<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Festa Literária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/festa-literaria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Nov 2025 15:05:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Festa Literária &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Casa de Rui Barbosa inaugura a primeira Festa Literária do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casa-de-rui-barbosa-inaugura-a-primeira-festa-literaria-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 15:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Casa de Rui Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87027</guid>

					<description><![CDATA[A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) realiza, de 28 a 30 de novembro, a primeira edição da Festa Literária FliRui, no tradicional casarão de Botafogo. Com programação gratuita, o festival reúne literatura, música, teatro, debates, oficinas e apresentações artísticas, consolidando-se como um novo marco cultural da cidade. A estreia da FliRui traz nomes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) realiza, de 28 a 30 de novembro, a primeira edição da Festa Literária FliRui, no tradicional casarão de Botafogo. Com programação gratuita, o festival reúne literatura, música, teatro, debates, oficinas e apresentações artísticas, consolidando-se como um novo marco cultural da cidade.</p>
<p>A estreia da FliRui traz nomes de destaque do cenário político e artístico brasileiro, como a ministra da Cultura, Margareth Menezes, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia, a cantora Maria Bethânia, o músico Lirinha e autores como Ailton Krenak, Ana Paula Tavares e Ondjaki. Sob o tema “Literatura e Democracia”, a proposta é promover pensamento crítico, participação social e ampliar o acesso ao patrimônio cultural da Fundação.</p>
<p>Para Maria de Andrade, curadora do evento e chefe do Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da FCRB, a festa nasce com o propósito de aproximar o público da instituição e revitalizar seu acervo. “A ideia foi atualizar debates, democratizar o acesso e fazer com que a população da cidade se reconheça nesse espaço”, afirma.</p>
<p>A ministra Margareth Menezes reforça o papel simbólico da iniciativa: “Celebrar a FliRui é afirmar que literatura e democracia caminham juntas. Cabe ao Ministério da Cultura valorizar nossos criadores, preservar patrimônios e ampliar o acesso à leitura.”</p>
<p>Uma das novidades desta edição é a incorporação inédita de obras de autores indígenas ao Arquivo-Museu de Literatura Brasileira. Livros de Daniel Munduruku, Eliane Potiguara e Márcia Kambeba passam a integrar oficialmente o acervo, preenchendo uma lacuna histórica. “A literatura indígena já é consolidada, e essa ausência era sentida”, destaca Andrade.</p>
<p>A realização da FliRui ganha ainda mais relevância por ocorrer no ano em que o Rio de Janeiro assume o título de Capital Mundial do Livro de 2025, concedido pela Unesco — a primeira vez que uma cidade lusófona recebe o reconhecimento. Nesse contexto, a FCRB espera inserir a FliRui no calendário permanente de eventos literários da cidade.</p>
<p>Para o presidente da instituição, Alexandre Santini, o festival simboliza um novo momento. “Promover a primeira edição da FliRui no ano em que o Rio é Capital Mundial do Livro é celebrar a imaginação criativa e o caráter lúdico do fazer literário”, afirma.</p>
<p>Com sua proposta plural e democrática, a FliRui surge como uma nova referência cultural no Rio e promete reforçar a vocação literária da cidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87027</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Flipelô transforma o Pelourinho em um “Carnaval das Letras” com teatro, música e diversidade literária</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flipelo-transforma-o-pelourinho-em-um-carnaval-das-letras-com-teatro-musica-e-diversidade-literaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 14:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Flipelô]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pelourinho]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85107</guid>

