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	<title>Fenaj &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Fenaj &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Entidades jornalísticas reagem à prisão de profissional perseguido por Carla Zambelli e apontam ameaça à liberdade de expressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 16:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A determinação da Justiça de São Paulo para prender o jornalista Luan Araújo provocou forte reação de entidades ligadas à defesa da atividade jornalística e dos direitos humanos. A decisão, que prevê cumprimento de pena em regime aberto, foi alvo de manifestações públicas de repúdio por parte de organizações que consideram a medida desproporcional e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A determinação da Justiça de São Paulo para prender o jornalista Luan Araújo provocou forte reação de entidades ligadas à defesa da atividade jornalística e dos direitos humanos. A decisão, que prevê cumprimento de pena em regime aberto, foi alvo de manifestações públicas de repúdio por parte de organizações que consideram a medida desproporcional e preocupante para a liberdade de expressão no país.</p>
<p>Luan Araújo ganhou projeção nacional em outubro de 2022 após ser perseguido pelas ruas da capital paulista pela então deputada federal Carla Zambelli, que portava uma arma de fogo durante o episódio ocorrido às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais. Imagens registradas por testemunhas mostraram a parlamentar correndo atrás do jornalista em vias públicas e dentro de um estabelecimento comercial.</p>
<p>A nova controvérsia surgiu após o jornalista ser condenado por difamação em ação movida por Zambelli. O processo teve origem em um texto publicado por Araújo depois do episódio, no qual ele fez críticas à então parlamentar e ao grupo político que a apoiava. Embora tenha sido absolvido da acusação de injúria, ele foi condenado ao pagamento de indenização. Como o valor não foi quitado, a Justiça converteu a pena restritiva de direitos em pena privativa de liberdade em regime aberto. O débito atualizado gira em torno de R$ 2,2 mil, incluindo multas e custas processuais.</p>
<p>Entre as organizações que se manifestaram contra a decisão estão a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial de São Paulo (Cojira-SP) e a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial da Federação Nacional dos Jornalistas (Conajira/Fenaj). Em nota conjunta, as entidades classificaram a medida como motivo de preocupação e defenderam a revisão do caso.</p>
<p>As organizações destacaram que a prisão decorre exclusivamente do não pagamento da indenização fixada pela sentença e alertaram para os impactos que decisões desse tipo podem produzir sobre profissionais da imprensa, especialmente aqueles que atuam na cobertura política e em temas de interesse público.</p>
<p>O próprio jornalista também se pronunciou após a divulgação da decisão. Em mensagens publicadas nas redes sociais, afirmou enfrentar dificuldades financeiras e relatou estar desempregado. Segundo Araújo, a impossibilidade de arcar com os custos da condenação está diretamente relacionada à sua situação econômica atual.</p>
<p>Em um dos pronunciamentos divulgados pelas entidades que acompanham o caso, o jornalista declarou:</p>
<p>“Estou triste com toda essa repercussão, mas também feliz por ver o acolhimento das pessoas.”</p>
<p>Araújo também manifestou inconformismo com a condenação e comparou sua situação à da ex-deputada. Atualmente, Zambelli permanece na Itália após ter obtido decisão favorável da Justiça italiana que suspendeu sua extradição para o Brasil, onde responde a condenações determinadas pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>O episódio que deu origem à repercussão nacional ocorreu em 29 de outubro de 2022. Na ocasião, após uma discussão em uma rua da região dos Jardins, em São Paulo, Zambelli sacou uma arma e perseguiu Araújo. O caso teve ampla divulgação e acabou resultando em condenação da então parlamentar pelo Supremo Tribunal Federal pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma. A pena fixada foi de cinco anos e três meses de prisão.</p>
<p>A repercussão da nova decisão judicial ampliou o debate sobre os limites entre o direito à honra, a liberdade de imprensa e a aplicação de penas relacionadas a crimes contra a honra. Enquanto a defesa de Araújo busca reverter a ordem de prisão por meio de recursos judiciais, entidades da categoria seguem mobilizadas em defesa do jornalista e da revisão da medida determinada pela Justiça paulista.</p>
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		<title>Fenaj e Sindicatos Apoiam Repórter da EBC Após Assédio em Paris</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fenaj-e-sindicatos-apoiam-reporter-da-ebc-apos-assedio-em-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 15:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fenaj]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíada 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Jornalistas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos de jornalistas dos estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo expressaram solidariedade à repórter Verônica Dalcanal, da TV Brasil, após ela ser vítima de assédio sexual em Paris no sábado (3). Dalcanal está na capital francesa para cobrir os Jogos Olímpicos de 2024. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos de jornalistas dos estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo expressaram solidariedade à repórter Verônica Dalcanal, da TV Brasil, após ela ser vítima de assédio sexual em Paris no sábado (3). Dalcanal está na capital francesa para cobrir os Jogos Olímpicos de 2024.</p>
<p>Enquanto fazia a cobertura das atividades dos atletas brasileiros, durante um intervalo na transmissão de uma partida da Série B do Campeonato Brasileiro, três homens se aproximaram da jornalista e começaram a cantar. Um deles beijou seu rosto sem consentimento, ação que foi imediatamente repelida por Verônica. Outro homem repetiu o ato, sendo novamente rejeitado pela repórter.</p>
<p>Em nota, a Fenaj e os sindicatos repudiaram o incidente, enfatizando a necessidade de garantir a segurança das profissionais de comunicação, especialmente em um evento de grande porte como as Olimpíadas, onde há uma igualdade histórica entre o número de atletas homens e mulheres.</p>
<p>&#8220;A agressão sofrida por Verônica é uma violência grave contra a mulher e uma intimidação misógina ao exercício do jornalismo. O corpo de uma mulher não é público e seu espaço profissional deve ser respeitado. As mulheres enfrentaram muitos obstáculos para conquistar seu lugar na cobertura esportiva, e não haverá retrocesso. Esses comportamentos devem ser investigados e reprimidos&#8221;, diz a nota.</p>
<h4><strong>Apoio Institucional</strong></h4>
<p>A Fenaj e os sindicatos instaram a EBC a prestar apoio integral à jornalista e a tomar uma posição pública firme contra o assédio, além de acionar as autoridades competentes. Ofereceram ainda apoio jurídico a Verônica Dalcanal.</p>
<p>A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República considerou o assédio &#8220;inaceitável&#8221; e garantiu todo o apoio necessário à profissional. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, ressaltou a importância do respeito às mulheres em todos os espaços: &#8220;Não é aceitável que se pensem proprietários de nossos corpos, e que jornalistas e outras mulheres em posições de destaque sejam submetidas a tais situações&#8221;.</p>
<p>Jean Lima, presidente da EBC, manifestou sua solidariedade, classificando o assédio como inadmissível, especialmente contra jornalistas em pleno exercício de suas funções. Cidinha Matos, diretora de Jornalismo da EBC, também condenou o ocorrido: &#8220;É uma agressão não apenas à jornalista, mas a todas as mulheres e ao espírito olímpico, em uma edição onde as mulheres, especialmente as brasileiras, estão conquistando seu merecido protagonismo&#8221;.</p>
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