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	<title>Fernando Haddad &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Fernando Haddad &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Durigan assume Fazenda sob pressão e enfrenta desafio de recuperar confiança fiscal no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da política econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas e desafios estruturais acumulados. À frente da pasta há cerca de duas semanas, ele substitui Fernando Haddad, herdando um ambiente marcado por restrições fiscais e demandas urgentes. Logo nos primeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da política econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas e desafios estruturais acumulados. À frente da pasta há cerca de duas semanas, ele substitui Fernando Haddad, herdando um ambiente marcado por restrições fiscais e demandas urgentes.</p>
<p>Logo nos primeiros dias de gestão, Durigan anunciou o bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026, medida considerada insuficiente por analistas diante das exigências do novo arcabouço fiscal. A equipe econômica trabalha com uma previsão oficial de superávit primário de R$ 3,5 bilhões, mas o próprio governo estima que, ao considerar despesas fora do limite fiscal, o resultado pode se transformar em um déficit de R$ 59,8 bilhões.</p>
<p>O cenário é agravado pelo crescimento das despesas obrigatórias, que comprimem o espaço para investimentos e exigem ajustes constantes para manter o cumprimento das metas fiscais. O limite de expansão real dos gastos públicos, fixado em até 2,5% acima da inflação, tem sido um dos principais desafios para a condução da política econômica.</p>
<p>Além das restrições estruturais, o ministro também precisa lidar com pressões imediatas. Entre as primeiras medidas anunciadas está a criação de um subsídio ao diesel importado, estimado em R$ 1,20 por litro, com impacto de cerca de R$ 3 bilhões, dividido entre União e estados. A iniciativa busca conter a alta dos combustíveis em meio à elevação dos preços internacionais do petróleo.</p>
<p>Outro ponto de atenção é o avanço da inadimplência das famílias brasileiras, que já compromete mais de 27% da renda mensal, segundo dados recentes. Para enfrentar esse cenário, o governo estuda um pacote de medidas voltadas à renegociação de dívidas, embora ainda haja incerteza sobre o impacto fiscal dessas ações.</p>
<p>Paralelamente às medidas emergenciais, Durigan propôs mudanças estruturais, como a automatização da declaração do Imposto de Renda, com o objetivo de simplificar o sistema tributário sem reduzir a arrecadação.</p>
<p>Especialistas apontam que o principal desafio do novo ministro será recuperar a credibilidade fiscal do país. O aumento da dívida pública, que já atinge cerca de 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB), e a dificuldade em cumprir metas estabelecidas pelo próprio governo são fatores que impactam a confiança de investidores e limitam a capacidade de crescimento econômico.</p>
<p>A combinação entre gastos elevados, rigidez orçamentária e pressões políticas — intensificadas pelo contexto eleitoral — coloca o Ministério da Fazenda diante de uma equação complexa: equilibrar ajuste fiscal e estímulo à economia. Nesse cenário, a atuação de Durigan será decisiva para definir os rumos da política econômica e a sustentabilidade das contas públicas nos próximos anos.</p>
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		<title>SUS terá teleatendimento para tratar compulsão por apostas online</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sus-tera-teleatendimento-para-tratar-compulsao-por-apostas-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[minsitério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento acelerado das apostas eletrônicas, popularizadas pelas chamadas bets, tem provocado danos financeiros, emocionais e sociais em milhares de brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram, nesta quarta-feira (3), um conjunto de medidas integradas para prevenir e tratar problemas relacionados ao vício em jogos. As ações incluem desde apoio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento acelerado das apostas eletrônicas, popularizadas pelas chamadas <em>bets</em>, tem provocado danos financeiros, emocionais e sociais em milhares de brasileiros. Diante desse cenário, os ministérios da Saúde e da Fazenda anunciaram, nesta quarta-feira (3), um conjunto de medidas integradas para prevenir e tratar problemas relacionados ao vício em jogos. As ações incluem desde apoio psicológico até mecanismos de proteção financeira.</p>