					<description><![CDATA[O Centro Histórico de Salvador virou palco de uma celebração que vai muito além dos livros. A nona edição da Flipelô — Festa Literária Internacional do Pelourinho — começou nesta quarta-feira (6) com a peça teatral Os dias bem amados: vida e obra de um autor baiano, dirigida por Gil Vicente, em homenagem ao escritor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Histórico de Salvador virou palco de uma celebração que vai muito além dos livros. A nona edição da Flipelô — Festa Literária Internacional do Pelourinho — começou nesta quarta-feira (6) com a peça teatral <em>Os dias bem amados: vida e obra de um autor baiano</em>, dirigida por Gil Vicente, em homenagem ao escritor e novelista Dias Gomes. O musical lotou o Pelourinho, marcando a abertura de um evento que une literatura, música, teatro e cultura popular.</p>
<p>“O grande chamariz da Flipelô é que ela transforma o coração da cidade — o centro histórico — no Carnaval das Letras e da literatura”, define o curador Deco, responsável por dois dos principais espaços do evento: a Vila Literária e o Espaço para Infâncias Mabel Velloso.</p>
<h3>Um palco múltiplo para a cultura</h3>
<p>Até domingo (10), a Flipelô ocupa cerca de 150 espaços públicos e privados com uma programação inteiramente gratuita. Shows, saraus, mesas de debate, lançamentos de livros, oficinas, roteiros gastronômicos e atividades infantis compõem uma agenda rica e diversa, que este ano aposta ainda mais na internacionalização, com autores de países de língua portuguesa como Moçambique e Costa do Marfim.</p>
<p>“A programação está riquíssima, dialogando com muitos gêneros literários e diversas formas de escrita”, destaca Deco. A festa homenageia também Jorge Amado, encerrando no domingo com um concerto especial em sua memória.</p>
<figure id="attachment_85109" aria-describedby="caption-attachment-85109" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85109" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/07-Abertura-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Flipelo-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Abertura Da Festa Literária Internacional Do Pelourinho Flipelô - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/07-Abertura-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Flipelo-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/07-Abertura-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Flipelo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/07-Abertura-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Flipelo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/07-Abertura-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Flipelo-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-85109" class="wp-caption-text">Abertura da Festa Literária Internacional do Pelourinho &#8211; Flipelô, que homenageia Dias Gomes, no Largo do Pelourinho. &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Literatura para todas as idades</h3>
<p>O público infantil ganha atenção especial no Espaço Mabel Velloso, que traz nomes como Flávia Lins e Silva, Lázaro Ramos, Elisama Santos e Alexandre Coimbra Amaral. A ideia é apresentar histórias em que a criança é protagonista, promovendo encantamento e inclusão desde cedo.</p>
<p>Para o público jovem, a Vila Literária no Largo Tereza Batista traz batalhas de desenhos ao vivo, concurso de cosplay e até desfile discotecado — uma fusão entre cultura pop e literatura que reforça o clima festivo e inovador da Flipelô.</p>
<h3>Público apaixonado e engajado</h3>
<p>O escritor Davi Boaventura, morador de Salvador, participa do evento como autor e leitor. “A Flipelô movimenta a cidade e dá destaque à literatura, que muitas vezes é ofuscada por outras artes. É essencial esse espaço”, afirmou.</p>
<p>A professora Flávia Lima, também da capital baiana, já traçou seu roteiro pela programação: “É um momento em que Salvador se abre para receber autores que a gente só conhecia das páginas. Estar perto deles é mágico.”</p>
<p>De fora da cidade, a bibliotecária Elisabete Veras veio do Rio de Janeiro especialmente para vivenciar essa imersão literária: “É uma grande oportunidade de estar próxima dos autores que admiro. Essa proximidade é o que torna a Flipelô tão especial.”</p>
