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	<title>Feminicídio Zero &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ministério das Mulheres e clubes de futebol unem forças para combater feminicídio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 22:34:22 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Mulheres lançou, nesta sexta-feira (23), em Brasília, a mobilização nacional permanente &#8220;Feminicídio Zero&#8221;, que contou com a adesão de diversos setores da sociedade, incluindo clubes de futebol de grande expressão, como Flamengo, Corinthians, Vasco, Botafogo e Bahia. A ação tem como objetivo erradicar o feminicídio, que é o assassinato de mulheres em decorrência de violência de gênero, através de medidas preventivas e de enfrentamento às várias formas de violência contra as mulheres.</p>
<p>Os parceiros da mobilização se comprometeram a implementar ações no ambiente de trabalho, além de campanhas contínuas de conscientização, especialmente direcionadas aos homens, a fim de promover um ambiente seguro e respeitoso para as mulheres. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, enfatizou a importância da participação de toda a sociedade na luta contra o feminicídio, destacando que a mudança só será possível com o engajamento coletivo.</p>
<p><strong>Futebol e combate à violência de gênero</strong></p>
<p>Os clubes de futebol, que firmaram parceria com o Ministério das Mulheres, foram escolhidos devido ao impacto que o esporte tem na sociedade, especialmente entre os homens. Segundo dados de uma pesquisa realizada em 2022 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Avon, os casos de lesão corporal dolosa contra mulheres aumentam em até 25,9% nos dias de jogos de futebol. A ministra destacou a importância do futebol como um canal para promover o diálogo e engajar os homens na luta contra a violência de gênero.</p>
<p><strong>Compromisso do poder público e outros setores</strong></p>
<p>Além dos clubes de futebol, diversos órgãos do poder executivo federal, como os Ministérios da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, dos Povos Indígenas, da Cultura e da Igualdade Racial, também aderiram ao pacto. A ministra Esther Dweck, da Gestão e Inovação, ressaltou que, apesar dos esforços governamentais, a conscientização da sociedade é crucial para enfrentar o grave problema do feminicídio no Brasil.</p>
<p>A secretária executiva do Ministério da Igualdade Racial, Roberta Eugênio, chamou a atenção para o fato de que a maioria das vítimas de feminicídio em 2023 eram mulheres negras, o que evidencia a necessidade de um compromisso profundo e abrangente de todos os setores da sociedade para enfrentar esse tipo de violência.</p>
<p>Margareth Menezes, ministra da Cultura, acredita que campanhas de mobilização têm um papel fundamental na conscientização social. Já a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, destacou que a violência contra as mulheres indígenas é muitas vezes negligenciada devido às barreiras linguísticas e culturais, e pediu que o Estado brasileiro garanta acesso adequado a essas mulheres para que suas denúncias sejam compreendidas e devidamente atendidas.</p>
<p><strong>Agosto Lilás: conscientização e ação</strong></p>
<p>A mobilização &#8220;Feminicídio Zero&#8221; faz parte das ações do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização sobre a violência contra a mulher e à comemoração dos 18 anos da Lei Maria da Penha. A campanha, lançada em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, visa reforçar que nenhuma forma de violência contra a mulher deve ser tolerada.</p>
<p>Dados recentes do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em 2023, 1.467 mulheres foram mortas por serem mulheres, com 90% dos crimes cometidos por homens. Esses números alarmantes reforçam a urgência de iniciativas como o Feminicídio Zero para combater e prevenir a violência de gênero em todo o país.</p>
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