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	<title>Fertilizantes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Fertilizantes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cubatão pede ajuda ao governo federal para conter fechamento de fábricas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cubatao-pede-ajuda-ao-governo-federal-para-conter-fechamento-de-fabricas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 14:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Cubatão (SP), César Nascimento (PSD), decidiu recorrer ao governo federal após o encerramento das atividades de duas indústrias históricas no município em menos de um ano. As unidades pertenciam à petroquímica Unigel e à Yara Brasil Fertilizantes, empresas que por décadas integraram o núcleo produtivo do maior polo industrial da Baixada Santista. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de Cubatão (SP), César Nascimento (PSD), decidiu recorrer ao governo federal após o encerramento das atividades de duas indústrias históricas no município em menos de um ano. As unidades pertenciam à petroquímica Unigel e à Yara Brasil Fertilizantes, empresas que por décadas integraram o núcleo produtivo do maior polo industrial da Baixada Santista.</p>
<p>Nascimento articula uma viagem a Brasília, acompanhado de representantes políticos, empresariais e sindicais da região, com o objetivo de sensibilizar a União sobre a necessidade de revisão da política tarifária, especialmente no que diz respeito à importação de fertilizantes e à defesa comercial do setor petroquímico.</p>
<p>“Vamos solicitar uma reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, para tratar dos reflexos do fechamento de fábricas instaladas na cidade, um problema que enfrentamos há mais de uma década”, afirmou o prefeito à Agência Brasil. Segundo ele, o enfraquecimento de Cubatão ultrapassa os limites locais. “A perda de protagonismo de um polo industrial dessa relevância não é um problema municipal, mas um fator de fragilização da indústria nacional como um todo.”</p>
<h3>Dumping e defesa comercial</h3>
<p>Entre os pleitos que serão apresentados ao governo federal está a celeridade na investigação sobre dumping envolvendo exportações chinesas de produtos laminados de ferro ou aço para o Brasil. O processo foi aberto em 2025 pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Mdic, que, em dezembro do mesmo ano, divulgou parecer preliminar reconhecendo a prática, mas prorrogou o prazo para a conclusão da apuração e da análise de prejuízos à siderurgia brasileira.</p>
<h3>Paralisações e impacto no emprego</h3>
<p>No último dia 8, a Unigel anunciou a paralisação das atividades das fábricas de estireno e tolueno em Cubatão, após quase 70 anos de operação. Segundo a empresa, a decisão ocorreu em um cenário de “baixa sem precedentes da indústria química global”, marcado por excesso de oferta internacional e perda de competitividade desde 2023.</p>
<p>A companhia, que está em recuperação judicial desde outubro de 2025, com dívidas superiores a R$ 5 bilhões, não descarta retomar as operações futuramente, mas aponta falta de perspectiva de reversão no curto prazo. A produção será concentrada no Guarujá, para onde também será transferida a planta de São José dos Campos, cujo fechamento foi anunciado nesta terça-feira (13).</p>
<p>Em Cubatão, a unidade da Unigel operava com cerca de 70 trabalhadores diretos e 30 indiretos. Em São José dos Campos, eram aproximadamente 40 empregados. Antes do anúncio, a prefeitura chegou a oferecer isenções fiscais como tentativa de preservar empregos e arrecadação.</p>
<figure id="attachment_87906" aria-describedby="caption-attachment-87906" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87906" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/15-Fabrica-em-Cubatao-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C500&#038;ssl=1" alt="Fábrica Em Cubatão - Expresso Carioca" width="754" height="500" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/15-Fabrica-em-Cubatao-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/15-Fabrica-em-Cubatao-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/15-Fabrica-em-Cubatao-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C99&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/15-Fabrica-em-Cubatao-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C497&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87906" class="wp-caption-text">© Prefeitura de Cubatão/Divulgação</figcaption></figure>
<h3>Esvaziamento histórico do polo</h3>
<p>O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas e de Fertilizantes da Baixada Santista (Sindquim), Herbert Passos Filho, lamentou o fechamento das fábricas e destacou o simbolismo da perda.</p>
<p>“Cubatão já foi o principal polo produtor de fertilizantes do Brasil. A Unigel faz parte da nossa história industrial. O sindicato nasceu ali, quando a empresa ainda era a Companhia Brasileira de Estireno”, afirmou. Segundo ele, o município, que já foi símbolo da industrialização nacional e chegou a ser classificado pela ONU, nos anos 1980, como o mais poluído do mundo, vive um processo contínuo de desindustrialização.</p>
