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	<title>Faixa de Gaza &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Faixa de Gaza &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Egito alerta Israel e define deslocamento em massa de palestinos como “linha vermelha”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 16:33:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Egito enviou nesta segunda-feira (18) um dos mais duros recados a Israel desde o início da guerra em Gaza. O ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, afirmou que qualquer tentativa de transferir em massa palestinos da Faixa de Gaza para o território egípcio será considerada uma “linha vermelha”, inaceitável para o Cairo por representar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Egito enviou nesta segunda-feira (18) um dos mais duros recados a Israel desde o início da guerra em Gaza. O ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, afirmou que qualquer tentativa de transferir em massa palestinos da Faixa de Gaza para o território egípcio será considerada uma “linha vermelha”, inaceitável para o Cairo por representar ameaça direta à sua segurança nacional e à soberania do país.</p>
<p>Em entrevista à CNN, concedida em Al-Arish, cidade no norte do Egito próxima à fronteira com Gaza, Abdelatty foi categórico: “Não aceitaremos, não participaremos e não permitiremos que aconteça”. Para ele, uma migração forçada seria um “bilhete só de ida”, capaz de significar a “liquidação total da causa palestina”.</p>
<h3>Pressão sobre o Cairo</h3>
<p>A posição egípcia ganha força diante de pressões crescentes. Israel, apoiado em declarações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e em propostas lançadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discute com outros países a realocação de palestinos. Segundo autoridades israelenses, negociações estariam em curso com nações como Sudão do Sul, Somália, Etiópia, Líbia e Indonésia, em troca de compensações financeiras.</p>
<p>O Egito, no entanto, rejeita servir como válvula de escape do conflito. “Se os israelenses conseguirem deslocar os palestinos, será o fim da causa palestina”, advertiu o chanceler.</p>
<h3>Bloqueio e ajuda humanitária</h3>
<p>Único acesso de Gaza ao mundo exterior além de Israel, a passagem de Rafah tornou-se ponto de tensão. Abdelatty acusou Israel de bloquear a entrada de mais de cinco mil caminhões de ajuda humanitária parados do lado egípcio. A Anistia Internacional também responsabiliza Tel Aviv por uma “campanha deliberada de fome” contra os 2,2 milhões de palestinos do enclave.</p>
<p>Israel nega provocar fome de forma intencional e afirma trabalhar para permitir maior fluxo de ajuda, embora os comboios sigam parados há semanas.</p>
<h3>Negociações em curso</h3>
<p>O chanceler confirmou que o Egito atua em negociações junto com Catar e Estados Unidos para um cessar-fogo e a libertação de reféns, mas disse não enxergar, neste momento, “um parceiro para a paz” em Israel. “Temos ministros no gabinete israelense que não acreditam na solução de dois Estados”, criticou, citando integrantes da extrema-direita como Itamar Ben Gvir e Bezalel Smotrich.</p>
<p>Mesmo assim, Abdelatty assegurou que o Cairo está “pronto para contribuir” com uma força internacional em Gaza, desde que tenha mandato do Conselho de Segurança da ONU e esteja vinculada a um processo político para criação de um Estado palestino.</p>
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		<title>Israel anuncia envio de 120 caminhões de ajuda a Gaza; Hamas contesta números enquanto ONU debate solução de dois Estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[A tensão humanitária na Faixa de Gaza voltou a crescer nesta segunda-feira (28), quando Israel anunciou ter permitido a entrada de 120 caminhões de ajuda no território palestino no domingo (27). O Hamas, entretanto, contestou os números, afirmando que apenas 73 veículos chegaram efetivamente e que boa parte dos mantimentos foi saqueada antes de alcançar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tensão humanitária na Faixa de Gaza voltou a crescer nesta segunda-feira (28), quando Israel anunciou ter permitido a entrada de 120 caminhões de ajuda no território palestino no domingo (27). O Hamas, entretanto, contestou os números, afirmando que apenas 73 veículos chegaram efetivamente e que boa parte dos mantimentos foi saqueada antes de alcançar os centros de distribuição.</p>
<p>O órgão israelense Cogat, ligado ao Ministério da Defesa, informou que “os alimentos transportados por mais de 120 caminhões foram recebidos e distribuídos pela ONU e por organizações internacionais em Gaza”. A região enfrenta níveis “alarmantes” de desnutrição, segundo alertas recentes das Nações Unidas e da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>O Hamas, por sua vez, alegou que a operação foi insuficiente e mal gerida. De acordo com o grupo, parte dos suprimentos foi perdida durante o trajeto, sob vigilância de drones israelenses, e três lançamentos aéreos adicionais equivaleram apenas a dois caminhões de alimentos, caindo em áreas de conflito inacessíveis à população civil.</p>
<h3><strong>Israel declara pausa humanitária; ONU alerta para uso da fome como arma</strong></h3>
