<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>eventos climáticos extremos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/eventos-climaticos-extremos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 17:57:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>eventos climáticos extremos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Ministério da Saúde lança plano para preparar o SUS diante do El Niño e das mudanças climáticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-lanca-plano-para-preparar-o-sus-diante-do-el-nino-e-das-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91426</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, queimadas e o aumento da circulação de doenças relacionadas às alterações do clima.</p>
<p>Batizado de AdaptaSUS, o programa reúne um conjunto de ações voltadas ao monitoramento de riscos, planejamento de respostas rápidas, qualificação das equipes de saúde e ampliação da capacidade de atendimento da rede pública em situações de emergência climática. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é tornar o sistema mais resiliente diante dos efeitos cada vez mais frequentes das mudanças no clima.</p>
<p>Durante o lançamento da iniciativa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que os efeitos do aquecimento global já são percebidos diretamente na saúde da população brasileira e exigem uma mudança na forma de planejamento das políticas públicas.</p>
<p>&#8220;A crise climática é, antes de mais nada, uma crise de saúde pública&#8221;, afirmou o ministro durante a apresentação do programa.</p>
<p>Entre as principais medidas previstas estão a criação de sistemas integrados de monitoramento climático e epidemiológico, o fortalecimento da vigilância em saúde, a ampliação da capacidade de resposta a desastres naturais e o desenvolvimento de protocolos específicos para situações de calor extremo, enchentes, secas prolongadas e incêndios florestais. A estratégia também prevê maior integração entre o Ministério da Saúde, estados, municípios e órgãos de defesa civil.</p>
<p>A preocupação do governo se intensifica diante das previsões meteorológicas que indicam alta probabilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Especialistas apontam que o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico pode aumentar a ocorrência de eventos extremos em diferentes regiões do Brasil, provocando excesso de chuvas no Sul, estiagens prolongadas no Norte e Nordeste, além de favorecer ondas de calor e incêndios florestais.</p>
<p>O Ministério da Saúde alerta que essas alterações climáticas tendem a ampliar os riscos de diversas doenças. Temperaturas elevadas favorecem casos de desidratação, insolação e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. Já enchentes e alagamentos aumentam a exposição da população a enfermidades como leptospirose, hepatite A e doenças transmitidas por água contaminada. O cenário também pode favorecer a expansão de arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, devido à proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p>O plano prevê ainda investimentos na qualificação das equipes do SUS para atuação em situações de emergência, elaboração de protocolos clínicos específicos para eventos climáticos extremos e desenvolvimento de ferramentas capazes de antecipar riscos sanitários em diferentes regiões do país. A intenção é permitir respostas mais rápidas e reduzir os impactos sobre a população, especialmente entre idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e comunidades socialmente vulneráveis.</p>
<p>Segundo o governo, a estratégia faz parte de um movimento mais amplo de adaptação das políticas públicas às mudanças climáticas, reconhecendo que eventos extremos tendem a se tornar mais frequentes nas próximas décadas. O fortalecimento do SUS é apontado como elemento fundamental para reduzir danos humanos, sociais e econômicos provocados por desastres ambientais.</p>
<p>Com a implementação do AdaptaSUS, o Ministério da Saúde pretende incorporar o planejamento climático às políticas permanentes da saúde pública brasileira, tornando o sistema mais preparado para responder aos desafios impostos pelo aquecimento global e pelos efeitos cada vez mais intensos de fenômenos como o El Niño.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91426</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Relatório sobre oceano aponta aquecimento, acidificação e queda de O₂</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/relatorio-sobre-oceano-aponta-aquecimento-acidificacao-e-queda-de-o%e2%82%82/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 14:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acidificação]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos extremos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório sobre o Estado do Oceano]]></category>
		<category><![CDATA[Unesco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77360</guid>

					<description><![CDATA[Um novo relatório divulgado pela Unesco revela preocupantes tendências sobre o estado atual dos oceanos, destacando aquecimento, acidificação e diminuição das taxas de oxigênio. A publicação reúne informações científicas abrangentes sobre aspectos físicos, químicos, ecológicos e socioeconômicos dos oceanos. Aquecimento dos Oceanos O relatório indica um aquecimento significativo não apenas nas águas superficiais, mas também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo relatório divulgado pela Unesco revela preocupantes tendências sobre o estado atual dos oceanos, destacando aquecimento, acidificação e diminuição das taxas de oxigênio. A publicação reúne informações científicas abrangentes sobre aspectos físicos, químicos, ecológicos e socioeconômicos dos oceanos.</p>
<p><strong>Aquecimento dos Oceanos</strong></p>
<p>O relatório indica um aquecimento significativo não apenas nas águas superficiais, mas também em zonas mais profundas. Este processo tem acelerado, com 2023 registrando recordes de temperaturas oceânicas. As consequências incluem a elevação do nível do mar, mudanças nas correntes oceânicas e transformações drásticas nos ecossistemas marinhos.</p>
<p>Segundo a Nasa, nos últimos 30 anos, o nível dos oceanos subiu em média nove centímetros, uma tendência que o relatório prevê que se acelerará devido ao aquecimento global e ao derretimento de massas de gelo na Groenlândia e na Antártica Ocidental.</p>
<p><strong>Acidificação e Queda de Oxigênio</strong></p>
<p>O relatório também destaca a crescente acidificação dos oceanos, resultante da maior absorção de gás carbônico. Este processo tem efeitos adversos significativos nos ecossistemas marinhos, exigindo medidas de mitigação. Além disso, a poluição contribui para a redução da disponibilidade de oxigênio no ambiente marinho, afetando a biodiversidade.</p>
<p><strong>Impactos Socioeconômicos e Climáticos</strong></p>
<p>O documento alerta para a maior frequência de eventos climáticos extremos, como tsunamis, que podem ter impactos mais catastróficos devido à elevação do nível do mar. A Unesco enfatiza a necessidade de estratégias de mitigação para enfrentar esses desafios crescentes.</p>
<p><strong>Pesquisa e Desenvolvimento</strong></p>
<p>Apesar de apresentar um panorama abrangente, o relatório sublinha a necessidade de novas pesquisas para aumentar o conhecimento sobre as mudanças em curso e prever as consequências. A cooperação global e o compartilhamento de dados são essenciais para enfrentar a crise oceânica de forma eficaz.</p>
<p>O relatório faz parte dos esforços da Unesco para promover os compromissos da Agenda 2030, especialmente o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14, que visa a conservação e utilização sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A nova edição do Relatório sobre o Estado do Oceano, que contou com a participação de 98 autores de 25 países, destaca a importância crítica dos oceanos no controle climático do planeta e a necessidade urgente de ações para proteger e preservar esses ecossistemas vitais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77360</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