<p>Dados citados pelo sindicalista mostram a dimensão da retração: no auge, as indústrias petroquímicas da cidade empregavam cerca de 12 mil trabalhadores; hoje, são aproximadamente 3 mil, com tendência de queda. O fechamento dos altos-fornos da antiga Cosipa (hoje Usiminas), em 2016, também provocou a perda de cerca de 15 mil postos de trabalho diretos e indiretos.</p>
<h3>Fertilizantes, tributação e dependência externa</h3>
<p>Passos aponta que o setor de fertilizantes enfrenta uma crise estrutural, agravada por políticas que, ao longo dos anos, favoreceram a importação em detrimento da produção nacional. Desde 2008, a produção brasileira caiu de cerca de 11 milhões de toneladas/ano para 6 milhões, enquanto o consumo saltou de 24 milhões para mais de 41 milhões de toneladas anuais.</p>
<p>Medidas como o aumento gradual do ICMS sobre fertilizantes, definido pelo Confaz e concluído em dezembro de 2025 com alíquota de 4%, enfrentaram resistência do agronegócio. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que o convênio elevou os custos dos produtores em R$ 11,74 bilhões entre 2021 e 2024.</p>
<p>“É preciso fazer escolhas. No mundo todo, a indústria química é protegida. Estimulá-la significa gerar empregos qualificados e melhor remunerados”, defendeu o sindicalista.</p>
<h3>Políticas de estímulo e competitividade</h3>
<p>Nos últimos anos, o governo federal retomou e ampliou políticas de apoio ao setor. Em 2023, foi reativado o Regime Especial da Indústria Química (Reiq). No fim de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.294, que institui o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq), com previsão de mais de R$ 10 bilhões em incentivos fiscais entre 2027 e 2031.</p>
<p>Nesta quinta-feira (15), o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin reconheceu as dificuldades do setor. “O polo petroquímico brasileiro sofre problemas de competitividade. Por isso, retomamos o Reiq e estamos atentos à defesa comercial. O Brasil defende o livre comércio, mas com regras”, afirmou.</p>
<h3>Reação do setor industrial</h3>
<p>Em nota, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) lamentou o fechamento de fábricas em Cubatão e alertou para o avanço do processo de desindustrialização no país. A entidade afirmou que, apesar de iniciativas como o Nova Indústria Brasil e o Brasil Mais Produtivo, o cenário exige medidas complementares e mais efetivas para garantir competitividade, sustentabilidade produtiva e preservação de empregos.</p>
<p>O caso de Cubatão, segundo analistas e lideranças locais, tornou-se um retrato emblemático dos desafios estruturais da indústria brasileira, em meio à concorrência internacional, custos elevados e a necessidade de políticas públicas integradas de longo prazo.</p>
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		<title>Magda aposta em fertilizante: &#8220;Petrobras não rasgará dinheiro&#8221;</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/magda-aposta-em-fertilizante-petrobras-nao-rasgara-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 12:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Magda Chambriard]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta segunda-feira (27) que a empresa está empenhada no desenvolvimento da indústria nacional de fertilizantes. Em sua primeira entrevista após tomar posse, ela abordou o contrato com o Grupo Unigel, que atualmente está sendo questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). &#8220;O Brasil importa cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta segunda-feira (27) que a empresa está empenhada no desenvolvimento da indústria nacional de fertilizantes. Em sua primeira entrevista após tomar posse, ela abordou o contrato com o Grupo Unigel, que atualmente está sendo questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).</p>
<p>&#8220;O Brasil importa cerca de 80% dos fertilizantes que utiliza. Uma grande parte deles é de nitrogenados, feitos com gás natural. A Petrobras vende gás. Se ela tem um produto que faz sentido ser vendido para fazer fertilizante, nós queremos ajudar a desenvolver o mercado&#8221;, explicou Chambriard.</p>
<p>Ela destacou que as ações da Petrobras estão alinhadas ao planejamento estratégico da empresa e serão cuidadosamente analisadas. &#8220;Não é só desenvolver por desenvolver. Queremos um mercado estruturado para vender nosso produto. Não faremos isso a qualquer preço. Faremos desde que seja lucrativo. Se precisar abaixar um pouco o preço do gás para conquistar o mercado e garantir sua expansão, está valendo. Desde que dê lucro e seja vantajoso&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O contrato com a Unigel, firmado em dezembro de 2019, envolve o arrendamento de duas fábricas de fertilizantes em Camaçari (BA) e Laranjeiras (SE), que estavam paralisadas devido a operações deficitárias. A Unigel retomou a produção nas unidades, mas a interrompeu no ano passado por falta de viabilidade econômica.</p>