<p>Ontem, Israel anunciou uma pausa diária nos combates em regiões específicas — Al-Mawasi, Deir al-Balah e a cidade de Gaza — válida das 10h às 20h (horário local), além de rotas seguras operando das 6h às 23h. Segundo o governo de Benjamin Netanyahu, a medida busca “refutar falsas alegações de fome deliberada”.</p>
<p>Na Cúpula da ONU sobre Sistemas Alimentares, realizada na Etiópia, o secretário-geral António Guterres declarou que “a fome nunca deve ser usada como arma de guerra”, citando diretamente os conflitos em Gaza e no Sudão. Dados da OMS indicam que, desde o início de 2025, 74 palestinos morreram por desnutrição, sendo 63 somente neste mês — entre eles, 25 crianças.</p>
<h3><strong>Conferência da ONU debate solução de dois Estados</strong></h3>
<p>Enquanto a crise humanitária persiste, a sede da ONU em Nova York recebe uma conferência internacional para discutir um roteiro que leve à criação de um Estado palestino coexistindo pacificamente com Israel. O encontro, co-presidido por França e Arábia Saudita, ocorre nesta segunda e terça-feira (29) e foi adiado anteriormente devido à escalada da guerra.</p>
<p>O ministro francês Jean-Noel Barrot declarou que o país pretende reconhecer oficialmente o Estado palestino em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU. O presidente Emmanuel Macron já havia sinalizado a medida, que deve ser acompanhada de um apelo para que outras nações façam o mesmo.</p>
<p>Os EUA e Israel não participam da conferência. Washington classificou o evento como “um presente para o Hamas”, enquanto Israel afirmou que a reunião não prioriza a devolução de reféns nem condena adequadamente o grupo extremista.</p>
<h3><strong>Histórico do conflito e papel da ONU</strong></h3>
<p>A ONU tem sido peça central na questão palestina desde 1947, quando aprovou a divisão da Palestina para criar dois Estados. Desde a guerra árabe-israelense de 1948 até os Acordos de Oslo, em 1993, inúmeras resoluções e tentativas de paz foram feitas, mas a criação de um Estado palestino plenamente reconhecido nunca foi concretizada.</p>
<p>Em maio de 2024, a Assembleia Geral da ONU aprovou por ampla maioria a candidatura da Palestina a membro pleno da organização, após veto dos EUA no Conselho de Segurança. Atualmente, os palestinos reivindicam territórios na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Faixa de Gaza, áreas ocupadas por Israel desde 1967.</p>
<p>Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que matou 1,2 mil israelenses e fez 250 reféns, a ofensiva militar de Israel já deixou quase 60 mil palestinos mortos, segundo autoridades de saúde de Gaza.</p>
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		<title>Palestinas no Brasil usam redes para resistir ao genocídio e romper estereótipos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/palestinas-no-brasil-usam-redes-para-resistir-ao-genocidio-e-romper-estereotipos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 14:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Compós]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto bombas caem sobre Gaza, vozes femininas ecoam do Brasil em resistência. Através das redes sociais, mulheres palestinas e descendentes desafiam estigmas e censura para denunciar o genocídio na Palestina, defender seus direitos e reconstruir identidades. Essa mobilização é tema da tese de doutorado “A trama tecida por mulheres palestinas: relatos biográficos dos usos táticos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto bombas caem sobre Gaza, vozes femininas ecoam do Brasil em resistência. Através das redes sociais, mulheres palestinas e descendentes desafiam estigmas e censura para denunciar o genocídio na Palestina, defender seus direitos e reconstruir identidades. Essa mobilização é tema da tese de doutorado “A trama tecida por mulheres palestinas: relatos biográficos dos usos táticos de tecnologias digitais”, da pesquisadora Simone Munir Dahleh, vencedora do Prêmio Compós 2025.</p>
<figure id="attachment_84451" aria-describedby="caption-attachment-84451" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84451" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Destroços Após Ataque Israelense Em Khan Younis, Sul De Gaza - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84451" class="wp-caption-text">Destroços após ataque israelense em Khan Younis, sul de Gaza, em 15/5/2025 REUTERS/Hatem Khaled/Proibida reprodução</figcaption></figure>
<p>Simone, que também é descendente de palestinos, ouviu brasileiras de várias profissões — como dentistas, empresárias e estudantes — que usam a internet para romper o silêncio sobre a ocupação israelense, resistir à xenofobia e reforçar laços com a cultura e a história palestinas.</p>
<p>“Se posicionar, mostrar a realidade do conflito é uma necessidade”, afirma a autora. Nas entrevistas, mulheres relatam o medo da censura digital, da retaliação internacional e do antissemitismo ser usado como arma para silenciá-las. Ainda assim, seguem postando conteúdos fortes: vídeos de crianças feridas, depoimentos, imagens da vida em Gaza antes da guerra, músicas e comidas típicas.</p>
<p>Para elas, a tecnologia é mais que ferramenta — é trincheira. Em tempos de bombardeios e desinformação, colocar a cara a tapa virou um ato de coragem e de reconstrução identitária.</p>