<p>Entre as iniciativas está a criação de uma plataforma de autoexclusão, prevista para entrar em funcionamento no dia 10 de dezembro, permitindo que qualquer usuário solicite o bloqueio do próprio CPF em sites de apostas. Ao aderir ao sistema, o usuário também deixará de receber publicidade dessas plataformas e terá o cadastro impedido para novos acessos.</p>
<p>O anúncio ocorre em meio a um estudo que estima em R$ 38,8 bilhões as perdas econômicas e sociais provocadas anualmente pelas bets no Brasil.</p>
<h3><strong>Observatório de Saúde e Apostas Eletrônicas será canal permanente de monitoramento</strong></h3>
<p>O acordo firmado pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Haddad (Fazenda) também prevê a criação do Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas. O órgão funcionará como um sistema contínuo de troca de informações entre as duas pastas para monitorar padrões de comportamento associados ao vício, facilitar a identificação de casos graves e oferecer apoio integrado pelo SUS.</p>
<p>Padilha ressalta que o objetivo é aproximar o sistema público de quem precisa de ajuda:</p>
<blockquote><p>“A partir dos dados, vamos identificar padrões de adição ou compulsão. Isso permitirá orientar nossas equipes para que entrem em contato e funcionem como um ombro amigo ou apoio para essas pessoas.”</p></blockquote>
<h3><strong>Ferramentas de apoio: orientações, Meu SUS Digital e linha de cuidado</strong></h3>
<p>Além da plataforma de bloqueio, o governo vai disponibilizar materiais de orientação para quem busca ajuda na rede pública. As informações sobre pontos de atendimento estarão integradas ao Meu SUS Digital e à Ouvidoria do SUS.</p>
<p>O Ministério da Saúde lançou ainda a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que estabelece diretrizes clínicas e amplia o acesso ao atendimento especializado, tanto presencial quanto online.</p>
<p>A medida mais aguardada pela rede pública é o início do teleatendimento em saúde mental voltado à compulsão por jogos, previsto para fevereiro de 2026. A iniciativa será realizada em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, com capacidade inicial de 450 atendimentos mensais online, número que poderá ser ampliado conforme a demanda.</p>
<blockquote><p>“Essa assistência funcionará integrada à rede do SUS. Sempre que necessário, o paciente será encaminhado ao atendimento presencial”, informou o ministério.</p></blockquote>
<h3><strong>Regulamentação das apostas e novas restrições</strong></h3>
<p>Durante o anúncio, o ministro Fernando Haddad destacou o atraso regulatório no setor. Embora as apostas tenham sido autorizadas em 2018, disse ele, não houve definição clara de regras, parâmetros de propaganda ou tributação entre 2019 e 2022.</p>
<p>Com as normas atuais, CPFs de crianças e beneficiários do BPC ou do Bolsa Família não podem ser usados para cadastro em sites de jogos, uma tentativa de reduzir o risco entre grupos vulneráveis.</p>
<h3><strong>Transtornos ligados ao jogo crescem no SUS</strong></h3>
<p>O Ministério da Saúde já identifica aumento significativo no atendimento a pessoas com vício em apostas. Segundo o diretor do Departamento de Saúde Mental, Marcelo Kimati, os números mostram avanço constante dessa demanda:</p>
<ul>
<li><strong>2023:</strong> 2.262 atendimentos</li>
<li><strong>2024:</strong> 3.490 atendimentos</li>
<li><strong>Jan–jun 2025:</strong> 1.951 atendimentos</li>
</ul>
<p>Com base nos casos registrados, Kimati traça um perfil predominante das pessoas afetadas:</p>
<blockquote><p>“Trata-se, em geral, de um homem entre 18 e 35 anos, negro, vivendo situações de estresse, ruptura de cotidiano, desemprego ou isolamento. É um grupo marcadamente vulnerável.”</p></blockquote>
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		<title>Em carta ao FMI, Haddad defende taxação global dos super-ricos e transição verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 21:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma proposta ousada durante a reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Em carta enviada ao evento, o governo brasileiro defendeu a criação de um sistema global de taxação sobre os super-ricos, destinado a financiar ações contra a crise climática e reduzir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma proposta ousada durante a reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Em carta enviada ao evento, o governo brasileiro defendeu a criação de um sistema global de taxação sobre os super-ricos, destinado a financiar ações contra a crise climática e reduzir desigualdades sociais.</p>
