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	<title>Exercício &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>França propõe exercício militar da Otan na Groenlândia em meio a tensões com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 16:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A França solicitou oficialmente a realização de um exercício militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Groenlândia e afirmou estar pronta para participar da operação, segundo informou nesta quarta-feira (21) o gabinete do presidente Emmanuel Macron. A iniciativa surge em um momento de crescente sensibilidade geopolítica envolvendo a região do Ártico. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A França solicitou oficialmente a realização de um exercício militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Groenlândia e afirmou estar pronta para participar da operação, segundo informou nesta quarta-feira (21) o gabinete do presidente Emmanuel Macron. A iniciativa surge em um momento de crescente sensibilidade geopolítica envolvendo a região do Ártico.</p>
<p>O anúncio coincide com a chegada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. A expectativa é que Trump volte a abordar o tema da Groenlândia, apesar das manifestações contrárias de líderes europeus, em um contexto considerado o maior desgaste das relações transatlânticas das últimas décadas.</p>
<p>Na véspera, durante discurso no próprio fórum, Macron adotou um tom firme ao afirmar que a Europa não cederá a intimidações nem a atitudes coercitivas, em uma crítica direta às declarações de Trump. O presidente norte-americano voltou a ameaçar impor tarifas elevadas caso países europeus não concordem com sua proposta de assumir o controle da Groenlândia, território autônomo ligado à Dinamarca.</p>
<p>A postura de Trump tem gerado preocupação dentro da Otan, cujos líderes alertam que a estratégia dos Estados Unidos em relação à Groenlândia pode fragilizar a coesão da aliança militar. O tema ganhou ainda mais repercussão após o presidente americano associar publicamente a questão à sua frustração por não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz, declaração que ampliou o mal-estar diplomático.</p>
<p>A Groenlândia, estratégica por sua localização e importância no cenário de segurança do Ártico, tornou-se um ponto central de disputa política e simbólica entre aliados históricos. O pedido francês por um exercício da Otan é interpretado como um sinal de reforço da presença europeia e da defesa coletiva, em meio a um cenário internacional cada vez mais tensionado.</p>
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		<title>Referendos contestados na Ucrânia entram no último dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um aliado do presidente Vladimir Putin emitiu um novo alerta nuclear para a Ucrânia e o Ocidente, nesta terça-feira (27), quando os referendos anunciados pela Rússia como um prelúdio para anexar quatro regiões ucranianas entraram em seu quinto e último dia. A mais recente polêmica de Moscou envolve uma investigação por países europeus sobre vazamentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Um aliado do presidente Vladimir Putin emitiu um novo alerta nuclear para a Ucrânia e o Ocidente, nesta terça-feira (27), quando os referendos anunciados pela Rússia como um prelúdio para anexar quatro regiões ucranianas entraram em seu quinto e último dia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A mais recente polêmica de Moscou envolve uma investigação por países europeus sobre vazamentos inexplicáveis ​​em dois gasodutos russos sob o Mar Báltico, o que dificultará os esforços para retomar a linha principal que leva o gás russo para a Alemanha.</p>
<p>O Kremlin, que culpou problemas técnicos por cortes anteriores no fornecimento de gás russo para a Europa, disse que não pode descartar sabotagem, mas não disse por quem e pediu uma investigação.</p>
<p>O confronto da Rússia com o Ocidente aumentou a inflação global e acentuou as crises energética e alimentar em muitos países desde a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro, que foi recebida com duras sanções ocidentais e medidas de retaliação russas.</p>
<p>O alerta nuclear de terça-feira por Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, é um dos vários emitidos por Putin e seus aliados nas últimas semanas.</p>
<p>Analistas dizem que eles visam deter a Ucrânia e o Ocidente, sugerindo uma prontidão para usar armas nucleares táticas para defender o território recém-anexado, onde as forças russas enfrentaram fortes contraofensivas ucranianas nas últimas semanas.</p>
<p>A advertência de Medvedev difere das anteriores, pois ele previu pela primeira vez que a aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não arriscaria uma guerra nuclear ao entrar diretamente na guerra da Ucrânia, mesmo se Moscou atacasse a Ucrânia com armas nucleares.</p>
<p>&#8220;Acredito que a Otan não interferiria diretamente no conflito, mesmo neste cenário&#8221;, disse Medvedev em um <em>post</em> na rede social Telegram. &#8220;Os demagogos do outro lado do oceano e na Europa não vão morrer em um apocalipse nuclear.&#8221;</p>
<h2>Referendos</h2>
<p>A votação sobre adesão à Rússia em quatro regiões ucranianas parcialmente controladas por Moscou &#8211; Kherson, Luhansk, Donetsk e Zaporizhzhia &#8211; entrou em seu quinto e último dia. O Ocidente disse que não reconhecerá o resultado do que considera referendos fraudulentos ilegais.</p>
<p>Autoridades do governo russo têm alertado repetidamente que podem usar armas nucleares para defender o novo território se as forças de Kiev, que já controlam parte dele, tentarem tomar o que Moscou diz que em breve considerará seu território soberano.</p>
<p>A Otan e os Estados Unidos não detalharam publicamente como responderiam a um ataque nuclear russo à Ucrânia, mas Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, disse à CBS no domingo que Washington havia explicado a Moscou o que ele descreveu como &#8220;consequências catastróficas&#8221; para a Rússia.</p>
<p>O conselheiro presidencial ucraniano, Mykhailo Podolyak, afirmou em entrevista ao jornal suíço <em>Blick</em> que a Ucrânia está se preparando para a possibilidade de um ataque nuclear russo, mas disse que o ônus recai sobre os Estados com armas nucleares para deter a Rússia.</p>
<p>&#8220;Para onde exatamente devemos enviar as pessoas no caso de um ataque nuclear russo contra a Ucrânia?&#8221; ele perguntou. &#8220;É por isso que o uso de armas nucleares é uma questão de segurança global &#8211; isso não é mais apenas sobre a Ucrânia.&#8221;</p>
<p>Podolyak disse na mesma entrevista que os ucranianos que ajudaram a Rússia a organizar os referendos de anexação enfrentariam acusações de traição e pelo menos cinco anos de prisão.</p>
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