<blockquote><p>“Mostrar a riqueza deste povo, ouvir e difundir os relatos dessas mulheres é um modo de desmistificar a imagem de um grupo retratado como atrasado e oprimido”, defende Simone.</p></blockquote>
<figure id="attachment_84452" aria-describedby="caption-attachment-84452" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-84452" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C649&#038;ssl=1" alt="Maftoul, Prato Palestina à Base Cuscuz - Expresso Carioca" width="365" height="649" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-84452" class="wp-caption-text">Maftoul, prato palestina à base cuscuz. Simone Munir/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>O estudo também destaca como essas mulheres buscam manter os laços com a terra de origem, muitas vezes por meio de pequenas memórias: uma receita, uma canção, uma roupa tradicional. Entre as referências citadas estão figuras como a jornalista Shireen Abu Akleh, assassinada por forças israelenses em 2022, e a líder política Hanan Ashrawi.</p>
<p>Com base em biografias marcadas pela migração e resistência, a pesquisa lança luz sobre o ativismo cotidiano de mulheres que, mesmo longe da Palestina, transformam as redes sociais em território de luta.</p>
<p>A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Estima-se que o Brasil tenha cerca de 200 mil brasileiros-palestinos, com grande concentração no Rio Grande do Sul, segundo a Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal).</p>
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		<item>
		<title>Irlanda, Espanha e Noruega Reconhecem o Estado Palestino: Implicações e Reações</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/irlanda-espanha-e-noruega-reconhecem-o-estado-palestino-implicacoes-e-reacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 13:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[Irlanda, Espanha e Noruega anunciaram que reconhecerão o Estado palestino oficialmente na próxima terça-feira, 28 de maio de 2024. Este movimento visa encorajar outros países ocidentais a seguir o exemplo, na esperança de fortalecer os esforços para um cessar-fogo no conflito entre Israel e Hamas em Gaza. Motivação Primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez: A medida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Irlanda, Espanha e Noruega anunciaram que reconhecerão o Estado palestino oficialmente na próxima terça-feira, 28 de maio de 2024. Este movimento visa encorajar outros países ocidentais a seguir o exemplo, na esperança de fortalecer os esforços para um cessar-fogo no conflito entre Israel e Hamas em Gaza.</p>
<p><strong>Motivação</strong></p>
<ul>
<li>Primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez: A medida visa acelerar os esforços para garantir um cessar-fogo e facilitar a libertação dos reféns mantidos pelo Hamas.</li>
<li>Primeiro-ministro da Irlanda, Simon Harris: A decisão é um passo necessário para avançar um processo político que leve a um acordo de paz.</li>
<li>Primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Store: Reafirma que a solução viável para o conflito é a coexistência de dois Estados, Israel e Palestina, em paz e segurança.</li>
</ul>
<p><strong>Reação de Israel</strong></p>
<ul>
<li>Ministro das Relações Exteriores, Israel Katz: Ordenou o retorno imediato dos embaixadores israelenses nos três países para consultas e alertou sobre possíveis consequências graves. Ele enfatizou que Israel não tolerará ações que comprometam sua segurança e soberania.</li>
<li>Ação Diplomática: Israel também repreenderá os embaixadores da Irlanda, Espanha e Noruega em solo israelense e apresentará evidências do tratamento de reféns pelo Hamas.</li>
</ul>
<p><strong>Contexto Histórico</strong></p>
<ul>
<li>Reconhecimento Internacional: Até o momento, 144 dos 193 Estados-membros das Nações Unidas já reconheceram o Estado palestino. Este grupo inclui países do sul global, Rússia, China e Índia. No entanto, dentro da União Europeia, poucos países tomaram esta medida, sendo a Suécia a primeira em 2014.</li>
<li>Posição dos EUA: Os Estados Unidos, principal aliado de Israel, vetaram recentemente uma tentativa de reconhecimento do Estado palestino pelas Nações Unidas, defendendo que tal solução deve ser resultado de negociações diretas entre israelenses e palestinos.</li>
</ul>
<p><strong>Próximos Passos</strong></p>
<p>Os três países europeus procederão com as formalidades nacionais para efetivar este reconhecimento. Esta ação é vista como um esforço para reativar negociações de paz e estabelecer uma solução de dois Estados, vista como fundamental para a resolução duradoura do conflito israelo-palestino.</p>
<p><strong>Implicações Diplomáticas</strong></p>
<p>Este reconhecimento pode influenciar outras nações ocidentais a tomar medidas semelhantes, aumentando a pressão sobre Israel e potencialmente reconfigurando a dinâmica das negociações de paz no Oriente Médio.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O reconhecimento do Estado palestino por Irlanda, Espanha e Noruega representa um passo significativo na política internacional em relação ao conflito israelo-palestino. A resposta de Israel e as reações subsequentes dos países ocidentais e da comunidade internacional serão cruciais para determinar o impacto desta decisão no processo de paz e na estabilidade da região.</p>