<p>O documento, divulgado pelo Ministério da Fazenda e assinado por Haddad — representado na ocasião pela secretária de Assuntos Internacionais, Tatiana Rosito —, afirma que o modelo tributário internacional atual é “inadequado”, pois permite uma concentração inédita de riqueza e facilita evasão e elisão fiscais em larga escala.</p>
<blockquote><p>“Agora é a hora de os super-ricos pagarem sua parte justa de impostos”, diz a carta, que convoca o FMI e o Banco Mundial a liderarem uma nova fase de globalização, pautada por metas socioambientais e de justiça econômica.</p></blockquote>
<h3>Justiça fiscal e sustentabilidade</h3>
<p>O texto também detalha o eixo da política econômica interna brasileira, que busca equilibrar as contas públicas com equidade social. O governo reafirma o compromisso com a reforma tributária progressiva, revisão de isenções ineficientes e integração de metas ecológicas ao centro da política fiscal, por meio do Plano de Transformação Ecológica.</p>
<p>Haddad, que permaneceu em Brasília negociando questões orçamentárias, enfatizou que o ajuste fiscal deve ocorrer sem comprometer a justiça social.</p>
<h3>Defesa do multilateralismo</h3>
<p>O documento critica o avanço de políticas protecionistas e unilaterais, apontando que elas “alimentam a incerteza e ameaçam o crescimento global”. O Brasil defende a reconstrução de uma ordem econômica multilateral previsível, guiada por cooperação e sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“A economia global navega em águas desconhecidas”, diz o texto, citando riscos como inflação persistente, juros altos e a crise climática.</p></blockquote>
<h3>Reformas no FMI e estabilidade econômica</h3>
<p>A carta também propõe reformas na governança do FMI, com maior representatividade para países em desenvolvimento, e pede que o órgão atue com transparência na análise de impactos de políticas comerciais e cortes em ajuda internacional.</p>
<p>Internamente, o governo destaca a resiliência da economia brasileira, com crescimento previsto de 2,4% em 2025, queda do desemprego e equilíbrio nas contas externas. O plano fiscal prevê superávit de 0,25% do PIB em 2026, alcançando 1,25% em 2029, quando o país pretende estabilizar a dívida pública.</p>
<p>Para Haddad, o fortalecimento do multilateralismo e a justiça tributária global são essenciais para construir uma economia mundial “mais verde, estável e inclusiva”.</p>
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		<item>
		<title>Haddad: Brasil seguirá negociando com EUA e terá o melhor resultado fiscal em 12 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-brasil-seguira-negociando-com-eua-e-tera-o-melhor-resultado-fiscal-em-12-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não deixará a mesa de negociação com os Estados Unidos, apesar do risco de que, a partir de 1º de agosto, entre em vigor a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente americano Donald Trump. Em entrevista à Rádio CBN, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (21) que o Brasil não deixará a mesa de negociação com os Estados Unidos, apesar do risco de que, a partir de 1º de agosto, entre em vigor a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente americano Donald Trump.</p>
<p>Em entrevista à Rádio CBN, Haddad disse que o governo Lula já enviou duas cartas à Casa Branca, sem resposta até agora, e segue buscando um “caminho de aproximação” entre os países. Segundo ele, um grupo de trabalho estuda planos de contingência para mitigar os impactos nos setores mais afetados, mas descartou por ora qualquer retaliação automática aos EUA.</p>
<blockquote><p><em>“A determinação do presidente Lula é de que não demos nenhuma razão para sofrer sanções e continuemos a insistir na negociação comercial. Não vamos pagar na mesma moeda, mas podemos aplicar a lei da reciprocidade”</em>, explicou o ministro.</p></blockquote>
<h3>Relação Trump-Bolsonaro</h3>
<p>Para Haddad, a relação pessoal entre Trump e o ex-presidente Jair Bolsonaro tem peso na decisão americana. Ele classificou como grave o fato de interesses individuais da extrema direita brasileira estarem influenciando um tema de interesse nacional.</p>
<blockquote><p><em>“O Brasil está longe de ser o problema dos EUA e sempre foi deficitário nessa relação. O que justifica um aumento de tarifa de 10% para 50%, de uma hora para outra? É preciso separar os interesses pessoais dos interesses dos países”</em>, criticou.</p></blockquote>
<p>Ele também ironizou a investigação americana sobre o Pix, dizendo que o sistema de pagamentos brasileiro é um sucesso e deveria ser copiado, não questionado.</p>
<h3>Fiscal e emprego</h3>
<p>Haddad também reiterou que o governo não revisará a meta fiscal e garantiu que, ao final do mandato de Lula, o Brasil entregará “o melhor resultado fiscal dos últimos 12 anos”, além de avanços em emprego, crescimento econômico e distribuição de renda.</p>
