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	<title>farda &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Moraes proíbe interrogatório de militares fardados no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 16:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (11) que militares não poderão ser interrogados de farda pela Corte. A declaração foi feita durante o primeiro dia de julgamento dos réus do Núcleo 3 da trama golpista, ligada ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A fala do ministro ocorreu após [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (11) que militares não poderão ser interrogados de farda pela Corte. A declaração foi feita durante o primeiro dia de julgamento dos réus do Núcleo 3 da trama golpista, ligada ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>A fala do ministro ocorreu após a defesa do tenente-coronel do Exército Rafael Martins de Oliveira questionar novamente a decisão tomada por Moraes em julho deste ano, que obrigou o militar a comparecer de roupas civis à audiência de interrogatório. Oliveira está preso em uma instalação do Exército em Brasília.</p>
<p>Moraes explicou que, embora o Estatuto dos Militares determine o uso do uniforme, essa obrigação é incompatível com a condição de réu. “O militar fardado há uma incompatibilidade. Pelo Estatuto dos Militares, ele comete crime se mentir, pode perder o oficialato. O militar réu não pode e não será interrogado de farda”, afirmou.</p>
<p>O ministro destacou ainda que não há autoridade militar em tribunais civis, reforçando a separação entre o papel institucional das Forças Armadas e a responsabilidade individual dos acusados. “Não existe autoridade militar do réu em um tribunal civil. Não existe autoridade militar do réu perante o STF. O Exército não está presente como réu”, completou.</p>
<p>O ministro Flávio Dino apoiou o posicionamento e afirmou que o esclarecimento evita novas controvérsias. “O uniforme não é pessoal, é do Exército brasileiro. O que está em questão é a representação da instituição, e não de um indivíduo”, observou.</p>
<p>O julgamento do grupo de nove militares e um policial federal, acusados de planejar ações para apoiar uma tentativa de golpe de Estado, segue em andamento na Primeira Turma do STF.</p>
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