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		<item>
		<title>Conflito persiste em Gaza apesar de apelo da ONU por trégua imediata</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conflito-persiste-em-gaza-apesar-de-apelo-da-onu-por-tregua-imediata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 14:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os confrontos entre Israel e o grupo Hamas continuaram na Faixa de Gaza nesta terça-feira (26), apesar do Conselho de Segurança da ONU ter exigido uma cessação imediata das hostilidades. O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, relatou 70 mortes durante a noite, incluindo 13 em ataques aéreos perto da cidade de Rafah, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os confrontos entre Israel e o grupo Hamas continuaram na Faixa de Gaza nesta terça-feira (26), apesar do Conselho de Segurança da ONU ter exigido uma cessação imediata das hostilidades.</p>
<p>O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, relatou 70 mortes durante a noite, incluindo 13 em ataques aéreos perto da cidade de Rafah, no extremo sul do enclave, onde cerca de 1,5 milhão de palestinos buscaram refúgio.</p>
<p>As Forças de Defesa de Israel alertaram para vários incidentes próximos a Gaza devido ao lançamento de foguetes por militantes palestinos.</p>
<p><strong>Cessação das Hostilidades</strong></p>
<p>Na segunda-feira (25), o Conselho de Segurança da ONU votou a favor de uma cessação imediata das hostilidades em Gaza pela primeira vez desde o início do conflito entre Israel e o Hamas. Os Estados Unidos, que anteriormente ameaçaram vetar a resolução, abstiveram-se, resultando em um isolamento diplomático considerável para Israel.</p>
<p>A resolução enfatiza a necessidade urgente de aumentar a assistência humanitária a Gaza e proteger os civis, dada a alta cifra de mortes civis e os alertas da ONU sobre a fome.</p>
<p>A votação marca um confronto notável entre o presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Os EUA haviam vetado anteriormente três resoluções semelhantes.</p>
<p>O Hamas recebeu positivamente a resolução e expressou disposição para uma troca imediata de prisioneiros com Israel. Este desenvolvimento alimenta esperanças de progresso nas negociações em Doha, onde autoridades dos EUA, Egito e Catar buscam mediar um acordo que incluiria a libertação de reféns e uma trégua inicial de seis semanas.</p>
<p><strong>Ruptura Diplomática</strong></p>
<p>A abstenção dos EUA reflete uma crescente frustração com o governo de Netanyahu. A decisão marca uma mudança significativa na relação entre os dois países.</p>
<p>Netanyahu cancelou a visita de ministros israelenses à Casa Branca em resposta à abstenção dos EUA na votação. A Casa Branca expressou desapontamento com a decisão.</p>
<p>Apesar dos obstáculos, a aprovação da resolução pelo Conselho de Segurança da ONU representa uma unidade internacional há muito esperada em relação a Gaza, diante da crescente crise humanitária na região.</p>
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		<item>
		<title>Guterres critica a recusa de Israel em permitir ajuda humanitária para Gaza</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guterres-critica-a-recusa-de-israel-em-permitir-ajuda-humanitaria-para-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 18:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou veementemente a decisão de Israel de bloquear comboios humanitários da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) com destino ao norte da Faixa de Gaza. Em uma entrevista em Amã ao lado do ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, Guterres considerou a medida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou veementemente a decisão de Israel de bloquear comboios humanitários da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) com destino ao norte da Faixa de Gaza. Em uma entrevista em Amã ao lado do ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, Guterres considerou a medida &#8220;totalmente inaceitável&#8221;. Ele destacou a necessidade urgente de fornecer assistência humanitária para a população, especialmente aquela que enfrenta risco iminente de fome no norte de Gaza.</p>
<p>Israel informou recentemente à ONU que não autorizará mais comboios humanitários para o norte da Faixa de Gaza, alegando preocupações com a presença de membros de organizações terroristas entre os funcionários da UNRWA. Esta decisão recebeu duras críticas da comunidade internacional, com Guterres enfatizando a importância de garantir o acesso irrestrito à ajuda humanitária para salvar vidas na região.</p>
<p>A situação humanitária em Gaza é uma preocupação global, com a ONU e outros organismos internacionais buscando soluções para aliviar o sofrimento da população afetada pelos conflitos e pela falta de recursos básicos. O bloqueio de ajuda humanitária apenas agrava a crise humanitária já existente e prejudica os esforços para garantir o bem-estar dos civis na região.</p>
<p>A UNRWA desempenha um papel crucial na prestação de assistência aos refugiados palestinos em Gaza e em outras partes da região. Qualquer impedimento ao seu trabalho prejudica os esforços para proteger os direitos humanos e garantir condições de vida dignas para os necessitados. Neste momento crítico, é fundamental que todas as partes envolvidas respeitem o direito internacional humanitário e facilitem a entrega de ajuda humanitária essencial para salvar vidas e aliviar o sofrimento dos civis em Gaza.</p>
