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	<title>falha com negros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Reconhecimento facial vigia 40% dos brasileiros e ainda falha com negros, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 14:46:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil já conta com ao menos 376 projetos ativos de reconhecimento facial, com potencial de vigiar cerca de 83 milhões de pessoas — o equivalente a 40% da população. A informação consta no relatório Mapeando a Vigilância Biométrica, divulgado nesta quarta-feira (7) pela Defensoria Pública da União (DPU) em parceria com o Centro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já conta com ao menos 376 projetos ativos de reconhecimento facial, com potencial de vigiar cerca de 83 milhões de pessoas — o equivalente a 40% da população. A informação consta no relatório <em>Mapeando a Vigilância Biométrica</em>, divulgado nesta quarta-feira (7) pela Defensoria Pública da União (DPU) em parceria com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), da Universidade Candido Mendes.</p>
<p>O levantamento aponta que o uso dessas tecnologias no país se intensificou após eventos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, e já consumiu mais de R$ 160 milhões em recursos públicos. Segundo os autores, embora o uso das Tecnologias de Reconhecimento Facial (TRFs) tenha avançado, a regulação está atrasada e faltam padrões técnicos, transparência e mecanismos de controle externo.</p>
<p>Um dos principais alertas do estudo é o risco de erros e discriminação racial. Entre 2019 e abril de 2025, foram identificados ao menos 24 casos de falhas no sistema. O mais emblemático ocorreu em 2024, quando o personal trainer negro João Antônio Trindade Bastos foi retirado por engano de um estádio em Aracaju após ser confundido com um foragido.</p>
<p>“Mais da metade das abordagens policiais com base em reconhecimento facial resultaram em identificações equivocadas”, diz o relatório. Pesquisas internacionais citadas pelos autores mostram que sistemas de IA apresentam taxas de erro de até 100 vezes maiores para pessoas negras, indígenas e asiáticas do que para pessoas brancas.</p>
<p>Apesar de o Senado ter aprovado em 2024 o PL 2338/2023, que propõe regras para o uso de inteligência artificial, os pesquisadores alertam que as exceções previstas no texto — como o uso em investigações e flagrantes — tornam o projeto uma “autorização ampla” para vigilância, o que pode comprometer direitos fundamentais.</p>
<p>O estudo conclui pedindo um debate público qualificado e medidas urgentes, como a criação de uma lei nacional específica, auditorias independentes, maior transparência nos contratos públicos e o fortalecimento do controle sobre empresas que operam os sistemas.</p>
<p>“O relatório evidencia tanto os vieses raciais no uso da tecnologia quanto problemas de mau uso de recursos públicos e falta de transparência”, afirma o coordenador do CESeC, Pablo Nunes.</p>
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