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	<title>Extinção &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Filhote de onça-pintada ganha nome indígena e reforça ações de preservação na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 15:01:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um filhote de onça-pintada nascido no BioParque Vale Amazônia recebeu o nome de Xingu após escolha feita pelo público, em uma iniciativa que une educação ambiental e preservação da fauna brasileira. O animal, um macho nascido em 27 de dezembro de 2025, é o mais novo integrante do espaço localizado na Serra dos Carajás, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filhote de onça-pintada nascido no BioParque Vale Amazônia recebeu o nome de Xingu após escolha feita pelo público, em uma iniciativa que une educação ambiental e preservação da fauna brasileira. O animal, um macho nascido em 27 de dezembro de 2025, é o mais novo integrante do espaço localizado na Serra dos Carajás, no Pará.</p>
<p>O nome foi definido por meio de votação popular e faz referência ao rio Xingu, um dos principais afluentes da bacia amazônica. A escolha segue uma tradição adotada pelo parque, que prioriza nomes de origem indígena e homenagens a elementos naturais da região, reforçando a conexão entre biodiversidade e cultura.</p>
<figure id="attachment_89699" aria-describedby="caption-attachment-89699" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89699" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Nascida-em-dezembro-no-BioParque-Vale-Amazonia-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Nascida Em Dezembro No BioParque Vale Amazônia - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Nascida-em-dezembro-no-BioParque-Vale-Amazonia-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Nascida-em-dezembro-no-BioParque-Vale-Amazonia-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Nascida-em-dezembro-no-BioParque-Vale-Amazonia-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Nascida-em-dezembro-no-BioParque-Vale-Amazonia-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89699" class="wp-caption-text">Parauapebas (PA, 04/04/2026 &#8211; Nascida em dezembro no BioParque Vale Amazônia, onça-pintada recebe o nome de Xingu. &#8211; Foto: Bioparque Vale Amazônia/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Xingu é filho do casal de onças Marília e Zezé e irmão de outros dois filhotes, que já foram encaminhados para instituições em São Paulo. O nascimento representa a sétima reprodução da espécie registrada no bioparque ao longo dos últimos 12 anos, resultado de um trabalho contínuo voltado à conservação de animais ameaçados de extinção.</p>
<p>Os pais do filhote têm histórico de resgate. A fêmea foi retirada de um cativeiro ilegal, enquanto o macho nasceu em ambiente controlado, descendente de animais também resgatados. Por terem sido afastados do habitat natural e submetidos à convivência com humanos, eles não podem retornar à natureza, o que torna os programas de reprodução em cativeiro uma estratégia importante para a preservação da espécie.</p>
<p>Ainda com poucos meses de vida, o filhote permanece sob cuidados da mãe em uma área restrita, sem acesso ao público. A expectativa é que ele passe a integrar a área de visitação quando atingir entre cinco e seis meses de idade, período em que começa a desenvolver maior autonomia.</p>
<figure id="attachment_89700" aria-describedby="caption-attachment-89700" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89700" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Xingu-e-filhote-do-casal-Marilia-e-Zeze-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Xingu é Filhote Do Casal Marília E Zezé - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Xingu-e-filhote-do-casal-Marilia-e-Zeze-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Xingu-e-filhote-do-casal-Marilia-e-Zeze-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Xingu-e-filhote-do-casal-Marilia-e-Zeze-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/05-Xingu-e-filhote-do-casal-Marilia-e-Zeze-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89700" class="wp-caption-text">Parauapebas (PA, 04/04/2026 &#8211; Xingu é filhote do casal Marília e Zezé. Foto: Bioparque Vale &#8211; Foto: Amazônia/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Considerada o maior felino das Américas, a onça-pintada é um símbolo da biodiversidade brasileira e enfrenta ameaças como desmatamento e caça ilegal. Nesse contexto, iniciativas como a do bioparque ganham relevância ao contribuir para a manutenção da espécie e a conscientização da sociedade sobre a importância da conservação ambiental.</p>
<p>O BioParque Vale Amazônia, que funciona dentro da Floresta Nacional de Carajás, abriga centenas de animais e atua em parceria com programas nacionais de preservação. Com entrada gratuita e foco em educação ambiental, o espaço se consolidou como referência na proteção da fauna amazônica, recebendo milhares de visitantes todos os anos.</p>
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		<title>Mais de 500 espécies de aves podem ser extintas em 100 anos, alerta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica Nature Ecology &#38; Evolution alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado nesta segunda-feira (24) na revista científica <em>Nature Ecology &amp; Evolution</em> alerta que mais de 500 espécies de aves podem ser extintas nos próximos 100 anos. A projeção, feita por pesquisadores da Universidade de Reading, no Reino Unido, considera os efeitos combinados das mudanças climáticas, perda de habitat e ação humana como principais fatores de risco.</p>
<p>De acordo com os cientistas, o número projetado é três vezes maior que todas as extinções de aves registradas desde o ano 1500. Espécies vulneráveis como o pássaro-guarda-chuva-de-pescoço-pelado, o calau-de-capacete e o pássaro-sol-de-barriga-amarela estão entre as mais ameaçadas.</p>
<p>O estudo analisou quase 10 mil espécies, com base em dados da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Os pesquisadores alertam que, mesmo com a redução imediata das ameaças humanas, cerca de 250 espécies ainda correm risco e exigem programas complementares de conservação, como reprodução assistida e restauração de ecossistemas.</p>
<p>“Estamos diante de uma crise de extinção sem precedentes. Reduzir as ameaças humanas é urgente, mas não será suficiente. Precisamos de ações direcionadas às aves mais raras”, afirmou a pesquisadora Kerry Stewart, principal autora do artigo.</p>
<p>A pesquisa mostra que aves de grande porte são mais vulneráveis à caça e ao clima extremo, enquanto aves com asas largas sofrem mais com a degradação do habitat. Além disso, destaca que preservar apenas 100 das espécies mais singulares pode evitar até 68% da perda de diversidade funcional, fundamental para a manutenção de ecossistemas saudáveis.</p>
<p>“O fim da destruição dos habitats salvaria a maioria das aves, mas evitar a caça e mortes acidentais é essencial para proteger aquelas com funções ecológicas únicas”, concluiu a professora Manuela Gonzalez-Suarez, coautora do estudo.</p>
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