-88243" class="wp-caption-text">Ator Miguel Falabella na 9ª edição da Mostra de Cinema de Tiradentes &#8211; Foto: Leo Fontes/Universo Produções</figcaption></figure>
<p>Na manhã deste domingo (25), Falabella voltou a se encontrar com o público em uma conversa aberta, aprofundando o diálogo sobre processo criativo, atuação e linguagem. Ao comentar sua trajetória no teatro e no cinema, o diretor relembrou experiências marcantes e ressaltou a centralidade do corpo do ator na construção da cena.</p>
<p>“Hoje em dia pouca gente trabalha isso, o corpo do ator. É uma outra construção, outra postura, outro diafragma, outro enunciado”, disse, ao evocar montagens teatrais dos anos 1980.</p>
<p>O encontro ganhou contornos de homenagem quando Falabella falou da emoção de integrar a mesma edição da mostra que celebra os 80 anos do cineasta Júlio Bressane, com quem trabalhou no filme <em>Cleópatra</em>.</p>
<p>“Isso não tem preço. Ele tem uma dimensão totalmente antinaturalista. Para quem vem da televisão, acostumado ao naturalismo, é um exercício poderoso: você precisa descobrir outra maneira de dizer aquilo, de dar credibilidade a um texto difícil”, refletiu.</p>
<p>Falabella destacou ainda o caráter provocador de um cinema que exige do ator e do espectador uma participação ativa. “É não pegar a pessoa pela mão o tempo todo. É exercitar a cabeça”, resumiu, arrancando risos e concordâncias da plateia.</p>
<p>Com o tema “Soberania Imaginativa”, a 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes segue até o dia 31 de janeiro, ocupando a cidade histórica com uma programação gratuita e reafirmando o festival como a primeira grande vitrine do calendário audiovisual brasileiro.</p>
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		<title>Professor defende cinema nas escolas para formar público e fortalecer o audiovisual brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 11:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinesur]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cinema Sul Americano Bonito Cinesur 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto o setor audiovisual brasileiro concentra esforços na regulamentação das plataformas de streaming, um debate igualmente estratégico ganhou força durante o Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito (Cinesur 2025). O professor, cineasta e crítico de cinema Marcelo Ikeda, da Universidade Federal do Ceará (UFC), defendeu que o país precisa olhar também para a formação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o setor audiovisual brasileiro concentra esforços na regulamentação das plataformas de streaming, um debate igualmente estratégico ganhou força durante o Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito (Cinesur 2025). O professor, cineasta e crítico de cinema Marcelo Ikeda, da Universidade Federal do Ceará (UFC), defendeu que o país precisa olhar também para a formação de público — e que isso passa, obrigatoriamente, pelas escolas.</p>
<p>Ikeda lembra que desde 2014 existe a Lei 13.006, que determina a exibição obrigatória de filmes nacionais nas escolas de educação básica. No entanto, a norma nunca foi regulamentada, o que impede sua aplicação prática.</p>
<blockquote><p>“A regulação do streaming é urgente e necessária, mas não podemos esquecer da base. Exibir cinema brasileiro nas escolas é uma política de formação de público, de cidadania, e está prevista em lei. O que falta é estrutura para colocá-la em prática”, afirmou o professor à Agência Brasil.</p></blockquote>
<h3><strong>Cinema como ferramenta de formação</strong></h3>
<p>Segundo Ikeda, a escola é o espaço ideal para aproximar crianças e adolescentes do cinema nacional, não apenas como entretenimento, mas como parte do processo educacional e cultural.</p>
<p>Para isso, seria necessário não apenas exibir os filmes, mas garantir condições adequadas: projetores, acesso legal às obras, licenças para exibição e, principalmente, preparo pedagógico dos professores ou de cineclubistas que possam conduzir debates e discussões após as sessões.</p>
<blockquote><p>“A formação de público não se resume a assistir aos filmes. É preciso conversar sobre eles, entender suas narrativas, sua importância cultural. Esse debate é que cria espectadores críticos e engajados”, destacou.</p></blockquote>
<h3><strong>Custo baixo, alto impacto</strong></h3>
<p>Ikeda defende que a política de levar o cinema para as escolas demandaria baixo investimento público, se comparada a grandes projetos de construção de salas comerciais.</p>