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		<title>Jornalista palestino relata a transformação da imprensa em alvo durante conflito em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 23:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Palestinos]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista Wael Al-Dahdouh, de 53 anos, estava em meio a uma transmissão ao vivo quando recebeu a devastadora notícia: sua esposa, dois filhos e neto foram vítimas de um bombardeio israelense em Gaza, em 25 de outubro de 2023. Ao longo do conflito, ele também perderia seu filho mais velho, Hamza Dahdouh, de 27 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Wael Al-Dahdouh, de 53 anos, estava em meio a uma transmissão ao vivo quando recebeu a devastadora notícia: sua esposa, dois filhos e neto foram vítimas de um bombardeio israelense em Gaza, em 25 de outubro de 2023. Ao longo do conflito, ele também perderia seu filho mais velho, Hamza Dahdouh, de 27 anos, que era jornalista, em um ataque de míssil em 7 de janeiro do ano seguinte.</p>
<p>As imagens de Wael enterrando seus entes queridos e, em seguida, voltando ao trabalho, tornaram-no um símbolo de resiliência e um rosto reconhecido globalmente durante a guerra em Gaza. Desde então, ele tem estado em Doha, no Catar, se recuperando de ferimentos sofridos em um ataque que tirou a vida de outro jornalista da Al Jazeera, Samer Abudaqa.</p>
<figure id="attachment_74447" aria-describedby="caption-attachment-74447" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74447" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C440&#038;ssl=1" alt="Jornalista Palestino Está No Catar, Onde Se Recupera De Ferimentos Que Sofreu Em Um Ataque Israelense - Expresso Carioca" width="754" height="440" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Jornalista-palestino-esta-no-Catar-onde-se-recupera-de-ferimentos-que-sofreu-em-um-ataque-israelense-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C438&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74447" class="wp-caption-text">Jornalista palestino está no Catar, onde se recupera de ferimentos que sofreu em um ataque israelense &#8211; Frame/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Em uma entrevista exclusiva à Agência Brasil, Wael Al-Dahdouh compartilhou sua perspectiva sobre a transformação da imprensa em alvo na região, destacando o alto número de jornalistas palestinos mortos desde o início do conflito. Ele enfatizou a necessidade de uma posição mais firme por parte dos veículos de imprensa internacionais para denunciar os ataques contra profissionais de imprensa em Gaza.</p>
<p>Questionado sobre sua motivação para continuar trabalhando na cobertura do conflito, mesmo após sofrer perdas devastadoras, Al-Dahdouh enfatizou a importância de honrar aqueles que foram mortos e a mensagem humanitária que impulsiona seu trabalho.</p>
<p>Quanto às condições enfrentadas pelos jornalistas em Gaza, ele descreveu o ambiente como &#8220;quase impossível&#8221;, destacando os desafios de segurança, falta de infraestrutura e a constante sensação de perigo.</p>
<p>Al-Dahdouh também comentou sobre a cobertura internacional do conflito, expressando o desejo por uma abordagem mais objetiva e profissional por parte dos meios de comunicação, destacando a importância de relatar os fatos sem exageros ou distorções.</p>
<figure id="attachment_74448" aria-describedby="caption-attachment-74448" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74448" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C627&#038;ssl=1" alt="Wael Al Dahdouh Fazia Uma Transmissão Ao Vivo Quando Recebeu Um Telefonema - Expresso Carioca" width="754" height="627" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C249&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C125&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-Wael-Al-Dahdouh-fazia-uma-transmissao-ao-vivo-quando-recebeu-um-telefonema-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C624&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74448" class="wp-caption-text">Wael Al-Dahdouh fazia uma transmissão ao vivo quando recebeu um telefonema informando que sua família havia morrido em um bombardeio israelense, em outubro de 2023 &#8211; Frame da TV Al Jazeera/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Sobre as críticas ao presidente brasileiro por comparar a situação em Gaza com o Holocausto judeu, Al-Dahdouh defendeu as declarações de Lula, destacando a realidade da ocupação na Palestina e a necessidade de reconhecimento internacional dessa situação.</p>
<p>Por fim, ao descrever a situação em Gaza, Al-Dahdouh ressaltou a devastação causada pelos ataques, incluindo a destruição de infraestruturas vitais e o impacto humanitário sobre a população civil, chamando a atenção para os crimes de guerra e a urgente necessidade de proteção dos direitos humanos na região.</p>
