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	<title>Exportação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Comércio Brasil-China lidera geração de empregos formais em 14 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comercio-brasil-china-lidera-geracao-de-empregos-formais-em-14-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 14:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria comercial entre Brasil e China consolidou-se, nos últimos 14 anos, como a que mais impulsionou a criação de empregos formais no país. Entre 2008 e 2022, os postos de trabalho ligados às exportações para o gigante asiático cresceram 62%, ritmo bem superior ao observado em parcerias tradicionais como Estados Unidos (32,3%), Mercosul (25,1%) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria comercial entre Brasil e China consolidou-se, nos últimos 14 anos, como a que mais impulsionou a criação de empregos formais no país. Entre 2008 e 2022, os postos de trabalho ligados às exportações para o gigante asiático cresceram 62%, ritmo bem superior ao observado em parcerias tradicionais como Estados Unidos (32,3%), Mercosul (25,1%) e União Europeia (22,8%).</p>
<p>No mesmo período, os empregos relacionados a importações vindas da China avançaram 55,4%, ultrapassando a expansão de vínculos gerados no comércio importador com a América do Sul (21,7%), União Europeia (21%) e Estados Unidos (8,7%).</p>
<p>Os dados fazem parte do estudo Análise Socioeconômica do Comércio Brasil-China, elaborado pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<h3><strong>Importação lidera geração de vagas</strong></h3>
<p>Segundo o levantamento, atividades ligadas à importação chinesa já representam a maior base empregadora do comércio exterior brasileiro: foram mais de 5,5 milhões de postos formais em 2022, superando a União Europeia. No setor exportador, embora o crescimento tenha sido expressivo, o número de empregos ficou em torno de 2 milhões – abaixo de Mercosul, União Europeia e Estados Unidos.</p>
<p>A diferença, explica a analista do CEBC Camila Amigo, está no perfil da pauta exportadora: “Os embarques para a China são dominados por produtos agropecuários e minerais, setores altamente mecanizados e que empregam menos gente do que a indústria diversificada voltada a mercados como EUA e UE”.</p>
<h3><strong>China garante estabilidade macroeconômica</strong></h3>
<p>O país asiático consolidou-se como principal parceiro do Brasil: em 2024 foi destino de 28% das exportações brasileiras e origem de 24% das importações. Em dez anos, o saldo positivo acumulado no comércio bilateral atingiu US$ 276 bilhões, o equivalente a metade do superávit total do Brasil no período.</p>
<p>Esse resultado, segundo o estudo, contribuiu para reduzir a vulnerabilidade externa, reforçar as reservas internacionais e estabilizar o câmbio em momentos de crise global.</p>
<h3><strong>Perspectivas para o futuro</strong></h3>
<p>Com a imposição de tarifas elevadas pelos Estados Unidos a parte dos produtos brasileiros, especialistas avaliam que a relação sino-brasileira tende a ganhar ainda mais peso.</p>
<blockquote><p>“A China depende do Brasil como fornecedor estável de alimentos, energia e minerais, enquanto o Brasil garante acesso ao maior mercado consumidor do mundo”, observa Camila Amigo. “O futuro dessa parceria deve apostar na diversificação das exportações, sustentabilidade e inclusão socioeconômica.”</p></blockquote>
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		<title>Mercado exportador de cachaça bate recorde em 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-exportador-de-cachaca-bate-recorde-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2022 22:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Apex-Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cachaça]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[Após queda nas exportações durante a pandemia, o setor produtor de cachaça já vinha mostrando recuperação em 2021, mas agora tem motivos maiores para comemorar. O setor registra, este ano, um recorde no valor exportado. Foram US$ 18,47 milhões exportados, o maior valor dos últimos 12 anos e 54,74% maior que as exportações de 2021. O [&#8230;]]]></description>