<p>No mês passado, a área técnica do TCU solicitou a suspensão do contrato devido a possíveis irregularidades, indicando um prejuízo de R$ 487,1 milhões em oito meses. A Petrobras busca um acordo para evitar a suspensão e, recentemente, o TCU rejeitou o pedido de mediação para uma solução consensual.</p>
<p>Chambriard reafirmou que a Petrobras respeitará o TCU e que a empresa provará que os fertilizantes são um bom negócio. &#8220;Ninguém aqui vai rasgar dinheiro”, afirmou. Ela defendeu o contrato com a Unigel como uma estratégia lógica. &#8220;Desbravar mercados começando por algo já existente é mais fácil. Mas tem que ser lucrativo. Se o TCU tem dúvidas, vamos respondê-las&#8221;.</p>
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		<title>Fertilizantes ajudam agronegócio e segurança alimentar, diz presidente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fertilizantes-ajudam-agronegocio-e-seguranca-alimentar-diz-presidente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 18:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (26) que, ao informar sobre o envio de fertilizantes da Rússia para o Brasil, que esses insumos garantem a sobrevivência do agronegócio e a segurança alimentar deste e de outros países, para os quais a produção brasileira é exportada. A afirmação foi feita durante a abertura oficial da 23ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (26) que, ao informar sobre o envio de fertilizantes da Rússia para o Brasil, que esses insumos garantem a sobrevivência do agronegócio e a segurança alimentar deste e de outros países, para os quais a produção brasileira é exportada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A afirmação foi feita durante a abertura oficial da 23ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. “Quando estive, há poucas semanas, na Rússia tratando de fertilizantes, momentos antes do ataque ao país vizinho, fomos lá lutar por interesses do Brasil, porque não sobreviveremos sem fertilizantes”, disse o presidente.</p>
<p>“Neste momento, temos 27 navios russos navegando para o Brasil, para trazer fertilizante para o agronegócio, que é nosso orgulho. Não é apenas pela questão de divisas ou por representar um quarto do PIB [Produto Interno Bruto], mas para nossa segurança alimentar”, acrescentou.</p>
<p>Bolsonaro disse ter recebido pedidos de autoridades da Organização Mundial do Comércio (OMS) para que o Brasil aumentasse as exportações de alimentos. O pedido, segundo ele, deve-se ao fato de “o mundo não sobreviver sem os alimentos do Brasil”. “Nossa importância para o mundo todo é a responsabilidade que temos”, complementou.</p>
<p>O presidente lembrou que, ao dar títulos de terras a assentados, possibilitou parcerias entre agricultores familiares e fazendeiros. Transformamos assentados em cidadãos, que estão ao lado do fazendeiro, trabalhando em conjunto. O fazendeiro voltado ao agronegócio, e esse pequeno produtor voltado à agricultura familiar”, argumentou.</p>
<h2>Liberdade de expressão</h2>
<p>Bolsonaro aproveitou o encontro com prefeitos, vereadores, gestores e parlamentares que participam da marcha para reiterar as críticas a autoridades que, segundo ele, estariam atuando contra a liberdade de expressão de pessoas que têm vida pública.</p>
<p>“Nossa liberdade é inegociável. Quantos de nós somos agredidos ao longo de nossa vida pública? Lamentamos, mas temos mecanismos para reparar isso”, disse o presidente que, recentemente, concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), que foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>
<p>“Obviamente não podemos admitir que algum de nós que possa ter certos poderes interfira no destino final de nossa nação, nesse nosso bem maior que é a liberdade de expressão”, acrescentou o presidente.</p>
<h2>Marcha</h2>
<p>Promovida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a 23ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios vai até quinta-feira (28) debatendo temas e apresentando reivindicações das cidades brasileiras. Entre os assuntos abordados, estão reforma tributária, saneamento, piso do magistério e o cenário pós-pandemia.</p>
<p>Nesta edição, o tema tratado por cerca de 6 mil gestores públicos é Município: O caminho para Um Brasil Melhor.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Portos adotam esquema especial para fertilizantes, diz ministro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/portos-adotam-esquema-especial-para-fertilizantes-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 13:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio Freitas]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse hoje (15) que o governo federal montou um esquema especial nos portos do país para receber fertilizantes. Os navios que chegarem ao Brasil com a mercadoria não precisão enfrentar filas para descarregar. O produto utilizado pelo setor do agronegócio é, em sua maioria, importado da Rússia – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse hoje (15) que o governo federal montou um esquema especial nos portos do país para receber fertilizantes. Os navios que chegarem ao Brasil com a mercadoria não precisão enfrentar filas para descarregar. O produto utilizado pelo setor do agronegócio é, em sua maioria, importado da Rússia – país em guerra contra a Ucrânia. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Já montamos um esquema nos portos que vão receber fertilizantes, para que essa descarga seja feita da forma mais rápida possível. Temos um trabalho coordenado do Ministério da Agricultura com Ministério da Infraestrutura para que a gente não tenha navio de fertilizante parado em fila”, destacou. “Não vamos deixar faltar insumo para o nosso produtor”, acrescentou o ministro, após participar de uma feira do setor ferroviário, na capital paulista.</p>