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		<title>Brasil envia para Israel e Egito lista para saída de Gaza com 86 nomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 23:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro elaborou nova lista com 86 pessoas, entre brasileiros e parentes de brasileiros, que estão na Faixa de Gaza e que desejam sair da zona de conflito no Oriente Médio com destino ao Brasil. A informação foi confirmada nesta terça-feira (21) pelo Itamaraty. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a lista já foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O governo brasileiro elaborou nova lista com 86 pessoas, entre brasileiros e parentes de brasileiros, que estão na Faixa de Gaza e que desejam sair da zona de conflito no Oriente Médio com destino ao Brasil. A informação foi confirmada nesta terça-feira (21) pelo Itamaraty. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a lista já foi enviada ao Egito e Israel para autorizem a saída dessas pessoas do enclave palestino.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Quando o Brasil conseguiu trazer os 32 brasileiros que estavam em Gaza, no dia 14 de novembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que o governo trabalharia para trazer todos os nacionais e seus parentes que desejassem sair do local. “A gente vai tentar fazer todo o esforço que estiver ao alcance da diplomacia brasileira”, disse na ocasiaão.</p>
<p>O Itamaraty, por meio da assessoria de imprensa, destacou que não há prazo para que essas pessoas saiam de Gaza porque ainda existem outras listas de nacionais de outros países que ainda não obtiveram autorização para sair do local e que estariam na frente dessa fila.</p>
<p>A saída de estrangeiros tem sido feita aos poucos, com cerca de 600 autorizações por dia. Isso quando não há interrupções na fronteira de Rafah, que liga Gaza ao Egito.</p>
<p>Segundo o embaixador do Brasil no Egito, Paulino Franco de Carvalho Neto, só é autorizada a saída de pessoas da Faixa de Gaza após uma análise dos serviços de segurança dos países envolvidos nessas negociações, que além de Egito e Israel, reúne as autoridades de Gaza, que é controlada pelo Hamas, e de países como Estados Unidos e Catar, que atuam como intermediários do conflito.</p>
<h2>Família desiste</h2>
<p>A família do brasileiro resgatado de Gaza Hasan Rabbe, comerciante de 32 anos de idade que vive em São Paulo, desejava sair da zona de conflito, porém, depois de ter recebido ameaças vindas de pessoas no Brasil, a família desistiu de deixar o local. Hasan tem sido vítima de ameaças desde que chegou ao Brasil, chegando a pedir proteção ao governo.</p>
<p>Ele disse à <strong>Agência Brasil</strong> que sua família, em Gaza, também tem recebido ameaças e, por isso, desistiram de vir. “Infelizmente, a minha família não vai chegar aqui. Eles estão recebendo muitas ameaças em Gaza. Por enquanto, eles desistiram [de vir]. Eu não estou sentindo segurança em mandarmos as meninas para a escola”.</p>
<h2>Voos</h2>
<p>A Operação Voltando em Paz, do governo federal, organizou dez voos da região do conflito para repatriar brasileiros e familiares. A maioria saiu de Tel-Aviv, em Israel, um grupo saiu de Amã, na Jordânia, sendo repatriados do território palestino da Cisjordânia ocupada. O último grupo, com 32 pessoas, deixou a Faixa de Gaza após mais de um mês de tensão e angústia.</p>
<p>Ao todo, a operação transportou 1.477 pessoas e 53 animais domésticos. Do total, foram 1.462 brasileiros, 11 palestinos, três bolivianas e uma jordaniana.</p>
</div>
</div>
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		<title>Consultas, traumas e euforia: o primeiro dia dos repatriados no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/consultas-traumas-e-euforia-o-primeiro-dia-dos-repatriados-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 13:28:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[repatriados Operação Voltando em Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[No primeiro dia no Brasil, depois de mais de 30 dias de espera pela saída de uma Faixa de Gaza sob bombardeios constantes de Israel, o grupo de 32 repatriados passou por consultas médicas, tomou vacinas, recebeu atendimento com psicólogos e regularizou documentos. Os atendimentos ocorreram no alojamento da Base Aérea de Brasília, onde estão hospedados. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro dia no Brasil, depois de mais de 30 dias de espera pela saída de uma Faixa de Gaza sob bombardeios constantes de Israel, o grupo de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-11/clima-de-emocao-marcou-chegada-de-brasileiros-da-faixa-de-gaza" target="_blank" rel="noopener">32 repatriados</a> passou por consultas médicas, tomou vacinas, recebeu atendimento com psicólogos e regularizou documentos. Os atendimentos ocorreram no alojamento da Base Aérea de Brasília, onde estão hospedados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência (Dahu) do Ministério da Saúde, Nilton Pereira Júnior, ninguém precisou de internação e, após as consultas, todos receberam alta, inclusive as crianças. Nessa segunda-feira (13), foi divulgada a informação de que duas crianças estavam com quadro de desnutrição. Nilton Júnior informou que elas foram avaliadas por pediatras e não foi constatado desnutrição ou desidratação.</p>
<h2>Traumas e euforia</h2>
<p>O diretor contou que algumas crianças e adultos estão apresentando sinais de estresse, como dor de cabeça, dores no corpo, insônia e ansiedade, quadro esperado após os momentos vivenciados no conflito entre Israel e Hamas. Segundo ele, a maioria das crianças não dormiu na noite de ontem depois do desembarque.</p>