<blockquote><p><em>“A obsessão da área econômica é entregar o melhor resultado desde 2015, e isso será cumprido”, afirmou.</em></p></blockquote>
<p>O grupo de trabalho que estuda os planos para o impacto do tarifaço deve apresentar alternativas ainda esta semana ao presidente Lula.</p>
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		<item>
		<title>Governo anuncia MP para ajustar IOF, tributar bets e elevar arrecadação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-mp-para-ajustar-iof-tributar-bets-e-elevar-arrecadacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal vai enviar ao Congresso uma medida provisória (MP) com foco no mercado financeiro, segundo anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião neste domingo (8) com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A proposta reformulará o recente decreto que elevou o Imposto sobre Operações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal vai enviar ao Congresso uma medida provisória (MP) com foco no mercado financeiro, segundo anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião neste domingo (8) com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A proposta reformulará o recente decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), alvo de forte reação do Legislativo.</p>
<p>A nova MP, segundo Haddad, permitirá “recalibrar” o decreto original, priorizando o caráter regulatório do IOF e reduzindo suas alíquotas. “Todos os itens do decreto vão ser revistos”, disse. Entre as mudanças estão o fim da cobrança fixa do risco sacado e o ajuste da cobrança diária.</p>
<p>Outro ponto relevante será o aumento da tributação sobre as casas de apostas. A alíquota de 12% sobre o GGR (Gross Gaming Revenue) será elevada para 18%. “Vai entrar um aspecto na questão das bets”, confirmou o ministro.</p>
<p>A MP também revoga isenções de alguns títulos, como LCI e LCA, que passarão a ter tributação de 5%. Segundo Haddad, a isenção atual gera distorções no mercado de crédito e dificulta a atuação do Tesouro Nacional. Ainda na MP, a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para instituições financeiras será unificada em 15% ou 20% — eliminando a alíquota de 9%.</p>
<p><strong>Impacto fiscal e revisão de benefícios</strong></p>
<p>O governo também se comprometeu com a redução de ao menos 10% nos gastos tributários infraconstitucionais, além de iniciar uma nova rodada de diálogo com o Congresso sobre o controle de despesas primárias.</p>
<p>Haddad argumentou que muitas das pressões fiscais atuais decorrem de gastos contratados por gestões anteriores. “A conta está chegando sem que a fonte de financiamento tenha sido contratada na mesma época”, alertou.</p>
<p><strong>Reação do Congresso</strong></p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, confirmou que o decreto original do IOF gerou forte resistência entre os parlamentares. “O ambiente se tornou muito adverso. Colocamos que a medida precisaria ser revista, e o governo trouxe essa alternativa”, afirmou.</p>
<p>Motta avaliou que a MP oferece uma compensação financeira ao governo “muito menos danosa” do que o decreto original. Ele também confirmou que o Congresso deve revisar os incentivos fiscais, que, segundo estimativas do governo, somam até R$ 800 bilhões.</p>
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		<item>
		<title>Lula confirma discussão sobre alternativas à alta do IOF e diz que nova proposta será apresentada ainda hoje</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-confirma-discussao-sobre-alternativas-a-alta-do-iof-e-diz-que-nova-proposta-sera-apresentada-ainda-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 01:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que o governo está discutindo alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Segundo Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou a proposta inicialmente como uma tentativa de “reparo” imediato, mas a medida segue [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (3), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que o governo está discutindo alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Segundo Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou a proposta inicialmente como uma tentativa de “reparo” imediato, mas a medida segue sendo debatida com líderes do Congresso.</p>
<p>“O Haddad, no afã de dar uma resposta logo à sociedade, apresentou uma proposta que ele elaborou na Fazenda. Se houve uma reação de que há outras possibilidades, estamos discutindo”, afirmou o presidente, explicando que o anúncio foi feito em uma sexta-feira para dar uma sinalização rápida, mas sem tempo hábil para aprofundar a discussão.</p>