<h3>Cultura acessível e afetuosa</h3>
<p>Consagrada como o maior evento literário da Bahia, a Flipelô espera superar as 250 mil pessoas que passaram pelo evento em 2024. Mais do que números, o que se vê é um encontro afetivo entre leitores, escritores e a cidade.</p>
<p>A Flipelô é apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Casa de Jorge Amado. A programação completa está disponível no <strong><a href="https://flipelo.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site oficial do evento</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85107</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Flup 2023 tem homenagens e batalhas de poesia falada</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flup-2023-tem-homenagens-e-batalhas-de-poesia-falada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 14:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Flup]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=70115</guid>

					<description><![CDATA[A 13ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup) vai celebrar a oralidade ancestral que formou as diversas formas da cultura brasileira como a literatura e a música e ainda as periferias do mundo. O festival vai homenagear o escritor e fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL), Machado de Assis, que nasceu e cresceu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A 13ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup) vai celebrar a oralidade ancestral que formou as diversas formas da cultura brasileira como a literatura e a música e ainda as periferias do mundo. O festival vai homenagear o escritor e fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL), Machado de Assis, que nasceu e cresceu na Ladeira do Livramento, no Morro da Providência, no Rio de Janeiro, e Mãe Beata de Iemanjá, escritora e sacerdotisa de um sagrado sem bíblia, fundadora do terreiro de Candomblé Ilê Axé Omiojuarô, em Miguel Couto, na Baixada Fluminense.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Poetas de batalhas de poesia falada, conhecida como slam, artistas, escritores e escritoras vão participar, durante 9 dias, das atividades gratuitas de 12 a 15 e de 18 a 22 de outubro, na Vila Olímpica da Gamboa, Galpão da Ação da Cidadania e na Garagem Viação Regina&#8217;s, localizados ao redor do Morro da Providência, a primeira favela do mundo, na região central do Rio de Janeiro.</p>
<p>A homenagem a Machado de Assis vai destacar que a origem do escritor é a primeira periferia do Rio de Janeiro. “Machado de Assis, maior escritor brasileiro, não é o bruxo do Cosme Velho. Machado de Assis é cria a Providência. É uma pessoa negra de origem periférica, que nasceu no entorno no Cais do Valongo, na então primeira periferia do Rio de Janeiro”, disse o diretor fundador da Flup Julio Ludemir, em entrevista à EBC.</p>
<h2>Mãe Beata</h2>
<p>Mãe Beata vai ser homenageada com o lançamento, na sexta-feira (13), da biografia Mãe do Mundo, escrita pelo ativista Jefferson Barbosa, responsável pela curadoria da apresentação do babalorixá Adaílton Moreira, filho de Mãe Beata e líder Ilê Axé Omiojuarô, que vai discutir a importância do livro com Jurema Werneck, Lúcia Xavier e o próprio autor, com mediação da jornalista Maju Coutinho.</p>
<p>A homenagem se estende à mesa de debates A Casa da Mãe Beata e a Construção de Políticas Públicas para a População Negra, com a participação de Doya Moreira Costa, Laremi Emiliano, Thula Pires e mediação de Eliana Alves Cruz.</p>
<p>Ainda como parte da homenagem à Mãe Beata, a Aldeia dos Caboclos promoverá durante 7 dias encontros de mães e pais de santo da região metropolitana do Rio de Janeiro para falar sobre suas experiências com os caboclos.</p>
<p>Com curadoria de Valter Macumba, a Aldeia dos Caboclos terá shows que vão do Tecnomacumba, de Rita Benneditto, à voz ancestral de Tia Nicinha, passando por apresentações dos 22 terreiros envolvidos nessa ação, que terá líderes espirituais como Mãe Meninazinha, Torodi, Janaína Lázaro e o próprio Babá Adailton.</p>
<h2>Slam</h2>