<p>“Crianças estão incomodadas com barulho de avião pelo trauma que passaram”, disse. “Algumas crianças não dormiram, brincaram a noite toda, pois estão em um misto de alívio, euforia, preocupação e estresse por perda e afastamento de alguns familiares”.</p>
<p>Para minimizar esses sinais, a equipe do Ministério da Saúde montou uma brinquedoteca no alojamento, com jogos educativos, e tem promovido atividades lúdicas.</p>
<p>Os repatriados receberão acompanhamento psicológico pelos próximos 30 dias.</p>
<figure id="attachment_70887" aria-describedby="caption-attachment-70887" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-Repatriados-vindos-da-Faixa-de-Gaza-recebem-assistencia-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70887" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-Repatriados-vindos-da-Faixa-de-Gaza-recebem-assistencia-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Repatriados Vindos Da Faixa De Gaza Recebem Assistência - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-Repatriados-vindos-da-Faixa-de-Gaza-recebem-assistencia-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/15-Repatriados-vindos-da-Faixa-de-Gaza-recebem-assistencia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70887" class="wp-caption-text">Brasília-DF, 14/11/2023, Repatriados vindos da Faixa de Gaza recebem assistência para regularizarem situação no Brasil. Foto &#8211; Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>As equipes também estão fazendo trabalho para que as crianças bebam água, principalmente com a onda de calor que atinge o país. “Estamos estimulando o consumo de água por causa do calor e do processo [de repatriação]. Várias crianças estão se recusando a beber água, porque tomaram água contaminada, suja e tiveram diarreia. É um processo de convencimento”, afirmou Nilton Júnior.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<h2>Vacinação e assistência social</h2>
<p>Adultos e crianças foram vacinados conforme cronograma de imunização brasileiro, como tríplice viral, influenza e sarampo. Os dez repatriados palestinos, sendo sete naturalizados brasileiros e três familiares de brasileiros, fizeram cadastro para tirar o CPF.</p>
<p>O Ministério do Desenvolvimento Social fez um diagnóstico sobre quais famílias poderão ingressar em programas sociais, como Bolsa Família.</p>
<p>Na noite desta segunda-feira, os 32 repatriados (22 brasileiros e dez palestinos) chegaram ao Brasil. O grupo é formado por 17 crianças, nove mulheres e seis homens, que esperava há mais de um mês pela saída da zona de conflito entre Israel e Hamas.</p>
</div>
</div>
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		<title>Clima de emoção marcou chegada de brasileiros da Faixa de Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 16:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A chegada dos 32 repatriados da Faixa de Gaza na noite dessa segunda-feira (13) foi marcada por muitos abraços e muita emoção. Assim que duas crianças desceram da aeronave VC-2, da Força Aérea Brasileira (FAB), um homem correu para abraçá-las na pista da Base Aérea de Brasília, momento acompanhado por todos que foram recepcionar o grupo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada dos 32 repatriados da Faixa de Gaza na noite dessa segunda-feira (13) foi marcada por muitos abraços e muita emoção. Assim que duas crianças desceram da aeronave VC-2, da Força Aérea Brasileira (FAB), um homem correu para abraçá-las na pista da Base Aérea de Brasília, momento acompanhado por todos que foram recepcionar o grupo resgatado da região mais afetada pelo conflito entre Israel e o Hamas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Era Mohammed Jabr Ismil que aguardava há mais de 30 dias para abraçar os filhos. A esposa de Mohammed e os três filhos do casal, de 13, 11 e 9 anos, estavam entre os repatriados no voo.</p>
<p>“O importante é que estão vivos e agora vou fazer tudo para eles”, disse Mohammed, em tom de alívio e felicidade.</p>
<p>Mohammed Ismil, palestino com cidadania brasileira, conta que a família viajou em maio a Gaza para visitar parentes, com volta prevista para setembro. Ele, que é comerciante e está no Brasil há cinco anos, permaneceu em Brasília, onde vivem.</p>
<p>Assim que a guerra começou, a angústia tomou conta da família. Aos jornalistas, que acompanharam a chegada dos repatriados, Mohammed contou que nesses mais de 30 dias a rotina da família foi marcada por medo, falta de água e energia, falta de comida e dificuldade de comunicação.</p>
<p>“Mandava uma mensagem para mim a cada dois, três, quatro dias. Só uma mensagem e descarregava a bateria do celular”, disse.</p>
<p>Ele relatou que a esposa e os filhos – dois meninos e uma menina – precisaram mudar de casa três vezes em razão dos bombardeios no enclave palestino.</p>
<h2>“O pior foi ver pessoas mortas”</h2>
<p>Aos 9 anos de idade, Lin, filha de Mohammed, disse que não quer se lembrar dos momentos vividos em Gaza com a mãe e os irmãos. Ao ser perguntada qual foi o pior momento, ela respondeu: “Ver pessoas mortas”.</p>
<p>A garota demonstrou alívio em deixar a região e voltar para casa. “Sinto que estou em uma cidade maravilhosa. Só quero ficar no Brasil”, afirmou.</p>