<blockquote><p>“É uma política de base. Para chegar de fato às pessoas, é preciso trabalhar nos locais, dentro das escolas, em conexão com a comunidade. É mais eficaz do que apenas ampliar o circuito em shoppings. É uma ação que exige planejamento, agentes multiplicadores e programação cultural próxima da realidade dos alunos”, explicou.</p></blockquote>
<h3><strong>Festival Cinesur 2025</strong></h3>
<p>O debate ocorreu durante o seminário <em>Cinema, Políticas e Mercado – A Distribuição do Filme Independente no Brasil</em>, que integra a programação do Cinesur 2025. O festival, realizado em Bonito (MS), exibe 63 filmes de nove países sul-americanos até 2 de agosto, promovendo também cursos, oficinas e seminários.</p>
<p>Todas as atividades do evento são gratuitas, e a programação completa pode ser conferida no <a href="https://bonitocinesur.com.br/2025/" target="_blank" rel="noopener">site oficial do festival</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival de Cinema Brasileiro em Paris celebra legado de Antônio Pitanga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/festival-de-cinema-brasileiro-em-paris-celebra-legado-de-antonio-pitanga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 13:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Até a próxima terça-feira (2), Paris se torna o palco do 26º Festival de Cinema Brasileiro, uma celebração da rica cinematografia do Brasil na capital francesa. Este ano, o evento presta homenagem ao renomado ator e diretor Antônio Pitanga, ícone do cinema brasileiro. Com 30 produções nacionais em exibição, o festival ocorre no prestigiado cinema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até a próxima terça-feira (2), Paris se torna o palco do 26º Festival de Cinema Brasileiro, uma celebração da rica cinematografia do Brasil na capital francesa. Este ano, o evento presta homenagem ao renomado ator e diretor Antônio Pitanga, ícone do cinema brasileiro. Com 30 produções nacionais em exibição, o festival ocorre no prestigiado cinema de arte L’Arlequin.</p>
<p>Parisianos, turistas e brasileiros que estão na cidade-luz têm a oportunidade de explorar a diversidade do Brasil através das telas de cinema, com filmes legendados em francês que abordam desde questões políticas eleitorais até a riqueza da Amazônia. Documentários como &#8220;No Céu da Pátria Nesse Instante&#8221;, de Sandra Kogut, revelam os bastidores das eleições de 2022, enquanto &#8220;A Invenção do Outro&#8221;, de Bruno Jorge, acompanha uma expedição em busca de contato com indígenas isolados.</p>
<p>Parte da vibrante cultura brasileira também é exibida em Paris através de filmes como &#8220;Chic Show&#8221;, de Emílio Domingo e Felipe Giuntini, que retrata a cena musical de São Paulo nas décadas de 1970 e 1980. &#8220;Mussum, o Filmis&#8221;, de Silvio Guindane, mergulha na vida do humorista Antônio Carlos Bernardes Gomes, enquanto &#8220;Meu Nome é Gal&#8221;, de Dandara Ferreira e Lô Politi, conta a história do movimento Tropicália e sua influência na música brasileira.</p>
<p>Além disso, o documentário &#8220;Utopia Tropical&#8221;, de João Amorim, traz uma conversa entre Noam Chomsky e o embaixador Celso Amorim sobre a ascensão e queda dos governos de esquerda na América Latina. Na competição de ficção, filmes como &#8220;Sem Coração&#8221;, &#8220;Betânia&#8221;, &#8220;Nosso Sonho&#8221;, &#8220;Pedágio&#8221; e outros prometem cativar o público com suas narrativas diversificadas e envolventes.</p>
<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, ressalta a importância do festival para promover a visibilidade dos filmes e artistas brasileiros no cenário internacional, especialmente nesta edição que homenageia Antônio Pitanga. Segundo ela, o público terá uma experiência cinematográfica única, marcada pela qualidade e originalidade das produções brasileiras.</p>
<p>Para Ana Arruda, da Sétima Cinema, empresa especializada em cooperação internacional entre Brasil e França, o festival é uma oportunidade histórica para os filmes brasileiros. Ela destaca que o evento aquece o mercado de coprodução e serve como um ponto de encontro para distribuidores e produtoras em busca de talentos brasileiros.</p>
<p>O 26º Festival de Cinema Brasileiro em Paris presta uma merecida homenagem a Antônio Pitanga, cuja carreira de mais de cinco décadas deixou um legado de interpretações memoráveis e contribuições significativas para o cinema nacional e internacional.</p>
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