<p>Depois da primeira edição, na Bélgica, em 2022, a Flup leva para o Rio de Janeiro o II Campeonato Mundial de Poesia Slam (World Poetry Slam Championship, em inglês), que reunirá poetas de diferentes países dos cinco continentes, representando África do Sul, Níger, Gana, Guiné, Burkina Faso, Quênia, Nigéria, Moçambique, Costa do Marfim, Marrocos, Bélgica, Itália, Luxemburgo, Inglaterra, Espanha, Eslovênia, Chipre, Eslováquia, República Tcheca, Irlanda, Lituânia, Japão, Israel, Nova Zelândia, Austrália, Canadá, México, República Dominicana, Costa Rica, Haiti, Uruguai, Colômbia, Chile, Venezuela, Peru, Argentina e Brasil. O slammer Ocotta vai representar o Brasil. A carreira dele começou em um dos processos formativos da Flup, o Slam Colegial de 2017.</p>
<p>De acordo com Ocotta, no Brasil costuma-se falar muito sobre vivências e seu cotidiano, mas o assunto é livre e qualquer pessoa pode falar o que quiser. “O slam é o espaço de escuta para pessoa que não são escutadas. Dá voz para pessoas que não têm voz. Qualquer pessoa pode chegar em um slam e recitar uma poesia. Quando eu comecei a fazer slam tinha muita vontade de desenvolver uma arte, seja qual for, mas não tinha espaço para isso, e o slam foi o espaço que foi abeto para mim”, revelou.</p>
<p>As batalhas vão ocorrer em quatro línguas oficiais: português, espanhol, francês e inglês, com traduções simultâneas e intérpretes de libras. Todas as rodadas e a final serão transmitidas ao vivo pelo Youtube da Flup. Cada poeta tem 3 minutos e não pode usar objetos cênicos.</p>
<p>“Todos esses poemas terão a tradução projetada em um telão no fundo do palco para que a plateia possa entender a língua falada nas periferias globais”, informou o diretor fundador da Flup.</p>
<p>Além de sediar pela primeira vez uma competição mundial de Slam, a Flup 2023 terá de 18 a 22 de outubro as batalhas de poesia TransSlam Internacional, o II Slam Coalkan, primeiro slam indígena, o I Slam das Minas BR, o Slam de Cria e a IV Batalha de Rimas.</p>
<p>Na programação trans, o público vai poder ver a Batalha Vogue e o show de Linn da Quebrada. “Um grupo liderado pelo poeta e ativista Tom Grito organizará uma mesa para debater a transmasculinidade, e a própria Linn da Quebrada discutirá a oralidade como uma forma de defesa das mulheres trans com a atriz e performer Kika Sena, com mediação da deputada Dani Balbi. O TransSlam terá poetas trans de cinco países da América do Sul”, informann os organizadores.</p>
<h2>Debates</h2>
<p>A programação prevê ainda mesas de debates com presenças como a da escritora Conceição Evaristo; do lavrador, poeta e escritor Nêgo Bispo; do compositor e cantor Emicida; da ensaísta e dramaturga Leda Maria Martins; do rapper, escritor e cineasta MV Bill e do cantor e compositor Marcelo D2. Também nas mesas, a programação incluiu uma série de debates sobre os 20 anos das cotas na UERJ, que vão discutir os temas assédio e violência contra a mulher.</p>
<h2>Shows</h2>
<p>Já na programação musical haverá apresentações das cantoras Rita Benneditto, Leci Brandão, Teresa Cristina, Bia Ferreira, Linn da Quebrada, do rapper e compositor Xamã e da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem.</p>
<h2>Hip-hop</h2>
<p>O festival vai comemorar também os 50 anos do hip-hop no mundo e os 15 anos da chegada dos slams ao Brasil.</p>
<p>A banda afro-americana The Last Poets, considerada precursora do rap e influenciadora do cenário do hip-hop e do slam, com seu icônico e revolucionário repertório de <em>spoken word music</em>, é uma das atrações internacionais confirmadas na programação. Além da performance artística, os músicos participam de uma mesa de debates com o rapper, ator, cineasta e escritor MV Bill. No domingo (15), ele fecha a noite com um show.</p>
<p>“Celebrando os 50 anos do hip-hop no mundo, olhando o hip-hop como uma expressão da periferia mundial, e em nome dessa celebração a gente vai organizar a festa zoeira, que a partir da década de 90 projetou o hip-hop nacional e carioca com nomes como Marechal e D2, toda uma geração de rappers cariocas”, disse Ludemir.</p>
<h2>Filme</h2>