<p>A esposa de Mohammed contou que não há mais como viver em Gaza, que a região está cada vez mais perigosa.</p>
<p>Mohammed disse que quatro irmãos ainda estão no enclave e lamenta que não tenham como deixar o local. “Eles não têm opção, pois a Faixa de Gaza está fechada”.</p>
<h2>“Estou viva”</h2>
<figure id="attachment_70862" aria-describedby="caption-attachment-70862" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Presidente-Lula-recebe-brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70862" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Presidente-Lula-recebe-brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C530&#038;ssl=1" alt="Presidente Lula Recebe Brasileiros Resgatados Da Faixa De Gaza - Expresso Carioca" width="754" height="530" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Presidente-Lula-recebe-brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Presidente-Lula-recebe-brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Presidente-Lula-recebe-brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C527&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70862" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Presidente Lula recebe brasileiros resgatados da Faixa de Gaza, entre eles 17 crianças e adolescentes &#8211; Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Quem também estava no voo era a jovem Shaed Albanna, de 18 anos, que durante as últimas semanas mostrou nas redes sociais e em vídeos o que os brasileiros estavam enfrentando no território.</p>
<p>Ao lado da irmã, ela desceu do avião abraçada à Bandeira brasileira.</p>
<p>&#8220;Não consigo acreditar que estou aqui. Viva, feliz, emocionada de verdade. Não estamos acreditando que chegamos. Finalmente estamos seguros. É muito bom a gente se sentir seguro. Faz muito tempo que não me sentia assim&#8221;.</p>
<p>A jovem, que morava em São Paulo, foi para a Palestina com a mãe, que estava com câncer avançado e desejava ficar próxima de parentes. Ela  presenciou os primeiros bombardeios em Gaza quando saía de casa, pela manhã, para ir à faculdade.</p>
<p>Shaed Albanna pediu apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para resgatar parentes que ainda estão no meio do conflito.</p>
<p>O presidente, que recepcionou e abraçou os repatriados na Base Aérea junto com diversos ministros, afirmou que o governo brasileiro continuará tentando buscar todos os que quiserem sair da região do conflito e voltar para o Brasil ou, no caso de estrangeiros, acompanhar os parentes brasileiros.</p>
<p>“A gente vai fazer todo o esforço que estiver ao alcance da diplomacia brasileira para tentar trazer todos os brasileiros que lá estão e que queiram vir para o Brasil. Inclusive, alguns companheiros que tinham parentes não brasileiros eu pedi para trazer, e a gente trataria de legalizar as pessoas aqui”, disse Lula.</p>
<h2>Acolhimento</h2>
<p>Os repatriados ficarão hospedados, por dois dias, em um alojamento da Força Aérea Brasileira (FAB) na Base Aérea de Brasília. Nesse período, vão receber atendimento médico, psicológico e vacinação, além de regularizar a situação no país para ter acesso a políticas públicas e emprego.</p>
<p>Depois, parte do grupo irá para outras cidades: 24 para São Paulo (sendo 12 para casas de parentes e 12 em abrigos para refugiados no interior do estado), um para Novo Hamburgo (RS), um para Cuiabá e dois para Florianópolis. Quatro continuarão em Brasília. Os deslocamentos serão feitos em aviões da FAB.</p>
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<figure id="attachment_70863" aria-describedby="caption-attachment-70863" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-desembarcam-na-Base-Aerea-de-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-70863" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-desembarcam-na-Base-Aerea-de-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C545&#038;ssl=1" alt="Brasileiros Resgatados Da Faixa De Gaza Desembarcam Na Base Aérea De Brasília - Expresso Carioca" width="754" height="545" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-desembarcam-na-Base-Aerea-de-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-desembarcam-na-Base-Aerea-de-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-desembarcam-na-Base-Aerea-de-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=120%2C86&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/14-Brasileiros-resgatados-da-Faixa-de-Gaza-desembarcam-na-Base-Aerea-de-Brasilia-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C542&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-70863" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Brasileiros resgatados da Faixa de Gaza desembarcam na Base Aérea de Brasília &#8211; Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O voo foi o décimo da Operação Voltando em Paz, do governo federal, que resgatou brasileiros que estavam na área de conflito. Dos 32 repatriados, 22 são brasileiros, sete palestinos naturalizados brasileiros e três palestinos parentes de brasileiros.</p>
<p>Desde o início do conflito no Oriente Médio, 1.477 passageiros – 1.462 brasileiros, 11 palestinos, três bolivianas e uma jordaniana &#8211; e 53 animais domésticos foram resgatados.</p>
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