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<p>Após queda nas exportações durante a pandemia, o setor produtor de cachaça já vinha mostrando recuperação em 2021, mas agora tem motivos maiores para comemorar. O setor registra, este ano, um recorde no valor exportado. Foram US$ 18,47 milhões exportados, o maior valor dos últimos 12 anos e 54,74% maior que as exportações de 2021. O levantamento do Comex Stat, o sistema de dados de comércio exterior do governo federal, e compilados pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), traz dados de janeiro a novembro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os números se destacam principalmente por serem de um período imediatamente após os piores anos da pandemia da covid-19 e, mesmo assim, trazerem cifras superiores ao período anterior à crise sanitária mundial. Em 2019, por exemplo, foi registrado um valor de exportação de US$ 14,60 milhões. Os números de 2022 superam os de 2019 em aproximadamente US$ 4 milhões. Houve ainda um crescimento no volume exportado. Foram 8,6 milhões de litros exportados, um aumento de 30,38%.</p>
<p>Para Carlos Lima, diretor executivo do Ibrac, as boas notícias são resultados da soma de alguns fatores, principalmente o retorno das atividades econômicas após a retração provocada pela covid-19. “Acho que isso se deve a um momento de retomada pós-pandemia. Apesar de termos tido um crescimento no ano passado, a volta efetiva dos bares e restaurantes trouxe um otimismo no mercado”, disse. Lima também atribuiu a retomada dos eventos como um fator de influência nesses números.</p>
<p>Atualmente, a cachaça é exportada para 72 países. Em termos de valor exportado, os principais são os Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Itália, França e Paraguai. Este ano trouxe, inclusive, um aumento significativo na participação de alguns desses países, que até então não estavam entre os principais mercados. Portugal mais que dobrou nos valores de cachaça importada do Brasil e a Itália teve um aumento de 180% nas cifras.</p>
<p>Lima entende que as ações de promoção da cachaça como um produto para exportação também contribuíram. O Ibrac realiza com a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) um projeto de promoção de exportação da cachaça. Consiste em ações de promoção da cachaça e com proteção da denominação da cachaça como uma marca.</p>
<p>Micro e pequenas empresas, inclusive, têm sido inseridas no mercado internacional no contexto desse programa. A intenção do Ibrac é aumentar a base exportadora e manter os bons números nos próximos anos. “O Ibrac vem ao longo dos últimos anos investindo em ações de imagem da cachaça e promoção de oportunidade da cachaça. Empresas já investem há alguns anos no mercado internacional, e agora o país está desfrutando disso”, disse Carlos Lima.</p>
</div>
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		<title>Navio de grãos zarpa de porto de Odessa, diz ministro ucraniano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/navio-de-graos-zarpa-de-porto-de-odessa-diz-ministro-ucraniano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 13:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo. ONU. guerra. operação militar. invasão da Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um navio carregado com grãos ucranianos deixou o porto de Odessa nesta segunda-feira (1°), no primeiro carregamento de grãos a zarpar do porto como parte de um acordo para desbloquear os portos do Mar Negro da Ucrânia, disse o ministro da Infraestrutura da Ucrânia, Oleksandr Kubrakov. &#8220;O primeiro navio de grãos desde a #AgressãoRussa deixou [&#8230;]]]></description>
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<p>Um navio carregado com grãos ucranianos deixou o porto de Odessa nesta segunda-feira (1°), no primeiro carregamento de grãos a zarpar do porto como parte de um acordo para desbloquear os portos do Mar Negro da Ucrânia, disse o ministro da Infraestrutura da Ucrânia, Oleksandr Kubrakov.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>&#8220;O primeiro navio de grãos desde a #AgressãoRussa deixou o porto. Graças ao apoio de todos os nossos países parceiros e da ONU [Organização das Nações Unidas], conseguimos implementar plenamente o acordo assinado em Istambul</em>&#8220;, escreveu o ministro no Twitter.</p>
<p>Ucrânia, Rússia, Turquia e a ONU selaram um acordo para garantir a exportação segura de grãos dos portos ucranianos no Mar Negro, que foram bloqueados depois que a Rússia invadiu o país, em 24 de fevereiro.</p>
<p><em>&#8220;O desbloqueio dos portos proporcionará pelo menos US$ 1 bilhão em divisas para a economia e uma oportunidade para o setor agrícola de planejar a semeadura do próximo ano</em>&#8220;, disse Kubrakov em um comunicado separado divulgado pelo seu ministério.</p>
<p><em>&#8220;Nos portos da Grande Odessa, outros 16 navios já estão esperando sua vez. Estes são os navios que foram bloqueados desde o início da invasão russa&#8221;</em>, disse ele.</p>