<p>Os fertilizantes, especialmente nitrogênio, fósforo e potássio, são largamente usados pelo setor do agronegócio brasileiro, considerados essenciais para fornecimento de um ou mais nutrientes para as plantações. Do total utilizado pelo Brasil, 85% são importados, principalmente da Rússia.</p>
<h2>Combustíveis</h2>
<p>O ministro disse ainda que o governo está estudando várias possibilidades de combater a alta dos combustíveis no país, principalmente os derivados do petróleo. De acordo com Freitas, entre as alternativas estão ações tributárias, como mudanças no ICMS, e cambiais.</p>
<p>“Uma medida que já tinha sido pensada lá atrás, que poderia amenizar a questão do preço é a questão tributária. E já foi aprovada um PLP [projeto de lei complementar] que mexe na incidência de tributos, muda a lógica do ICMS”, disse.</p>
<p>Freitas disse que outra forma de atuar no preço combustível é manter o câmbio estabilizado e fazer com que “o câmbio ceda”. “Você está tendo muito fluxo de recursos para o Brasil, então se você mantém aí uma autoridade fiscal, você vai ver o câmbio cedendo, e isso vai interferir no preço de combustível”, disse.</p>
</div>
</div>
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		<title>Brasil tem fertilizantes até outubro, garante ministra</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-tem-fertilizantes-ate-outubro-garante-ministra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 14:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Belarus]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[invasão da Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O estoque de fertilizantes para o agronegócio no Brasil está garantido até outubro. A avaliação é da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. Em entrevista coletiva nessa quarta-feira (2), ela garantiu que não há problemas com a safra neste momento, no entanto, a safra de verão, no final de setembro e outubro, gera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estoque de fertilizantes para o agronegócio no Brasil está garantido até outubro. A avaliação é da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em entrevista coletiva nessa quarta-feira (2), ela garantiu que não há problemas com a safra neste momento, no entanto, a safra de verão, no final de setembro e outubro, gera preocupação.</p>
<p>A ministra lembrou que a safrinha de milho já está em produção. “Então, o que precisava de fertilizante já chegou, já está com o produtor rural. Neste momento não temos problema. A safra de verão é uma preocupação”, disse. Ela acrescentou, entretanto, que o setor privado confirmou a existência de estoque de passagem de fertilizantes suficiente até outubro.</p>
<p>O alerta sobre o mercado internacional de fertilizantes vem desde fevereiro quando começaram as sanções econômicas em Belarus. As exportações do produto estão suspensas para o Brasil por causa do fechamento dos portos da Lituânia para o escoamento de fertilizantes e agora com o apoio à Rússia na guerra contra a Ucrânia, o país do leste europeu sofreu novas sanções.</p>
<p>O cenário se agravou ainda com o início da guerra. Isto porque, além da Belarus, a própria Rússia é o principal fornecedor do produto para o mercado brasileiro.</p>
<h2>Negociação com o Canadá</h2>
<p>Em meio à crise, a ministra da Agricultura disse que vai ao Canadá tentar negociar a demanda de fertilizantes. Segundo ela, o impacto ao consumidor depende do tempo da guerra. Sem esses produtos, a tendência é que a oferta vai fazer disparar o preço dos alimentos.</p>
<p>“O preço do trigo subiu lá nas alturas porque a Ucrânia é um grande produtor e isso influencia o mercado global. A gente acha que terá uma alta, sim. Quanto? A soja já subiu, já caiu um pouco. O milho já subiu, já caiu um pouco. A gente tem que acompanhar e diminuir os impactos”, afirmou.</p>
<p>Atualmente, o Brasil é o quarto consumidor global de fertilizantes, 80% de todo o produto usado na produção agrícola nacional vêm de fora do país.</p>
<p>As sanções econômicas dos Estados Unidos e da União Europeia na Rússia e na Belarus atingem a produção de potássio, e a maioria dos fertilizantes é feita a partir do potássio. A Rússia é responsável por fornecer cerca de 25% dos fertilizantes para o Brasil.</p>
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