<p>Ainda na programação, haverá mesa de debate sobre o filme independente <em>Slam</em>, com a participação do músico, escritor e ator Saul Williams, protagonista do trabalho dirigido por Marc Levin, que foi escolhido como o melhor filme do Festival de Sundance, em 1998. Os dois vão contar como o filme contribuiu para os slams se espalharem pelo mundo. Na sexta-feira (13), Willians também fará uma performance poética e participará da mesa A Escola da Rua, com Emicida.</p>
<p>A programação do dia 20 reservou espaço para a discussão de uma pauta indígena, com a realização do II Slam Coalkan e a mesa Literatura indígena contemporânea, que tem como convidados Emil&#8217; Keme aka Emilio del Valle Escalante, da Guatemala, e Graça Graúna, e mediação de Trudruá Dorrico. A mesa Poemas tatuados em nossas memórias, será mediada por Maryano e participações de Vanda Witoto e Xamã.</p>
<p>No último dia, a Flup vai ter um debate com Assa Traoré e o Cacique Marcos Xukuru. A ativista do ano da revista <em>Times</em>, de 2020, Assa Traoré se tornou uma das mais relevantes lideranças periféricas da França depois que a polícia francesa assassinou seu irmão Adama. O cacique Marcos Xukuru, também se tornou uma figura marcante após o assassinato do seu pai por pistoleiros, na década de 1990, em represália à sua luta pela demarcação das terras do povo Xukuru, na cidade de Pesqueira, no Agreste pernambucano.</p>
<p>O diretor fundador da Flup, Julio Ludemir, estima que, por causa das atrações, o festival vai receber cerca de 40 mil pessoas. “A gente está trabalhando muito concentradamente e com muito foco para entregar um grandíssimo festival literário cultural multimídia para o povo periférico brasileiro e do Rio de Janeiro. Normalmente quando se chega nesses lugares [periferia], chega com a violência, com o preconceito, com tiros, com acusações, e a gente está chegando com cultura, alegria e representatividade”.</p>
<p><em>* Com informações da repórter do radiojornalismo Cristiane Ribeiro</em></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">70115</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Geral Festa Literária das Periferias (Flup) começa hoje no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/geral-festa-literaria-das-periferias-flup-comeca-hoje-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 14:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Flup]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maré]]></category>
		<category><![CDATA[Periferias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=55201</guid>

					<description><![CDATA[A 12ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup) começa hoje (5) na cidade do Rio de Janeiro. O evento será aberto às 12h no Centro de Artes da Maré, na zona norte da cidade, e se estende até o próximo domingo (11). Entre as atrações da Flup deste ano estão as realizações de rodadas de poesia falada, também conhecidas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A 12ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup) começa hoje (5) na cidade do Rio de Janeiro. O evento será aberto às 12h no Centro de Artes da Maré, na zona norte da cidade, e se estende até o próximo domingo (11).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre as atrações da Flup deste ano estão as realizações de rodadas de poesia falada, também conhecidas como “slam”: o Slam Abya Yala (a Copa América da poesia falada), o Slam Coalkan (que reunirá indígenas de vários países das Américas) e o Slam BR (o campeonato brasileiro de slam).</p>
<p>A abertura terá uma revoada de balões biodegradáveis, na Biblioteca Popular Escritor Lima Barreto, localizada no Complexo da Maré, seguida por uma Fan Fest para assistir à transmissão ao vivo do jogo do Brasil.</p>
<p>Após o jogo, haverá cerimônia de saudação aos orixás e o lançamento da biografia Pai Santana – O Orixá do Futebol, lendário massagista do Vasco da Gama. O livro foi o último escrito por Ecio Salles, criador da Flup que morreu em 2019.</p>
<p>A partir das 20h30, estão previstos<em> shows</em> com os artistas Evy, Kamy e No Lance, além da apresentação da roda de samba do grupo Awurê.</p>
<p>A programação completa do evento pode ser conferida no <a href="https://www.flup.net.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> da Flup</a> .</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55201</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