<p>Lula também antecipou que uma nova proposta do governo será apresentada ainda hoje, antes de sua viagem à França. “Às 13h vai ter um almoço na minha casa, com todas as pessoas que estão participando dessa discussão, para a gente saber se o acordo está feito ou não”, declarou.</p>
<p>O presidente ressaltou a importância do diálogo com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, além de líderes do governo nas duas Casas. “Se aparece alguém com uma ideia melhor e ele topa discutir, vamos discutir. Essa é a prática política que nós temos que aprender a fazer”, pontuou.</p>
<p>Lula enfatizou que o esforço da equipe econômica busca “dar tranquilidade ao povo brasileiro”, lembrando que “a economia não tem mágica”. “Quem pensa que tem mágica quebra a cara”, disse.</p>
<h3>Contexto da crise</h3>
<p>O governo federal tem 10 dias, segundo prazo dado pelo Congresso Nacional, para apresentar uma alternativa ao aumento das alíquotas do IOF, medida inicialmente proposta para reforçar o caixa em até R$ 41 bilhões até 2026. Entretanto, a elevação gerou forte reação de entidades empresariais, que alertaram para possíveis prejuízos à economia, como inibição de investimentos e elevação de custos.</p>
<p>Após as críticas, o governo revogou parte dos aumentos horas após a publicação do decreto, no dia 22 de maio. Agora, busca alternativas para cumprir as metas fiscais e evitar o desgaste político.</p>
<p>O ministro Fernando Haddad se reuniu no fim de semana com os presidentes das duas Casas para articular uma saída. Além do congelamento de R$ 31,3 bilhões do Orçamento de 2024, o governo incluiu novos setores no tributo.</p>
<p>Parlamentares, contudo, defendem medidas mais estruturais, como cortes de gastos, mudanças nos pisos da saúde e educação e a desvinculação de benefícios previdenciários do salário mínimo. O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o Parlamento está disposto a aprovar medidas “antipáticas”, mas que sejam eficazes para cumprir o arcabouço fiscal.</p>
<p>Agora, governo e Congresso tentam construir uma solução que equilibre responsabilidade fiscal e crescimento econômico.</p>
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		<item>
		<title>Nova reforma do Imposto de Renda oode reduzir desigualdade no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nova-reforma-do-imposto-de-renda-oode-reduzir-desigualdade-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Importo de Renda]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil pode dar um passo significativo rumo à justiça tributária com a nova proposta de reforma do Imposto de Renda (IR) enviada pelo governo ao Congresso Nacional. O projeto prevê isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais e cria uma nova faixa de tributação para rendimentos acima de R$ 50 mil por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil pode dar um passo significativo rumo à justiça tributária com a nova proposta de reforma do Imposto de Renda (IR) enviada pelo governo ao Congresso Nacional. O projeto prevê isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais e cria uma nova faixa de tributação para rendimentos acima de R$ 50 mil por mês. Se aprovado, o modelo se aproxima dos sistemas tributários progressivos adotados por países como França e Alemanha, onde a taxação sobre os mais ricos é utilizada como mecanismo de redução das desigualdades sociais.</p>
<h4><strong>Impacto da Reforma: Quem Ganha e Quem Paga Mais?</strong></h4>
<p>O texto enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso prevê um sistema de compensação: a redução da arrecadação com a isenção dos mais pobres será equilibrada pela taxação dos mais ricos. De acordo com o Ministério da Fazenda, as novas regras irão:</p>
<ul>
<li>Isentar 10 milhões de brasileiros do pagamento do IR, representando uma renúncia fiscal de R$ 25,84 bilhões;</li>
<li>Criar uma nova alíquota para cerca de 141,3 mil contribuintes com renda superior a R$ 600 mil anuais;</li>
<li>Incluir dividendos (atualmente isentos) no cálculo de tributação das altas rendas;</li>
<li>Beneficiar nove em cada dez brasileiros que pagam IR, com isenção total ou parcial.</li>
</ul>
<p>Mesmo com a mudança, a nova tributação sobre altas rendas atingiria apenas 0,13% dos contribuintes e 0,06% da população brasileira.</p>
<h4><strong>Por que a Reforma do IR é Essencial para Reduzir a Desigualdade?</strong></h4>
<p>A economista Clara Zanon Brenck, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), destaca que a justiça tributária é um princípio essencial para uma economia mais equilibrada. Em um sistema justo, quem ganha mais contribui proporcionalmente mais para o financiamento do país.</p>