<p>&#8220;<em>Hoje a Ucrânia, juntamente com seus parceiros, dá mais um passo para evitar a fome mundial</em>&#8220;, acrescentou.</p>
<p>O Kremlin elogiou a notícia sobre: &#8220;<em>muito positiva</em>&#8220;. O navio Razoni, de bandeira de Serra Leoa, zarpou de Odessa com uma carga de milho, com destino a Beirute, no Líbano.</p>
</div>
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		<title>Agronegócio registra superávit de US$ 43,7 bilhões até abril</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agronegocio-registra-superavit-de-us-437-bilhoes-ate-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 23:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[A balança comercial do agronegócio brasileiro apresentou superávit de US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano, até abril, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O setor foi o responsável por puxar o saldo positivo da balança comercial brasileira, que apresentou um superávit de mais de US$ 20,2 bilhões no acumulado do ano, [&#8230;]]]></description>
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<p><a href="https://balanca.economia.gov.br/balanca/publicacoes_dados_consolidados/nota.html" target="_blank" rel="noopener">A balança comercial do agronegócio</a> brasileiro apresentou superávit de US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano, até abril, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O setor foi o responsável por puxar o saldo positivo da balança comercial brasileira, que apresentou um superávit de mais de US$ 20,2 bilhões no acumulado do ano, também até abril de 2022.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A balança comercial é calculada com base nas importações e as exportações. De acordo com os dados divulgados pelo Ipea, as exportações do setor do agronegócio este ano foram de US$ 48,7 bilhões, o que representa uma alta de 34,9% em relação ao mesmo período de 2021. As importações registram estabilidade em relação ao ano passado, com alta de 0,7%, chegando a US$ 5 bilhões. O saldo dos demais bens foi um déficit de US$ 23,5 bilhões.</p>
<p>Apenas no mês de abril, o agronegócio exportou US$ 14,9 bilhões, o que, de acordo com o Ipea, contribuiu para um superávit de US$ 13,6 bilhões no saldo da balança comercial do setor, crescimento de 15,2% frente ao mesmo mês de 2021. Já as importações brasileiras do setor totalizaram US$ 1,3 bilhão no mês, com alta de 11,7% na comparação com abril de 2021.</p>
<p>Os demais bens fecharam o mês de abril com déficit de US$ 5,5 bilhões, US$ 3,7 bilhões a mais que no mesmo período de 2021. Ainda assim, a balança comercial total encerrou abril com saldo positivo de US$ 8,1 bilhões.</p>
<h2>Produtos</h2>
<p>A soja lidera as exportações do agronegócio no país. Na análise do Ipea, em relação a abril do ano passado, no entanto, a soja em grão registrou significativa queda no volume exportado por conta da sobreoferta de carne suína da China, o maior consumidor do produto, usado principalmente como ração. Com o aumento na oferta de carne, a China precisou congelar o excedente e reduzir os investimentos na reposição do rebanho, o que reduziu também a demanda por rações.</p>
<p>Apesar da queda no volume exportado, a soja teve um aumento de 41,8% no preço do grão, ante abril de 2021.</p>
<p>A sobreoferta de carne suína na China afetou também as exportações brasileiras do produto, que ficaram aquém das registradas em 2021. Já a demanda chinesa por carne bovina fez com que os preços médios desse produto seguissem elevados. A carne de frango teve aumento de 27,2% no preço médio e de 5,6% na quantidade exportada.</p>
<p>Em relação às importações brasileiras no agronegócio, o trigo aparece na liderança, em patamares semelhantes aos de anos anteriores. A safra recorde em 2021/2022 e a demanda internacional aquecida fizeram com que o trigo produzido no Brasil fosse também vendido a outros países principalmente em março e em abril.</p>
<p>Em abril, a entrada de adubos e fertilizantes no país foi 72,4% superior ao verificado em igual período de 2021, resultando em aumento de 6,4% no acumulado do ano.</p>
<p>O Ipea destaca ainda que, no total, o valor das importações cresceu 11,7% em abril, puxado pelo aumento geral de preços. Dos 16 produtos acompanhados nesta edição, 14 tiveram alta de preços, enquanto nove tiveram queda nas quantidades, incluindo quatro dos cinco itens mais expressivos da pauta de importações: pescados, produtos hortícolas, papel e malte.</p>
</div>
</div>
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