<p>“Países desenvolvidos aplicam um modelo progressivo de tributação, o que reduz desigualdades. O Brasil, ao adotar essa mudança, se aproxima desses modelos mais eficientes”, explica Brenck, que também é pesquisadora do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made-USP).</p>
<h4><strong>A Carga Tributária dos Mais Ricos Ainda é Baixa?</strong></h4>
<p>Mesmo sendo um avanço, especialistas apontam que a alíquota proposta para rendimentos mais altos ainda poderia ser mais elevada. Estudos do Made-USP sugerem que um imposto sobre grandes fortunas na faixa de 15% teria um impacto maior na distribuição de renda.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende a proposta, mas reconhece que há espaço para um debate mais amplo. “O grande mérito dessa reforma é que ela abre uma avenida para a discussão sobre justiça tributária no Brasil”, declarou em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, transmitido pelo Canal Gov.</p>
<h4><strong>Tributação Indireta e o Peso sobre os Mais Pobres</strong></h4>
<p>Outro ponto de atenção levantado por especialistas é que a carga tributária no Brasil ainda recai de forma desproporcional sobre os mais pobres. Isso acontece porque grande parte da arrecadação vem de impostos indiretos, como aqueles cobrados sobre produtos e serviços. Assim, mesmo quem tem menor renda paga proporcionalmente mais impostos do que os mais ricos.</p>
<p>A primeira etapa da Reforma Tributária, aprovada no início do ano, buscou unificar tributos, mas não alterou a estrutura que faz com que os impostos indiretos tenham um peso maior no orçamento das famílias mais pobres. Para a economista Clara Brenck, essa separação entre tributação sobre consumo e renda impede mudanças mais profundas na estrutura tributária brasileira.</p>
<p>“A reforma precisaria mexer na proporção do quanto arrecadamos com impostos sobre renda e sobre consumo. Como foram feitas separadamente, essa relação permaneceu inalterada”, analisa Brenck.</p>
<h4><strong>Brasil Ainda Tem uma das Maiores Desigualdades do Mundo</strong></h4>
<p>A disparidade de renda no Brasil segue alarmante. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os 10% mais ricos do país ganham, em média, 14,4 vezes mais do que os 40% mais pobres.</p>
<p>O ministro Fernando Haddad enfatizou que essa realidade precisa ser modificada. “O Brasil está entre os dez países com pior distribuição de renda do mundo. Precisamos explicar isso para a sociedade e mostrar que essa reforma é um passo fundamental para reduzir essa desigualdade.”</p>
<h4><strong>Tramitação no Congresso e Desafios Políticos</strong></h4>
<p>O projeto de lei ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado para entrar em vigor. Durante a tramitação, alterações podem ser feitas pelos parlamentares, o que gera preocupações entre especialistas e economistas.</p>
<p>O analista João Leme, da Tendências Consultoria, alerta que existe o risco de resistência política à tributação sobre os mais ricos. “Há possibilidade de que a tributação sobre altas rendas seja enfraquecida ou removida durante as negociações. Isso poderia gerar um impacto fiscal negativo, aumentando incertezas e dificultando o equilíbrio econômico do governo.”</p>
<h4><strong>Conclusão: Um Passo na Direção Certa, Mas Ainda Insuficiente</strong></h4>
<p>A reforma do Imposto de Renda pode aliviar a carga sobre a classe média e os mais pobres, além de estabelecer um modelo tributário mais progressivo. No entanto, especialistas defendem ajustes para aumentar a tributação sobre os mais ricos e reduzir a dependência de impostos indiretos, que penalizam os mais pobres.</p>
<p>Com um dos maiores índices de desigualdade de renda do mundo, o Brasil precisa avançar para um modelo tributário que promova equidade e justiça social, garantindo que a arrecadação fiscal seja distribuída de forma mais equilibrada entre todas as camadas da população.</p>
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		<title>Haddad Garante que mudanças no Imposto de Renda não afetarão estados e municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 20:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda da Pessoa Física]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças no Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou nesta quinta-feira (20) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil não causará prejuízos à arrecadação de estados e municípios. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov, ele destacou que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou nesta quinta-feira (20) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil não causará prejuízos à arrecadação de estados e municípios. Em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, do <em>Canal Gov</em>, ele destacou que a medida já prevê a devida compensação sobre a arrecadação federal, que é compartilhada com os entes subnacionais.</p>
<h3><strong>Compensação e Tributção dos Super Ricos</strong></h3>
<p>A isenção resultará em uma renúncia fiscal estimada em R$ 25,84 bilhões, que será compensada pela tributação de aproximadamente 141,3 mil pessoas com renda superior a R$ 50 mil por mês, representando apenas 0,13% dos contribuintes brasileiros.</p>
<p>Além disso, o governo pretende tributar remessas de dividendos ao exterior quando destinadas a cidadãos estrangeiros. Segundo Haddad, &#8220;nós não estamos abrindo mão da receita porque estamos cobrando dos super ricos que não pagam&#8221;. Ele destacou que a nova alíquota mínima de 10% sobre essas altas rendas permitirá isentar quem ganha até cinco salários mínimos, garantindo que não haverá impactos negativos para os estados e municípios.</p>
<h3><strong>Impacto e Necessidade de Aprovação no Congresso</strong></h3>
<p>O projeto também prevê um desconto parcial para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, reduzindo a carga tributária sobre essa faixa de contribuintes. No entanto, Haddad ressaltou que é essencial que o Congresso Nacional mantenha as compensações previstas no texto para garantir a viabilidade da medida.</p>
<p>Ele expressou confiança na aprovação do projeto, afirmando que &#8220;mesmo a extrema direita não terá argumentos para rejeitar essa medida, pois não há justificativa para manter a cobrança de imposto de renda sobre quem ganha R$ 5 mil&#8221;.</p>
<h3><strong>Tributação Mais Justa</strong></h3>
<p>Haddad ressaltou a desigualdade na cobrança atual do Imposto de Renda, destacando que trabalhadores da classe média chegam a pagar alíquotas efetivas médias de cerca de 10%, enquanto os super ricos, cujos rendimentos são majoritariamente isentos, pagam apenas 2,54%. Com a nova medida, aqueles que ganham mais de R$ 600 mil anuais e atualmente não pagam IR terão que contribuir com pelo menos 10% de sua renda.</p>
<p>&#8220;Se a pessoa, ao final do ano, demonstrar que já pagou mais de 10% da sua renda em imposto, ela não será impactada pela nova regra&#8221;, esclareceu o ministro.</p>
<p>Haddad também frisou que diversas isenções continuarão vigentes para algumas categorias de contribuintes, incluindo despesas com saúde, títulos incentivados e ganhos de capital na venda de bens.</p>
<h3><strong>Previsão de Implementação</strong></h3>
<p>Caso aprovada pelo Congresso, a nova política do Imposto de Renda passará a valer a partir de 2026. Para rendas acima de R$ 7 mil, a tabela progressiva do IR continuará sendo aplicada normalmente. Atualmente, a isenção do IRPF é concedida apenas para quem ganha até R$ 2.259,20.</p>
<p>Com essa mudança, o governo busca promover maior justiça tributária, aliviando a carga sobre a classe média e garantindo que os mais ricos também contribuam de forma proporcional.</p>
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		<title>Governo planeja manter isenção do imposto de renda para dois salários mínimos em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-planeja-manter-isencao-do-imposto-de-renda-para-dois-salarios-minimos-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 09:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira (14) que a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos será mantida em 2025. A medida segue uma orientação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está condicionada à atualização do Orçamento do próximo ano, ainda em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira (14) que a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos será mantida em 2025. A medida segue uma orientação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e está condicionada à atualização do Orçamento do próximo ano, ainda em tramitação.</p>
<h3><strong>Atualização da Faixa de Isenção</strong></h3>
<p>Atualmente, a faixa de isenção está fixada em R$ 2.824 por mês, o que corresponde a dois salários mínimos de 2024. Caso a proposta seja aprovada, o valor será reajustado para R$ 3.036, considerando o novo salário mínimo de R$ 1.518. Essa alteração reforça o compromisso do governo com a ampliação gradual da isenção tributária para trabalhadores de baixa renda.</p>
<blockquote><p>“Estamos considerando a atualização para manter o ritmo da mudança na faixa de isenção, seguindo a orientação do presidente Lula”, afirmou Haddad antes de participar da posse do novo secretário de Comunicação, Sidônio Pereira.</p></blockquote>
<h3><strong>Reforma do Imposto de Renda em Etapas</strong></h3>
<p>Além da isenção, Haddad destacou que a reforma do Imposto de Renda será enviada após as eleições das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado e a aprovação do Orçamento de 2025. A reforma será apresentada em várias etapas, visando corrigir distorções distributivas e garantir neutralidade fiscal.</p>
<blockquote><p>“Nosso sistema tem diversas distorções que precisam ser ajustadas. Não será uma única lei, mas várias medidas encaminhadas gradualmente”, explicou o ministro.</p></blockquote>
<h3><strong>Sancionamento da Reforma Tributária</strong></h3>
<p>Haddad também informou que o presidente Lula deve sancionar, ainda nesta semana, a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo, aprovada pelo Congresso em dezembro. A essência da reforma será preservada, com vetos técnicos para evitar problemas de interpretação ou aplicação.</p>
<blockquote><p>“Encaminhamos nossas razões de veto à AGU e à Casa Civil, mas a decisão final cabe ao presidente. Os ajustes serão laterais e não impactarão o núcleo do projeto aprovado pelo Congresso”, garantiu Haddad.</p></blockquote>
<h3><strong>Impacto Econômico e Social</strong></h3>
<p>A manutenção da isenção para até dois salários mínimos reforça o compromisso do governo com a redução da carga tributária sobre os mais vulneráveis. Paralelamente, as reformas do Imposto de Renda e do consumo buscam modernizar e tornar mais justo o sistema tributário brasileiro.</p>
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		<title>Haddad descarta aumento do IOF para controlar dólar</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-descarta-aumento-do-iof-para-controlar-dolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 22:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[saída de dólares]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afastou nesta segunda-feira (6) a possibilidade de elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para conter a alta do dólar. Segundo o ministro, o câmbio está se ajustando naturalmente após um período de estresse no final de 2024. “Há um processo de acomodação natural no câmbio. Tivemos um estresse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afastou nesta segunda-feira (6) a possibilidade de elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para conter a alta do dólar. Segundo o ministro, o câmbio está se ajustando naturalmente após um período de estresse no final de 2024.</p>
<p>“Há um processo de acomodação natural no câmbio. Tivemos um estresse no fim do ano passado, tanto no Brasil quanto globalmente”, explicou Haddad, após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o atraso na votação do Orçamento de 2025.</p>
<p>Haddad atribuiu a estabilidade cambial recente a fatores externos, incluindo declarações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que, segundo ele, suavizaram propostas defendidas durante a campanha eleitoral.</p>
<p>O ministro também reiterou que não há planos de mudar o regime cambial do Brasil, que opera com câmbio flutuante e intervenções pontuais do Banco Central (BC) em casos de disfuncionalidade. “Não existe discussão sobre mudar o regime cambial ou aumentar imposto com esse objetivo. Nossa prioridade está na recomposição da base fiscal com medidas endereçadas ao Congresso”, afirmou.</p>
<h3><strong>Reforma Tributária e Imposto de Renda</strong></h3>
<p>Em relação à reforma tributária, Haddad confirmou que mudanças no Imposto de Renda só serão propostas após a eleição das novas lideranças no Congresso e a aprovação do Orçamento de 2025. Entre as medidas previstas está a ampliação da faixa de isenção para R$ 5 mil, acompanhada da tributação na fonte de quem ganha mais de R$ 50 mil.</p>
<p>“Estamos focados na votação do Orçamento neste momento, mas a discussão sobre o Imposto de Renda está programada para 2025 e precisa acontecer neste ano”, reforçou Haddad.</p>
<p>O ministro também revelou que atrasos no envio da proposta ao Congresso foram causados por inconsistências nos modelos estatísticos da Receita Federal relacionados ao Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ). Ele afirmou que espera receber ainda nesta segunda-feira os ajustes necessários da Receita.</p>
<h3><strong>Sistema Cambial e Contexto Econômico</strong></h3>
<p>O Brasil segue com um regime de câmbio livre, conhecido como flutuação “suja”, no qual o BC intervém apenas para evitar disfuncionalidades. O governo tem evitado medidas abruptas para conter oscilações do dólar, priorizando estratégias de longo prazo para estabilizar a economia e recompor as contas públicas.</p>
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